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Movie News

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Ahrdarah

Usuário
Shrek 2 nem estreiou nos cinemas por aqui (só daqui uns 4 meses) e já há notícia sobre Shrek 3. A DreamWorks já está a procura de roteiristas ao lado de David Stem, Joe Stillman e David N. Weiss.
E na nova aventura parece que Shrek & Cia ataca a lenda do Rei Arthur e a Távola Redonda.

Shrek 3 no Omelete
 

Pips

Old School.
Uma nova releitura do clássico O Médico e o Monstro é o próximo projeto do Creative Light Entertainment. O presidente do estúdio, Scott Zakarin, vai dirigir seu próprio roteiro, baseando-se no original de Robert Louis Stevenson, mas atualizando a história.

Nesta nova versão, o dr. Henry Jekyll é um cientista da informática que cria um poderoso software que altera sua personalidade, transformando-o no inescrupuloso sr. Hyde. A história se passa na Los Angeles contemporânea.

O elenco, formado por atores pouco conhecidos, é encabeçado por Matt Keeslar (Rose Red - foto). O nome de maior expressão é o de Jonathan Silverman, das comédias Um Morto Muito Louco 1 e 2 e da série de televisão The Single Guy.

As filmagens deste novo O Médico e o Monstro começam hoje, segundo a Variety.

Fonte :Cinema em Cena

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Batman mais boatos e uma confirmação

Enquanto a Warner Bros. não faz um novo anúncio oficial a respeito de Batman 5, vamos para mais uma rodada de boatos.

Pra começar, o Cinema Confidential garante que o francês Vincent Cassel (A isca perfeita, Irreversível) será um dos vilões do filme. Até o momento, todos os rumores indicam que serão três inimigos na produção: O espantalho, que terá uma participação breve, Ra's Al Ghul, o líder de uma seita de assassinos, e Ducard, principal assecla de Ra´s. Como o tal Ducard é francês, as apostas sobre o papel de Cassel estão concentradas aí...

Ainda sobre os vilões, os rumores sobre Viggo Mortensen (O Aragorn de O Senhor dos Anéis) como Judson Caspian - o Ceifador - já perderam a força. Tanto o ator quanto o personagem parecem praticamente descartados.

Aparentemente, Morgan Freeman (Todo poderoso) viverá Lucius Fox, o principal executivo da Fundação Wayne. Laurence Fishburne (Matrix) era o nome mais cotado para o papel, mas diversas fontes indicam que Freeman ficou com o trabalho.

Pra completar, a única informação oficial sobre o filme: Numa entrevista ao Hollywood Reporter, o produtor Michael E. Uslan (de toda a série Batman) confirmou o título da adaptação. Será mesmo Batman: Intimidation.

O lançamento está previsto para 2005 e as filmagens começarão em fevereiro, em Londres (que será a nova Gotham City) e Islândia. A direção é de Christopher Nolan e o elenco 100% confirmado inclui Michael Caine (o mordomo Alfred) e Christian Bale (Batman/Bruce Wayne).

Fonte: Omelete
 

Vëon

Do you know what time it is?
Tintin: O primeiro candidato para o papel

O Dark Horizons trouxe hoje um rumor sobre quem viverá Tintin, o intrépido jornalista criado pelo belga Hergé, na adaptação dos quadrinhos para as telas.

Segundo o site, Steven Spielberg já está trabalhando num roteiro e a seleção de elenco começará no segundo semestre. Entretanto, boatos sugerem que o ator canadense Gregory Smith (Everwood) - foto ao lado - seja um dos potenciais candidatos.

Aparentemente, o primeiro filme da trilogia será O tesouro de Rakham, o Terrível, que vai trazer a história originalmente publicada no álbum homônimo e no livro O segredo do Licorne. O filme deve chegar às telas em meados de 2006.

Fonte: Omelete[/img]
 

Pips

Old School.
Comandos em Ação podem se tornar filme!!!!

Está quase tudo certo para que Comandos em Ação vire filme em Hollywood. Agora surgem as primeiras informações sobre como pode ser a história do filme. Deve ser uma prequel mostrando o que acontece antes dos eventos que surgem no desenho animado que todo mundo conhece. Ou seja, vamos ver como surgiu a organização Cobra e como ela se tornou uma ameaça mundial. Outros vilões como Destro e Stormshadow devem aparecer também. Na equipe dos heróis todos os clássicos como Duke, Hawk e Snake Eyes devem aparecer também. Essas ainda não são informações oficiais e muita coisa pode mudar ainda.

Fonte: Herói.com.br

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Pixar decide romper parceria bilionária com a Disney; ''Cars'' é último filme

Contrato continua até a conclusão de ''Os Incríveis'' e ''Cars''
Chega ao fim uma das mais bem sucedidas e lucrativas parcerias de Hollywood. A Pixar Animation Studios rompeu contrato com a Walt Disney Co. em comunicado divulgado nesta quinta-feira .

O acordo entre ambas as empresas terminará assim que os dois últimos projetos - ''Os Incríveis'' (2004) e ''Cars'' (2005) - estiverem concluídos.

Conforme explicação contida no comunicado, após o término dos filmes, ela ''pretende manter plena propriedade de suas futuras produções'' e que, a partir de 2006, ''vai iniciar as discussões com outros estúdios'', para distribuição de seus novos trabalhos.

Steve Jobs, presidente da Pixar, esclareceu que a decisão foi tomada ''depois de dez meses de tentativas para chegar a um acordo com a Disney'' para prolongar o contrato, confirmando os rumores de que a relação entre elas estava desgastada.

''Tivemos um ótimo período juntos (...) e lamentamos que a Disney não participe dos futuros sucessos da Pixar'', acrescentou Jobs.

Segundo o atual acordo, a Disney continua encarregada da distribuição dos sete primeiros filmes já feitos- incluindo os sucessos ''Toy Story - Um Mundo de Aventuras'', ''Monstros S.A.'' e ''Procurando Nemo''. Sobre esses trabalhos, a Pixar continua recebendo o mesmo percentual dos lucros no futuro.

A Disney ainda poderá produzir continuações dos filmes feitos durante a parceria, mesmo sem a participação do estúdio de animação.

Até o momento, a arrecadação da Pixar foi superior a US$ 2,5 bilhões e a venda de vídeos e DVDs superou a marca de 150 milhões de unidades.

Fonte: E-Pipoca
 

Pips

Old School.
Era uma vez na América
O CONTROVERTIDO CINEASTA DINAMARQUÊS CONVERSA COM O DIRETOR DE "MAGNÓLIA" E "BOOGIE NIGHTS" SOBRE "DOGVILLE", O EGO DOS ATORES, A VIDA NOS EUA E OS SEUS FILMES FAVORITOS

Lars Von Trier/Paul Thomas Anderson

da "Black Book"

Ok, vamos direto ao assunto: Uma conversa com Lars von Trier e Paul Thomas Anderson é o sonho lascivo de qualquer cinéfilo. Como dois dos mais importantes diretores de cinema, eles criaram algumas das experiências cinematográficas mais marcantes na memória recente. Apesar de abordagens totalmente diferentes, ambos estão ligados por uma preocupação com o "outsider" na sociedade: os corações solitários de "Magnólia" e "Embriagados de Amor", de Anderson, encontram correspondentes na América provinciana de "Dançando no Escuro", de Von Trier, e no novo "Dogville".
Ambos dão a seus filmes uma disciplina precisa e enfocada, que deixa pouco ao acaso. Von Trier, particularmente, criou reputação pelo relacionamento combativo com seus atores, notadamente com Björk durante a realização de "Dançando no Escuro", mas sua abordagem severa geralmente resulta em atuações que definem carreiras. Anderson também extraiu brilhantismo de suas produções coletivas, especialmente de Philip Seymour Hoffman, que trabalhou em todos os seus filmes, e de Adam Sandler, cuja atuação complexa e atormentada em "Embriagados de Amor" foi uma das grandes surpresas do ano passado. Os dois diretores se encontraram no estúdio de filmagem de Von Trier, Zentropa, nos arredores de Copenhague, para fofocar sobre atores, trocar opiniões sobre os Estados Unidos e falar de alguns de seus filmes favoritos.

Lars von Trier - Eu gostaria de falar sobre esse negócio de atores, porque gostei muito de "Magnólia" e achei que havia uma espécie de sensação familiar nos resultados que você consegue dos atores, e você me disse que é porque os ama.
Paul Thomas Anderson - Hum-hum.
Von Trier - Isso foi um choque. Se você os ama - digamos que seja verdade-, como trabalha com eles?
Anderson - Bem, eles dizem as falas. Então...
Von Trier - ...você diz: pronto?
Anderson - Vai.
Von Trier - Vai? E então eles dizem as falas?
Anderson - Bem, o negócio é o seguinte. Quando escrevi "Magnólia", estava escrevendo para os atores, então podia ouvir na minha cabeça como eles poderiam falar, escrevia com essa vantagem. Mas os atores não me assustam. Sabe o que me assusta? Os maus atores. Um bom ator é como um grande músico, mas um mau ator me aterroriza, porque significa que eu terei de encontrar alguma coisa para dizer ou fazer. E isso é realmente frustrante, porque você quer estar concentrado em tudo, e em vez disso se vê atrapalhado ajudando alguém a decorar as falas ou a não bater nos móveis, e aí você quer estrangulá-los. Eu realmente tive sorte, porque o primeiro ator de verdade com quem trabalhei foi Philip Baker Hall. Foi como encontrar alguém que, instantaneamente, está ali para você, que quer trabalhar com você e não contra você. Por isso acho que fiquei com uma idéia corrompida de que é assim que tem de ser, então fico chocado quando Burt Reynolds aparece, ou alguém do tipo... acho que secretamente você ama os atores.


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OS ATORES SÃO A ÚNICA COISA QUE EXISTE ENTRE VOCÊ E UM BOM FILME, MAS ESTAMOS FALANDO DE CONTROLE; É COMO FILMAR ANIMAIS, SÃO INCONTROLÁVEIS
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Von Trier - [risos] Eu tento não fazer isso, mas os atores são a única coisa que existe entre você e um bom filme. Essa é a verdade. Mas estamos falando de controle. É um pouco como filmar animais -eles são incontroláveis.
Anderson - Nem todos.
Von Trier - Não, e deveriam ser incontroláveis. Se você quer tirar algo de uma pessoa, precisa lhe dar um pouco de confiança, é claro, e é por isso que faço da coisa toda mais um jogo do que direção. Mas há atores e atores. Stellan [Skarsgärd, que trabalhou em "Dogville", "Dançando no Escuro" e "Ondas do Destino"] não é um ator.
Anderson - Mas eu sinto a mesma coisa sobre Philip [Seymour Hoffman] ou John C. Reilly: eles não são atores -são minha família.
Von Trier - Sim, mas como são da família você também sabe o que eles podem ou não podem fazer. É como seu tio -você sabe no que ele é bom e no que não é. É claro que eles podem ser tão familiares que você não dá uma oportunidade ao seu tio, o que também é injusto.
Anderson - O relacionamento que você tem com seu diretor-assistente, editor, fotógrafo ou figurinista é algo parecido, em que você pode confiar mais do que pode confiar num ator?
Von Trier - Neste momento estou filmando em cinemascope, por isso estou andando por aí com essa câmera enorme e ridícula, com equipamento de som, equipamento de luz, você sabe. E depois há cem pessoas à minha volta que de certo modo apenas dizem "boa sorte" e vão embora, e ficamos sozinhos durante quatro horas, os atores e eu. Então realmente todos os meus temores estão nessa técnica, porque tenho muita claustrofobia. Se eu não fizer nada, nada acontece. Vou lhe contar, nos últimos quatro meses estou passando pela pior baixa de toda a minha vida e minha saúde psíquica está extremamente frágil neste momento.
Anderson - Por quê? É uma coisa que acontece quando você termina um filme ou depois do lançamento? Existe um padrão ou você reconhece o motivo?
Von Trier - Bem, existe um padrão, é claro. Quando você produz um filme, toda a sua força vai para ele, então você não pode usar sua força para imaginar constantemente que está morrendo. E também você tem esse tipo de sensação de Baden-Powell [fundador do escotismo] de que simplesmente precisa continuar marchando durante oito ou dez semanas, ou o tempo que for, o que é bom, é claro, a sensação masoquista de que você simplesmente tem de ir em frente e se ferir, e se você se ferir o suficiente não importa - você morre por um motivo.
Anderson - Mas você consegue evitar essa sensação quando está escrevendo? Está escrevendo agora?
Von Trier - Não, não. Acho que o motivo pelo qual estou realmente amortecido agora é essa espera por Nicole [Kidman]. Porque normalmente eu escrevo um roteiro, e faço rarará, mas, como estou esperando por ela há um ano e meio, a coisa empacou, sinto-me podre, terrível. Não em relação ao filme - se você tem medo de morrer, não se importa a mínima com um filme ou como ele é recebido ou quem trabalha nele, mas é apenas o fato de que trabalhar num filme é uma maneira de entrar num humor positivo e tirar um monte de coisas do seu sistema. Nicole e eu decidimos há muito tempo que devíamos fazer mais filmes juntos, mas acontece que isso não foi possível depois de um ano e meio de sofrimento [esperando por uma brecha na agenda de Nicole], e não posso fazer outros filmes no intervalo. É uma trilogia que escrevi com a mesma personagem principal.
Anderson - Quando você pensou nisso, quando estava escrevendo "Dogville"? Você sabia que ia ser...
Von Trier - Não, eu o terminei e gostei muito do projeto, e gostei muito de Nicole, quer dizer, gostei da personagem dela, Grace, muito mesmo, porque ela é um pouco mais agressiva, um pouco mais humana do que os outros personagens em que trabalhei.
Anderson - Espere, é porque ela é uma personagem mais humana ou uma atriz mais humana?
Von Trier - [longa pausa] É porque é uma personagem mais humana e uma atriz menos humana, mas a mistura de Nicole e Grace foi muito boa, e gostei disso, então subitamente vi que tinha a obrigação de continuar com Grace, continuar essa maneira de filmar, porque é muito fácil inventar coisas novas o tempo todo, mas não é muito maduro, eu acho.
Se eu realmente queria dizer alguma coisa com esse filme, achava que devia reforçá-lo continuando nessa linha. Porque, na minha opinião, existem dois tipos de diretor: aqueles que a cada vez definem um novo padrão, como Kubrick. Depois há os diretores que continuam fazendo sempre a mesma coisa, repetindo-se. É claro que existem misturas entre esses dois tipos, mas de alguma forma o maduro é aquele que faz sempre a mesma coisa.
Anderson - Você dirá algo diferente daqui a alguns anos.
Von Trier - Deixe-me voltar ao... eu gosto da natureza desumana de Nicole. Não sei se "desumana" é a palavra correta: sei que soa negativo, mas não é realmente o que quero dizer. Ela é desse tipo de estrela maior que a vida, que tem uma disciplina e uma técnica notáveis. Pegar esse tipo de tamanho e obrigá-lo a se quebrar um pouco foi uma coisa muito boa de fazer... mas também pegar sua capacidade, seu profissionalismo e sua disposição para trabalhar, que são coisas muito positivas, e tentar quebrá-los um pouco em benefício do produto, o que ela ficou muito contente de fazer, e também se vê. Então tive a idéia de continuar e fazer três filmes, mas três filmes que se passam nos Estados Unidos... [a atriz decidiu posteriormente que não atuará nos outros dois filmes]
Anderson - Lars, o que preciso fazer para que você venha para os Estados Unidos?
Von Trier - Precisa destruir toda a Europa. [risos]
Anderson - Está bem, vou fazer isso. Farei qualquer coisa.
Von Trier - Mas, escute, eu sou americano.
Anderson - O que você quer dizer?
Von Trier - Eu já estou lá. Estou participando da vida americana.
Anderson - [risos] Está?
Von Trier - Sei exatamente como é. É como o tédio, mais ou menos, mas você sabe, os americanos costumavam ser europeus, ou aqueles com quem eu posso me relacionar facilmente, e talvez não sejam os... não, não vou dizer isso.
Anderson - Diga! Diga! Continue.
Von Trier - Os que foram para a América não foram os mais inteligentes [ambos riem]. Não, escute, por favor apague isso. Não, mas há muitas histórias sobre pessoas que foram para a América porque estavam passando fome. E na sociedade liberal você vai para onde não se passa fome -essa é a idéia-, mas as pessoas não têm mais permissão para fazer isso, por algum motivo estranho. Não se considera mais uma boa idéia ir para onde há comida. A América também está fechando suas fronteiras, certo? O que era uma grande qualidade, eu sempre achei, da idéia americana como a vejo: deixar todo mundo entrar. Na Escandinávia a integração é uma grande coisa, a qualquer momento eles lhe dizem: "Você vai se tornar dinamarquês?". "Sim, sim, sim", eles dizem, "é claro", mas alguém está atirando neles pelas costas, certo? Integrar-se, então, é muito importante, aprender a língua, aprender os costumes, não matar seus animais de maneira dolorosa, tudo isso. Dizer que você só pode vir nos visitar se souber a língua, se fizer isso, se fizesse aquilo... Ora! Esse é um modelo escandinavo, porque eles querem integrá-los à sociedade para poderem... educá-los. Mas isso é tão arrogante! E, como nunca estive em Nova York, adoro a idéia de Chinatown e todas essas coisas, isso é fantástico. Realmente acho uma idéia maravilhosa. Tenho certeza de que a América não é assim. Mas, de alguma forma, acho que faz parte da idéia.


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NÃO TENHO A SENSAÇÃO DO ORGULHO AMERICANO; APENAS TENHO UMA SENSAÇÃO DE QUE TODO MUNDO ESTÁ ALI, BATALHANDO PELA MESMA COISA
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Anderson - Sabe, Lars, quando assisti a "Dogville" não me pareceu sobre a América. Era sobre qualquer cidade pequena, de mentalidade estreita, não era sobre a América até o fundo.
Von Trier - Não. Concordo totalmente. A única coisa que fiz sobre a América, ou que deveria se relacionar à América, é uma espécie de sentimento positivo que tento criar, algumas coisas que lembro de Steinbeck ou de Mark Twain -sentimentos ou ambientes...
Anderson - Espere, não posso acreditar nisso, porque Steinbeck foi uma obsessão minha nesse último ano. Você o leu muito?
Von Trier - Quando eu era jovem, sim.
Anderson - Existe uma coletânea de contos chamada "A América e os Americanos" que é incrível, eu queria dá-la a você. Tem uma parte dela que parece exatamente "Dogville", que significou muito para mim durante o ano passado, porque ele lutou na Segunda Guerra Mundial, ele escreveu sobre o Vietnã, escreveu sobre os interrogatórios de McCarthy e viu tudo isso. Ele foi realmente um grande romancista, mas também foi jornalista, e um dos grandes escritores americanos.
Von Trier - Eu não li tanto, mas a narrativa do filme, que eu achava muito americana, mais tarde me disseram que não era, absolutamente.
Anderson - A narrativa? É muito britânica!
Von Trier - Não é britânica. Eu falei com John Hurt sobre isso, e ele disse: "Isso não é britânico". Então é meio dinamarquesa-britânica, tentando ser americana.
Anderson - Mas, você sabe, se eu não o conhecesse não teria idéia de onde diabos veio esse filme, ou muitos de seus filmes.
Von Trier - Acho isso muito bom, porque é quase como David Bowie, você sabe, nós tínhamos certeza de que ele realmente era de Marte.
Anderson - Como você teve a idéia de terminar "Dogville" com "Young Americans"?
Von Trier - Paul Bettany [ator que interpreta o intelectual da aldeia, Tom] e eu fomos grandes fãs de David Bowie e, a certa altura, quando o moral estava muito baixo no set, o tocamos pelos alto-falantes para todo mundo dançar. Eu sempre adorei essa melodia, mas não compreendia a letra. Ainda não a compreendo. [A conversa é interrompida por um telefonema para Paul, avisando-o de que tem um vôo marcado para Nova York.]
Von Trier - Não se preocupe.
Anderson - Não estou preocupado. Pareço preocupado? Lars, estou aqui sentado com você... você é meu herói. Não posso me preocupar.
Von Trier - É como sentar-se com Bush, você não pode se preocupar?
Anderson - Se Bush o convidasse para a Casa Branca, você iria?
Von Trier - Isso não faria ser mais fácil para mim sentar num avião.
Anderson - Mas nós o dopamos, lhe damos umas pílulas, tudo se apaga, o levamos em cadeira de rodas até o carro.
Von Trier - Tenho certeza de que Bush tem o poder de me levar à Casa Branca, se realmente quiser.
Anderson - Mas, se Bush ligasse para você e dissesse: "Quero que você venha até a Casa Branca conversar comigo sobre o que está dizendo". Você iria?
Von Trier - Ah, não [risos]. E você?
Anderson - De jeito nenhum. Ouvi falar que Clinton adorou "Boogie Nights" e isso me deixou entusiasmado, me fez gostar muito dele. E depois eles realmente pediram uma cópia de "Magnólia".
Von Trier - Nós mandamos "Ondas do Destino", eu acho.
Anderson - Para a Casa Branca?
Von Trier - Para Clinton ou sua filha, não sei. Eles simplesmente não podem ir até uma locadora de vídeos, é impossível -longe demais da Casa Branca.
Anderson - Não sei. Clinton costumava gostar de sair bastante da Casa Branca. Fazia excursões noturnas ao McDonald's, coisas desse tipo. Acho que ele queria sair de casa.
Von Trier - Comparado a Bush, Clinton parecia um bom sujeito, não? Tocava saxofone...
Anderson - Tocava saxofone, corria atrás de mulheres, quer dizer, é o tipo de presidente de que a gente gosta... Eu cresci na Califórnia e amo a Califórnia, e durante muito tempo ela realmente teve um sentido próprio, até recentemente, com Arnold Schwarzenegger. E Nova York é notável nesse sentido, quando desço do avião, a primeira coisa que percebo é... sim, como todo mundo é gordo, mas também percebo que todo mundo está lá, todo mundo está lá.
Von Trier - E o que isso quer dizer?
Anderson - É uma sensação excitante e tranqüilizadora. Não tenho a sensação do orgulho americano. Apenas tenho uma sensação de que todo mundo está ali, batalhando pela mesma coisa, que no mundo inteiro todo mundo está atrás da mesma coisa: apenas um pouco de felicidade a cada dia.
Von Trier - Não podemos discordar disso, é claro, é assim que as coisas são.
Anderson - Eu estive na Croácia, onde eles têm gostam de dizer que "existe um governo diferente em cada rua aqui, existem 87 partidos políticos". Sinto a mesma coisa sobre a América. Eu me rebelo contra os poderes e principados. Sempre me rebelarei.
Von Trier - Eu estou representando todas as boas coisas que a América deveria ser. Mas dizer que eu sei que seu país poderia ser um lugar melhor, como uma pessoa que não é americana, é a coisa mais provocante que se pode dizer, e por quê? Não tem muito a ver com nacionalismo ou fronteiras; tem a ver com política e sua idéia básica do que se deve fazer com os seres humanos.
Anderson - De onde você tirou o título "Dogville"?
Von Trier - Eu conversei com [o diretor de "Festa de Família"] Thomas Winterberg, na verdade com um de seus colegas, e estávamos falando sobre campos de concentração, então tornou-se América, diretamente [eles riem]. Não, estávamos falando sobre como eles conseguiam manter a disciplina e a vida no campo de concentração, e a teoria dele, na qual acredito, é que eles transformavam as pessoas em animais. Quando são animais, são muito mais fáceis de controlar. É muito fácil transformar seres humanos em animais: deixe-os ser cruéis, deixe-os ser qualquer coisa -é uma linha tão tênue-, e isso foi parte da estratégia nos campos de concentração. Então falamos sobre cães, e eu disse que o filme tinha de se chamar "alguma coisa-ville".
Anderson - Então há algumas coisas...
Von Trier - [risos] Na verdade, muitas coisas. Mas o mais estranho é que, na minha situação - em que você não pode se colocar-, eu conheça tanto sobre a América. Oitenta por cento da minha mídia, a mídia que eu vejo, têm a ver com a América, 80% do jornal têm a ver com a América de uma maneira ou de outra, 80% da televisão. Pode imaginar isso?
Anderson - Não é assim na maior parte do mundo?
Von Trier - Sim, é, mas isso me coloca numa situação em que a América também faz parte de mim, quer eu queira, quer não, ou quer você queira, quer não: faz parte de mim. E é por isso que eu tenho todo o direito de dizer qualquer coisa que eu queira, porque já ouvi falar mais sobre a América do que sobre a Dinamarca, pelo amor de Deus!
Anderson - Lindo.
Von Trier - Na verdade eu assisti a "Magnólia" para elencar meu próprio filme - mas gostei muito. Era meio europeu, embora hoje eu também não goste de filmes europeus, porque são americanos demais. É muito uma questão de gosto, mas é muito satisfatório quando alguém ousa fazer o que acha mais interessante, e acredito que foi o que aconteceu com "Magnólia". Acho extremamente importante agradar a si mesmo.


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"ONDAS DO DESTINO" FOI FEITO COM BOAS INTENÇÕES, MAS EU NÃO O CHAMARIA DE UM FILME HONESTO
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Anderson - Posso contar em uma mão, talvez nas duas mãos, as pessoas em quem confio e acho que, se faço um filme, faço para mim mesmo, absolutamente em primeiro lugar. Mas há pessoas para as quais eu quero mostrá-lo, que eu quero que gostem dele, mas não faz mal se elas não gostarem, porque elas vão me dizer por quê, e como, e quais são os motivos. E isso é bom: não é de modo algum debilitante ou doloroso, mas, se você puder colocá-los na palma da mão...
Von Trier - Para mim foi muito importante mostrar meu primeiro filme para Andrei Tarkóvski, e ele o detestou. Ele achou uma porcaria. O filme era "Element of Crime". Ele detestou, veja só... Foi um pouco como crescer. Mas eu não o respeitaria se ele dissesse qualquer outra coisa. O problema em assistir a filmes é que você tem alguns diretores muito bons que você admira, mas todo mundo esgota seu talento, todo mundo. Ou morre. Ou ambos.
Anderson - Você lembra bem de filmes? Eu nunca lembro bem dos filmes, mas lembro daqueles de que eu gosto, que significaram alguma coisa para mim, e lembro de "Ondas do Destino". Eu estava no meio da edição de "Boogie Nights", sozinho num domingo à noite, e, quando o vi, foi realmente como se as nuvens se abrissem -de repente o sol começou a brilhar, por mais cinzento que fosse o filme. Mas não lembro de detalhes dele.
Von Trier - Isso é porque o que você gosta e o que eu gosto num filme não é do todo. Nós vemos filmes de maneira diferente da maioria das pessoas, e é por isso que não lembramos direito da coisa toda. Mas eu gosto muito de alguns filmes de que não gostei quando assisti pela primeira vez.
Anderson - Quais, por exemplo?
Von Trier - "Barry Lyndon" [de Kubrick] ainda é um dos meus filmes favoritos, sabe? É um filme muito estranho, mas ainda é monumental.
Anderson - Quando eu o vi, achei muito sério e depois vi pela segunda vez e disse: "É incrivelmente hilariante!" Na verdade me senti assim sobre "Dogville", você sabe: "Que comédia incrível, louca!" Mas foi quase aquela espécie de relação bizarra com um filme, quando você absolutamente não o entende no início.
Von Trier - Eu estava falando com Nicole [Kidman], que tinha conversado com Kubrick sobre ele, e ele não gostava nada de "Barry Lyndon". É claro. Ele lhe disse que era longo demais. Quer dizer, a última cena, em que ela escreve o nome num papel, leva quase meia hora, certo? Para escrever o nome... Então, se ele achava o filme longo demais, eu poderia indicar um ou dois quadros para serem cortados.
Anderson - Você chegou a conhecê-lo? Pergunto isso porque eu o conheci. Na verdade foi quando conheci Nicole. Ele realmente não gostou muito de mim, até que percebeu que eu tinha escrito o filme que eu dirigi. Foi então que decidiu: está bem, agora vou ser simpático com você. Assim como: se você é um diretor, vá para o inferno, mas se você é um escritor...
Von Trier - Outro filme de que gosto muito é "O Franco-Atirador" [de Michael Cimino].
Anderson - Quando você o assistiu? Quando foi lançado?
Von Trier - Assisti dez vezes.
Anderson - Mesmo? E quais são os outros?
Von Trier - Muitos filmes antigos italianos. Pasolini, Antonioni, é claro. Tudo depende de quando você toma consciência do cinema. Eu fiquei pronto mais ou menos na época desse período alemão, com Werner Herzog e Wim Wenders, mas demorei muito para me fascinar pela nouvelle vague. É muito interessante essa questão de quando você está aberto para esse... acho que não são muitos anos, cinco anos mais ou menos.
Anderson - Para mim, a primeira coisa que vem à mente é "Tubarão".
Von Trier - "Tubarão"! Nunca assisti.
Anderson - "Tubarão" foi uma coisa muito muito muito grande para mim. Meu pai trabalhava na televisão em Los Angeles -ele fazia dublagem e era amigo de muita gente da técnica e, quando foi possível ter uma máquina de vídeo em casa, ele gravou "O Mágico de Oz", "Monty Python" e o "Santo Graal". Havia também uma cópia pirata de "Tubarão". Esses foram os filmes a que eu pude assistir várias vezes. E o vídeo era grande como esta sala, parecia um tanque, e a fita era do tamanho de um caminhão - e eu chegava em casa e assistia toda noite, todo dia, a "Tubarão", "Monty Python" e "O Mágico de Oz". Mais tarde aconteceram coisas aqui e ali -como eu disse, quando assisti "Ondas do Destino". Foi interessante, porque eu me senti confiante o suficiente de que não queria copiar "Ondas do Destino". Apenas achei: "Puxa, eu posso fazer isso". Foi quase como se percebesse que podia ser tão honesto.
Von Trier - Você acha que "Ondas do Destino" era honesto?
Anderson - Não me diga isso! Não preciso saber isso. Não quero saber isso!
Von Trier - Não, ele foi feito com boas intenções, mas eu não o chamaria de honesto. Para mim a história é muito complicada, porque todos aqueles temas com que estou trabalhando na verdade são temas... proibidos em minha casa, todas as coisas que eram consideradas de mau gosto.
Anderson - O que era proibido na sua casa?
Von Trier - Toda essa coisa sobre religião e milagres e blablablá... foi um surto de liberdade ser capaz de escrever essa coisa. Mas eu achei que era um filme muito americano. Eu sempre acho.
Anderson - Foi por isso que gostei dele. Lars, você terminou de escrever esse filme?
Von Trier - Sim, foi escrito há muito tempo.
Anderson - Quanto tempo você leva para escrever?
Von Trier - Três semanas.
Anderson - Eu levo três anos.
Von Trier - Sim, mas eu simplesmente não olho para trás. Se você quiser ler o roteiro, seja bem-vindo. Se for montar o elenco, acho que deve ler. Porque você ama atores e tem um relacionamento melhor com eles, talvez.
Anderson - Acho que secretamente você ama os atores.



Eu achei legal essa entrevista :|
 
Batman 5: Intimidation

O site Latino Review alega ter uma cópia do roteiro final de Batman: Intimidation. Se isso for verdade, ele dá suporte a um boato que tem circulado e desmente outro, além de contar detalhes da origem do herói e da trama, em geral.

Morgan Freeman (Todo Poderoso – foto) tem sido apontado como o provável intérprete de Lucius Fox, desbancando Laurence Fishburne. No roteiro, o personagem é descrito como mais velho, da geração de Thomas Wayne, pai de Bruce. Por isso, a escalação de Freeman faria sentido.

Já a hipótese referente ao Batmóvel, que o caracterizava como um veículo enorme, com rodas de caminhão, não confere. Aqui, ele é descrito como longo e baixo, com painéis discretos e portas traseiras. Ele seria um projeto da Divisão de Ciências Aplicadas das empresas Wayne, chefiada por Fox. Assim como os apetrechos usados por Batman, como o cinto de utilidades.

Outros aspectos da estrutura seriam os flash-backs intercalados com o presente, mostrando a infância de Bruce, a descoberta da caverna e dos morcegos, a morte de seus pais e o primeiro contato com alguns personagens, como Jim Gordon. O jovem orfão é abordado por Ducard, enviado de Ra’s Al Ghul, e recebe o convite para se unir ao bando, a Liga das Sombras. Rachel Dodson, vivida por Katie Holmes, seria assistente do promotor Harvey Dent, e cuida do acordo com o assassino dos Wayne, que concorda em entregar o mafioso Carmine Falcone em troca da diminuição da pena. Falcone, inclusive, estaria ligado a Jonathan Crane.

Fonte: Cinema em Cena

Hora do Rush 3

Jackie Chan confirmou sua presença no terceiro A Hora do Rush. Entrevistado pela Associated Press enquanto fazia campanha em prol dos países asiáticos atingidos pela “gripe do frango”, o ator disse que começa a filmar em agosto. As locações serão na França, Alemanha e Rússia.

Chris Tucker está praticamente garantido no elenco, restando saber se o diretor Brett Ratner vai aceitar voltar à franquia mais uma vez. Atualmente, ele filma After the Sunset.

Fonte: E-Pipoca
 

Um AneL

Usuário
Velozes e Furiosos 3

O primeiro filme foi um sucesso. O segundo também. Agora, a Universal já prepara Velozes e Furiosos 3. E adivinhe quem está de volta? Segundo o site Dark Horizons, Vin Diesel (foto) está com contrato garantido para viver novamente Dominic Toretto, seu personagem no longa original.

Parece que o medo com relação ao desempenho de seu novo trabalho, The Chronicles of Riddick, fez com que o ator reconsiderasse a franquia, o que pode trazer-lhe um pouco de estabilidade. Já Paul Walker, que viveu Brian O'Conner nos dois primeiros, não deve fazer mais que uma participação neste.

A fonte ainda afirma que a negociação está sob sigilo enquanto a história é desenvolvida para evitar o que aconteceu em + Velozes, + Furiosos, já que Diesel tinha um acordo mas abandonou o barco.

Fonte: Cinema em Cena

p.s. oba oba oba.... vai ser um filme show como o primeiro!!!! :mrgreen:
 

Vëon

Do you know what time it is?
Os Goonies 2

Há alguns anos, uma petição foi organizada por fãs do filme Os Goonies (The Goonies, 1985), que exigiam uma continuação para a aventura. Recentemente, a relação de nomes finalmente foi concluída e foi entregue ao diretor Richard Donner. Aparentemente, o cineasta está utilizando-a para apressar as coisas dentro da Warner Bros.

Em setembro do ano passado, Donner revelou que ele e Steven Spielberg - o produtor do original - estavam "tentando desesperadamente" realizar uma continuação. Na época, ele garantiu que um roteiro já havia sido comprado e que eles estavam apenas esperando o sinal verde da Warner.

Ontem, segundo o site AICN, numa exibição especial do filme de 85, os atores Corey Feldman e Robert Davi comentaram que já foram produzidos cerca de seis roteiros, mas que nenhum se equipara ao original. Agora, um novo roteirista foi trazido a bordo para criar uma história que tenha a mesma magia da aventura que vai completar 20 anos em 2005.

Segundo Richard Donner, a nova aventura irá reunir o elenco original com um novo grupo de crianças suburbanas. "O novo grupo será chamado Os Groonies, porque eles vivem numa cidade onde Data (Jonathan Ke Quan, o chinês inventor do original) mora... ele tem uma loja de consertos de eletrônicos e a molecada se reúne na loja dele. Como ele tem sotaque, chama os meninos de "Groonies" e eles acabam adotando o nome. Aí, haverá uma situação na qual os velhor Goonies terão que salvar os novos Groonies, ou vice-versa", revelou Donner.

Fonte: Omelete
 
S

Silenzio

Visitante
Quentin Tarantino presidirá o júri do Festival de Cannes
PARIS, 13 fev (AFP) - O diretor de cinema norte-americano Quentin Tarantino presidirá o júri da 57ª edição do Festival de Cannes, que será celebrado de 12 a 23 de maio, anunciou nesta sexta-feira a Associação Francesa do Festival Internacional de Cinema.

Selecionado pela primeira vez com 'Cães de Aluguel' em 1992, Tarantino ganhou a Palma de Ouro dois anos depois com 'Pulp Fiction'.

"Para um cineasta e um cinéfilo não há sonho maior do que participar do júri de Cannes", declarou o diretor.

"Ser o presidente é, ao mesmo tempo, uma felicidade magnífica e uma bela responsabilidade. Para mim é a coroação de uma existência completamente dedicada ao cinema, minha obsessão preferida", afirmou.

Fonte: http://www1.uol.com.br/diversao/afp/ult32u7465.shl
 

liteeliniel

Usuário
Quinto filme de ''Brinquedo Assassino'' conta com um hobbit

Terror - Quinto filme de ''Brinquedo Assassino'' conta com um hobbit no elenco

da Redação


Billy Boyd assumirá a voz do filho de Chucky


Próximo filme da série ''Brinquedo Assassino'' poderá ter um hobbit no elenco.

De acordo com informações do site Creature Corner, Billy Boyd, ator que interpretou o hobbit Pippin na trilogia cinematográfica ''O Senhor dos Anéis'', assumirá a voz do filho de Chucky.

''Seed of Chucky'' será dirigido e roteirizado pelo criador do personagem, Don Mancini.

Já o velho Chucky continuará sendo dublado por Brad Dourif.

O terror tem lançamento nos Estados Unidos agendado para 29 de outubro.

 

{Scarlet Rose}

Uiiiiiiiiiii!
Olha só gente... não sabia onde colocar, mas achei interessante pro pessoal que curte cinema e mora em Sp...

O Vivo Open Air vem ao Jockey Clube de S. Paulo a partir de 18 de Março.

Prévia da programação segue abaixo; a fonte é a Internet, ou seja, sujeita a erros.

18/03, quinta, 21h: "Benjamin"
19/03, sexta, 21h: "Titanic"
20/03, sábado, 19h: "Procurando Nemo"
20/03, sábado, meia-noite: "Party Monster"
21/03, domingo, 20h: "O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei"
22/03, segunda, 23h30: "Seabiscuit - Alma de Herói"
23/03, terça, 21h: "Janela Indiscreta", de Hitchcock
24/03, quarta, 21h: "I Clowns (Palhaços)", de Fellini
25/03, quinta, 21h: "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain"
26/03, sexta, 21h: "Cidade de Deus"
27/03, sábado, 19h: "Scooby-Doo 2"
27/03, sábado, meia-noite: "Step into Liquid - Na Onda Certa"
28/03, domingo, 20h: "ET", de Spielberg
29/03, segunda, 23h30: "Matrix Revolutions"
30/03, terça, 21h: "Primavera para Hitler", de Mel Brooks
31/03, quarta, 21h: "Sem Notícia de Deus"
01/04, quinta, 21h: "Doces Bárbaros"
02/04, sexta, 21h: "Túmulo com Vista
03/04, sábado, 19h: "Pequenos Espiões III - 3D"
03/04, sábado, meia-noite: "Underworld - A Noite dos Vampiros"
04/04, domingo, 20h: "Celebridade"
05/04, segunda, 23h30: "Cidade dos Sonhos"
06/04, terça, 21h: "O Invasor"
07/04, quarta, 21h: "Guerra nas Estrelas - Ataque dos Clones"
08/04, quinta, 21h: "Chicago"

Os ingressos serão vendidos pela ticketmaster a partir de quarta-feira (10/03).
 

Knolex

Well-Known Member
In Memoriam
Nossa... a programação de SP está um pouco melhor do que a que teve no Rio agora entre Janeiro e fevereiro....
 

Strider

Usuário
Cool, vai passar RdR!

E, ah, quem puder, veja "30/03, terça, 21h: "Primavera para Hitler", de Mel Brooks". Não é muito conhecido, mas eu achei bem engraçado e leve (vi no Vivo Open Air daqui)... e vai ter um remake que está em pré-produção ou coisa que valha (com a Nicole Kidman!). :D
 

Dirhil

Olha, Schroeder...
{Scarlet Rose} disse:
19/03, sexta, 21h: "Titanic"
20/03, sábado, meia-noite: "Party Monster"
21/03, domingo, 20h: "O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei"
23/03, terça, 21h: "Janela Indiscreta", de Hitchcock
24/03, quarta, 21h: "I Clowns (Palhaços)", de Fellini
25/03, quinta, 21h: "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain"
28/03, domingo, 20h: "ET", de Spielberg
30/03, terça, 21h: "Primavera para Hitler", de Mel Brooks
03/04, sábado, 19h: "Pequenos Espiões III - 3D"

Eu queria ver esses 8-)
 

Pips

Old School.
Carnifissono unânimidade em sessão fechada

Para atiçar a curiosidade do público, o produtor Mycow Muu e o diretor Pips Peketuxo escolheram 5 pessoas para assistirem a uma sessão privada do filme Carnifissono, que será lançado dia 12 de Março.
As 5 pessoas eram: *Anarya*, Folco, Litzhel, Quisito e V.

Veja abaixo alguns comentários tirados de um pequeno review, que como eles prometeram ao diretor não conteria spoilers:

Folco disse:
"Tão ruim que é bom! Eu não vou dormir na minha cama hoje a noite, posso te dizer isso."

V disse:
A graça está justamente em absorver essa obra num nível mais instintivo, como aquele ao qual são levados seres humanos em uma situação de terror extremo. Vários detalhes no filme contribuem para essa atmosfera.

*Anarya* disse:
Genial, um dos melhores filmes do ano

Litzhel disse:
A legenda ficou dez! Toda a pos produção ficou nota dez!
Os atores são classe A
E o diretor... bom... o diretor é o pipizudo né

Quisito disse:
diretor pretendeu criar a sensação de claustrofobia inerente às personagens naquela situação, e conseguiu! A fotografia escura e a edição frenética contribuíram para esse clima.

Ainda não faltaram elogios ao elenco e a equipe de produção que aguardam ansiosos para ver a reação do público em geral.

E mais: No domingo dia 14 de março será promovido um chat com o elenco de Carnifissono, o horário ainda não foi divulgado.

Fonte: Revista Ziriguidum
 

Venom

Usuário
A notícia de que Vin Diesel pode voltar à franquia Velozes e Furiosos estourou na mídia norte-americana hoje. Veículos como o The Hollywood Reporter e a Variety deram como certo o interesse da Universal Pictures em ter o ator no próximo filme da série. Do lado de Diesel, também foram confirmadas as negociações. Ambos, no entanto, negam que um acordo já esteja fechado.

Como foi informado no início de fevereiro, a nova história será centrada no personagem de Diesel, Dominic Toretto. O policial vivido por Paul Walker ficará de fora desta vez, então, pode-se encarar a produção como uma continuação do primeiro longa.

No roteiro que será escrito por Chris Morgan (do inédito Cellular), Dominic está no México, onde se escondeu depois de fugir no final de Velozes e Furiosos. De lá, ele viaja para Tóquio, atual “capital mundial” das corridas de rua, para tentar ajudar um amigo enrascado com gângsteres.

Segundo representantes de Diesel, o ator vai esperar o script ficar pronto antes de assinar. A Universal planeja o lançamento do filme para a metade de 2005.

será que o final ? hehehe... acho qe os cara forçaram uma trilogia pra vender um Box hehehe.... vamos ver!!!!
 
S

Silenzio

Visitante
Alien 5

Segundo o site Bloody Disgusting, o bom desempenho do relançamento de Alien - O Oitavo Passageiro nos cinemas fez Sigourney Weaver se comprometer com a produção do quinto filme. Uma fonte na Fox teria afirmado que, desta vez, a Tenente Ripley vai ser realmente morta, como exige a atriz.

Ridley Scott afirmou para o jornal The Star-Ledger que está em negociações com a 20th Century Fox para dirigir o próximo episódio da série Alien. 'Gostaria de fazer um filme que fosse um a um. É mais assustador. Quando você tem muitos aliens, o terror diminui, vira ação. E esse será terror puro', contou.
Segundo a fonte, Scott está trocando idéias com James Cameron sobre o projeto.

Fonte: Cinema em Cena
 

Venom

Usuário
Finalmente, a foto que todos estavam esperando: a primeira imagem oficial e completa do visual de General Grievous, o novo vilão de Episódio III. A revista abaixo é a Star Wars Insider, principal publicação dedicada à saga de George Lucas.

starwars3_49.jpg


p.s. qe animalesco... me parece muito com aqueles caras do planeta Kamino.... :obiggraz: 8O
 
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