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Lembranças

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por Luciano Altoé, 24 Nov 2010.

  1. Luciano Altoé

    Luciano Altoé Usuário

    Olá para todos do Meia Palavra.

    Anexo a este tópico está um conto de escrevi. Como ele acabou ficando um pouco extenso, preferi colocá-lo anexo e não no corpo do tópico, como de costume. Espero que gostem.

    Um abraço!

    ---- Atualização ----

    Os que preferirem, podem acessar o conto pelo seguinte link:
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    .
     
  2. Haleth

    Haleth There's no such a thing as a mere mortal

    Se vc pusesse um link eu ficaria mais feliz... rs
     
  3. Luciano Altoé

    Luciano Altoé Usuário

    Atendendo a pedidos (hehehe), segue o link para a leitura do conto:
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    .

    Manu M., servimos bem para servimos sempre. hehehehe

    Um abraço!
     
  4. Haleth

    Haleth There's no such a thing as a mere mortal

    Ah, bem melhor agora! Obrigada! ;)
     
  5. Rodovalho

    Rodovalho Usuário

    Excelente conto!

    Me fez lembrar de meu finado avô. Esclerose senil. Ele já não se lembrava dos netos quando eu fui visitá-lo. Mais adiante não se lembrava dos filhos, nem tinha idéia de onde estava, o apartamento de minha tia, na hora, para ele, a mãe, ou a esposa.

    O cérebro, um grande mentiroso.

    A memória passa. A realidade não. A realidade eram os filhos que ainda tinham algum sentimento de combustível pra levá-los a visitar os pais. Alguns pais idosos param em asilos e nem sabem mais como chegaram lá, deixados para morrer quando viver significa doer.

    Gostei do conto não ser completamente focado numa personagem só. O velho e a velha tiveram seus momentos bem focados, suas personalidades bem trabalhadas. A filha, o padre, a bisneta. Muitos contos tem a mania de fazer a personagem principal um narrador ou quase, se limitando a um ponto de vista bem reduzido.

    E é só. Fico na espera por mais contos.
     
  6. Luciano Altoé

    Luciano Altoé Usuário

    lhrodovalho, valeu pelos elogios.

    Sempre gostei de histórias que não entregam ao leitor tudo de mão beijada. Gosto de participar do texto, de poder imaginar ou construir parte da personalidade dos integrantes da história. Normalmente nos meus textos é isso que eu tento fazer.

    Por exemplo, no texto não é possível saber, com precisão, se José foi realmente muito duro com os filhos ou se estes o olhavam com um certo desprezo/medo/pena em virtude de seu estado de saúde. Esse trabalho de imaginar como foi o passado do personagem e como ele interagia com as demais pessoas sempre foi agradável para mim. Quando faço isso nas histórias dos outros me sinto um pouco autor também, ajudando a terminar a construção daquele indivíduo.

    Pode estar certo que continuarei escrevendo, só preciso arrumar um jeito de fazer o meu dia passar a ter 29 horas. Aí vai ficar mais fácil. XD

    Um abraço!
     

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