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Literatura Comercial

Tópico em 'Generalidades Literárias' iniciado por .:Manwë_Súlimo:., 23 Jan 2003.

  1. Minha querida Varda... infelizmente estamos vivendo em um Mundo em que as pessoas entram em uma livraria e so faltam nos dizer "Peça pelo Numero"...

    Ganhar dinheiro escrevendo significa vender a alma para a Warner e escrever tendencias comerciais feitos para um mercado alvo (naum existem mais pessoas para estes autores).

    A arte deve ser padronizada aos moldes do capitalismo, esta é a globalização, cultura dentro de uma caixinha feita para o mercado e sem comprometimento algum com o espirito humano. Arte sob encomenda. Não, Não concordo com isto, odeio isto. Mas temos que expor a verdade para que as pessoas caiam na real e deixem de pensar que vivem um conto de fadas... a proposito a quanto tempo naum vejo um conto de fadas decente...

    Mas francamente, acho que vou virar escritor e não me comprometer com esta Industria da Pseudo-Arte, sei que morrerei de fome, talvez nunca seja editado um livro meu, mas eu sei que ao menos uma pessoa vai ler... *Olha para Varda*... não fuja...meu amor... não fuja...

    voltando a falar serio...
    Parem e pensei um pouco a respeito disto e reflitam a respeito das sabias palavras da Varda... nos ja passamos horas falando sobre este assunto certa vez e naum quero repitir isto portanto fico por aqui..........
     
  2. Lord Henry

    Lord Henry Usuário

    Essa "rendição" ao capitalismo não é nova. Os autores românticos (e, entre eles, José de Alencar, de quem eu gosto bastante) também escreviam de forma a vender mais os livros para burguesia. O que diferencia alguns é justamente pequenos detalhes em seus romances que passam despercebidos por listinhas de decoreba para vestibular. A Moreninha, do Joaquim Manuel de Macedo, por exemplo, é um livro praticamente medíocre. Praticamente, porque há pequenos detalhes brilhantes no livro, com críticas sutis e extremamente ácidas contra a burguesia. Brilhante.

    Gosto de comparar com Os Simpsons. É um produto do capitalismo, um sucesso comercial e que cede às pressões comerciais. Mas freqüentemente eles tripudiam e debocham da sociedade que os mantêm comercialmente vivos. O fato de serem comerciais, e seguirem determinados formatos em busca de sucesso no mercado, não impede que eles mantenham um certo nível de crítica apreciável.

    Não adianta querer ser um Don Quixote. O fundamental, para mim, é aproveitar as falhas e brechas do sistema de forma a atacá-lo e se aproveitar dele. Chutar o balde não adianta nada e ninguém vai conseguir fazer revolução sozinho.

    A arte há muito tempo é comercial. Mas isso não a impede de ser boa eventualmente. E pretender fazer uma arte "livre" não necessariamente significa ter qualidade.
     
  3. pessimo exemplo de escola literaria, pois o Romantismo foi uma escola da burguesia, pela burguesia e para a burguesia, seu carater é puramente ideologico a favor da classe dominante, josé de alencar era um burgues de ideais conservadores, podemos dizer que ele consolidou o Romantismo em prosa brasileiro, portanto naum se deve esteriotipar a sua obra como puramente burguesa (a pesar de ter justificativa artistica para tal).

    A diferenca do movimento Romantico com o movimento capitalista é que, o Romantismo retratava uma época, uma fase da humanidade, e ressaltava novos valores frente ao ideal classico, seus autores, tinham ciencia do que escreviam e suas obras refletiam seu ideal, seja religioso, seja politico, mas refletiam o seu "eu".
     
  4. Meu caro amigo, já tive a infelicidade de um dia le-lo, mas não me arrependo, pois quando aqueles malas defensores de Paulo Coelho vêm com aquele velho comentario dizendo "Mas você ja leu para criticar?" eu com vergonha respondo "Pior que já"...mas fazer o que nê...
     
  5. Lord Henry

    Lord Henry Usuário


    Não foi, não. Pense novamente. O Romantismo é o melhor exemplo possível, porque foi o movimento que permitiu, bem ou mal, que a arte fosse difundida. E, dentro da discussão da forma como foi colocada, não poderia haver exemplo melhor.



    Você está comparando laranjas com maçãs. Não há sentido comparar os movimentos romântico e capitalista em suas diferenças pois são coisas distintas. E quanto à sua afirmação sobre o Romantismo, ela praticamente se aplica a qualquer escola literária de qualquer momento.
     
  6. o Romantismo naum se aplica a qualquer escola Literaria, o Romantismo é uma escola literaria, assim como o Sibolismo, o Realismo também foram. o Romantismo tem caracteristicas distintas dos outros movimentos.

    Não me refiro ao Capitalismo como um estilo literario, me refiro a "literatura Capitalista" ou seja esta pseudo - literatura que surge com o capitalismo. Minha comparacao é com o foco de ambos segmentos.
     
  7. Lord Henry

    Lord Henry Usuário


    Outra vez, você não entendeu. Disse que as características que vc atribuiu ao Romantismo podem ser atribuídas a qualquer uma. Você simplesmente enumerou características genéricas e que praticamente qualquer autor de qualquer escola literária tem. Não disse que o Romantismo se aplica a qualquer escola literária.




    Não existe "literatura Capitalista". Se você foi olhar por esse lado, toda literatura, desde o Romantismo, é uma "literatura Capitalista". Parece-me um termo um tanto equivocado.

    Presumindo-se que você se refere a uma característica de autores que produzem textos meramente por questões mercadológicas, ou seja, prendem-se à "ditadura de mercado", foi como eu já disse antes, isso não invalida automaticamente nem qualifica qualquer livro (ou obra de arte, de forma geral), que podem ter qualidade significativa, apesar de produtos de mercado.
     
  8. Naum enumerei caracteristicas do Romantismo apenas disse que é uma escola da Burguesia. Se tivesse citado alguma caracteristica vc com certeza leria palavras como subjetivismo, Cristianismo, motivos populares, versificação livre, ultra-sentimentalismo, folclore, foco particular e individual...isto sim saum caracteristicas do Romantismo...bom esta sçao alguma delas...agora acho que talvez esteja vc se situando no periodo literario, ao menos espero.

    Quanto a seu segundo comentario so tenho a dizer que a arte vem da alma, vem do coracao humano, se vc cria modelos, scripts, roteiros, de como se escrever um livro para se vender dentro da tendecia de mercado atual, vc retira a liberdade de criacao do espiritto humano, vc o limita e o conduz por um caminho, por um modelo, eh como ir ao mcdonald, vc escolhe o numero 1,2,3,4,5,6...aqueles são os modelos que agradam o segmento de mercado deles, qualquer coisa diferente daquilo, por melhor que seja, é lixo aos olhos do mercado capitalista...por melhor que seja...

    mas se prefere consumir os modelos "literarios" que caiem do ceu a cada nova tendencia...faça... tenho certeza que logo perceberá o que estou dizendo.
     
  9. Lord Henry

    Lord Henry Usuário



    Você está sendo precipitado demais. O fato de seguir um modelo não tira qualquer mérito da obra, pois isso não inerente à mesma. Por acaso Camões, Homero, Shakespeare etc. eram autores ruins porque seguiam modelos? Escrever versos em decassílabos e escrever livros estilo best-seller podem estar ambos seguindo modelos. O que lhe faz acreditar que um modelo pode ser ou não aplicado?

    É extremamente ingênuo imaginar que uma obra que siga um modelo não tenha liberdade. O fato de você escrever em Português já o faz seguir um modelo (gramatical que seja). O fato de você se comunicar em uma linguagem que seja já o faz seguir um modelo. Estou tentando dizer há umas 5 mensagens que não interessa se o autor segue ou não um modelo, qualquer que seja, não é isso que torna a obra pior ou melhor.




    Boa parte das obras literárias já clássicas seguiram tendências, muitas vezes comerciais, e isso não as diminui nem as justifica ou qualifica como boas ou não. Você é que estará se limitando e cerceando o seu julgamento ao fazê-lo preconceituosamente dessa forma.
     
  10. Da uma olhada no periodo da literatura Classica antes de falar que ela seguia um modelo comercial...

    Uma coisa é você ter um modelo lirico. Livre ou não tal modelo ou a negação por tal (como pode ser vista no Romantismo), não impede de forma alguma e não desvaloriza em momento algum a criação artistica.

    Agora se não percebe ainda estou falando de formulas magicas que deturpam a obra negativamente apenas para atender um demanda comercial, exemplo, por mais que Paulo Coelho fosse um escritor genial, seus editores so vão publicar as porcarias exotericas que ele escreve, pois, sua imagem no contexto comercial esta associada a aquilo, e é exatamente aquilo, que o foco comercial de seus livros deve seguir. Neste caso, existe uma modelagem previa da obra antes mesmo que ela seja criada, ao contralio por exemplo de você fazer uma criação ao modelo alexandrino, neste caso sua criação tende a este molde. Deste modo é ridiculo querer comparar modelos liricos com modelos comerciais da atulidade, e mais ridiculo ainda é querer discutir influencia comercial no periodo classico, perido do qual a literatura não tinha um foco comercial e era de carater puramente erudito e nobre não sendo nem um pouco popular.
     
  11. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    só para explicar o que se passa: achei essa discussão levanta no tópico Qual o pior livro que vc já leu? interessante demais para ficar em um tópico que não tinha muito a ver com o tema tratado. Assim, passei as mensagens referentes ao tema para esse tópico :wink:
     
  12. Opa... valeu minha querida Ana Lovejoy...este tema é realmente muito sério e muito interessante de ser debatido. :beer:
     
  13. Saranel Ishtar

    Saranel Ishtar Usuário

    Já viram o tanto de livro que eles colocam "Harry Potter" na capa??
    Tinha um que eu vi "A ciência de Harry Potter" e num tinha nada a ver com HP!! Era só uma jogada de marketing, já que HP vende pacas.
    Tão sempre atrás de algo pra vender msmo.
     
  14. é exatamente o que eu abomino, este livro é feito sob medida para nada mais nada menos que um segmento do mercado. Vai dizer que isto tem algum valor literario??? Livrinhos sem conteudo e feito sob medida para atender a demanda consumista da febre H.P..
     
  15. Lord Henry

    Lord Henry Usuário



    Ou você não entende nada ou se faz de desentendido. Então vou explicar por partes, vamos ver se você entende. Eu disse que "Boa parte das obras literárias já clássicas seguiram tendências, muitas vezes comerciais". Certo? Veja bem MUITAS VEZES é DIFERENTE de SEMPRE. Camões seguia o modelo de Petrarca à risca. Há sonetos, inclusive, que são plágio descarado. Na época, porém, isso era uma questão até de homenagem e não tinha a mesma conotação que tem nos dias hoje. De qualquer forma, era um modelo que ele utilizava. Isso diminui a obra de Camões? De forma alguma. Bem, Camões tem alguns problemas em relação à sua lírica, com obras de autoria duvidosa e atribuições erradas, mas isso é outra discussão.

    De qualquer forma, ficou claro agora o que eu quis dizer? Vou repetir, de forma direta e resumida: muitas obras, mesmo clássicas, seguiram modelos (que podem ser comerciais ou não) e isso não as diminui. Entendeu agora?



    Errado. Por que muitos seguem um determinado modelo, uma determinada onda? Qual é a diferença, eticamente falando, em seguir um modelo para ser aceito na comunidade artística e com as escolas vigentes do que seguir um modelo para ganhar dinheiro? As intenções são as mesmas.

    O fato de seguir um modelo (seja por dinheiro seja por aceitação) não invalida DE FORMA ALGUMA a obra. Ela pode ser ruim, pode. Mas também pode ser boa. Menosprezar algo só por seguir modelo (seja ele qual for) é preconceito.



    Errado novamente. Em primeiro lugar, em nenhum momento eu falei de influência comercial no período clássico (espero que vc tenha entendido a explicação acima). Em segundo lugar, uma obra "clássica" não necessariamente se refere ao período clássico. Em terceiro lugar, sua afirmação está errada. O "modelo lírico" a que vc se refere parece apenas explicar a adequação de um verso ao número de sílabas. Isso é meramente uma questão técnica. Há uma grande questão temática. Camões, por exemplo, constantemente faz uso da dualidade (meu/teu, corpo/alma, vida/morte etc.) e isso tb é uma adequação de sua obra a um modelo dualista. Mais além disso, Camões constantemente faz uso da comparação do amor com o desejo, embora não explicitamente, mas diversos poemas tratam desse dilema. Isso tb é uma adequação a um modelo. Ou seja, não só quanto à técnica, mas também quanto à temática um autor pode se adeuqar. E não interessa se ele faz isso porque é o modelo vigente ou porque ele quer ganhar dinheiro, a intenção é a mesma. E eu sou um dos grandes fãs de Camões que você pode encontrar por aí, o que significa que eu acho irrelevante o fato de ele seguir um modelo e de chegar a plagiar o Petrarca (outro fabuloso poeta).

    Quanto ao foco comercial, o que isso diminui uma obra? Muitos autores fazem isso desde o século XIX e isso não os exclui, em momento algum, de uma análise justa. Eu não gosto do estilo de livro do Paulo Coelho, mas isso não me impede de achar qualquer livro que ele escreveu ruim sem ao menos ter tentado ler.

    O fato de existirem fórmulas para best-sellers, filmes etc. é meramente um reflexo da nossa sociedade. Ora, se isso faz sucesso, a culpa é de quem faz uso dessas fórmulas ou de quem as compra? Por outro lado, se no século XV os artistas se adequavam a determinados modelos (formais E semânticos) por outras questões também não os salva de sua ira. Seguir modelos é uma constante na arte. E mesmo os artistas das vanguardas do início do século XX que pregavam a "liberdade" artística seguiam modelos, mesmo que fossem contra isso. Os futuristas, que estavam entre os mais radicais, acabaram paradoxalmente seguindo um modelo criado por eles sem querer, que ditava o que era arte ou não e, por isso, dentro do seu próprio modelo a sua arte não era arte por seguir o modelo.

    Em resumo, e concluindo, não interessa se a intenção é ganhar dinheiro ou não, modelos são usados desde sempre na arte, e julgar uma obra prematuramente pelo fato de ela ser comercial ou não é um erro. Ela pode ser boa, mesmo sendo comercial. Por outro lado, se ela não tiver nada demais, a não ser o apelo comercial, tudo bem, então esculhamba. Mas esse preconceito é infundado e prepotente.
     
  16. Não comentarei o que acho certo e errado em suas palavras, ao inves disto, tentarei explicar de forma mais simples minha opnião, não vou debater a sua ideia, afinal, uma montanha pode ser vista por varios lados diferentes, porém vejo que esta interpretando de maneira errada o ponto mais importânte deste debate.

    Meu ponto de vista é simples tentarei explica-lo mais uma vez:

    Um texto na MINHA opnião é arte quando o autor do mesmo tem total liberdade de expressar sua imaginação. Se uma empresa vem até mim e me força a escrever dentro de um MODELO comercial, é gerada uma limitação ao processo de criação artistica de forma que a arte é deturpada.

    Quanto ao modelo lirico que eu utilize, isto em nada vai afetar o processo de criação, portanto não confunda o uso da palavra MODELO.

    Acho que basta estas palavras, não quero me extender situando autores, estilos, escolas e patavinas mais.

    Conclusão:

    Escritor + Liberdade de por sua imaginação no Papel = Obra Literaria.


    Eu posso escrever mil livros tendo foco comercial sem ter uma Times Warner (por exemplo) me dizendo o que escrever e o que não escrever. As palavras devem refletir meu mundo, minha imaginação e não a de um bando de acionistas capitalistas.
     
  17. Ash Nazg

    Ash Nazg Usuário

    O que eu posso falar sobre literatura comercial??? Sei la

    So sei q raramente compro livro em livrarias topo siciliano, saraiva, sodiler...... no me gusta esto.....Eu compro tudo em sebo eh la onde eu acho q eu gosto!
     

  18. 90% das vezes que eu entro em livrarias assim é so para comprar aqueles livros baratinhos que são re-edição de classicos da literatura, por exemplo recentemente eu comprei Cândido ou o Otimismo de Voltarie por 10,00 reais... fora isto ... me gusta tambien uno sebo...
     
  19. Lord Henry

    Lord Henry Usuário


    Não há NUNCA liberdade total de se expressar, e isso eu já falei em diversas mensagens com vários exemplos. E, mais do que isso, citei inbclusive as vanguardas e, dentre elas, o Futurismo, que tão contraditório foi por isso mesmo. Acreditar nisso é, no mínimo, ingenuidade.



    Ninguém força os autores a nada. Ninguém coloca um revólver na cabeça deles para escreverem da forma como os editores desejam. Eles o fazem porque assim desejam. E se eles (autores) querem ganhar dinheiro através de seu próprio esforço e trabalho, o que há de mal nisso? Dostoiévski escreveu "O Jogador" em menos de um mês pra poder pagar uma dívida. Então eu devo concluir, segundo seu raciocínio, que o livro é uma porcaria? Não, porque eu li o livro e achei muito bom.





    Você tem idéia da besteira que você falou????? Em nada vai afetar o processo de criação?????????? Você tem idéia da diferença de escrever um poema com versos decassílabos heróicos, ou um soneto alexandrino, ou com versos brancos? Você acha que escrever observando uma ideologia ou escrever um ROMANCE DE TESE, como tanto fizeram vários autores, entre eles ilustres como Eça de Queirós, Émile Zola, Aluísio Azevedo etc não afeta o processo criativo? QUALQUER MODELO, seja ele meramente comercial, uma receita de best-seller, um um pseudo-cientificismo que gera um romance de tese, ou um model de antíteses e dualismos etc. afeta o "processo criativo" assim como você coloca. Não há pureza na criação, a própria LINGUAGEM é uma barreira para o escritor, pois ele tem de descrever usando uma forma articulada coisas que nem sempre as são. Será que existem palavras e regras gramaticais suficientes para descrever a sensação de amor, de dor, de saudade, de sofrimento? Você acha que "amor" é suficiente para descrever o que você sente quando ama? Não seja ingênuo.


    Tudo bem que você critique quem deseja seguir um determinado modelo por ambições comerciais, você pode simplesmente não achar ético. Mas pretender ser diferente da aplicação de qualquer outro modelo é, no mínimo, incoerente. E mais do que isso é preconceito julgar uma obra só pelo suposto desejo comercial sem ao menos poder avaliá-la como obra. E, finalmente, um erro vulgar desconsiderar algo como arte só porque o artista visava ao dinheiro.


    Acho que basta estas palavras, não quero me extender situando autores, estilos, escolas e patavinas mais.


    Sim, isso resume de forma simplória o que você expôs.
     

  20. Mais um vez repito, não afeta o processo de criação, pois não estou referindo-me a obra final, estou tratando unica e exclusivamente do processo criativo que neste estagio pode se manifestar para o mundo real de diversas formas, seja escrita, seja falada ou até mesmo pintada ou desenhada. Estou tratando neste ponto do pensar, do imaginar. Mais uma vez, tenho que explicar minhas palavras... isto está ficando cansativo...

    Sim fui bem simplório, cansei de me extender...

    Você...fala....fala....fala...foge do tema principal...sito autores, estilos, mas...enfim...não diz sua opnião...
     

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