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[L][Aldamar][Santa Ignorância]

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por Aldamar, 11 Jul 2005.

  1. Aldamar

    Aldamar Creating a shining future...

    Bom, eu nem sei onde deveria estar esse texto mas vai aqui mesmo. (Dio isso pois não sei nem que tipo de texto isso é)

    Santa Ignorância

    Estava sentado em minha poltrona, olhando a TV, quando vi meu filho brincar distraidamente com algo que parecia um mini-game (pouco depois descobri de que tratava de um tal de Gameboy). Ao vê-lo hipnotizado olhando para aquela telinha, não pude deixar de lembrar quando eu tinha a sua idade e recebi a terrível tarefa de decorar todas as capitais dos países da América.

    Volto aos dez anos de idade e me dou conta de como a vida mudou nos últimos trinta anos. Computadores, internet, videogames, até mesmo coisas simples como tevelisões (a ignorância era um luxo que podíamos nos dar, ao contrário de uma televisão) eram raras, tendo apenas umas cinco por bairro.

    Logo que recebi a tarefa de decorar as capitais, fui direto para a biblioteca do colégio e aluguei uns sete ou oito Atlas para fazer a pesquisa. Tão logo percebi também que os outros seis ou sete não eram necessários, mas decorar aqueles nomes era praticamente um trabalho hercúleo. Minha solução para este problema: esquece-lo e jogar bola.

    O problema para minha infalível solução foi que eu o “esqueci” até a noite anterior à apresentação (como muitos de vocês leitores certamente já fizeram em seus tempos de estudante). A muito custo decorei praticamente todas, menos uma tal de Uáshinton, capital dos Estados Unidos.

    Resultado, falhei no teste e ainda fui taxado de burro pela professora, pois todos os meus colegas tinham acertado as capitais, sendo que eu havia pego o segundo mais fácil dos continentes.

    Votando aos tempos de hoje, resolvi perguntar para meu filho qual era a capital dos Estados Unidos, apenas para testar o que eles lhe ensinavam na escola.

    - Ah, pai, sei lá, Nova York. – Respondeu o menino sem tirar os olhos do jogo.

    Nova York! Pago seiscentos reais por mês para meu filho aprender isso? Resolvi me acalmar e usar a tecnologia a meu favor.

    - Filho, não é Nova York não, porquê você não procura na internet e depois vem aqui me falar?

    Então veio a resposta fatídica:

    - Isso não! Você vai me fazer ter o trabalhão de ligar o computador, procurar e ainda vir falar para você a capital de sei-lá-o-quê sendo que é você quem quer saber? – Respondeu o menino sem tirar os olhos do jogo – Larga a mão de ser vagabundo!
     
  2. Finrod

    Finrod Visitante

    Hmm., Ahn..,

    Isto era para ser uma piada? Na minha opinião, a única parte que me fez parar e refletir foi quando o eu lírico percebe que a tecnologia durante os anos avançou bastante. Não obstante, o diálogo entre o pai e filho não me agradou - talvez por causa do vício do filho pelo o jogo - tendo um final fraco (se é que isto seja um final).

    Talvez se você trabalhasse um pouco mais, o texto poderia ficar melhor. Mas, a idéia do avanço da tecnologia fico bem legal, porém pouca e resumida.
     

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