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Autor da Semana Martha Medeiros.

Tópico em 'Generalidades Literárias' iniciado por Mavericco, 4 Ago 2013.

  1. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

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    Martha Medeiros




    Obras.


    • Strip-Tease (1985) - Poesia
    • Meia noite e um quarto (1987) - Poesia
    • Persona non grata (1991) - Poesia
    • De Cara Lavada (1995) - Poesia
    • A Terra Gasta (1996) - Poesia
    • Poesia Reunida (1998)
    • Geração Bivolt (1995) - Primeiro livro de crônicas
    • Topless (1997) - Crônicas
    • Santiago do Chile (1996) - guia de viagem
    • Trem-Bala (1999) - Livro de crônicas, adaptado para o teatro, sob direção de Irene Brietzke.
    • Non Stop (2000) - Crônicas
    • Cartas Extraviadas e Outros Poemas (2000)
    • De Café e Cogumelos (2001) - Crônicas
    • Divã (2002) - Romance que deu origem a uma peça, a um filme e série de TV, todos estrelados pela atriz Lilia Cabral, no papel de Mercedes.
    • Montanha-Russa (2003) - Crônicas
    • Coisas da Vida (2005) - Crônicas
    • Esquisita como Eu (2004) - Infantil
    • Selma e Sinatra (2005) - Romance
    • Tudo que Eu Queria te Dizer (2007) - Adaptado para o teatro e estrelado por Ana Beatriz Nogueira
    • Doidas e Santas (2008) - Crônicas - Adaptado para o teatro e estrelado por Cissa Guimarães
    • Fora de Mim (2010) - Romance - Em 2012 será adaptado para o teatro e estrelado por Flávia Alessandra
    • Feliz por Nada (2011) - Crônicas
    • Noite em Claro (2012)
    • Um Lugar na Janela (2012) - Contos e Crônicas
    FONTE:
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    Sugestão de obras.


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    LPM, R$ 31,00.


    Doidas e Santas reúne cem crônicas que falam direto ao coração de suas leitoras e seus leitores. Nelas, Martha expõe os anseios de sua geração e de sua época, tornando-se uma das vozes mais importantes entre as recentemente surgidas no cenário nacional. As alegrias e as desilusões, os dramas e as delícias da vida adulta, as neuroses da vida urbana, o prazer que se esconde no dia-a-dia, o poder transformador do afeto, os mistérios da maternidade, enfim, o cotidiano de cada um de nós tornou-se o principal tema da autora. Como toda grande artista, ela consuma o sortilégio da literatura: traduzir e expressar o que vai na alma de sua enorme legião de admiradores.


    Dona de uma sensibilidade incomum, Martha Medeiros tem para tudo um olhar, uma reflexão e uma reação fresca, nova, de alguém que pela primeira vez se depara com o inesperado, seja o assunto o Dia dos Namorados, a decisão de se começar a fumar, um sentimento de desconforto por qualquer coisa, uma paranóia que se imiscui sub-repticiamente ou um amor que acaba. Sempre terna e indignada, amantíssima da cultura contemporânea e dona de um imbatível senso de humor, em suas crônicas – assim como em sua poesia – Martha torna, para todos nós e com muita destreza, mais palatável o imponderável da vida.



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    LPM, R$ 36,00.


    “Dentro de um abraço é sempre quente, é sempre seguro. Dentro de um abraço não se ouve o tic-tac dos relógios e, se faltar luz, tanto melhor. Tudo o que você pensa e sofre, dentro de um abraço se dissolve.” É com a força transformadora de um abraço que Martha Medeiros abre este novo livro de crônicas e é com a mesma singeleza e olhar arguto para o cotidiano que a escritora ilumina algumas das questões mais urgentes do século XXI. A destacada romancista, cronista e poeta, que já teve obras adaptadas para o cinema, para a tevê e para o teatro, fala aos leitores com a sinceridade de um amigo e materializa as angústias e os anseios da sociedade pós-tudo, que vive acuada sob o grande limitador do tempo. Nesta coletânea de mais de oitenta crônicas, Martha Medeiros aborda temas muito diversos e ao mesmo tempo muito próximos do leitor. A autora tem o dom para aproximar assuntos por vezes fugidios – como é próprio do cotidiano – de questões universais, como o amor, a família e a amizade, e criar lugares de reconhecimento para o leitor, como ao falar de Deus, dos romances antigos e novos, da mulher, de escritores e cineastas que são imortais, de se perder e se reencontrar, do que a vida oferece e muitas vezes se deixa passar. “Feliz por nada”, afirma Martha Medeiros, é fazer a opção por uma vida conscientemente vivida, mais leve, mas nem por isso menos visceral.


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    LPM, R$ 17,00.


    Este livro é uma seleção de poesias de Martha Medeiros feita a partir dos livros Strip-Tease (1985), Meia-Noite e um Quarto (1987), Persona Non Grata (1991) e De Cara Lavada (1995). Festejada pela crítica e admirada pelo público, Martha é considerada um dos expoentes da geração de poetas revelados no final dos anos 80.


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    OBJETIVA (PRISA), R$ 35,90.


    Na verdade, o mundo inventado por sua protagonista é abertamente inspirado na realidade que ela captura em suas deliciosas crônicas. Divã conta a história de Mercedes — uma mulher com mais de 40, casada, filhos — que resolve fazer análise. O que começa como uma simples brincadeira acaba por se transformar num ato de libertação; poético, divertido, devastador. Marinheira de primeira viagem em terapia, a personagem encara o consultório como se fosse uma espécie de alfândega que vai dar o visto para ela passar para o lado mais oculto de sua personalidade.

    Ao deitar-se no divã, Mercedes não hesita em alertar o terapeuta: "Sou tantas que mal consigo me distinguir. Sou estrategista, batalhadora, porém traída pela comoção. Num piscar de olhos fico terna delicada. Acho que sou promíscua, doutor Lopes. São muitas mulheres numa só, e alguns homens também. Prepare-se para uma terapia de grupo."

    Dona de um texto simples e brilhante, Martha nos seduz com uma narrativa envolvente e catalizadora. O leitor que a princípio se transforma numa espécie de voyeur, é levado por espiral de acontecimentos reveladores. Ao final da leitura se vê cúmplice das loucuras, conflitos e questões existenciais da personagem, e se dá conta que ele também, em vários momentos, estava deitado em seu próprio divã.

    Mercedes é uma mulher que se parece um pouco com qualquer mulher. Divertida, pragmática, inteligente e sim, por que não? superfeminina. É do tipo corajosa, daquelas que não têm medo de nada. Capaz de administrar bem a casa, os filhos, o marido e até mesmo seus ataques de vaidade. Ela nos parece muito segura de si, daquelas que possuem controle sobre tudo. Será?

    Ao se deitar naquele divã, Mercedes se dá conta de suas armadilhas cotidianas. Ao entrar neste jogo catártico, ela nos confidencia que a liberdade é atraente quando nos parece uma promessa, mas pode nos enlouquecer quando se cumpre.


    Para a adaptação cinematográfica da obra, o
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    e a
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    . Para a adaptação televisiva, o
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    .


    Entrevistas.




    Quando a felicidade aparece: três crônicas de Martha Medeiros.


    Selecionei aquelas crônicas que, a meu ver, fazem jus à escrita geral de Martha, ou seja, uma escrita que preze pelas coisas simples da vida, como é o norte dos cronistas (e Martha é uma das melhores, não há dúvidas), mas que revele sempre a beleza das coisas pequenas, a validade da vida e a pertinência de se buscar a felicidade.





    Por fim, posto a crônica "Doidas e santas", do livro homônimo, onde, a meu ver, Martha faz uma ponte sólida entre sua poesia e sua obra enquanto cronista:



    Tão cor-da-pele: a poesia de Martha Medeiros.


    A poesia de Martha Medeiros é marcada pela sensualidade e pelo desejo de emancipação do corpo, por mais que contradições possam ser apontadas (percorre uma trajetória análoga à da personagem Mercedes, de seu romance de maior sucesso, "Divã" [2002]).


    No poema 15 de sua Poesia Reunida, a poetisa diz: "ele era gago, vesgo e mancava de uma perna / e daí? era gostoso, inteligente e tinha uma / boca linda / sabia dizer coisas belas em horas estranhas / e chorava quando se sentia completamente / feliz" E, ao mesmo tempo em que celebra a liberdade do corpo, a dualidade exposta no poema 14 parece demonstrar um caminho inverso: as profecias de que a poetisa ficaria "mal falada / dolorida e abandonada / à mercê dos tubarões", na primeira estrofe, são confirmadas na segunda, onde se nos é dito que o que resta é "agora a ver navios / nunca mais os garanhões".


    De forma concomitante, uma experimentação da linguagem calcada nos jogos de palavras é sempre uma tônica na poesia de Martha. Afora os poemas que conseguem uma boa realização pela delicadeza simples e a sensualidade latente, como o poema 26 ("a emoção que veio vermelha / virou saudade branca"), existem aqueles que possuem como fim quase que único o trabalho lúdico com as palavras: "quem vê gata / assanhada / logo fica / engatado", diz o poema 34, ou o poema 43: "caprichei na meia-calça / preparei a meia-luz / irrompi à meia-noite // ficou tudo meia-boca".


    Farei uma pequena seleção daqueles poemas que julgo retratarem de forma mais concisa a personalidade lírica que habita a poesia de Martha.



    Fotos.


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    Última edição: 4 Ago 2013
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  2. Liv

    Liv Visitante

    Nemli e nemlerei.


    Baita pesquisa, chuchu! Cléo ficará orgulhosa! :rofl:
     
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  3. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Tome esse coração pra amolecer seu coração. E, olhe, acho que existe chances da Cléo não desgostar tanto da Martha assim não...

    Claro que a produção dela não possui um nível nem próximo de ser bom. Mas também é claro que ela não é toda essa demonização... Tanto um lado (o endeusamento) quanto o outro (o encapetamento) possuem doses cavalares de erro. Fazer esse tópico sobre ela me fez perceber claramente isso.
     
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  4. Éomer

    Éomer Well-Known Member

    Bom, quem tem escritores como Érico Veríssimo, Raul Bopp, Alceu Wamosy e Mário Quintana pode bem conviver com uma Martha Medeiros.

    Mas o tópico ficou muito bom. Merece um ótimo.

    - - - Updated - - -

    Bom, quem tem escritores como Érico Veríssimo, Raul Bopp, Alceu Wamosy e Mário Quintana pode bem conviver com uma Martha Medeiros.

    Mas o tópico ficou muito bom. Merece um ótimo.
     
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  5. Calib

    Calib Visitante

    Tá pagando promessa, Mavericco? :roll:
     
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  6. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Olha, 13 ótimos num tópico... Isso tudo foi um "Ótimo, bom trabalho, agora foda-se"? :osigh:

    P.S.: Não respondam.
     
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  7. Liv

    Liv Visitante

    Coitadinho! Pega um <3 pra você! :beijo:
     
  8. Clara

    Clara O^O Usuário Premium

    Mas o que você queria?

    Um chocolate? a Marta Medeiros coberta de chantili? pãezinhos de queijo? uma rapadura? :eh:
     
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  9. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    São muitas opções... :think:

    A propósito, não coloquei como dicas no tópico, mas a LPM tem duas publicações interessantes pra quem quer adquirir mais de uma obra da Martha de uma vez:

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    LPM, R$ 94,00

    O olhar peculiar de Martha Medeiros sobre o cotidiano pode ser encontrado nos livros Cartas extraviadas, Coisas da vida, Montanha-russa, Non-stop e Trem-bala. Agora, a L&PM reúne esses títulos em uma caixa especial, na qual as poesias e crônicas da escritora podem ser lidas no ritmo da sua vida.

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    LPM, Sem preço definido.

    Reunindo os livros de crônica Montanha-russa, Coisas da vida e Feliz por nada, o presente volume traz ao leitor uma parte significativa da obra de uma das mais reconhecidas escritoras da atualidade no Brasil. Abrangendo dez anos de textos publicados nos principais veículos de imprensa do país a partir de 2001, Martha Medeiros 3 em 1 possibilita aos leitores acompanhar a trajetória desta autora que tão bem reflete as angústias e as alegrias de viver. Uma coisa não muda, porém, do primeiro ao último texto: o estilo inteligente e o deleite da leitura.

    [hr][/hr]

    Acho que o 3 em 1 compensa mais que a caixa... Afinal de contas tem três obras de crônicas da Martha que são célebres. Assim, dependendo do preço que ele sair, compensa comprar esse 3 em 1 e depois o Poesia completa.
     
    Última edição: 6 Ago 2013
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  10. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

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  11. Melian

    Melian Usuário

    Mavz e Liv'linda debochando do meu sofrimento. Muito triste isso.

    Gente, de todas as promessas bizarras que já fiz por causa de futebol (e já fiz muitas. Futebol é o único assunto com o qual eu me permito ser supersticiosa), a mais dolorosa foi a de ler um livro da Martha Medeiros se o Galo fosse campeão da Libertadores. Eu leio calhamaços em dois dias. Leio bem rápido. Mas estou, desde 25 de julho, tentando ler "Doidas e Santas", pra pagar a promessa. Não consigo, gente, não consigo.

    E eu não quero parecer arrogante, mas, pelo menos os textos do livro em questão, eu não consigo classificar como literatura. Não nego que a Martha tenha conhecimento. Ao ler os textos dela, uma coisa que a gente percebe é que, além de leitora, ela é ouvinte de boa música. Mas isso não basta. Sabe, não basta colocar um tanto de ingrediente gostoso em uma panela para se ter um prato primoroso. Eu sou da opinião do meu amado João Cabral de Melo Neto. Escrever é meio que catar feijão (odeio feijão, mas amo a metáfora). Pois para catar esse feijão, soprar nele, e jogar fora o leve e oco, palha e eco.

    Gosto da ideia de se retirar os excessos da escrita (embora, claro, às vezes, o excesso é o motor do estilo de escrita do autor, aí são outros quinhentos). E os textos da Martha (como já disse, tô falando dos textos de "Doidas e Santas") têm excesso de informações, mas não têm trabalho estético nenhum. Não tem nenhuma organização. Nem uma organização desorganizada, estilística, sabe? Eu não consigo, mesmo, me conectar com a escrita dela.

    Vocês podem até dizer "ah! mas crônicas têm um estilo próprio..." Sim, claro. E eu tenho verdadeira paixão por crônicas. Gosto do tom trivial das crônicas, da proposta de um texto "conversa fiada", daquela coisa de que as crônicas não pretendem ser um prato sofisticado, elas são bem feijão com arroz. São algo para se ler enquanto se toma o café da manhã. Eu amo isso. Eu tenho paixão por crônicas. E é justamente por isso que eu não consigo, mesmo, ver nos textos de "Doidas e Santas" nada que me agrade.

    A configuração dos textos me parece mais a de uma coluna em um jornal (algo SOBRE literatura, talvez, mas não algo que chegue a ser literatura) do que a de uma crônica propriamente dita. Às vezes, parece que estou lendo um relato em um diário (e, sim, eu acho que a crônica PODE se aproximar do relato em um diário, embora tenha algo que a diferencie, entende?) e não uma crônica.

    Enfim, eu realmente não gosto da escrita da Martha Medeiros. E que Odin me ajude a conseguir terminar de ler o livro, antes do mundial, para não zicar o Galo. Aliás, mesmo que eu esteja lutando, fortemente, contra o impulso de fazer uma promessa para o Galo ganhar o mundial, acho que não vou resistir.
     
    • Gostei! Gostei! x 1
  12. Liv

    Liv Visitante

    Tsc, tsc.

    Cleo, sua arregona. Chega o Ragnarok, mas não chega o fim dessa promessa! :rofl: O deus do futebol não vai mais te ouvir desse jeito, heim. :jornal:
     
    • LOL LOL x 1
  13. Melian

    Melian Usuário

    Tô sofrendo muito para ler o livro, Liv'linda. Ontem, li mais três textos. Mas sabe aquele treco no sétimo livro de Harry Potter de que quando o povo encostava nos trecos que tinha no cofre da Bellatrix tudo se multiplicava? É o lance com os textos de "Doidas e Santas". Quanto mais eu leio, mais texto aparece. Aqueles textos ruins estão se multiplicando. Socorro, filhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
     
    • LOL LOL x 1
  14. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    A graça da coisa é essa montanha-russa, esse non-stop, essa poesia reunida que deixa doidas e santas num divã onde se é feliz por nada.
     
    • LOL LOL x 4
  15. Liv

    Liv Visitante

    HAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA morri bonito aqui. Falta muito ainda?
     
  16. Melian

    Melian Usuário

    O pior é que falta. E eu tenho de terminar de encontrar as horcruxes antes de dezembro, quando será o mundial, porque se o Galo não vencer o mundial, eu jamais vou ser racional e reconhecer que o motivo é o fato de o Bayern ser um time muito superior ao Galo. Eu vou pensar que ele não venceu o Bayernmort por eu não ter encontrado todas as horcruxes, isto é, ter lido os sôfregos textos de "Doidas e Santas".
     
  17. Liv

    Liv Visitante

    Tens um mês ainda, amiga! E na próxima não faz /aloka com uma promessa absurda. :rofl:
     
  18. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Sábado, 20h30. Prevejo pessoas gravando Martha Medeiros sob a morte do Shiryu.
     
    Última edição: 3 Jan 2014
  19. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Resenha do Poesia Reunida no Homo Literatus:
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    . Lembrei dela essa semana ainda... Tem muita página de facebook por aí que adora rir da poesia da Marthinha mas que, na prática, é farinha do mesmo saco: poesia segura que lá vem o trocadalho.
     
    • LOL LOL x 1

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