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Marcos Rey

Tópico em 'Autores Nacionais' iniciado por Katrina, 12 Jul 2010.

  1. Katrina

    Katrina Usuário

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    Marcos Rey, pseudônimo de Edmundo Donato, (São Paulo, 17 de fevereiro de 1925 — São Paulo, 1 de abril de 1999) foi um escritor, tradutor e cineasta brasileiro.

    Marcos Rey era descendente de italianos; seu pai, Luís Donato, era um gráfico que trabalhara na Editora Monteiro Lobato, e era um leitor voraz de ficção, transmitindo este gosto aos filhos. Seu irmão mais velho, Mário Donato, também é escritor.

    Marcos foi redator do mistério do hotel 5 estrelas de programas de televisão, adaptou os clássicos O Príncipe e o Mendigo, de Mark Twain e A Moreninha, de Joaquim Manuel de Macedo em forma de telenovela. Foi um dos autores do roteiro de Vila Sésamo e participou da equipe de redação do Sítio do Picapau Amarelo.

    Foi tradutor de livros em inglês, em parceria com seu irmão Mário Donato. Em 1961, escreveu para a coleção juvenil Conquistas Humanas o volume Habitação, que conta a história da residência do homem desde o tempo das cavernas.

    Marcos usava sua cidade natal, São Paulo, como cenário de várias de suas obras. O autor se dedicou principalmente às obras voltadas ao público juvenil. Escreveu crônicas, contos e se destacou escrevendo romances. Escreveu também várias obras literárias adultas. Durante os anos 1970, foi roteirista de diversos filmes do gênero pornochanchada produzidos na Boca do Lixo, em São Paulo, como As Cangaceiras Eróticas e O Inseto do Amor. No gênero ficção infantil estreou com Não Era Uma Vez, drama de um garoto à procura de sua cadela perdida nas ruas.

    Na década de 1990 tornou-se colunista da revista Veja São Paulo. No ano de 1999, após voltar de uma viagem à Europa, Marcos Rey foi internado para uma cirurgia, e não resistindo às complicações, faleceu no dia 1 de abril, aos 74 anos, sem recuperar a consciência.

    Foi cremado, e um mês depois sua esposa Palma Bevilacqua Donato sobrevoou com helicóptero o centro da cidade, espalhando as cinzas do autor sobre São Paulo e realizando assim a reunião eterna de Marcos Rey com a metrópole que foi a grande personagem de toda sua obra.

    Cronologia

    1925 - Edmundo Donato nasce em São Paulo, filho de dona Mariana Coscia Donato e do senhor Luiz Donato, gráfico encadernador.

    1942 - Publicado no Suplemento Literário da folha da Manhã o conto Ninguém entende Wiu-Li, o primeiro assinado como Marcos Rey. O conto foi ilustrado pelo desenhista Belmonte, um dos grandes nomes da época.

    1945 - Fim da 2ª Guerra. Marcos Rey vai para o Rio de Janeiro.

    1946 - Volta para São Paulo. Publica artigos e contos na Folha da Manhã.

    1947 - O irmão de Marcos, Mário Donato publica o romance, Presença de Anita.

    1949 - Marcos Rey é contratado como redator na Rádio Excelsior

    1950 - Começa a escrever seu primeiro romance Um gato no triângulo.

    1953 - Seu primeiro livro é publicado pela Editora Saraiva. Conhece William Faulkner, que veio visitar São Paulo. Marcos torna-se amigo pessoal de Oswald de Andrade.

    1955 - Primeiras experiências como roteirista de televisão na TV Paulista –canal 5. Primeiros trabalhos de criação de textos e campanhas para agências de publicidade.

    1956 - Redator do programa “O Rádio –Almanaque Kolynos” pelo qual recebe o Troféu Roquette Pinto e o Prêmio Tupiniquim. Redator do programa de TV “O Céu é o limite”.

    1958 - Funda com seu irmão Mário Donato a Editora Mauá. Conhece Palma Bevilacqua, sua futura esposa.

    1960 - Publica o romance Café na cama, alcançando êxito com a crítica e sucesso com o público.Casa-se aos 35 anos com Palma Bevilacqua Donato. Trabalha como redator publicitário. Escreve o romance Entre sem bater publicando como um folhetim diário no jornal Última Hora, e conclui o romance A última corrida.

    1961 - Publica em livro Entre sem bater, romance. Exerce a função de presidente interino na UBE, União Brasileira de Escritores.

    1962 - Cria na União Brasileira de Escritores o Troféu Juca Pato, para premiar intelectuais e destaques na cultura brasileira.

    1963 - Publica o romance A última corrida com o título de "Ferradura dá sorte?".

    1964 - Golpe Militar na República do Brasil. Mário Donato, irmão de Marcos, é obrigado a fugir para não ser preso pelo Regime Militar, pois era delegado da SUPRA – Órgão da Reforma Agrária.

    1966 - Incentivado por sua mulher Palma, Marcos demite-se da Norton Publicidade para se dedicar somente ao ofício de escritor de literatura.

    1967 - Publica O Enterro da Cafetina, contos. No mesmo ano, o livro recebe o Prêmio Jabuti, concedido pela Câmara Brasileira do Livro. Começa a escrever Memórias de um gigolô.

    1968 - Cria o formato minissérie para a televisão, escrevendo "Os tigres" para a extinta TV Excelsior – Canal 9, da cidade de São Paulo. Publica Memórias de um Gigolô, romance.

    1970 - Memórias de um Gigolô é adaptado para o cinema pelo diretor Alberto Pieralisi.

    1971 - Marcos escreve os roteiros de O enterro da Cafetina para Alberto Pieralisi e "O grande xerife" para Mazzaropi.

    1972 - Inicia ciclo de sete anos como roteirista de cinema na Rua do Triunfo, tornando-se o profissional mais requisitado pelos diretores e produtores da Hollywood paulista dos anos 70.

    1975 - Escreve novelas "A Moreninha" e "Cuca Legal", para a Rede Globo.

    1978 - Escreve com Sylvan Paezzo e Wilson Rocha os episódios de "O sítio do pica pau amarelo", realizado pela Rede Globo.

    1980 - Publica Não era uma vez, seu primeiro infanto juvenil. É contratado pela Editora Ática para escrever romances infanto juvenis. Este ciclo durará até 1997, publicando uma obra do gênero por ano.

    1981 - É lançado O mistério do cinco estrelas, infanto juvenil que rapidamente se transforma num sucesso permanente entre os jovens leitores, alcançando índices de vendas espetaculares.

    1985 - Escreve para a Rede Globo, com W.George Durst, a minissérie Memórias de um gigolô.

    1986 - Eleito para a Academia Paulista de Letras. Torna-se professor visitante na FAAP, onde ministra cursos de roteiro para cinema e televisão, em São Paulo.

    1992 - Passa a escrever crônicas semanais na última página da revista Veja São Paulo, até 1999.

    1995 - Publica O último mamífero do Martinelli, novela, e Os crimes do olho-de-boi, romance.

    1996 - Recebe o Troféu Juca Pato, de intelectual do ano.

    1998 - Publica Fantoches! , romance.

    1999 - Aos 74 anos, Edmundo Donato falece em 1o. de abril de 1999, em São Paulo.



    Bibliografia

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    Fontes:
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    Os adeptos da Coleção Vagalume com certeza já leram um livro do Marcos Rey. Dele eu já li e recomendo:Corrida Infernal, O Mistério do Cinco Estrelas, O Rapto do Garoto de Ouro, Um Cadáver ouve Rádio, Enigma na Televisão, Garra de Campeão, Quem Manda Já Morreu e Bem-vindos ao Rio.

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    Marcos Rey é um dos meus autores favoritos na coleção vagalume e um dos grandes responsáveis por me fazer tomar gosto por literatura policial.
     
  2. Guilhermina

    Guilhermina Usuário

    Ele foi minha paixão na infância. Sofri quando ele morreu...
     
  3. Tataran

    Tataran Usuário

    Nossa! Vendo essas capas da Séria Vaga-lume, voltei no tempo...
    "O Mistério do Cinco Estrelas" era o meu preferido.
     
  4. imported_Capitu

    imported_Capitu Usuário

    Ai, que saudade boa!! Amei O Rapto do Garoto de Ouro.
     
  5. Lucas_Deschain

    Lucas_Deschain Biblionauta

    [align=justify]O Rapto do Garoto de Ouro e O Mistério do Cinco Estrelas foram livros muito importante da minha tenra infância de leitor. Nostalgia. [/align]
     
  6. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Até hoje é um dos meus maiores autores da literatura infanto-juvenil. Gosto de todos os livros dele da coleção Vaga-lume sem nenhuma exceção.
     

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