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[L] [Vinci] [Uma História]

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por Vinci, 5 Jul 2003.

  1. Vinci

    Vinci Usuário

    [Vinci] [Uma História]

    Estou re-escrevendo Autumn Leaf para ficar melhor. O que vocês leram - ou não - é só um rascunho do que pode vir a ser um boa história no futuro.
    Mas olhem uma palhinha do meu mais recente trabalho. Quem quiser as fichas deos personagens principais para D&D, me contatar.

    A TAVERNA DUAS LUAS

    Um dia, especificadamente 3 de julho, ocorreram alguns fatos na taverna Duas Luas que praticamente criaram um novo grupo de aventureiros.
    Nesse dia, caia um pouco de neve do céu e o dia estava frio. Uma enorme árvore já havia perdido todas suas folhas. E esta árvore ficava em frente a uma grande casa, bastante animada.
    Essa grande casa era a taverna Duas Luas, famosa especialmente por ter sido fundada no século IV, por um anão e um elfo. A rivalidade das duas raças fazia com que isso fosse de tão grande valia.

    ***
    Dentro da taverna, haviam muitas pessoas, porém a bela taverna comportava todas, de modo que todas elas poderiam estar sentadas – se quisessem, claro – nas mesas.
    Os donos atuais eram os mesmos de um século atrás: o anão Valigar e o elfo Hendur. Porém agora contavam com mais uma pessoa na organização: o gnomo Goewin.
    E dentre tantas pessoas, três em especial estavam sentadas, conversando, no jardim, do lado de fora da taverna. O jardim era o local onde alguns bardos tocavam e outros recitavam poesias.
    Após algum tempo, essas três pessoas viraram quatro, com a chegada de um anão a mesa.
    Essas quatro pessoas eram bem diferentes.
    Um deles era um baixinho de pés peludos, magro e com cabelos negros encaracolados. Provavelmente, um halfling.
    Outro era alto e de orelhas pontudas. Um elfo. Ele tinha cabelos castanhos longos e os olhos também castanhos eram amendoados. Ele portava um arco e alguns instrumentos musicais.
    E havia também uma elfa. Ela tinha os cabelos loiros e os olhos azuis. Uma característica muito peculiar é que ela tinha asas. Duas asas brancas grandes saíam de suas costas. Usava alguns adereços nos cabelos longos, bastante bonitos, com certeza artigos élficos.
    O último a chegar era um anão de barba loira-escura e cabelos da mesma cor. Ele estava sempre com um sorriso no rosto e bebia mais cerveja do que o anão e o elfo juntos.

    - Acho que não seria má idéia... – começou o anão – Se nós tentarmos formar um grupo de aventureiros.

    Os colegas de taverna por um instante desconfiaram. O anão estava no auge da bebida. Era impossível não ter desviado um “pouquinho” da lucidez.

    - Estou falando sério. – disse o anão, e depois riu – Pelo que me contaram, todos aqui são aventureiros.
    - Bom, é verdade. – disse o halfling – Estou dentro.
    - Eu entro. – comentou o elfo – Faz algum tempo que não viajo, e já estou com saudades dessa vida de aventureiro...!

    Linna, a elfa voadora, não sabia o que optar. Havia simpatizado muito com os três... A decisão era difícil, não sabia se conseguiria valer algo como aventureira.

    - Eu...Eu entro. – concordou, por fim.

    O halfling levantou-se e disse:

    - Ei, Nataniel – disse, se referindo ao elfo – Vamos ver quem consegue arranjar aventura mais rápido?
    - Humph. – disse Nataniel, o elfo – Claro que eu sou bem mais rápido, Milo. Não percebe que sou bem mais carismático que você?
    - Nhé,nhé,nhé... Conversa.
    - Começa então agora, o nosso joguinho. – disse Nataniel

    Sigmond, o anão, levantou-se também.

    - Está frio... – disse ele – Vou voltar para lá dentro.
    - Sim, está com um bom frio, hoje. – concordou a elfa
    - Bom frio no mal sentido, né? Eu não vejo NADA de bom nesse frio todo. – replicou o anão
    - Com certeza... No mal sentido.
    - Humph. Você ainda está com essa túnica. Eu estou com roupa de monge.
    - È uma túnica também.
    - Feita pra ser leve. – disse o anão – Não sei como os monges conseguiam combater com esse frio!

    E foi.
    Passado algum tempo, Milo voltou, junto com Nataniel.
    - Está vendo aquele mago ali? – perguntou Milo – Ele precisa de ajuda. Vai ser nosso primeiro cliente.
    - Cadê o anão? – perguntou Nataniel
    - Foi para dentro. Estava com frio... – disse a elfa Linne
    - Eu queria falar uma coisa. – disse Milo – Eu tenho uma fazenda, não muito longe daqui e... Se vocês quiserem dormir lá, seria legal para organizarmos algo.

    Sigmond sai da taverna. Ele anda pelo jardim em direção aos novos amigos.

    - Resolveram algo? - perguntou
    - Ahamm. – disse o halfling – Nosso primeiro cliente vai ser aquele mago ali, e, se vocês quiserem, podem dormir na minha fazenda, que não é longe daqui.
    - Na verdade, não sei se concordam comigo, mas precisamos buscar roupas. – disse o anão – É difícil ficar muito tempo sem trocar de roupa...
    - Não seja por isso. – disse Milo – Podemos passar na casa de cada um para vocês pegarem vestimenta.

    E foram. Mesmo tendo se conhecido todos em apenas uma noite, sentiam que podiam confiar uns nos outros.
    Já eram grandes amigos. Era como uma tradição que fosse fundada em apenas um dia.
    Mas nem todos os grandes acontecimentos da vida de cada um são especialmente planejados.
    O acaso também pode trazer grandes mudanças e muitas surpresas, tendendo claro, mais ao caos que os planejados, mas nem por isso são piores.

    ***
    Misturando-se a neve que caía, aumentando sutilmente a quantidade conforme passava o tempo, uma folha totalmente ressecada voava.
    Errante. Voava com o vento, sem vontade própria nem nada. Mas voava.
     
  2. ta da hora o texto vinci......ficou bem escrito, os dialogos bem esclarecedores, boas descriçoes.... vo esperar a continuação..!
     

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