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Máquinas do tempo do futuro podem ser detectadas hoje

Conan

Cavaleiro Pendragon
Bem, pelo que entendi do estudo, a coisa se da num nível quântico, então matar seu avo, envolve todo uma zaralhada (medida de unidade de coisa pra baralho :P ) de alterações quânticas. No estado de tempo original, as partículas assumiriam uma determinada configuração geral, no estado de tempo alterado, outro, e durante um "tempo", as partículas envolvidas assumiriam os dois estados. Ou seja, o neto (e toda interação no universo q decorreu na continua existência do seu avo a partir do ponto X) possuiria os dois estados, falando muito porcamente (como sempre ao se falar de uma conseqüência no nível macro, de efeitos quânticos). Mas ao voltar pro seu tempo, ele teria de assumir um dos dois, o estado alterado.

E o fato de não possuirmos a tecnologia ainda de tal viagem no tempo, por conta de ninguém no futuro ter entrado em contato conosco, e coisas do tipo, realmente é estranho.

Mas na verdade isto leva a duas conclusões.

Ou não é possível uma viagem no tempo. Ou conscientemente (e acidentalmente, pelo menos em larga escala e com possibilidade de retorno) ninguém do futuro vai em hipótese nenhuma viajar para o nosso tempo, ou mais pra trás. O que seria motivado ou por problemas de ordem justamente física (colapso temporal), ou por motivos ideológicos mesmo (alguma catástrofe ou acontecimento drástico é necessário ao melhor futuro).

Eu acho extremamente coerente, principalmente do ponto de vista ético. Quem em são consciência, numa sociedade futura mais evoluída, voltaria pra passado e daria o poder de mudar o tempo, ou qualquer outra tecnologia avançada, a uma sociedade como a nossa?
É fraco este argumento, porque é difícil imaginar q não se teria poder o suficiente para se alterar QUALQUER tempo a bel prazer, mas como se é difícil abranger todas as conseqüências de tal poder, é muito difícil especular, mesmo com afirmação "viagem no tempo é impossível porque não possuímos viajantes do tempo em contato conosco)
Ninguém garante que a partir de um "tempo", a interação futuro e presente não será normal(tempo este consequentemente anterior a criação da vaigem no tempo "original"), e que ainda vivemos num tempo/espaço onde simplesmente qualquer interferência somente destruiria qualquer evolução necessária a espécie humana.
Como se mediria e determinaria o ponto mínimo seguro no passado a se viajar, ai já são outros quinhentos, e talvez seja justamente este o critério, possuir esta ciência que para se voltar no tempo de maneira “segura”.

Inclusive, a partir do momento q isto ocorresse, o que fundiria a mente é a pergunta de que se alterar o passado simplesmente não impede uma melhor "evolução" do todo. O momento perpetuo pode ser simplesmente uma armadilha sem escapatória.
O critério pode ser justamente o tempo mínimo onde a ciência alcança cálculos previsíveis dentro da matemática caótica (o que é não é pouca coisa, ainda mais envolvendo a quantidade de variáveis iniciais propostas pro caso)

Ate porque imaginem o seguinte.

A espécie alcança nível tecnológico X. Neste nível tecnológico, se alcança não só a tecnologia necessária para a viagem no tempo, mas antes disto, toda a ciência necessária a se resolver os paradoxos temporais. O que faz total sentido, muito antes de alcançar uma viagem no tempo na pratica, será necessário alcançar todo uma gama de teorias físicas que vão nos dizer muito sobre a viagem no tempo muito antes de as praticarmos em si. Bem, este estudo, tem grande probabilidade de simular antes de propriamente ser feito, as conseqüências de qualquer alteração. A matemática, e o nível de processamento necessário pra tal coisa é absurdo, e piora quanto mais se regride. Mas como falei, isto pode ser justamente o critério. Seria um desenvolvimento da matemática caótica muito alem da coomprensão da nossa ciência atual.

Com isto, neste nível X, a espécie calcula o tempo Y mínimo onde se pode voltar no tempo, tempo Y este que estaria absurdamente à frente do nosso tempo. Talvez Milênios.

Mas existe o tempo Y(nesta minha hipótese, já q pode nem existir tempo nenhum "seguro"), e a partir do momento que os do tempo X passam a voltar, mais o tempo Y se aproxima do tempo X, até o momento onde simplesmente o tempo Y vai possuir totalmente qualquer característica tecnológica e cultural do tempo X(a não ser que o limite de interferência também seja estipulado pela própria ciência q estipula as conseqüências temporais, caso contrario a este em que tal momento nunca existirá na pratica). Por sua vez, a cada interferência no tempo Y, o tempo X da um salto a mais na sua estrutura, já que o tempo de “progresso” entre X e Y nunca vai deixar de existir, pelo menos se houver um controle em cima de conseqüências a eventos decorridos da alteração em Y que ocasionariam uma não existência de X. Com isto, e como falei, não se tendo limites para tal interação (o que seria muito pouco provável, o mais provável é q nalgum momento se atingir um beco sem saída) o tempo e X e Y entrariam numa espécie de loop, que só pararia por qualquer limite existente, e este limite em algum momento tem de existir. O que pira, é q se tratando tudo de uma mesma dimensão, cada alteração não seria percebida, já q substituiria a anterior temporalmente, então na pratica, os envolvidos topariam com uma possibilidade de viajar no tempo e ao mesmo tempo topariam, para eles automaticamente (já q ele perceberiam assim), com uma impossibilidade matemática de se viajar no tempo sem alterar de maneira drástica e destrutiva o futuro. Toda a interação em si se "perderia".

E quando se pensa em tempo X, se pensa num tempo absurdamente à frente em tecnologia, e em no tempo absurdamente grandes ao passado, um Y bem distante de X, quando na verdade talvez só seja possível fazer viagens seguras a um tempo absurdamente curto, e interações absurdamente sutis até se atingir o ponto de impossibilidade de continuidade segura temporal q garanta o tempo X. Pensando assim poderia ate realmente já terem conseguido viajar no tempo, mas como inevitavelmente nesta hipótese se chega a um ponto onde a viagem no tempo é percebida como impossível, na pratica ela foi “percebida” como impossível. No filme remake da historia de H.G.Well, simplesmente o inventor da maquina do tempo chega a um ponto onde ele decide não voltar, e, portanto sua tecnologia de viagem no tempo nunca seria descoberta. Eu só extrapolei um pouco esta idéia para envolver toda a espécie humana. E claro, coloquei no futuro em relação aos dias de hoje, porque com a baixa tecnologia anterior, é muito pouco provável q já tenha ocorrido.

Isto tudo levando em conta a viagem no tempo controlada e consciente. e de somente uma dimensão temporal. No caso de uma viagem no tempo a bel prazer, retirando a questão de universos paralelos, inevitavelmente se chega a um ponto de aniquilação da própria ciência da viagem no tempo, o que ocasionaria um paradoxo, que realmente é uma pirasão só resolver. Algo acontecer sem ter como acontecer. Seu avo ser assassinado por vc mesmo sem vc ter existido.

Mas o fato de não existir pessoas do futuro atualmente entre nos, não quer dizer que ela não seja possível, pode querer dizer q, ou simplesmente conscientemente não se faça viagens ao nosso tempo, ou que tais viagens só podem ser de um nível sutil e controlado (que com o tempo daria no mesmo de não se fazer, pois para percepção temporal todas as alterações possíveis seriam esgotadas ao mesmo tempo).

Ou que simplemente atigimos o ponto de interção maximo possivel ao não colapso temporal


O que pira, é o o tempo X proposto, é basicamente infinito.

Espero não ter me perdido muito na minha linha de raciocínio. :P
 
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Neoghoster Akira

Brandebuque
Existe uma pequena diferença entre cada uma das partes do universo. Sobre essa lacuna a ciência vem explorando aos poucos tentando entender porque os sistemas de comunicação as vezes podem ser transparentes e às vezes podem ser opacos (sem deixar a energia fluir).

As religiões escrevem sobre mensageiros divinos. Se Deus poderia fazer as coisas instantaneamente e com fatalidade então porque precisaria de anjos?

Nesse caso precisamos pensar que há a questão de optar poder voltar sozinho ou acompanhado do resto do universo em direção do passado.

Na maior parte dos experimentos macroscópicos um átomo de hidrogênio é idêntico em relação a outro, mas num nível fundamental o átomo de hidrogênio de hoje é diferente do que ele foi ontem e muito mais diferente se comparamos com os que estão ao redor.

Eles podem variar na data de sua origem, na posição do espaço, na idade de seus prótons... Se enxergarmos o átomo como uma rede de campos móveis e dinâmicos de onde emergem as propriedades macroscópicas vamos perceber que o que se procura é uma maneira de essas propriedades emergentes voltarem ao que eram no passado.

O desejável é que nem todos as propriedades do átomo que voltará no tempo se "rejuvenesçam", já que devolvê-lo a uma posição muito antiga poderia simplesmente arrancar os átomos do organismo. O desejável é que apenas alguns sistemas do átomo sejam configurados para o passado.

Sabendo disso talvez fosse possível aplicar forças em certos pontos críticos de um átomo para que ele voltasse a recuperar parte da forma que possuía no passado.

Para a alegria dos cientistas que buscam diferenciar átomos autênticos de átomos adulterados nem todos os sistemas de um átomo podem voltar no tempo pois alguns dos sistemas dependem justamente da estrutura de comunicação criada no começo de nosso universo, um sistema mais fundamental e estável que pode justamente ser transparente e não transparente a depender da ocasião :think:. O que quer dizer que precisamos fazer os átomos emergirem as propriedades corretas e mesmo assim não teríamos domínio sobre algumas delas.
 

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