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Evento Maior Jogador da História do GRÊMIO - Indicações

Tópico em 'Esportes' iniciado por Olórin of Lórien, 11 Nov 2011.

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    Assim como em outras áreas do Fórum, nossa área de Esportes também ganha um combate. Aliás, um combate não, vários!

    Este combate ira eleger O Maior Jogador da História do Grêmio, e o vencedor daqui irá, junto com os vencedores dos demais 11 times participantes para o combate que irá eleger O Maior Jogador da História dos 12 Grandes Clubes Brasileiros.

    Como este evento deve ser mais curto, terão regras mais restritas. Cada usuário só poderá indicar um jogador, assim mais usuários terão a chance de indicar. Ao todo serão apenas oito jogadores por clube (este número pode ser revisto se quiserem). Caso daqui a uma semana não se complete este número, quem já indicou estará liberado para indicar mais jogadores.

    Todas as indicações deverão conter: Nome, Apelido (se houver), Data de Nascimento (e Falecimento se for o caso), Época no Clube, um breve resumo sobre os feitos dele (opcional, mas enriquece a indicação) e pelo menos uma foto (fotos a mais e vídeos são opcionais).


     

    Arquivos Anexados:

    Última edição: 17 Fev 2012
  2. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Já que os representantes gauchos não se pronunciam por aqui.
    Vou colocar um que é verdade e pra sacanear o Furia.



    Nome: Danrlei de Deus Hinterholz
    Nascimento: 18/04/1973

    Época no clube: 1993 à 2003
    Época na seleção: 1995 à 1996

    Carreira:
    Defendeu o clube por 10 anos em quase 600 partidas, sem contar as categorias de base que somariam mais 5 anos de Grêmio. Seria mais um que quase vestiu apenas 2 camisas, contudo no fim de carreira buscou titularidades em clubes de menor expressão.
    Foi lançado à equipe principal pelo Felipão em um dos períodos de maior glória do clube na primeira metade da década de 90. Foi destaque da conquista da copa do Brasil em 94 com apenas 21 anos e daí seguiu-se uma série de títulos de expressão continental e nacional. Conseguiu segurar em alguns lances o poderoso time do Ajax de 95, mas perdeu no confronto direto com Van der Sar nas disputas de penaltis.
    Tinha uma personalidade guerreira e de pegada, como todo bom gremista adora. Para muitos era desleal e violento, tendo sido expulso um número razoável de oportunidades por confusões e agressões.
    Na seleção não teve tantas oportunidades dado aos goleiros de maior renome e identidade com a seleção como Taffarel. Contudo esteve no grupo medalhista de bronze nas olimpíadas de 96, sendo reserva do também jovem Dida.


    Títulos: (wikipedia)
    Grêmio
    Campeonato Gaúcho: 5 (1993, 1995, 1996, 1999, 2001)
    Copa Sul: 1 (1999)
    Copa do Brasil: 3 (1994, 1997, 2001)
    Campeonato Brasileiro: 1 (1996)
    Recopa Sul-Americana: 1 (1996)
    Taça Libertadores da América: 1 (1995)

    Seleção brasileira
    Medalha de bronza nas Olimpíadas de Atlanta 96


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    Última edição: 22 Nov 2011
  3. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Eu não sou gremista, então por mim poderia até ter colocado o carniceiro De Leon que tá valendo também. :D

    Na verdade indicar Danrley só sacanea palmeirense porque todo palmeirense que se preze tem que odiar ele 1000 vezes mais do que eu pelo o que ele aprontou naquele jogo da Libertadores de 95
     
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    Renato Gaúcho


    Nome: Renato Portaluppi
    Nascimento: 09/09/1962
    Jogou pelo Grêmio em: 1980-87

    Habilidoso, atrevido e polêmico. Renato Portaluppi sempre foi conhecido por seus dribles fantásticos, tanto quanto por seu temperamento forte. Para os gremistas, no entanto, ele sempre será lembrado como o herói do Campeonato Mundial, quando foi responsável pelos dois gols na vitória sobre o Hamburgo, e acabou eleito o melhor jogador da partida.

    Nascido em Guaporé, no interior do Rio Grande do Sul, Renato chegou a trabalhar em uma padaria em Bento Gonçalves antes de vir para Porto Alegre, apostando em seu futebol. Iniciou entre o grupo de juvenis do Grêmio, onde logo se destacou. Foi promovido à equipe profissional no início de 82, mas passou boa parte do ano no banco de reservas, por escolha do técnico Ênio Andrade.

    Em 1983, no entanto, Renato foi alçado à titularidade e logo se firmou como um dos maiores craques do futebol nacional. Neste ano, foi figura fundamental nas conquistas da Libertadores e do Mundial, no qual fez os dois gols da vitória gremista e acabou eleito melhor jogador da partida.

    Nos próximos anos, o ponta-direita, se estabeleceria como ídolo da torcida gremista, levando o Grêmio ainda à conquista de dois Campeonatos Gaúchos, em 85 e 86.

    Durante este tempo, Renato também ganhou fama de insubordinado e encrenqueiro. Notório bon vivant, era garantia de dor-de-cabeça para técnicos rigorosos e disciplinadores. O mais famoso destes episódios, sem dúvida, foi quando de sua participação na Seleção Brasileira que iria à Copa do Mundo em 1986.

    Convocado devido às suas excelentes performances no Grêmio, que culminaram com as duas conquistas do Estadual, Renato se viu dirigido por Telê Santana, famoso pelo rigor e a disciplina que impunha em seus jogadores. O treinador estabeleceu um severo esquema de concentração, com pouquíssimas folgas e horários estritos para reapresentação.

    Numa dessas folgas, Renato e Leandro acabaram chegando muito depois do horário estabelecido pelo treinador. Dada a fama de Renato, e o fato de que ambos eram reincidentes no atraso, Telê resolveu fazê-los de exemplo para o grupo, e os mandou de volta para casa.

    A torcida, no entanto, sempre adorou o temperamento forte do jogador, que nunca deixou de ser ídolo em todos os clubes por que passou. Renato trocou o Grêmio pelo Flamengo em 1986, concretizando um antigo desejo de jogar no Rio de Janeiro. Seguidamente visto passeando pela orla carioca, ficou logo conhecido como "Rei do Rio", alcunha que foi somada a seu apelido de Renato "Gaúcho", que carregaria pelo resto da carreira.

    O jogador ainda passou pela Roma (Itália), Botafogo, Fluminense e Bangu, além de outras passagens pelo Flamengo. Time este pelo qual pendurou suas chuteiras pela primeira vez, em 1998, quando saiu dos campos para assumir o cargo de diretor-técnico do clube. Depois, voltou a jogar pelo Bangu, mas seus joelhos não eram mais os mesmos e ele rapidamente se contundiu, declarou que estava cansado da rotina de jogador e, aos 36 anos, se aposentou oficialmente.

    Depois da aposentadoria, Renato iniciou uma carreira de treinador. Muito ligado ao Rio de Janeiro, já passou por clubes como Fluminense, Madureira e Vasco.

    Recentemente, em 10 de agosto de 2010, o próprio Grêmio contratou-o para suceder Silas, demitido dois dias antes por uma má campanha no Brasileirão. Logo que entrou, mudou o esquema tático da equipe, ajudando-a a dar um "salto" da zona de rebaixamento para o quarto lugar na classificação final (que com a ajuda do Goiás, derrotado na final da Copa Sul-Americana, garantiu uma vaga para a repescagem da Taça Libertadores de 2011) com a melhor campanha no returno da competição. Consequentemente, foi um dos indicados ao prêmio de melhor técnico. Em 30 de junho deste ano, pede demissão do Grêmio, após uma série de maus resultados da equipe no Campeonato Brasileiro. No entanto, a torcida gremista demonstrou apoio a Renato Gaúcho, determinando, dentre outras metas, a saída da atual diretoria do clube portoalegrense.


    Vídeos:

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    Arquivos Anexados:

    Última edição por um moderador: 6 Out 2013
  5. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Pelo Grêmio vou indicar um dos laterais gringos que eu mais sou fã:

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    Francisco Arce



    Nome completo Francisco Javier Arce Rolón
    Data de nasc. 2 de abril de 1971 (40 anos)
    Local de nasc. Paraguarí, Paraguai
    Altura 1,78 m
    Peso 73 kg
    Apelido Chiqui
    Informações atuais
    Clube atual Sel. Paraguai
    Posição Treinador, ex-Lateral direito

    Em 1995, foi contratado pelo Grêmio, onde tornou-se multicampeão junto com sua equipe, na qual venceram a Taça Libertadores da América de 1995, o Campeonato Brasileiro de 1996, Recopa Sul-Americana 1996, a Copa do Brasil de 1997 entre os títulos regionais e o Vice Mundial Interclubes de 1995, como um lateral-direito de grande destaque da equipe gaúcha, sob a orientação do treinador Luiz Felipe Scolari.

    Pela seleção do Paraguai, Arce disputou a Olimpíada de Barcelona em 1992, na qual ele diz que foi um de seus melhores momentos na carreira.
    Disputou também duas Copas do Mundo, em 1998 e 2002. É um dos maiores ídolos do futebol paraguaio ao lado de Gamarra e Chilavert.

    Títulos

    Campeonato Gaúcho: 1995 e 1996
    Copa Libertadores da América: 1995
    Recopa Sul-americana: 1996
    Campeonato Brasileiro: 1996
    Copa do Brasil: 1997
     
    • LOL LOL x 1
  6. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    O problema é ter ele como sogro. Numa matéria sobre ele no Esporte Espetacular ele teve a cara de pau de mostrar a camera de TV que pôs no quarto dela :lol
     
  7. Ô loco, aí já é demais! :rofl:

    Se bem que, sabendo o tanto que ele próprio aprontou, deve imaginar que tenha algum "discípulo" dele por aí. Ou vários. :lol:
     
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    Hugo Eduardo de León Rodriguéz


    Nascimento: 27/02/1958
    Jogou no Grêmio em: 1981-84

    Revelado pelo Nacional de Montevideo, e aos 17 anos já era capitão do time.

    De León foi uns dos mais vitoriosos zagueiros do futebol sul americano. Chegou a ser Campeão da Taça Libertadores da América e do Mundial Interclubes com o Nacional em 1980, e, pela Seleção Uruguaia , ganhou o Mundialito, no mesmo ano de 1980.

    Bastaram apenas três anos para o zagueiro, com fama de xerifão, começar a fazer história no clube sul-americano. Em 1980, de León conquistou o Campeonato Uruguaio, a Copa Libertadores e o Mundial de Clubes, em Tóquio.

    Um ano depois, os títulos e a sua liderança em campo chamaram a atenção dos dirigentes do Grêmio, que acertam a sua contratação. Assim como no Nacional, de León rapidamente conquistou os torcedores gremistas que vibraram com a conquista do Campeonato Brasileiro de 1981. Porém, dois anos mais tarde é que o xerifão uruguaio conquistaria de vez a torcida gaúcha.

    No meio da temporada de 83, de León ajudou o Grêmio a conquistar a Copa Libertadores da América, ao derrotar os seus conterrâneos uruguaios do Peñarol. Com o passaporte garantido para o Japão, a equipe do técnico Valdir Espinosa iria encarar o favorito Hamburgo, da Alemanha. Na companhia do então jovem Renato Gaúcho e dos experientes Mazaropi e Mário Sérgio, de León novamente sagrou-se campeão do mundo, mas, desta vez, o capitão uruguaio é que teve o mérito de levantar a taça.

    Um fato curioso em sua carreira gira em torno do sangue escorrendo em sua face, após a conquista do título inédito da Libertadores pelo Grêmio. Em entrevista ao canal esportivo SporTV, o ex-craque Tita afirma que o fato ocorrera devido a um prego que estava na parte interna da taça, e De Léon, ao colocá-la na cabeça, acabou por cortar o couro cabeludo, gerando uma das maiores lendas da história gremista: a batalha contra o Peñarol.

    Depois do Grêmio, passou por Corinthians, Santos, Logroñes (da Espanha), voltou ao Nacional, River Plate, Botafogo, Toshiba (Japão) e novamente Nacional, onde encerrou a carreira. Depois, tornou-se treinador, inclusive do Grêmio, em 2005.
     

    Arquivos Anexados:

  9. Captain Beyond

    Captain Beyond Usuário

    Como gremista, posso afirmar que a figura mais importante da história do Grêmio é este homem:

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    Eurico Lara

    Nascimento: 24 de fevereiro de 1897
    Morte: 6 de novembro de 1935
    Posição: Goleiro
    Época no clube: 1920-1935

    Carreira:Nascido em 1897, começou a jogar futebol no time do exército de Uruguaiana. Dizia-se, na época, que na cidade fronteiriça existia um arqueiro que, quando jogava, o time não perdia. Não demorou muito para que as informações sobre o atleta chegassem aos ouvidos dos dirigentes gremistas, os quais imediatamente deslocaram olheiros para a região. Sem demonstrar interesse em atuar como jogador de futebol em Porto Alegre, Eurico Lara acabou sendo transferido de sua terra natal para uma corporação da capital graças a pessoas influentes dentro do Grêmio.

    Chegando a tenente do Exército, Lara acompanhou as forças revolucionárias que, em 1930, escreveram uma página importante para a história do país. Sem abandonar a farda, chegou ao Grêmio em 1920 culminando com a conquista do Campeonato da Cidade de Porto Alegre.

    Dois anos depois, além de defender a seleção do Exército que venceu o campeonato entre as classes armadas, começou a construir sua reputação como goleiro no centro do país, depois de defender, com destaque, a esquadra gaúcha no Torneio Preparatório visando a escolha da seleção brasileira que disputaria o Sul-Americano. Lara fechou o gol em uma partida realizada no estádio Parque Antártica entre gaúchos e paulistas. Os donos da casa venceram por 4 a 2 mas, no final, o goleiro do sul foi ovacionado por uma multidão que invadiu o gramado para cumprimentá-lo. Afinal, não era qualquer um que conseguia defender mais de 20 chutes desferidos pelo atacante Friendereich, o maior nome do futebol brasileiro naquela época. Apesar de tudo, e para surpresa de todos, o gremista não foi chamado para a seleção.

    Em setembro de 1935, já doente de tuberculose e com ordem dos médicos para não mais atuar, Lara decidiu entrar em campo para o grenal decisivo do campeonato portoalegrense daquele ano, chamado de "Campeonato Farroupilha" por coincidir com os festejos do centenário da Revolução Farroupilha). O Grêmio, com um ponto a menos, precisava vencer o Internacional para levar o troféu. Foi uma de suas maiores atuações com a camisa do Grêmio perante uma torcida maravilhada e sabedora do esforço realizado pelo atleta para poder participar da partida. Vitória do Grêmio por 2 a 0. Lara jogou o primeiro tempo. No intervalo, foi substituído e levado de ambulância para o Hospital Beneficência Portuguesa, de onde nunca mais saiu. No dia 6 de novembro, dois meses depois do Grenal Farroupilha, o herói gremista morria. Uma multidão foi às ruas para chorar a perda de um dos maiores desportistas do país. O enterro de Lara parou Porto Alegre e o atleta entrou para sempre na história do Grêmio e no coração de quem teve o prazer de vê-lo atuar.

    É o único atleta do Grêmio que teve seu nome citado no Hino composto por Lupicínio Rodrigues para o cinquentenário do Grêmio (1953), hino este que acabou sendo adotado de forma oficial pelo clube. O trecho é o seguinte: "Lara, o Craque Imortal, / Soube o seu nome elevar. / Hoje, com o mesmo ideal, / Nós saberemos te honrar."

    Títulos:
    Campeão da Cidade: 11 (1920, 1921, 1922, 1923, 1925, 1926, 1930, 1931, 1932, 1933 e 1935)
    Campeão Gaúcho: 4 1921,1922,1926 e 1931
     
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