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Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por Logan Mcloud, 19 Dez 2002.

  1. Logan Mcloud

    Logan Mcloud Usuário

    [Logan] [ noturnos ]

    bem eu nao sou escritor.... muito menos literato.... mas eu andei escrevendo umas coisihas e espero q vcs gostem ou no minimo q nao me critiquem muito.... espero criticas.... sei lá.... eu falo demais quando eu estou meio receoso de fazer alguma coisa portanto vou mandar a hitoria logo....



    A tempestade (introdução)


    Qualquer palavra escrita aqui para descrever o que ocorreu naquela noite será apenas uma mísera atenuação do que realmente ocorreu, do realmente foi o horror que todos os que presenciaram, horror que jamais irão esquecer. No entanto eu estou disposto a tentar descre-ver aqui o que me foi dito depois, por quem esteve naquela noite, quem vivenciou os fatos, quem ficou com esta marca indelével por toda a vida, talvez toda a eternidade.
    O bramido das vagas indo de encontro à falésia sob a fortaleza era como um grito por piedade, numa súplica pelos ainda não nascidos pelos q ainda viriam e virão para esta terra. Os clarões dos relâmpagos cortavam violentamente o firmamento tentando em vão iluminar o quar-to no qual estava para nascer o filho da noite. O frio se fazia presente como nunca dantes na-quelas paragens da Irlanda antiga. Os cristais de gelo perfeitos podem ser vistos nos vidros das janelas, esta não era uma boa noite para nenhuma criança nascer, esta era uma noite de mau augúrio para qualquer um. Aquele que nascesse esta noite estaria marcado pelo resto de sua vida, mas o que estava por vir não era uma criança comum. A escuridão que emana da crian-ça obscurece o quarto onde sua mãe, uma concubina do senhor daquelas terras, sofre com as dores de um parto difícil que já se arrasta por muitas horas, o tique-taque monótono de um grande relógio pode ser ouvido ao longe cortado por gritos de dor lancinantes e trovões tal qual rugidos de feras lendárias. Muito embora a temperatura daquela noite fosse uma das menores já vistas por ali e a tempestade que vinha ter sido conhecida como a maior de todos os tempos, todas as mentes daquela fortaleza estavam dirigidas para aquele pequeno quarto, onde uma diminuta mulher dava a luz ao seu filho. O calor que emanava daquele quarto, que mais parecia vir da criança ao invés da lareira, foi tomado como uma espécie de presságio mas nenhuma da-quelas almas simples poderia se quer imaginar o que estava nascendo ali naquela noite inimagi-nável.
    Outro grito de dor corta a noite, mas desta vez o grito é seguido por uma sensação de fim, de realização, de término de uma missão... do término de uma vida. E naquele escuro e quente quarto, naquela negra e fria noite os milagres da vida da morte estavam ocorrendo jun-tos pois no instante em que uma vida foi trazida outra foi ceifada uma mãe morreu em nome do seu filho.
    E em meio às trevas e à luz veio a criança, a parteira corta o seu cordão umbilical e com um temor inconsciente levanta o bebe pelas pernas para lhe dar a palmada q vai fazer com que os seus pulmões se abram para a vida que reside no ar para a vida que foi ganha em detrimento de outra e ao se preparar para desferir o golpe a parteira percebe o olhar da criança fixo em sua mãe, que ao ser observado se volta e encara a mulher com um sorriso na face. Um sorriso que vai aumentando e chegando ao limiar de uma gargalhada, uma gargalhada estridente e in-fantil mas uma gargalhada. A parteira horrorizada com aquela visão grita a plenos pulmões e solta o pequenino menino que cai pesadamente nos lençóis. E a gargalhada continua, sobrepu-jando o choro, sobrepujando os relâmpagos, rindo da dor e da morte pois ali na cama na qual fora concebido e onde agora uma mulher jazia morta o filho da noite nascia, aquele q é o mal e o amor em um, chegava à vida rindo e diferente de todos q já vieram ou viram a pisar sob ou sobre esta terra seu primeiro sopro de vida foi de prazer e não de dor. “Quando nascemos , choramos por termos vindo para esse grande palco de loucos” no entanto ao avesso do que es-creveu Shakespeare, Logan ria e regozijava-se por ter vindo para ter parte nessa grande e tragicômica tragédia q é a vida.
    Os outros criados alertados pelos gritos entram no quarto para ver aquela cena pavoro-sa, um a um todos os criados da casa vão chegando e se amontoando no corredor e na entrada da porta sem conseguir coragem o suficiente para entrar naquele quarto, onde uma mulher chora e outra jaz morta e uma criança pequena, enrugada e avermelhada ri. As criadas velhas fazem seus sinais contra o mal, os homens praguejam e cospem para protegerem-se no entanto o mal augúrio lá estava, à criança ainda ria enquanto os velhos recuperando a sua compostura entraram no quarto e retiraram a criada que já não era mais dona de sua razão, encarados pe-los olhos (de um negro tal qual carvão) da criança olhos que fulguravam de inteligência maldade e amor, depois que a criada foi levada às atenções se voltaram para a criança que agora estava a dormir tranqüilamente na frente de todos a chupar o dedão da mão direita.... palavras ditas rapidamente podiam ser divisadas no silencio reinante agora parecia que o olho do furacão es-tava por sobre a fortaleza preso por mãos invisíveis saídas do firmamento e então assim envol-tos no cone de silencio a fortuna daquela coisinha pequena e avermelhada foi decidida, ela de-veria ser jogada ao furor da noite, a violência inclemente do frio, ao cortante abraço do vento congelante e ao agradável beijo da escuridão e que aquela criatura amaldiçoada por deus mor-resse comida por um de seus vis irmãos filhos da noite vindos do inferno ou que o frio justo e feroz da mãe terra desse termino em seus dias. Isto era oq deveria ser feito e os mais velhos diriam ao seu senhor que a mulher morrera junto com a criança no instante do parto e as suas covas teriam sido feitas no silencio daquele instante e nada daquilo deveria ser dito jamais. E assim foi feito.
    As pesadas gotas de chuva voltam a se abater sobre a fortaleza o cone de silencio ha-via passado a tempestade redobrava sua violência inclemente. um homem em passadas largas sai do conforto do interior das muralhas para desempenhar sua tarefa sombria, seu nome é Edgar sua colocação é de senhorio da casa mas ele esta a apunhalar o seu senhor abandonando o seu primogênito a própria sorte naquela noite negra,seu rosto uma mascara de dor incontida denunciam o repudio por tal tarefa, nunca dantes ele cometera nada conta o seu bom senhor. Ao sair da estrada em um local um pouco distante da entrada da fortaleza o senhorio deixa o seu fardo ali e se afasta em silencio ciente q esta tirando a vida de uma coisinha tão pequena que não pode se quer ajudar a si mesma.
    Apenas a chuva e os trovoes podem ser ouvidos dentro da fortaleza naquela noite, ne-nhuma briga de pajem, rincha de soldados, querela de mulheres... nada, a vida da fortaleza es-tava em suspensão até o grito. Ah o grito, um grito de horror que fez com q o sangue dos mais valentes gelasse em suas veias e lhe enregelasse a vontade, uma mulher vira o que não deveria ver no clarão de um dos raios. Uma criança de menos de um dia estava a andar, isso mesmo que lhos digo, estava a andar e encaminhava-se para cima de uma das criaturas da noite, um cão de proporções fenomenais o estava esperando sentado as bordas do bosque, tal qual esperando a criança chegar ate ele com uma paciência titânica, quando a criança estava a meio caminho des-te ser, outro relâmpago sobe aos céus passando por dentro daquela criaturinha frágil e delica-da então clarão se desfaz e o silencio vem. Nada, nada pode ser ouvido, nem mesmo os mais apurados ouvidos poderiam ultrapassar aquele estranho fenômeno, o mundo parou naquele ins-tante no qual o filho da noite fora retirado de sua mãe pelas garras da mãe de todos, pelas garras da mãe terra. E então a noite chorou e seu lamento foi feito em parte pelo uivo daquele monstruoso animal que estava a chorar a morte de seu protegido e um corvo a grasnar se jun-tou ao seu lamento, e a escuridão tomou forma (ainda q disforme uma forma. Uma forma q era apenas sofrimento, sofrimento de uma mãe q perdera o seu único filho), aqueles q estavam lá dizem ter podido sentir a dor que emanava da escuridão uma dor pura e silenciosa opressiva até. Nem a tempestade teve coragem de se opor à tamanha dor e ódio e então a chuva deu trégua e eis q o riso de uma criança pode ser ouvido em meio ao silencio daquele instante e as trevas se desfizeram em satisfação o grasnado se tornou jubiloso e o uivo passou a ganidos de satisfação e eis q pela primeira vez eu vi o meu amor eu vi a morte.



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    abraços Dwarf :oops: :oops: :oops:
     
  2. Logan Mcloud

    Logan Mcloud Usuário

    bem aki vai o inicio de outro capitulo..... poucas pessoas leram... eu esperu q tenham gostadu...... gostaria de receber criticas.... sei lá...........



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    A morte (cap. I)
    Bem, caro leitor, como posso descrever semelhante criatura ?Pensam vocês por certo, que és um monte de ossos de capuz e uma enorme foice? Não poderiam estar mais enganados, tal qual ao chamar a Lúcifer de ser horrendo ou a um diamante de conta de vidro.
    Sim meus amigos, aqui lhos digo que encontrei-me com a morte aquela noite mas os falo também que esta não foi a ultima vez que a vi. Pois acreditem ou não, já faz alguns bons séculos que vim por meus pés sobre este planetinha no qual residimos todos (por enquanto apenas, assim espero).Naquela época a Irlanda era apenas um pequeno amontoado de clãs q viviam em constantes lutas internas e a fortaleza na qual nasci não passava muito de uma grande pilha de pedras úmidas e juntas com musgo e terra empilhadas fortemente a beira de uma enorme falésia já a muitas gerações, tinha apenas alguns quartos e algumas salas mas era uma das maiores fortalezas daquelas paragens. Os lençóis eram de um pano muito fino que fora trazido de outras terras mas a maior parte das vestes era feita com a mesma trama a qual era algo como um trançado de algodão muito grosso e pesado mas no entanto razoavelmente quente.
    Mas que estou eu a fazer aqui nessas folhas de papel que não lhes descrevi ainda a mais bela de todas as criaturas existentes?
    A morte. Que então? Não estão a acreditar em mim, bons leitores? Mas vão conhecer-lhe algum dia, cedo ou tarde, antes ou depois, todos hão de conhecer-lhe e por isso vos digo para se rirem agora deste q lhos conta tamanho disparate, pois sei q algum dia, daqui a muito ou pouco tempo, vocês, meus caros senhores ou senhores, também iram ter consigo, mas agora sem mais delongas vamos a sua descrição pois tal não poderia faltar em um livro q esta a narrar parte de minha vida.
    Sua pele tão macia, lisa e bela que a seda e o cetim juntos ao seu lado seriam ásperos, duros, e sem vida; Afrodite (a bela) ficaria rubra de raiva diante de tamanha delicadeza ; tal alvura se assemelhava ao marfim mais puro; seus cabelos negros tal qual a noite mais profunda ; tão densos e finos q mais pareciam florestas ao se esvoaçarem docemente a mais leve brisa ou movimento seu. O corte curto. e o fato de parecer sempre revolto e arrumado ao mesmo tempo em uma dança louca e sensual emolduravam magnificamente sua bela ,por que não? Belíssima face. Face esta que em que há vendo seria impossível não ama-la já. Seus lábios grossos e bem feitos, delineados por um algum tipo de ungimento qualquer que os punha com uma bela interessante e voluptuosa tonalidade preta. Seus olhos tal qual ônix de um negro tão intenso e brilhante que mais pareciam pedras providas de algum poder místico a mirar-me.
    Poderia alguém algum dia se quer por mais leve q seja explicar a maravilha de se ver o Deus? Poderia qualquer um se quer escrever uma linha q não soasse como tolice em face ao paraíso? Quão pobres são as minhas palavras para descrever tal visão. a aspereza destas palavras é como mancha sobre o branco do altar, ah o quão bela pode ser uma criatura? Caros leitores julguem vocês mesmos quando a virem mas por favor sejam gentis comigo pois não sou um literato e estava apenas a me expressar, a tentar passar para vocês meus caros o que os espera nalgum dia no futuro. Agora deixemos de desculpas e explicações e voltemos a narrativa
    Aquela bela mulher me pegou no colo com suas mãos de uma delicadeza sem par e me levou para junto de seu corpo e ao olhar em seus olhos eu entendia suas palavras sem palavras era como se ela estivesse a abrir-me o crânio e depositando ali suas doces palavras, no entanto a sua voz soava como nenhuma voz jamais soou ou soara novamente aos meus ouvidos.
    Death – Ah pequenino, tão miudinho e indefeso, seu momento não é esse meu anjinho, fique agora aqui, mas lembre-se q voltarei por ti algum dia, até lá não se esqueça de mim pequeno, e seja fiel a si mesmo, seja um bom aluno, um grande e bravo jovem e depois um gentil e justo senhor. Meu pequeno filho da noite, neto da sombra, de que serás senhor? Agora anda pequeno vá ao encontro de sua ama pois sua mãe chora sua ida q no entanto ainda não chegou, vá meu pequeno....
    E nesse instante tudo desvaneceu a noite se foi em silencio a tempestade voltou a rugir e o cheiro da vida se fez presente, o pequenino q agora já de recém nascido havia crescido para o tamanho de uma criança de 1 ano jazia nu e em pé na noite fria uma cabeleira negra havia nascido em sua cabeça e uma mecha de um branco singular se fazia presente caindo suavemente sobre o seu olho direito, um olho de um negro profundo de um negro dentro do negro e então a criança andou, não mais vacilante como a momentos atrás mas sim como um menino e se encaminhou para o grande mastim e o olhava com satisfação e ao se dar o encontro dos dois latiu e ganiu de satisfação movendo vigorosamente a cauda, dando pequenos pulinhos de alegria e lambendo o menino a afagava a enorme cabeça do cachorro com evidente satisfação e breve encontro terminou no entanto rapidamente pois menos de dois minutos se passaram para q os dois amigos entrassem floresta á dentro
    Horas depois quando já na fortaleza os q tinham visto esses acontecimentos o negavam e diziam ser apenas uma alucinação devido à febre ou uma obra daquele q havia caído e outros alegavam q o vinho e os acontecimentos daquela noite tinham sido as causas dessas visões doidivanas e amalucadas, eis q então vindo de longe de batalhas de paragens distantes vem chegando o senhor daquela fortaleza um dos thanes de Shen Rock um grande e honrado guerreiro q a muitos messes estava longe de sua casa ele e seu secto valoroso de homens q tinham lutado em nome de seu senhor e de seu rei, voltavam para casa então com bons espíritos e cheios de bondade n’alma pois estes já tinham visto mortes e desgraças não para uma vida mas sim para varias. Suas almas clamavam por descanso e amor, o fio de suas espadas pedia para ser deixado roto e machucado para q não ferissem a mais ninguém os escudos e armaduras pesavam como chumbo para lembra-lhes do peso de suas almas, as barbas e cabelos embaraçados e seus corpos sujos denunciavam o tempo q foram levados a se distanciarem de suas esposas.
    A chuva longe de fustigar-lhes o espírito os deixa mais bravos ainda pois reaviva a vontade de chegar logo em casa, de estar ao lado de um fogo quente tomando uma boa cerveja para aquecer o corpo, então a marcha vem forçada mas alegre os homens de suas fileiras desejam ver os filhos recém nascidos e suas esposas a tanto deixadas. Andando na frente de tão estranha tropa de homens valorosos vem o nobre Macbeth aquele q era o thane de Shen Rock e pai do filho da noite aquele cuja força encaminhava exércitos para a vitória. Seus feitos em batalha denunciavam um espírito forte e destemido e uma honra acima dos limites, amado por seus companheiros e temido pelos inimigos, quantos foram pereceram sob sua espada ? quantos foram q amaldiçoaram seu nome em seu ultimo suspiro? E é este homem q liderando sua tropa de volta para o bem-vindo repouso e ao pensar em sua esposa e filho ainda por vir é respondido com um medonho grasnar de um grande corvo q está a mirar-lhe por dentre os galhos das arvores a sua frente, floresta densa e antiga com suas arvores anciãs pouco abaladas pelo vigor da chuva que obscurecem a luz da lua, o vento forte balança as folhas da copa ferozmente no entanto nada parece capaz de amedrontar aqueles seres fadados a imobilidade por suas raízes tenazes, a tropa nesse instante viajava por uma trilha encoberta e densa, cada passo era dado com cuidado uma espécie de neblina subia aos poucos do chão as sombras feitas pelos achortes pareciam dançar ao soturno ritmo da chuva, as respirações ficavam suspensas a cada barulho vindo da escuridão espadas eram desembainhadas ao menor sentimento de perigo e então novamente o grasnado, a tropa para e se prepara pra em vão lutar contra alguma força incorpórea ou vinda o inferno, segundos são perdidos na total imobilidade os achortes são levantados em uma busca vã de vencer parte daquela escuridão quase palpável mas apenas o grasnado eh ouvido novamente, o temor vence a disciplina, achortes são atirados ao longe contra a escuridão e se perdem nas brumas, gestos e palavras contra o mal são feitos e ditos mas uma voz sobe ao alto contra a balburdia.
    - calados homens!! mais pareceis q sois ratos e estão a desembarcar do navio a soçobrar, fazeis jus ao q tem dentre as virilhas – falou o nobre Macbeth – tu valoroso Cirdan não foste tu q eu vi jogar-se contra 3 por terem blasfemado contra a nobre figura de teu rei em uma taverna doutras paragens?



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    abraços Dwarf :oops: :oops: :oops: :oops:
     
  3. Primula

    Primula Moda, mediana, média...

    Logan, segue o conselho do V e edite o formato do texto... tá cansativo...
     

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