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Livro do jornalista Ricardo Amaral aborda trajetória de Dilma Rousseff

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Elessar Hyarmen, 15 Mar 2012.

  1. Elessar Hyarmen

    Elessar Hyarmen Senhor de Bri

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    Durante a campanha de Dilma Rousseff para a Presidência da República, o jornalista Ricardo Batista Amaral, então trabalhando na assessoria dela, ouviu a seguinte frase durante uma entrevista: “O mundo mudou, o Brasil mudou e eu mudei. Mas nunca mudei de lado.” A partir dessa declaração de Dilma, Amaral começou a pensar em contar a trajetória da presidente.


    “Havia percebido que a imagem que as pessoas tinham dela havia sido formada a partir de três pontos: a luta contra a ditadura (enfatizada com a foto, então inédita, do interrogatório em 1970, que estampa a contracapa da publicação), a luta contra o câncer e seu papel como uma gestora forte e eficaz”, conta ele.


    Dilma eleita, Amaral, que trabalhou um ano ao lado dela, tirou o time de cena. Passou o primeiro ano do governo dela entrevistando (cerca de 50 pessoas) e pesquisando, trabalho que resultou no
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    A vida quer é coragem – A trajetória da primeira presidenta do Brasil. O jornalista político, mineiro radicado há quase 30 anos em Brasília, volta hoje a BH para noite de autógrafos na Livraria Mineiriana.



    Amaral diz que seu trabalho passa ao largo de uma biografia não autorizada. “Não é um livro partidário, mas não escondo minha admiração por ela. Na verdade, trata-se de uma grande reportagem, que é como ganho a vida, pois traz o processo histórico que levou à eleição da primeira presidente do Brasil”, explica. O
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    entrevistou familiares, amigos e companheiros de Dilma. No entanto, ela não foi procurada por Amaral. “Optei por manter certa distância em relação ao discurso oficial. Dessa maneira, deixei claro que esse livro traz a minha visão.”



    Contexto A narrativa é cronológica. Na parte inicial, Belo Horizonte, onde Dilma começou sua militância durante a ditadura militar, tem destaque. “Esse período da história do Brasil é marcado por estereótipos. Não quis fazer julgamento de nada, e sim apresentar o contexto para que o leitor fizesse seu próprio juízo. Era
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    reconstituir o ambiente social, cultural e afetivo em que ela foi criada. Para mim, essa parte foi uma das mais prazerosas do projeto, pois sempre quis escrever sobre a minha cidade”, revela o jornalista.



    Sobre esses primeiros anos de Dilma – da vida no Bairro São Pedro ao Colégio Estadual Central –, Amaral conversou com o compositor Márcio Borges, o cineasta Helvécio Ratton e o ex-deputado Nilmário Miranda, bem como o primeiro marido dela, Cláudio Galeno, que hoje mora na Nicarágua. Ele também entrevistou o segundo marido, o advogado gaúcho Carlos Araújo, companheiro de militância e de PDT.


    “É importante os jovens entenderem que a vitória da Dilma não é um raio no céu azul. Mesmo que a Presidência não tenha sido seu objetivo, pois nunca havia pensado nisso até 2008, ela tem opções políticas muito claras desde jovem”, observa o autor. Amaral buscou como recurso narrativo entrelaçar dados da vida pessoal de Dilma Rousseff com a história do país nos últimos 50 anos. “Seja de maneira local, regional ou nacional, em todos os momentos ela teve participação na história brasileira”, lembra.


    Para Amaral, a escolha de Dilma para suceder Lula não foi opção pessoal do ex-presidente, como muitos acreditam. “Acho que foi uma escolha natural, pois a contribuição dela para o governo Lula foi fundamental”, conclui.

    Optei por manter certa distância em relação ao discurso oficial. Dessa maneira, deixei claro que o livro traz a minha visão
    diz,Ricardo Amaral, jornalista

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    Fonte:
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    Não sei se é exatamente aqui que posta este tópico ou se é na política.

    Para os admiradores da Dilma, talvez seja um livro interessante de ter.
     
    • Gostei! Gostei! x 1
  2. Mercúcio

    Mercúcio Well-Known Member

    "A vida quer é coragem – A trajetória da primeira presidenta do Brasil"

    Bom, vou me guiar pelo que foi postado acerca do livro e correr os riscos por não ter ainda lido a obra...

    A julgar pelo título, acho que sabemos o que esperar dessa obra. Isto é, nenhuma tentativa de isenção, nem de análise crítica e uma construção mítica em torno da figura de Dilma Rousseff. E esses textos tendem a construir uma trajetória de coerência, quando sabemos que na vida de uma pessoa multiplicam-se as tensões, os "acidentes", se assim podemos dizer. Acaba se organizando uma trajetória perfeitamente coerente. São os perigos da ilusão biográfica, apontados por Pierre Bourdieu. Além disso, boa parte do material colhido foi em entrevistas... o uso da memória como fonte requer maiores problematizações também, para uma análise mais segura. Posto que a memória é um princípio retroativo, em que a experiência passada é sempre reinterpretada em função de um presente, o imaginário em torno de "Dilma presidenta" condicionará a análise de toda a sua trajetória anterior... reforçando a ilusão de coerência de trajetória, de maneira teleológica. O que espero dessa obra é uma versão profundamente idealizada de uma trajetória política.
     
  3. Ivo Basay®

    Ivo Basay® Banned

    Concordo plenamente com Timewolf espero o mesmo desse livro tb!
     
  4. Éomer

    Éomer Well-Known Member

    Edita aí por favor, fonte preta é impossível de ler para quem usa o Telperion.
     

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