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Evento Maior Jogador da História do BOTAFOGO - Indicações

Tópico em 'Esportes' iniciado por Olórin of Lórien, 11 Nov 2011.

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    Assim como em outras áreas do Fórum, nossa área de Esportes também ganha um combate. Aliás, um combate não, vários!

    Este combate ira eleger O Maior Jogador da História do Botafogo, e o vencedor daqui irá, junto com os vencedores dos demais 11 times participantes para o combate que irá eleger O Maior Jogador da História dos 12 Grandes Clubes Brasileiros.

    Como este evento deve ser mais curto, terão regras mais restritas. Cada usuário só poderá indicar um jogador, assim mais usuários terão a chance de indicar. Ao todo serão apenas oito jogadores por clube (este número pode ser revisto se quiserem). Caso daqui a uma semana não se complete este número, quem já indicou estará liberado para indicar mais jogadores.

    Todas as indicações deverão conter: Nome, Apelido (se houver), Data de Nascimento (e Falecimento se for o caso), Época no Clube, um breve resumo sobre os feitos dele (opcional, mas enriquece a indicação) e pelo menos uma foto (fotos a mais e vídeos são opcionais).


     

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    Última edição: 10 Fev 2012
  2. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Nome: Nílton dos Santos
    Apelido: Nilton Santos ou Enciclopédia
    Nascimento: 16/05/1925

    Época no time: A vida toda. Desde 1940 (aos 15 anos) até 1964 (aos 39)
    Época na seleção: 1949 à 1962

    Carreira:
    De fato ele vestiu apenas 2 uniformes em toda a sua vida. Foi revelado nas categorias de base do Botafogo, passou a carreira inteira no Botafogo e vestiu a amarelinha por 13 anos. Fez ao todo mais de 700 jogos pelo Botafogo e só isso já o credenciaria como um dos maiores ídolos do clube.
    Mas não pára por aí, ele simplesmente foi o maior lateral esquerdo de todos os tempos. Foi um dos pioneiros da posição a avançar ao ataque, fazer gols e armar jogadas para os companheiros. Não por acaso nesta época também criou-se o ponta recuando para ajudar na marcação, na figura do Zagallo.
    Em titulos não conseguiu acumular tantos apesar de ter participado da formação fantástica do Botafogo ao lado de Didi, Garrincha, Zagallo, Amarildo, etc. Muito em função de ter sido um período de ouro do futebol brasileiro com várias grandes equipes disputando as principais competições como o Santos de Pelé, a academia palmeirense, o Flamengo de Zizinho, a portuguesa de Botelho e Djalma Santos, etc.
    Pela seleção brasileira por outro lado, foi peça importante na conquista do bicampeonato mundial. E uma das raras peças que não se queimaram pela perda da copa de 50.

    Busto em General Severiano:
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    Dupla fantástica:
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    Quarteto: Nilton Santos, Garrincha, Didi e Zagallo:
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    Titulos: (wikipedia)
    Botafogo
    Torneio Roberto Gomes Pedrosa: 1962, 1964
    Campeonato Carioca: 1948, 1957, 1961, 1962
    Torneio Municipal de Futebol do Rio de Janeiro: 1951

    Seleção Brasileira
    Copa do Mundo: 1958, 1962
    Campeonato Sul-americano: 1949
    Taça Oswaldo Cruz: 1950, 1955, 1956, 1958, 1961, 1962
    Copa Rio Branco: 1950
    Campeonato Pan-americano: 1952
    Taça Bernardo O'Higgins: 1955, 1959, 1961
    Taça do Atlântico: 1956, 1960
     
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    Nome: Túlio Humberto Pereira Costa
    Apelido: Túlio Maravilha
    Nascimento: 2 de junho de 1969
    Jogou no Botafogo em: 1994-96, 1998, 2000 e 2009 (um amistoso)

    Dentro da área, fazia gol de qualquer jeito. Com bom posicionamento, marcava gols "fáceis", aproveitava bem o cochilo dos zagueiros adversários. Grande ídolo do Botafogo nos anos 90, foi o principal responsável pela conquista inédita do Brasileirão de 1995. Marqueteiro de primeira, vivia dando nome aos gols (os quais prometia e quase sempre cumpria) e promoveu rivalidades. Se proclamou o "Rei do Rio". Túlio "Maravilha", como ficaria conhecido no auge, foi artilheiro do Brasileiro de 1989, 1994 e 1995. Saiu do Botafogo para o Corinthians, e depois passagem frustrada, foi para o Vitória onde mais uma vez passou despercebido. Voltou ao Botafogo em 1998 e formando dupla de ataque com Bebeto, levou o Botafogo ao campeonato do Rio-São Paulo.

    Passando ao todo por 30 clubes, foi no Clube da Estrela Solitária onde a sua própria estrela brilhou. Ao todo, foram 161 gols pelo Fogão (só fez mais gols pelo seu primeiro clube, o Goiás) em 224 jogos.


    Vídeos:

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    Arquivos Anexados:

    Última edição por um moderador: 6 Out 2013
  4. Tô torcendo pelo gol 1000 do Túlio, figuraça.
     
  5. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Como o tópico é sobre o Botafogo e não do SPFC o Rama não tem porque ficar furioso com essa indicação:

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    ZAGALLO

    Nome completo: Mário Jorge Lobo Zagallo
    Data de nasc. 9 de agosto de 1931 (80 anos)
    Local de nasc. Maceió, AL, Brasil Brasil
    Apelido: Formiguinha (como jogador)
    Velho Lobo (técnico)

    Carreira

    Atleta

    Atuando como ponta-esquerda, conquistou títulos de campeão carioca e foi convocado para a seleção brasileira, que disputaria a Copa do Mundo em 1958, na Suécia. Era o armador pela esquerda, o desafogo da defesa, o idealizador do contra ataque, o ajudante no lateral, o formiguinha do time campeão do mundo. Como jogador foi tricampeão pelo Flamengo, bicampeão pelo Botafogo e bicampeão mundial pela seleção brasileira. No Botafogo participou da fase áurea do time, jogando ao lado de astros como Garrincha, Didi e Nilton Santos.

    Seus títulos cariocas e a conquista da Taça Brasil o levaram a seleção brasileira de futebol. Com ele o Brasil inovou taticamente e jogou em 1958 no esquema 4-3-3, pois Zagallo era um ponta esquerda que recuava para ajudar no meio-de-campo. Nessa Copa e na seguinte (1962) deixou na reserva Pepe, grande astro do Santos e companheiro de Pelé.

    Títulos no Botafogo

    Como Jogador

    Torneio João Teixeira de Carvalho: 1958
    Torneio Roberto Gomes Pedrosa: 1962, 1964
    Campeonato Carioca: 1961, 1962
    Torneio Início: 1961, 1962, 1963
    Torneio Internacional da Colômbia: 1960
    6º Torneio Pentagonal do México: 1962
    IV Torneio Internacional de Paris: 1963
    Torneio Jubileu de Ouro da Associação de Futebol de La Paz: 1964
    Torneio Governador Magalhães Pinto: 1964
    Torneio Quadrangular do Suriname: 1964
    Torneio Íbero-Americano (Quadrangular de Buenos Aires): 1964

    Como Treinador

    Torneio Rio-São Paulo:1966
    Torneio do Inicio:1967
    Campeonato Carioca: 1967, 1968
    Taça Guanabara:1967, 1968
    Taça Brasil: 1968
     
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    Didi


    Nome: Waldir Pereira
    Nascimento: 08/10/1928
    Falecimento: 12/05/2001
    Jogou no Botafogo: 1956-1959, 1960-1962 e 1964-1965

    Histórico: Waldir Pereira, o Didi, foi eleito o melhor jogador da Copa de 58, quando a imprensa européia o chamou de "Mr. Football"("Senhor Futebol"), Didi foi um dos maiores e dos mais elegantes meio-campistas da história do futebol.

    Começou a jogar futebol muito cedo, no infantil do Aliança, time de Campos, do Rio de Janeiro, sua cidade natal. Na juventude, quase teve de amputar uma perna. Quando se recuperou, passou pelo São Cristóvão, Rio Branco, Goitacaz e Lençoense, antes de chegar ao Madureira, junto com o irmão Dodô. Seis meses depois, Didi já estava no Fluminense, onde conquistou o Campeonato Carioca de 1951. Em 16 de junho de 1950, Didi inscreveu seu nome na história como o autor do primeiro gol no maracanã, sua equipe entretanto foi derrotada por 3 a 1 para a Seleção Paulista da mesma categoria.

    Didi, foi um meia armador clássico, inteligente e assustadoramente frio. Voltou da Copa do Mundo de 1958 consagrado como o melhor jogador pela crítica internacional.

    Foi um vitorioso colecionador de títulos ao longo de quinze anos de atividade: campeão pelo Fluminense; bicampeão pelo Botafogo; bicampeão mundial. Aplaudido ou vaiado, Didi foi um jogador de grande personalidade. O escritor Nelson Rodrigues o chamava de Príncipe Etíope.

    A sua maestria na arte de jogar futebol lhe rendeu vários títulos e homenagens, exaltando sua classe e sua elegância. Didi é uma das poucas unanimidades no que se refere a jogadores de habilidade e liderança no futebol brasileiro. Ficou famoso como o inventor da "folha seca", um estilo de cobrar falta que dava à bola um efeito inesperado, semelhante ao de uma folha caindo. Em uma cobrança de falta nesse estilo, classificou o Brasil para a Copa de 58, com a vitória por 1 a 0 sobre o Peru, nas eliminatórias de 1957. Na seleção, Didi marcou 20 vezes em 68 atuações.

    No alvinegro, era o maestro de um grande elenco. Jogou ao lado de Garrincha, Nílton Santos, Zagallo, Quarentinha, Gérson, Manga e Amarildo. O Botafogo foi o clube pelo qual Didi mais disputou partidas: fez 313 jogos e marcando 114 gols. Foi campeão carioca pelo clube em 1957, 1961 e 1962 e também venceu o Torneio Rio-São Paulo de 1962, mesmo ano em que venceu o Pentagonal do México e, no ano de 1963, o Torneio de Paris.

    Didi foi também um técnico de sucesso, levando a seleção do Peru às quartas de finais da Copa de 1970 quando perdeu para o Brasil.

    Didi morreu em 12 de maio de 2001, às 8h30, em decorrência de complicações provocadas por câncer, no Hospital Universitário Pedro Ernesto (em Vila Isabel, na zona norte, a centenas de metros do Maracanã).

    O ex-jogador foi internado em 25 de abril, com dores na barriga, sem saber que estava com câncer. Foi submetido a uma cirurgia de emergência três dias depois, devido a um quadro de obstrução intestinal, retirando parte da vesícula e do intestino.

    Em estágio avançado, a doença comprometia o fígado, diafragma e colo. Não se recuperou mais. Sendo sedado, só respirava com a ajuda de aparelhos.

    O velório ocorreu numa tarde, na sede do Botafogo, em General Severiano (zona sul). O enterro foi de manhã no cemitério São João Batista. A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) ficou de arcar com os custos.

    Embora não fosse rico, Didi levava uma vida mais confortável do que muitos ex-jogadores. Morava com a mulher, Guiomar, na Ilha do Governador (zona norte do Rio).

    “O sonho dele era, ensinar algum garoto a fazer a “folha seca”. Didi reclamava que não via mais ninguém fazer isso”´, disse, no hospital, o presidente da Agap (Associação de Garantia ao Atleta Profissional), Nilo Chaves de Oliveira. Numa homenagem planejada desde antes da morte de Didi, a Agap inaugura em junho no Recreio dos Bandeirantes (zona oeste) um centro esportivo com o nome de Waldir Pereira.

    “Era um cara legal, foi muito amigo do meu pai”, disse no hospital Pedro Ernesto Maria Cecília dos Santos Cardoso, filha do ex-ponta-direita Garrincha, bicampeão com Didi pelo Brasil e seu companheiro no Botafogo.


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    Última edição por um moderador: 6 Out 2013

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