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Mediunidade

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por JLH, 3 Jan 2006.

  1. JLH

    JLH Usuário

    Bom pessoal, sou novo por aqui e peço desculpas se já existe algum tópico relacionado ao mesmo assunto.
    Minha dúvida é sobre mediunidade, gostaria que falassem o que sabem sobre isso e qual a opinião de vocês perante a esse assunto levando em consideração que a bíblia condena, pois faz parte do espiritismo.
    Valeu!!!!
     
  2. Primula

    Primula Moda, mediana, média...

    Bem, um livro de uma religião condenar a meu ver não tem nada a ver com a forma de abordar o fenômeno.

    Vamos supor que realmente as pessoas nasçam com uma propensão a ver pessoas mortas. Por mais que um livro/religião condene, infelizmente se a pessoa não teve escolha em ser assim, há duas coisas que ela pode fazer: ser infeliz para o resto da vida, ou dar um jeito de viver com isso.

    Não que eu realmente acredite em possessões. Em termos de ficção, F. Herbert ofereceu uma fascinante alternativa: alguma antepassado toma genéticamente o controle de sua mente. Em termos atuais, eu estou propensa a acreditar em mente fragmentada onde uma parte não consegue controlar a outra.

    O fato é que estou supondo que espíritos não existam. Mas se existem e por conta de minha descrença, um paciente acabe torturado desnecessariamente (filme Sexto Sentido)?

    A meu ver, como ser humano, eu não desejo que meu próximo seja torturado desnecessariamente. Estou disposta a considerar a alternativa de que existam espíritos e de que existam crianças mediunicas que sofrem por não controlarem suas capacidades.

    A Biblia/Igreja fala através de sua própria convicção. No entanto, ao contrário de eu, não está propensa a reconsiderar caso a vida do próximo esteja em perigo.

    O fato é que esta forma de lidar com o sobrenatural/não-compreensível pode ajudar onde outros métodos falham. É o mesmo com remédios: um remédio pode funcionar muito bem em uma pessoa mas ser inócuo em outra. Metabolismo diferente, resposta diferente.

    Em nenhuma hipótese no entanto, uma forma pode estar "desacompanhada" de monitoramento de outro método. O olhar crítico e desaprovador de uma segunda opinião pode fazer a diferença entre acreditar que só rezando o atropelado vai ser salvo, deixar o paramédico fazer o serviço enquanto o resto faz a reza.
     

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