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[L] [LucasXD] [Avaliem meu conto.]

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por **LucasXD"", 25 Out 2006.

  1. **LucasXD""

    **LucasXD"" Banned

    Olha, nem é muito longo e queris saber o que vocês acham... Valeu?


    Jacqueline acordou há décima hora, entrementes era domingo e isso a salvava de angústias como advogada criminal.
    Era ambiciosa, bonita e inegavelmente inteligente, mas odiava seu pai, um homem milionário. Que se comportava de uma forma acertada com os repórteres e era horrível com a família.
    Sentia-se bem a família dela e ela residindo num país exótico como o Brasil. Onde se ironizava os obstáculos. De gente feliz, que em freqüência “rebaixava” os problemas “concluindo” em sentido Machadiano e, portanto irônico que poderiam ser resolvidos com a rapidez.
    O nome da mulher era conhecido onde moravam. Por isso muitas pessoas quando queriam resolver algum problema que pudesse envolver um tribunal, a contratavam... E ela ia com prontidão resolver.
    Possuía poder de persuasão e por isso ganhava a parte majoritária dos casos, porém tinha dificuldades contra outros advogados de escalão alto.
    No seu íntimo desejo queria matar o pai, já sonhara com um punhal e se dirigindo a cama e cravando o mesmo nas suas costas, aquele sangue sujo manchando o pijama, tirando uma vida não merecida.
    Claro que não era somente pela subestimação de juiz competitivo com ela que queria retirar-lhe a vida, também porque a proibia, houve uma vez que ousou escolher os casos que deveria aprovar... Será que a conhecida Jacqueline não podia nem inicialmente escolher suas opções?
    E por outros motivos tantos, que o leitor vai se aperceber.
    Seus pais moravam em casas separadas, mas eram casados, por constantes brigas que ambos possuíam.
    Estava na sua casa digna de uma profissional do escalão. Idolatrava as obras de Joan Miró, mas comprava as imitações.
    Sua moradia era um sobrado de cinco quartos e um desses era especial para as visitas que não vinham com assiduidade, usava só um dos dormitórios, aquele era um capricho, pois a construção continha tantos quartos porque gostava de lugares grandes.
    Mas também porque com a profissão que possuía era de sensatez passar uma impressão decente.

    ***
    Jacqueline depois de almoçar estava na sala de estar, quando o telefone começou a tocar e ouviu a voz de sua secretária, Veronika.
    _ Olá – Havia dito a empregada animada _ Tenho uma pergunta para lhe fazer; eu não sei se devo dar o aviso para o seu colega tão cedo, portanto, sou permitida?
    _ Diga a ele que não tempo a namorar, trabalho. Compreende? Por que será que o mesmo não percebe que tenho uma vida atribulada com problemas?
    _ Não destrua seu controle...
    _ Como?! Será que não entendem que tenho que passar o domingo com a minha família?
    _ Mas você me diz que odeia o seu pai e não gostaria de se manter perto dele.
    _ Quieta, arranjo desculpas.
    _ Sim, mas...
    Anterior ao ato de prosseguir da funcionária, Jacqueline perdera o senso correto e desligara o telefone bruscamente. Será que não compreendia que o nervosismo era quase menos leve do que suportaria?
    A secretária era havia lhe pedido o emprego a compridos tempos, naqueles regressos estava ansiosa com um filho e uma filha. Quatro e seis anos, na ordem como eu escrevi.
    Aquele dia da chegada da candidata e na mesma corrente de “luz” a “oportunidade” era uma segunda-feira. Jacqueline naquele tempo despertara a manhã com vontade de executar uma bondade para alguém, não possuía motivações especificadas para isso... Mas queria. Simplesmente queria. Percebera que estava mentindo para si, e por fim admitira-se que estava nas horas de executar a promessa feita há anos anteriores... Que se demonstra abaixo:
    ***
    A advogada tinha vinte anos e no instante que decidira fazer uma consulta rotineira, (uma mulher prevenida e com cuidados) Descobrira a tuberculose.
    _ O vírus que causa a doença todos tem – Explicava o médico com uma curiosidade _ Certa dica? Adquira cuidados e seja assídua para visitar esse consultório, próxima semana mostraria bons cuidados; boas prudências.
    O bom profissional, claro, receitou um remédio.
    A mulher se surpreendera quando sugerira os sete dias que vinham logo, pensava que provocava precauções excessivamente grandes aos pacientes, mesmo assim, ele que sabia as atitudes melhores.
    Ela então tomara todos os remédios e não se apercebia melhorada. Não confiara nele.
    Então para curar a doença fizera vários “sacrifícios” a Deus, mas pareciam todos ignorados.
    Depois percebeu que as atitudes descritas extremamente resumidamente não seriam exatamente o mais sensato para pronunciar “adeus” a doença, então se concluíra por ajudar os semelhantes.

    Pegara o carro Alfa Romeo e foi até a casa de um parente, afinal, antes era acertado começar por quem sabia o caráter, para depois abandonar os limites típicos de início.
    Chegara à casa de um primo e o mesmo pronunciou:
    _ Não me visitavas... Veio por quê? Pena tardia?
    Não respondeu.
    Ele começou a chorar sem um motivo com rapidez identificável.
    Fora a primeira vez que vira o ser do parentesco se esbaldar nas lágrimas, ela se sentia um pouco feliz, pois notara os sentimentos tristes dele pela primeira vez... Notara a que o primo também continha sentimentos.
    _ Por que está triste? – Perguntara procurando imitar uma atitude mecânica; buscando satisfação.
    _ Porque ninguém me considera. Tenho uma doença assustadoramente forte, reflete que?
    _ Que vai “saltar” o difícil obstáculo.
    _ Sabe de que me refiro?
    _ De...?
    _ Câncer! Por vezes me auto-inquiro o que virá no prosseguir da vida minha... Quando vou dormir penso que no outro no dia não vou abrir os olhos para me envolver com as coisas que são materialistas. Mas rapidamente; apesar dessas levemente insuportáveis preocupações, durmo. Agora não tenho mais o verdadeiro temor de minha alma ir ao maravilhoso e longo espaço espiritual.
    A visita assentira, seguira ele então com os verbetes:
    _ Acordo a manhã e sinto vontades insanas, vontades de sair e bater os pés no cinema bem fortes até deixar os outros irritados, rir num velório, observar o pôr do sol incessantemente. Tenho gana também de chorar; chorar inconsolavelmente. Desejos outro também de não dormir... Tomar uma jarra de café grande para passar a noite acordado.
    Ela repensara por breve instante e vira com os olhos secretos que aquilo era apenas uma explicação das vontades profundas que ocorriam, silenciadas pelo senso certo.
    Porém a maioria das pessoas eram como o seu primo. Percebiam o “não-falso” valor (Não preço) de ter a vida emprestada pelos Deuses quando percebiam que a morte estava próxima, talvez ainda imaginando-a vestida de negro... Com o rosto branco... E uma arma mão.
    Jacqueline falou com ele sobre a tuberculose que tinha... E se esvaiu da sala, pensava que com a visita iria curar a enfermidade.
    ***
    Então concluíra que deveria fazer algo que trouxesse resultados de superioridade.
    Pensara por poucos dias e decidira ajudar a inicial pessoa pobre que aparecesse. Havia bastante gente que isso fazia em apuros.

    Até que numa ensolarada tarde Veronika, a secretária atual, estava à porta de seu escritório. Perguntara:


    _ Tem um emprego a mim?
    Jacqueline estava bastante próxima de responder a pergunta com uma inesquecível reprimenda. Como pensava que poderia trabalhar de secretária? Se as iniciativas (como aquela) que possuía não eram corretas, não possuíam ética!
    _ Em início – Falara a adoentada buscando manter as paciências _ Seu nome?
    _ Veronika.
    Apesar da ousadia da visitante a pessoa pedida do favor continha uma coisa plenamente lógica na mente, afinal... Era a oportunidade da cura de algo maléfico!
    _ Sente-se – Pronunciara apontando para uma cadeira de estofado marrom.
    A pobre de dinheiro e poder colocou-se delicadamente da onde fora sugerido.
    Ela olhava a sala com admiração.
    _ É bonito o escritório – Não deixara de dizer.
    _ Você refletira o que encerrara de pronunciar? – Perguntara a advogada imaginando o sim, mas queria mostrar que apesar da riqueza tinha a estima do seu ambiente de trabalho baixa, não demonstrar orgulho... Mas apenas objetava segredar o sentimento. E obteve sucesso.
    _ Sim.
    Verdadeiramente aquele ambiente não era feioso, com quadros bonitos (Imitações de obras de Leonardo da Vinci e Pablo Picasso) e o maravilhoso chão de mármore italiano quase todo coberto por um tapete persa.
    As paredes eram azul cobalto.
    _ Vamos ver o que não tem sabedoria na língua inglesa – Proferia ela agora desejosa, com buscas saudáveis... Para a pessoa que tinha consigo dois filhos... Que ficavam sempre quietos... Orientados pela mãe - com certezas profissionais quase completa na “arte”.
    _ Maravilhoso – Falou a talvez futura trabalhadora - Essa com receio.
    _ Vamos começas com uma simplicidade generosa. Para um início facilitado... Pergunte meu nome.
    _ Seu nome?
    Jacqueline suspirara...
    E exclamara:
    _ ... Em Inglês!
    Veronika ficara preocupada. Mesmo que o início fosse estranhamente com ausência de dificuldade, não sabia, a outra com a percepção proferia com a língua carinhosamente entre os dentes. Sendo camarada em hora incorreta:
    “ What is your name...”.
    O resultado fora nulo...
    Indescritivelmente nada...
    Logo a profissional alegara que o superior de probabilidade era o nervosismo... Apesar de que não era nem admissível ser lenta para responder aquela questão.
    Num tom de voz ofegante trocou o assunto:
    _ Bem... Seu conhecer então de... Informática.
    Ficara preocupada, com o medo parecendo unido ao sangue, mas estava forçando os pensamentos para si: “Capriche Veronika, o que objeta conseguirá”. Essa reflexão era prudente e encorajadora.
    Mas outra voz rebatia: “Como você acha que vai conquistar o emprego? Sabendo diferenciar um mouse de um teclado?”. Era verdadeira, mas fazia fraquejar.
    _ Não sei – Falara na direção a fuga...
    _ Tente – Recomendou Jacqueline não acreditando na fala _ Com pensamentos desses não vai dizer o mais simples da língua inglesa ou acionar um computador.
    Veronika se dirigiu para o aparelho e se assentou numa cadeira estofada de azul com as outras partes de metal pintado de negro.
    Viu o gabinete, mas aquilo lhe aparentava uma caixa branca com buracos finos e retangulares sem utilidade.
    Quase de repente notara com surpresa que a caixa continha no seu corpo um botão branco, logo a intuição “mostrava” que se o apertasse a máquina iria ligar sem próximas complicações...
    Mas não...
    Havia alguma coisa a ser somada...
    E isso “demonstrara” a razão. Afinal, e o resto da aparelhagem?
    Jacqueline não concordou em ter atitudes de calma para se permitir aguardar; e agira.
    Acionara o estabilizador e o monitor, um logotipo que era uma espécie de quadrado distorcido que eram formados com outros quatro quadrados meio deformados com quatro cores bem distintas apareceu.
    As colorações eram verde, vermelho, azul e amarelo.
    E estava escrito:
    WINDOWS 98
    MICROSOFT
    _ Por que o teclado não está organizado em ordem alfabética? – Falara procurando perceber se aquela mulher tinha mais do que esperados conhecimentos específicos de informática, isso não seria importante, mas não deixava de poder ser aproveitável.
    _ Não sei – Respondera decepcionando em parte, pois era o que a outra em sua maioria aguardava.
    Ela então começara a explicar rapidamente, sem ligações entre os fatos que diria e esses fatos anteriores:
    _ Por que se fosse realmente à ordem que você aprendeu na primeira série os usuários digitariam rápido e nós travaríamos o computador em exagerada freqüência, agora com o teclado exposto dessa forma que está observando no momento – A advogada pode perceber a outra com atenção no artefato _ Poderemos fazer as coisas certas, sem nos estressarmos mais do que a vida moderna de forma que nos incomoda já dá as permissões desse jogo que por vezes fazemos fúteis... Que se chama vida.
    Veronika então também ignorou uma correta continuidade, mudando os assuntos de um jeito levemente agressivo para consigo:
    _ Você tem conhecimentos do que é atual... Eu não, nasci para trabalhar numa casa ao resto dos tempos de vida. Cozinhar para talvez marido e filhos, nada para além... Igual minha mãe incansavelmente afirmava quando era uma tenra garota de sete anos.
    Literalmente recortando o caminho...
    A defensora de clientes dissera:
    _ Que idade possui?
    _ Por que objeta saber isso? Que para mim é de minha particularidade...
    _ Próxima me encontro de ser sua chefe.
    A resposta fora sutilmente fria, como que se fosse um leve beliscão na pele extremamente branca de Veronika.
    Mas respondera, destruindo momentaneamente as suas introspecções:
    _ Trinta.
    _ Que nome tais crianças que concluo que são suas filhas pelos carinhos íntimos e que lhe fazem em certos momentos tem? – Perguntou fazendo uma enorme alusão ao fato dito e questionando-se segredamente a si o porquê daquele comportamento tão admirável.
    _ Lara e William, e acertara quando se deu a finalizar que são meus filhos.
    Lara era uma garota bonita e parecia ser mais nova que o outro.
    William, vestia uma camiseta e uma calça simples.
    _ Que idade tem ela e ele? – Questionara a advogada.
    _ Quatro e seis anos, William tem seis e Lara quatro.
    A chefa parou um pouco de dizer para analisar a necessidade de falar o que planeava...
    Chegara rapidamente a uma conclusão que não necessária era, mas havia a força da curiosidade...
    _ Me aparentam comportamento de boa classe – E parara para observá-las que aparentavam um leve susto por serem comentadas na conversa _ São muito tímidas e por isso estranharam o local ou pouco mimadas?
    _ Pouco mimadas – Mentira, não objetando que a outra avaliasse que passara uma educação em excesso conservadora para a menina e o menino.
    Jacqueline detectara a falsidade, até aí se poderia ignorar o fato, mas não suportava mentiras... Mesmo acostumada com essas na profissão:
    _ Saia!
    Veronika concluíra certamente com o que havia acidentalmente ocorrido... Tentou de um jeito muito pouco eficiente; abafar o que se amostrava, mas era horrível em isso:
    _ Não... Com a lógica que não.
    _ Sim com referência a tal momento. Desapareça.
    A visitante pareceu demorar a processar a informação de que havia perdido uma grande chance por causa de uma leve falsidade...
    Jacqueline era exagerada.
    Apercebendo-se dos pensamentos da outra, a advogada quase gesticulou, mas exclamando:
    _ Vaporize-se!
    Veronika olhou com atenção nos olhos daquela pessoa demonstrando uma quantia considerável de raiva, mas viu ódio nos outros órgãos oculares.
    Então se virou para a porta de madeira pintada de branco juntamente com as crianças que foram sem ser chamadas... Já estavam acostumas com as oportunidades perdidas daquela que parecia a única perseguida pelo real azar...
    Pois sempre se encontrava com pessoas muito rígidas, e não se acometia bem com regras.

    Enquanto deslizava a mão doentiamente vagarosamente até a maçaneta, Jacqueline mandou-a esperar.
    Veronika virara o rosto inegavelmente triste e a outra falara com uma sutil pena nas articulações, falando um clichê de coragem:
    _ Até no inferno a esperança.
    Entretanto para aquela gente que fraquejara; mas era estranhamente dinâmica... A frase não era de validade... Parecia-lhe um capricho da outra...
    E se não fosse... A outra esqueceria de que havia dito, era ausente então de importância.
    Teve uma atitude forte ao falar:
    _ Cale-se.
    E chamara as crianças, sem necessidades.
    Então aquela gente reunida estava... E de um jeito lúgubre saíram...
    Enquanto andavam no seguinte corredor do prédio... Não conversavam.

    Porém alguma coisa palpitava na cabeça.
    Tinha a intuição que ainda iria conseguir o seu emprego...
    Que aquela chefa ia rever os fatos e aceita-la. Mas será que sua intuição estava funcionando obedecendo a certas leis do que é certo?
    Bem... Não acreditava. Julgara como unicamente uma idéia vaga que permeavam a mente por vezes.
    Porém sua mãe sempre dizia que a intuição não escolhia aqueles que creiam para agir e sim os que não acreditavam para conseguir mais adeptos, a intuição era esperta... Era uma das coisas que não se tinham hesitações.
     
  2. Sally

    Sally Un enfer de griffes et de croc

    Re: Avaliem meu conto.

    Nao que eu entenda muito bem sobre como escrever contos ou essas coisas, mas vc precisa melhorar um pouco mais... O começo eu achei meio monotono e sem graça, eu quase dormi no meio, e o final ficou meio assim :think: ...Tenha calma na hora de escrever, se prepare mais para isso e leia mais!
     
  3. **LucasXD""

    **LucasXD"" Banned

    Re: Avaliem meu conto.

    É que na verdade era par ser o primeiro capítulo do meu livro


    :tsc:
     
  4. Edu

    Edu Draper Inc.

  5. Sally

    Sally Un enfer de griffes et de croc

    Re: Avaliem meu conto.

    Ah voce nao falou antes, nao tinha como eu saber neh!!!:ahn?:
     
  6. Eriadan

    Eriadan Usuário Usuário Premium

    Re: Avaliem meu conto.

    Lucas, uma sugestão, por experiência própria: escreva MUITOS pequenos contos antes de decidir escrever um livro - ou então faça um livro curto e simples. :wink: Eu devo ter aqui em casa mais de dez inícios de livros inacabados, que chegaram lá no 10º capítulo e eu: a) enjoei da história; b) decidi mudar e acabei reescrevendo e/ou desistindo; c) me enrolei no meio porque de repente não fazia mais sentido em vários pontos. Escrever livro é complicado. Acredito depois de tudo que é quase obrigatório fazer um planejamento: saber aonde você quer chegar na história; a não ser que deseje escrever e escrever e não revisar no final, e assim pode deixar a história rolar, mesmo sem nexo, até cansar. É até interessante fazer isso, mas é muito possível que você acabe desejando mudar algumas coisas que já foram escritas, e é uma decepção quando isso acontece.

    Enfim, aconselho que leia e treine mais antes de pensar muito grande. Com pequenas histórias, seus resultados futuros podem ser bem mais produtivos.
     
  7. Lukaz Drakon

    Lukaz Drakon Souls. I Eets Them.

  8. ShidoSan

    ShidoSan Traí o mov. vegetariano véio

    Seu roteiro tá muito manjado Lucas. Tá parecendo novela das Oito...
     

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