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[L] [Thoriën][O Senhor dos Reais]

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por Edu, 17 Out 2004.

  1. Edu

    Edu Draper Inc.

    [Thoriën][O Senhor dos Reais]

    Edit.
     
    Última edição: 29 Set 2013
  2. §Etuerpe§

    §Etuerpe§ Usuário

    Muito bom ,cara nunca ri tanto adorei muito criativo ,amei,o negócio lá dos 3 reais para os reis mendigos foi ótimo :lol:
     
  3. Edu

    Edu Draper Inc.

    Segunda Paerte do Prólogo

    2ª Parte

    Deu-se, então, que o Real foi encontrado, num futuro distante, pela criatura mais improvável de se imaginar: um robert antigo, de nome Smáugol. Smáugol acabara de ser expulso de sua família, por estrangular seu “amiguinho” Teddyágol, o Ursinho Feliz, por ele se recusar a roubar de uma velhinha que passava pela rua na época (“ele ficava me olhando com aquele seu sorriso idiota de pano! Era um preguiçoso, tive que fazer!”, alegava Smáugol a seu favor). Isso chocou a família do robert, pois mostrou a incompetência de Smáugol como um “mão-leve”, e assim ele foi expulso dela.
    Smáugol vagou por toda a Taquariba-Média, comendo batatas fritas e outras tranqueiras encontradas nas latas de lixo, até que notou algo dourado, brega e feito de plástico jogado em uma delas, perto da passarela Tirotodahora. Ele apanhou e viu que era uma nota, uma nota muito estranha. Ela era reluzente, dourada… e ele disse:
    ─ Olha… que coisa! Isso deve ter pertencido a um bicha na outra encarnação, porque nunca vi tanta purpurina junta! – Mas, mesmo assim, Smáugol a guardou. Ele pensou que aquilo poderia servir como papel-higiênico num futuro próximo, quando nenhum estivesse disponível.
    Mas aquela nota, que Smáugol veio a descobrir, depois, ser o Um Real, começou a exercer uma influência maléfica sobre o robert, e ele definhou perante ela, dizendo constantemente frases como: “meu preciossso!”, “meu amor, meu preciossso, nós te ama, ssssim!”, “meu papel-higiênico rrrreserva, ssssim! É meu, meu papel! Ganhei depois daquela buxada de bode!”, e outras um pouco mais polidas, mas que, por tal fato, não merecem ser aqui relatadas.
    Além da mente, o corpo de Smáugol também definhou. Ele, que antes era um robert piolhento, sarnento, vagabundo e barrigudo, se tornou, também, sujo e imundo, por fora e por dentro. E Smáugol se distanciou de todos os povos, indo morar no esgoto. E lá, pela ausência de sol, sua pele se tornou branca como cera, e seus dentes podres. E ele passou a cheirar a dejetos, e isso o isolou mais dos outros, principalmente dos Mendigos, pois eles pensavam que, por isso, ele tinha o que comer. (Vai entender esses nobres Mendigos líricos e sábios…).
    Smáugol se ausentou do mundo fora do esgoto, e com o Real se casou em sua mente. Não se pode negar que Smáugol era meio gay, porque, em vez de “preciosa”, ele chamava sua esposa(o) de “precioso”. Mas o que Smáugol era ou é não cabe a nós decidir, mas, sim, aos escritores dos Anais da Comunidade, que gostam de pegar em seu pé e descrevê-lo em seus livros como: “Sr. Smáugol Afeminado, filho de Não-Se-Sabe-Quem, esposo de Preciosinho e pai dos Preciosos Gracinhas”.
    Deu-se, então, em um dia, que Smáugol perdeu, não se sabe como, seu Um Real, e ele foi encontrado por outro robert: Bilboney Cozido, que passeava pelas redondezas do esgoto, e que achou o Real interessante e passou a usá-lo como folha para cigarrinhos rápidos, quando não tinha nenhuma. O Real exerceu menos influência em Bilboney do que em Smáugol, porque, na maioria das vezes, ele se encontrava chapado ou fumando um cachimbo de todo o tamanho que soltava bolhas rosas e verdes, o que dificultava o domínio do Real, já que ele, quando não estava largado na sarjeta por causa da bebida, estava soltando suas bolhas, feliz da vida em um canto qualquer.
    E é aqui que a nossa história começa, na festa de Bilboney, quando ele comemoraria onze anos, uma idade muito respeitável para um robert.
     
  4. Edu

    Edu Draper Inc.

    Muuuuuuuuito obrigado Etuerpe!
    Vlw mesmo! São epssoas como vc q me motivama escrever kda vez mais e mais! :obiggraz:
     
  5. §Etuerpe§

    §Etuerpe§ Usuário

    Que isso Thorien ,o que é bom é para se alogiar!!!!!! :wink: ,adorei a sequencia!!!!esta mais divertida! :obiggraz:
     
  6. Eli Nerwen

    Eli Nerwen Usuário

    :lol: :clap: Muito criativo Thorien! Tô esperando a continuação!
     
  7. Edu

    Edu Draper Inc.

    Parte I

    Uma Fila-Bóia muito esperada e
    A Sombra do Passado



    No dia em que o Sr. Bilboney Cozido anunciou que daria uma festa, muitas pessoas ameaçaram-no se ele não enviasse convites a elas. Por esse fato, o nosso prezado amiguinho teve que convidar todas as famílias da região. Confirmaram presença muitas delas, como os Baggos, os Baloffos, os Tûrkos (que intimaram-no a convidá-los falando algo sobre bombas), os Brande-Nuques (a família mais rica da região), os Pé-na-Cova, os Pés-Horrendos, os Cornointeiros, os Cozidos e até os Sacola-Cozidos, famosos por roubar o “Cozido da Mamaín”, iguaria feita pela família Cozido, com, nada mais nada menos, que… sacolas!
    A festa, claro, era dedicada a Bilboney, que comemoraria seu onzécimo aniversário. Tudo fora roubado… quer dizer… arranjado com antecedência. Era costume entre os roberts dar presentes em seu aniversário, e não receber. Por isso, todos os brinquedos foram encomendados da Fábrica de Lembrancinhas VALLE, e eram muito bons, conservados e bonitos, como botões, fios-dentais e chicletes mascados, já que a família Cozido era, de certa forma, muito rica.
    Como local da festa foi escolhido o quintal da Vizinha, que não deixou que eles se utilizassem dele. Mas os Cozidos não desistiam facilmente. Eles queriam aquele quintal, e o teriam! Miraculosa e misteriosamente, algum parente da Vizinha morreu, e ela anunciou que passaria duas semanas fora de casa, mas que não era para os Cozidos usarem seu quintal para a festa. Essa parte, me parece, eles não escutaram.

    Bilboney chamava aquilo de festa, mas era mais um arrastão do que qualquer coisa. Quando todos os roberts haviam ganhado seus presentes e pegado alguns “emprestado”, começaram a beber, a dançar, a quebrar copos, a xingar, a contar piadas, a virar uns aos outros de cabeça para baixo em latas de lixos, a saquear a casa da Vizinha e outras coisas muito mais interessantes que essas, que fariam até Sauromau rir. Bilboney, então, vendo que tudo era bom, foi descansar com uma “amiga” dentro de casa, voltando tempos depois, quando todos estavam comendo.
    “Discurso! Discurso! Discurso!”, gritaram uns. Outros, mais desgostosos, gritaram outras coisas menos honrosas. Bilboney tirou um papelzinho do bolso, subiu em uma cadeira e começou a lê-lo:
    ― Irmãos e irmãs! Vocês que estão aqui, aleluia, sabem que o fim está próximo, glória! Glória! Dêm-me o vosso dinheiro, irmãos, e encontrarão a vaga no céu! Aleluia! Glória, aleluia! A… não, não é isso. Me desculpem, meus queridos amigos e companheiros roberts… esse é o discurso pra quando eu for virar pastor… – disse Bilboney, envergonhado e raivoso, ao ver que algumas robertas fiéis haviam se ajoelhado e queriam pagar pela tal vaga no céu com beijos nos pés e outras coisas mais que não eram dinheiro. O Sr. Cozido não era de se enganar assim tão fácil, e não aceitou.
    Bilboney se endireitou na cadeira e procurou outro papel em seu bolso, o do discurso para o aniversário. Encontrou-o e começou a ler:
    ― Eu tenho três motivos para fazer o que vou fazer. Primeiro: sou lélé, e o que vou falar não tem lógica. Segundo: eu devo mais da metade de vocês, não como gostaria; e estou ameaçado pelo dobro da metade de vocês a metade de um quarto e meio, que vocês nem imaginam a metade do quanto! Por isso, sinto necessidade de cancelar minhas contas na Suíça e partir para um exílio. Vou agora! Adeus! “PÁ!”.
    Mas o “PÁ!” não era esperado por ninguém, muito menos por Bilboney. Sua avó, Bilbina, viera por detrás dele e lhe dera uma “frigideirada” na cabeça tão forte que ele caiu duro e empacotado no chão. Ela achava ridículo ele querer fugir com toda a grana, fruto de anos de estelionato da nobre família Cozido… “Peguem tudo o que der e, se ele perguntar, digam que foi a cachaça!”, gritou a velha, sem dentes e babando ao falar, e os convidados pularam sobre Bilboney, roubando seus reais, seus brincos, batons (!!!), pulseiras e outros objetos mais. Mas foi seu sobrinho mais amado, querido, admirado e louvado, Fodorico, de apelido Fodo, quem encontrou uma Nota reluzente e brega amarrada à sua ceroula (N/A: espécie de cueca antiga). Era uma nota tão estranha que ele guardou só para ele mesmo, e não mostrou a ninguém.
     
  8. Eli Nerwen

    Eli Nerwen Usuário

    :lol: :lol: Que discurso é esse meu Eru!!
     
  9. Edu

    Edu Draper Inc.

    Depois de terem saqueado tudo que encontraram pela frente e vendido a casa da Vizinha a um turista americano (proveniente de Angabanda) que passava por ali, os roberts foram dormir, cada um em sua casa. Por um acaso do destino, milagre ou coisa parecida, eles se esqueceram de Bilboney dentro de uma masmorra, e lá ele ficou.
    Fodo foi dormir em seu quarto com seu amigo Lalalf, que era um velho sábio e pervertido de mais de quinhentos anos de sacanagem. Durante a noite, quando Lalalf pulou para a cama de Fodo, alegando que estava com medo da porta, ele achou uma nota reluzente e brega em seu bolso, e se levantou gritando:
    ― Olha, que coisa mais incrível do mundo! Eu tinha perdido isso, Fodinho, obrigado por achar!
    Mas Fodo, que de bobo só tinha a cara e o andado, olhou para Lalalf indignado, e gritou:
    ― Perdeu nada, sua bicha! Eu achei a Nota! Ela é minha! Minha! Meu presente de aniversário!
    ― Tá bem, tá bem, seu miséria! Mas… espere! Essa não é uma nota qualquer… eu me lembro dela. Foi Çauron quem me mostrou naquela noite… Fodo, esse é o Um Real!
    ― Tá doido, mano Lalalf? Eu já disse que…
    Mas Lalalf, que era meio doido e exímio conhecedor das notas falsificadas, não deu atenção a Fodo, e jogou o Um Real na privada do banheiro da suíte em que estavam. Fodo gritou igual uma orca no ato de acasalamento, e o Real também:
    ― Lalalf, seu velho pervertido e sujo! Devolve o meu brinquedo! – Gritou Fodo.
    ― Me tira daqui, seu FDP!!! – Gritou a Nota de dentro da privada..
    Lalalf, mais que depressa, retirou a Nota da privada, e disse:
    ― Um, não era o que eu queria ouvir, mas… espere! Está aparecendo! Olha, olha, Fodo!
    Agora, palavras começavam a aparecer no Real. Palavras estranhas, em uma língua antiga. Lalalf tentou se afastar do Real, com medo, mas não conseguiu. Fodo se encaminhou até ele, para ver o que estava escrito:

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    ― Esse é Um Real, o Um Real! Ai… que medo, Fodinho!
    ― Lalalf, deixa de ser mulherzinha! É só mais uma nota chula e mal feita! O que isso poderia nos fazer? Por acaso tem medo de notas barangas também? – Riu-se Fodo.
    ― Ah, corta essa, mano Fodorico! Mas essa nota é muito perigosa sim! Vou te contar a história dela: em Herege, antigo lar dos mendigos pagãos antes da vinda da Igreja Universal do Reino de Eru, muitos reais mendiguéticos foram feitos. Reais mágicos, como se diz, para enganar as quiança, que ainda acreditavam em mágica. Um chapa meu foi para lá na época fabricar reais. O nome dele era Çauron, Çaurinho, Çauroso. Ele era o mauzão da época, e ajudou Celebimbão, um mendigo, a falsificar os três reais de seu povo. Anos depois, ele falsificou, na Comunidade de Morrordor, os sete reais dos anões, e os nove dos capangas. Quem usa um desses reais atrai as dívidas e a puliça, e fica para sempre sob o olhar negro do Governo, que vive em Brasílad-Dur. Aos poucos, a pessoas começa a desaparecer; primeiro se vai o RG, depois o CPF, e depois a Certidão de Nascimento dela some; e o Governo, que é perverso e possui um coração negro, dá um jeito de “suicidar” o camarada, para que não restem provas do domínio maléfico do real…
    ― Que demais! Posso ser do Governo, Lalalf? – Perguntou Fodo.
     
  10. Eli Nerwen

    Eli Nerwen Usuário

    tho, já tinha lido e te dito o que achei, ams não custa falar de novo né?

    :lol: :lol: :lol:
     
  11. Dinaen

    Dinaen Bebendo com um

    por q num continua?
    tá legal.
    ah, a imagem num q aparecer
     
  12. Edu

    Edu Draper Inc.

  13. Dinaen

    Dinaen Bebendo com um

    :uhum: sério
    olha só :nope:
     

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