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Michael Jackson

Tópico em 'Música' iniciado por Anica, 25 Jun 2009.

  1. Fernando Giacon

    Fernando Giacon [[[ ÚLTIMO CAPÍTULO ]]]

    Nossa, aquele pai dele merecia um soco na boca no meio de tudo mundo, velho sem vergonha ¬¬! Ah... a fase Jackson Five é a melhor, na minha opinião. Aquelas musiquinhas deles ficam na cabeça.
     
  2. Phantom Lord

    Phantom Lord London Calling


    Excelente texto sobre o cantor escrito pelo Zeca Camargo em seu blog:





    Como ele seria sem as transformações:


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    Original,aos 45 anos e aos 70 anos.
     
  3. imported_Amélie

    imported_Amélie Usuário

    Alguém viu o show-enterro?

    Achei pouco animado para o REI DO POP...
     
  4. Alisson P.

    Alisson P. Usuário

    Eu vi sim...
    Achei legais os depoimentos, as músicas e tal. Foi um senhor funeral. O ruim é que a Globo encerrou a transmissão bem antes de terminar realmente. ¬¬
    Apenas na reportagem do Jornal Nacional vi a meninha, a filha dele, falando no final do show. Foi de cortar o coração aquilo ali.
     
  5. imported_Amélie

    imported_Amélie Usuário

    Pois é, perdemos o vivo da Paris Jackson... Mas sei lá, né? Ele coloca mascaras neles a vida toda e a menininha chora no microfone? Foi por ela? Ou puro marketing?

    Edit: Pra quem ainda não viu... hahahah Adorei http://www.eternalmoonwalk.com/
     
  6. imported_?

    imported_? Usuário

    Gente, a filha dele, que triste! Sem dúvida foi a parte mais emocionante do funeral. Eu fiquei até com vontade de chorar!

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    Última edição por um moderador: 6 Out 2013
  7. Fernando Giacon

    Fernando Giacon [[[ ÚLTIMO CAPÍTULO ]]]

    Nossa, bem triste mesmo. Não cheguei a ver essa parte ao vivo, só vi a Brooke Shields fazendo seu discurso lá na frente.
     
  8. Liv

    Liv Visitante

    Hum... então sou só eu. Se eu escutar mais alguma vez o nome do Michael Jackson, acho que eu grito! ><
     
  9. imported_Cabal

    imported_Cabal O Poeta Aprendiz

    Agora aquele monte de gente apinhada em cima da filha dele eu achei meio bizarro, tá certo que era o enterro e tal, mas achei forçação de barra, não duvido do sentimento dela, mas esse tipo de exposição não curto muito. Espero que agora ele descance em paz.
     
  10. malves

    malves Usuário

    Admito que chorei bastante quando a Paris falou do 'daddy'... Pobrezinha.
     
  11. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    Conhecido como o disco mais vendido de todos os tempos,
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    , de
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    , se tornou o primeiro álbum a receber 30 certificados de multiplatina nos Estados Unidos, com vendas superiores a 30 milhões de cópias. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (16) pela RIAA (sigla em inglês para Associação da Indústria Fonográfica dos EUA).

    Reprodução
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    Capa do disco "Thriller", de Michael Jackson

    "Que conquista excepcional e prova do lugar duradouro de 'Thriller' em nossos corações e na história da música", afirmou Cary Sherman, presidente da associação.

    Com o novo feito, "Thriller" deixa para trás a coletânea
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    , da banda norte-americana
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    , que recebeu 29 discos de platina. Cada disco desse tipo equivale a 1 milhão de cópias vendidas.

    Segundo estimativas, o álbum de Michael Jackson, lançado em 30 de novembro de 1982, já vendeu mais de 100 milhões de cópias no mundo. O sucesso foi tanto após o lançamento que sete das nove faixas foram lançadas como single --todas entraram no Top 10 de vendas feito pela revista "Billboard".

    Puxado pelos hits
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    ,
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    e
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    , o disco bateu recorde no Grammy, recebendo oito prêmios, o que ajudou a transformar Michael Jackson no astro mais popular do planeta.

    Produzido por
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    , "Thriller" também passou dois anos e meio na parada de discos da "Billboard", com 37 semanas em primeiro lugar. O disco conseguiu ainda o feito de permanecer as primeiras 80 semanas entre os dez primeiros, recorde ainda vigente.
     
    • Ótimo Ótimo x 1
  12. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    Divulgação/Seattle Times
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      O produtor Quincy Jones (esq.) e o compositor Rod Temperton (dir.) trabalham com Michael Jackson (centro) no estúdio, após o lançamento de "Thriller"
    O compositor Rod Temperton morreu em Londres na semana passada aos 66 anos. A informação foi confirmada por um porta-voz que descreveu a "breve batalha agressiva" do artista contra um câncer.

    Temperton era conhecido por compor icônicos sucessos de Michael Jackson, como "Thriller", "Rock With You" e "Off the Wall". Segundo o porta-voz, Temperton teve um funeral privado na semana passada.

    O compositor britânico começou sua carreira na banda de disco Heatwave, em 1970, escrevendo sucessos como "Always & Forever" e "Boogie Nights".

    Em 1978, ele deixou o grupo e começou a trabalhar com o lendário produtor Quincy Jones, que na época produzia o primeiro disco solo de Jackson, "Off the Wall", para o qual ele também escreveu a canção "Burn This Disco Out".

    A colaboração continuou no próximo registro, "Thriller", lançado em 1982 e até hoje conhecido como um dos discos mais vendido de todos os tempos. Além da faixa-título, Temperton escreveu "Baby Be Mine" e "The Lady in My Life".

    Ao lado de Quincy, ele ainda concorreu ao Oscar pela canção original em 1986, com a canção"Miss Celie's Blues", do filme "A Cor Púrpura".
     
  13. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    Festival de Sundance: mulheres levam cartazes em defesa de Michael Jackson para frente de cinema que exibiu documentário polêmico sobre o cantor Imagem: David Becker/Getty Images


    O polêmico documentário "Leaving Neverland", que acusa Michael Jackson de ter abusado sexualmente de dois meninos, gerou reações distintas ao estrear na sexta-feira (25) no Festival de Sundance, nos Estados Unidos, segundo a
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    .

    De um lado, os gestores do espólio do cantor ficaram revoltados e fãs do cantor protestaram na porta do cinema defendendo o artista das acusações. De outro, uma plateia chocada com os relatos detalhados exibidos pela primeira vez no filme de quatro horas de duração dirigido por Dan Reed.

    "No auge do seu estrelato, Michael Jackson começou relacionamentos duradouros com dois garotos de 7 e 10 anos. Agora com 30 anos, eles contam a história de como foram abusados sexualmente por Jackson e como eles chegaram a um acordo anos depois", descreve a sinopse oficial do documentário, que traz depoimentos de Wade Robson, James Safechuck e de suas famílias.

    Ambos chegaram a depor a favor de Michael Jackson na corte quando o cantor foi julgado, o que gerou a revolta dos administradores do espólio do artista, que acusam os rapazes de "mentirosos" e o filme de mostrar apenas um lado. O rei do pop, que morreu em 2009, há quase dez anos, foi inocentado ainda em vida pela Justiça americana.

    No filme, os acusadores dizem que passaram a sofrer de síndrome pós-traumática após a morte de Michael Jackson e que demoraram a perceber que as situações que viveram ao lado do cantor na infância eram mesmo de abuso.
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    Liza Minelli, Michael Jackson e James Safechuck deixam um teatro em 1988 após assistir ao musical "O Fantasma da Ópera", em Nova York Imagem: Richard Corkery/NY Daily News Archive via Getty Images

    Australiano, Wade Robson conheceu Michael Jackson nos bastidores de um show em seu país natal como prêmio de um concurso em um shopping em que ele imitava o rei do pop. Ele foi convidado a ir ao hotel de Michael após o show e, posteriormente, a família foi convidada a ir aos Estados Unidos. Foi nesta viagem que Wade Robson ficou sozinho pela primeira vez com Michael.

    Em um dos trechos do filme, o australiano descreve quartos secretos do rancho de Neverland onde os abusos ocorriam e que Michael Jackson chegou a encenar uma cerimônia de casamento com ele em um desses aposentos.
    Robson, que se tornou um importante coreógrafo e trabalhou com nomes como N'Sync e Brtiney Spears, diz que também abriu mão das denúncias anteriormente por temer pela sua carreira.

    Já James Safechuck conheceu Michael Jackson após gravar um comercial para a Pepsi junto com o cantor nos anos 80. A amizade se desenvolveu depois da parceria profissional.

    Os rapazes dizem ainda que Michael Jackson os fazia acreditar que eles não podiam confiar nos próprios pais e nem em mulheres. Hoje ambos são casados e têm filhos.

    A riqueza de detalhes dos supostos abusos exibida no documentário chocou a plateia de Sundance, que aplaudiu de pé o diretor Dan Reed e as supostas duas vítimas depois da exibição no festival de cinema.

    Na saída da sessão, alguns fãs carregavam cartazes defendendo o cantor, mas não houve conflito apesar do forte policiamento na porta do local, segundo a Rolling Stone.

    Os gestores do espólio de Michael Jackson, que já haviam criticado o filme e o diretor, voltaram a afirmar que a história é caluniosa. Eles ainda destacam que Michael Jackson já foi julgado em vida e, com "Leaving Neverland", volta a ser julgado em morte.

    Exibido pela primeira vez em Sundance, "Leaving Neverland" ainda não tem previsão de estreia em circuito comercial. O documentário será exibido em duas partes pela HBO nos Estados Unidos, com previsão de estreia para a primavera norte-americana.
     
  14. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    Rei do pop chega à fritura da era #MeToo com uma obra influente o suficiente para blindar a imagem arranhada


    No ano passado, Drake lançou uma música com Michael Jackson. “Don’t Matter To Me”, com vocais inéditos gravados em 1983, não é exatamente uma novidade —Michael já teve álbuns póstumos lançados—, mas chama atenção que o artista que mais discos vendeu no ano passado esteja recorrendo ao arquivo de alguém que morreu há dez anos, exatamente no dia 25 de junho de 2009.

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    Michael Jackson no palco durante show na Nova Zelândia em 1996 - Phil Walter/Getty Images

    Em março, estreou na HBO o documentário “Deixando Neverland”, com novas denúncias de pedofilia contra Michael. Numa decisão bastante representativa do que se tornou a relação com o legado do rei do pop, Drake aderiu aos chamados de boicote da internet e parou de tocar a música, enquanto ela segue acumulando milhões de plays no streaming.

    Essa situação de sucesso de público e linchamento moral é o que o espólio de Michael tem passado na primeira década após a morte do astro.

    O cantor deixou uma dívida em torno de US$ 500 milhões. Ao fim de 2016, os administradores dos negócios do artista já haviam arrecadado mais de US$ 1,3 bilhão.

    “Ele ganhar muito dinheiro depois de morto tem a ver com o que fez em vida, como comprar parte do
    catálogo dos Beatles”, diz Zack Greenburg, editor da revista americana Forbes. Nos últimos anos, Michael tem dominado a lista de celebridades mortas que mais lucram, segundo a publicação.

    Greenburg também cita as negociações com o espólio do artista, que inclui a venda da fatia de Michael do catálogo dos Beatles, um novo acordo com a Sony e parcerias com o Cirque du Soleil.

    Além disso, o documentário “This Is It” (2009) arrecadou mais de US$ 260 milhões. Os dois álbuns póstumos, “Michael” (2010) e “Xscape” (2014), mesmo sem um desempenho espetacular, renderam pelo menos um grande hit: “Love Never Felt So Good”, com Justin Timberlake.

    “Michael continua gerando apelo equiparável ao nível de consumo que ele tinha antes”, afirma Greenburg. Nos cinco anos posteriores à sua morte, ele vendeu mais de 13 milhões de discos, contra menos de 4 milhões nos cinco anos anteriores.
    A maior batalha do espólio de Michael tem sido nos tribunais. Mesmo inocentado, em 2005, das acusações de abuso infantil, a imagem do astro vem sendo manchada desde a década de 1990.

    Uma das pessoas que resolveram falar sobre o passado com Michael foi Xuxa. Ela disse ter sido “convidada” para ser mãe de filhos do cantor. Ele queria alguém “saudável” e que “gostasse de criança”.

    “Deixando Neverland” representa o choque da era #MeToo com um dos artistas fundamentais do século 20. Suas quatro horas de narrativa apresentam relatos perturbadoramente ricos —com descrições dos supostos encontros sexuais—, tudo baseado só nos depoimentos de seus acusadores.

    Não há ali documentos ou outras evidências. O diretor, Dan Reed, aposta na versão das supostas vítimas—Wade Robson, James Safechuck e seus familiares— e imagens de arquivo misturadas com cenas ilustrativas do famoso rancho Neverland. Chocante o suficiente para causar indignação, “Deixando Neverland”, contudo, reforçou a polarização

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    Michael Jackson e Jimmy Safechuck em cena de "Leaving Neverland" (2019)

    A família de Michael já processa a HBO, exigindo US$ 100 milhões, e os fãs refutam as histórias, apontando incoerências no filme. Em março, brasileiros foram à Paulista em defesa do ídolo.

    Com a apresentadora Oprah Winfrey contra e o ator Macaulay Culkin a favor, Janet Jackson, uma das irmãs de Michael, rompeu o silêncio depois da estreia de “Deixando Neverland”. “Seu legado vai continuar”, ela disse.

    Se algumas rádios pararam de tocar músicas do astro e as redes sociais ainda são hostis para seus defensores, o boicote, em geral, não teve grande efeito. Logo após a exibição do filme na HBO, aumentaram as vendas de álbuns e os acessos de Michael no streaming.

    No centro do debate, está uma das questões fundamentais da atualidade: é possível separar a obra do artista? É como se Michael —uma entidade quase não humana— já estivesse tão incrustado na nossa cultura que talvez seja impossível apagar sua imagem.

    A sensação, na verdade, é a de que, se não for cancelado pela internet, Michael Jackson vai se tornar uma figura ainda mais mitológica, para o bem e para o mal.

    O editor da Forbes diz que, “apesar das controvérsias, ele seguirá entre as celebridades que mais faturam —neste mundo ou no próximo”.

    Dores e glórias após a morte


    2009
    ‘This Is It’
    Retrata os ensaios e os bastidores da turnê com a qual Michael Jackson planejava rodar o mundo, mas acabou cancelada após sua morte. O filme arrecadou mais de US$ 260 milhões ao redor do mundo, e hoje é o segundo documentário de música mais rentável de todos os tempos

    2010
    ‘Michael’ 
    Logo no ano seguinte à morte de Michael, chegou às lojas seu primeiro álbum póstumo. Ele teve desempenho razoável nas paradas, mas rendeu polêmica. A gravadora Sony está sendo processada por três músicas que supostamente não têm vocais originais dele

    2011
    Cirque du Soleil
    Dois espetáculos em parceria já foram produzidos: ‘Michael Jackson: The Immortal World Tour’ e ‘Michael Jackson: One’. Dezenas de bailarinos combinam performances circenses com a música de Michael.

    2014
    ‘Xscape’
    O segundo disco póstumo de inéditas de Michael foi mais ouvido do que o primeiro. O destaque foi o hit ‘Love Never Felt So Good’, uma parceria com Justin Timberlake.

    2019
    ‘Deixando Neverland’

    Desde os anos 1990, Michael Jackson é acusado de abuso infantil, mas o caso havia esfriado desde que ele foi inocentado pela Justiça em 2005. Dividido em duas partes, o documentário é baseado nos relatos de Wade Robson e James Safechuck, que na infância foram próximos a Michael. Eles relembram com detalhes dos supostos encontros sexuais com o artista
     
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