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Kick-Ass

Tópico em 'Quadrinhos' iniciado por Anica, 11 Jun 2010.

  1. Anica

    Anica Usuário

    Eu podia jurar que já tínhamos um tópico para a HQ, não só para o filme. Mas enfim, para quem curtiu o filme e não lê em inglês, a notícia boa é que a Panini está lançando Kick-Ass (com o mesmo subtítulo do filme "Quebrando Tudo") aqui no Brasil.

    Encadernado, brochura, 212 páginas com previsão de lançamento para terça-feira que vem (15/6). O preço que não está muito bom,
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    está saindo por 60 reais. Eca ><
     
  2. Breno C.

    Breno C. Usuário

    Acho que tinha sim, tanto que lembro de fazer um post mega animado sobre a HQ. Mas minha opinião mudou muito depois que terminei de ler, ao ponto da empolgação se transformar numa espécie de desgosto.

    Sintetizei o que podia e não podia dentro de uma postagem no Artilharia:
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  3. JLM

    JLM mata o branquelo detta walker

    o final da hq deixa mto a desejar: abrupto e sem happy end, coisas q ñ consigo entender WTF depois de tto sofrimento sem uma mínima recompensa no final. é a jornada do herói sem nirvana ou campos elísios. ainda bem q corrigiram a m**** no filme, tornando-o num dos melhores q vi este ano.
     
  4. Breno C.

    Breno C. Usuário

    Nesse ponto eu discordo que um happy Edn seria melhor. A meu ver, terminar com o personagem principal sendo morto, ficando paralitico ou até mesmo se vendendo para o lado "negro", seria mais realista e caberia de uma forma mais coerente dentro do contexto sobre o qual a HQ foi anunciada, vendida e mantida. O Mark Millar tem essa mania de dar conclusões "imaturas" para seus trabalhos.
     
  5. JLM

    JLM mata o branquelo detta walker

    é claro q um final dark tb se encaixaria bem, e ñ duvido disso. minha impressão foi justamente comparativa com o final do filme, q achei q ficou legal. mas talvez o problema hq-filme tenha sido oq vários resenhistas têm apontado: o roteiro do filme já estava pronto antes do término das hqs. vai ver o millar ñ quis usar o final de outros na sua obra.
     
  6. Breno C.

    Breno C. Usuário

    Ai cai num campo que eu não posso falar muito, não sabia que o final do filme já estava pronto antes da HQ, mas acho dificil ele não ter se envolvido de alguma forma no roteiro adaptado.
     
  7. JLM

    JLM mata o branquelo detta walker

    uma delas: http://www.netsite.com.br/noticia/arte/14688/Nova_safra_de_HQs_chega_ao_Brasil/
     
  8. Zzeugma

    Zzeugma Usuário

    Nas últimas semanas, com o assunto "Monteiro Lobato", a gente ficou debatendo não só censura. Mas também - de forma implícita - a influência da literatura/fantasia na realidade...

    Por que - no fundo - sempre a mesma questão está envolvida: se eu gostar de uma história (seja ela livro, filme, gibi ou videogame), será que posso gostar tanto a ponto de me tornar um "pouquinho" violento (ou racista ou "comunista" ou "ateu" ou "crente" ou...) como a história que gostei?

    Que existe alguma influência é inegável... Ninguém nega que ler histórias (ou mesmo conhecer histórias de pessoas próximas) pode ser um aprendizado. Mas também não dá pra culpar as histórias pelas besteiras feitas em seu "nome". No final das contas, o que realmente vale é a pessoa, e a pessoa não pode ficar dando justificativas fajutas como esta pelas besteiras que andou lendo na infância.

    Este assunto me interessa... Em parte porque eu acho que esta "influência" ocorre de forma mais intensa se a pessoa não estiver ciente destas coisas. Deste modo, acho que debater isto ajuda a que não se seja pego de "calças-curtas"...

    * * * *

    Bom, e por que estou aqui no tópico Kick Ass? Por causa desta notícia que eu vi no "Universo HQ". Se não me engano a história do Kick Ass surgiu DEPOIS dos primeiros fantasiados aparecerem... Mas mesmo assim é de se fazer pensar... Não só porque estes fantasiados surgiram, mas POR QUE estes fantasiados surgiram só agora, depois de décadas e décadas de quadrinhos de super-herois?

    * * * * * * * * *
    Autoridades dos EUA revelam aumento de vigilantes mascarados no país

    http://www.universohq.com/quadrinhos/2010/n22112010_05.cfm

    Os super-heróis da vida real, que desde a década passada vêm surgindo em vários lugares do mundo, já estão sendo acompanhados com preocupação pelas autoridades dos Estados Unidos, país onde está concentrada a maior parte desses vigilantes mascarados.

    Muitos deles são registrados em um site que, dentre outros serviços prestados, vende apetrechos leves de combate urbano.

    Somando-se a isso a ousadia que eles demonstram fazendo o trabalho da polícia ao patrulhar as ruas e confrontar criminosos sem autorização legal ou treinamento adequado, o que poderia ser brincadeira ou apenas vontade de fazer o bem se tornou um problema de ordem pública.

    super-heróis da vida real

    Embora "super-heróis" como o Capitão Jackson se limitem a tirar bichanos das árvores ou promover coletas de alimentos para os mais necessitados - assim como fazem os integrantes do grupo Super-heróis Anônimos, que distribuem comida aos moradores de rua de Nova York -, há tipos como o Cidadão-Modelo, que já foi advertido pela polícia de Phoenix, Arizona, para deixar as armas de lado e se registrar como colaborador voluntário.

    Nas últimas semanas, novos casos de vigilantismo têm sido revelados pela imprensa norte-americana.

    Em Rain City, Seattle, pelo menos dez "super-heróis" formaram uma equipe - o Movimento dos Super-heróis de Rain City - que faz rondas noturnas na cidade para prevenir crimes e combater criminosos de qualquer espécie.

    O que assusta ainda mais a polícia é o fato de que eles alegaram ter treinamento militar e de artes marciais.

    A população da cidade foi alertada para não envolver os pretensos paladinos da justiça em ocorrências policiais, reiterando que o vigilantismo não é encorajado pelas autoridades e o chamado de emergência 911 continua sendo o meio mais correto e seguro de solicitar ajuda.

    super-heróis da vida real

    Segundo o jornal Seattle PI, o Movimento dos Super-heróis de Rain City está de fato interferindo no trabalho da polícia, que já identificou os codinomes dos fantasiados (Espinho, Corça Selvagem, Ceifador Esmeralda, Gemini, Nenhum Nome, Catástrofe, Trovão 88, Penélope, Entomo e Phoenix Jones), mas não sabe - ou prefere não revelar ainda - suas identidades verdadeiras.

    Mas não é o que o grupo pensa. "O que o movimento está fazendo é dar novamente a todos a esperança, mostrando que ainda há gente lá fora - pessoas comuns, apesar da aparência - disposta a trabalhar com a polícia para protegê-los", disse Entomo ao SPI. "A inspiração desempenha um papel importante nisso, é claro. Você pode inspirar as pessoas a acreditar em um símbolo", completou.

    A interferência da polícia é justificada. Para todos os efeitos, pessoas mascaradas andando à noite pelas ruas, portando ou não armas - ou algo que possa ser usado como uma -, tornam-se motivo para desconfianças. Se com a melhor das intensões esses "super-heróis" oferecem um perigo real, nada garante que entre eles não exista um "supervilão".

    super-heróis da vida real

    Na verdade, há um vilão nessa história. Mas a humanidade, pelo menos por enquanto, pode se sentir segura, pois somente o vigilante Lebre Sombria, de Cincinnati, Ohio, tem com o que se preocupar.

    O jornal The Inquisitr revelou que Lebre Sombria, líder da superequipe Aliança de Heróis - composta também por Aclyptico, da Pensilvânia; Trepadeira-Azul, diretamente do Colorado; Mestre Lendário, que vive na Flórida; e o californiano Sr. Extremo -, anda armado com spray de pimenta, taser e algemas, se locomove com um Segway e ignora as advertências da polícia de que pode se machucar ou pôr em risco as pessoas que deseja proteger.

    O pouco que se sabe a seu respeito é que tem 21 anos de idade e está sob o ataque de um "supervilão" conhecido apenas por E, do Consórcio do Mal.

    Desse o ano passado, esse ferrenho inimigo está oferecendo a aviltante quantia de dez dólares para quem descobrir a identidade secreta de Lebre Sombria, como revelou o site TMZ.

    super-heróis da vida real

    Quem vem acompanhando o imbróglio pela grande rede garante que a diversão é garantida.

    De Milwaukee, com o Watchman - na ativa desde janeiro de 2010 -, até a Virgínia, onde atua o assustador Cara de Traça, continuam se espalhando pelos Estados Unidos aqueles que, sem medo do ridículo, se aventuram a combater o mal vestidos com uniformes esquisitos e usando codinomes infames.

    No entanto, por mais cômico e inocente que possa parecer - menos para a polícia, que tenta, mas não pode fazer muito contra práticas sobre as quais não existem leis específicas -, é preciso entender que os super-heróis do mundo real levam bastante a sério o que fazem.

    E é nesse ponto que reside o perigo. Para eles e quem mais estiver por perto, sejam malfeitores ou não.
     
  9. Luciano Altoé

    Luciano Altoé Usuário

    Boa tarde a todos,

    Acabei de ler a HQ KICK-ASS e gostaria também de dar um meu pitaco sobre a revista e o filme.

    No geral, o filme se saiu melhor do que a revista. Não que esta não tenha os seus méritos, mas, digamos, o filme foi mais coeso. Com uma veia mais cômica do que a revista, o filme consegue manter um ritmo constante do início ao fim; as reviravoltas, as origens dos personagens e o desfecho para eles me pareceu muito mais natural no filme.

    Millar, muito embora tenha escolhido um tom mais sério por quase toda a HQ, inexplicavelmente inventa situações absurdas no seu terço final. A princípio, imaginava que a revista exploraria melhor a realidade de ser um super-herói, mas infelizmente Millar destrói completamente um trabalho de construção de personagens que estava primoroso até a parte final do texto. A explicação da formação da dupla Big Daddy e Hit Girl, a maneira como eles arrumaram dinheiro para suas aventuras, uma poçãozinha milagrosa que confere uma força tremenda (eu sinceramente nem percebi mudança na força do personagem, tornando a poção totalmente dispensável), a participação de Red Mist (a reviravolta envolvendo esse personagem me soou muito forçada, no filme foi trabalhada de uma maneira mais eficiente, sem surpresas, mas com qualidade superior), enfim, os problemas não são poucos.O interessante é que todos ocorrem na parte final da revista.

    Claro que a HQ tem seus pontos positivos com relação ao filme. Em especial a relação entre Dave e o Pai, algo que senti muita falta na película é tratada de maneira rápida, mas delicada na revista. São poucos momentos, mas suficientes para demonstrar que pai e filho, na HQ, se respeitam e se amam. Fora, é claro, a violência que é muito mais explícita na revista, apesar de o filme não ficar muito atrás (devemos levar em consideração também que o filme tem um tom mais cômico, então a redução na quantidade de sangue é justificável).

    É um curioso (e raro) caso em que a adaptação para o cinema é superior ao original. Apesar dos erros, a revista é um grande material e merece a atenção, especialmente para os desenhos fantásticos de John Romita. O cara soube dar um ritmo ótimo para a revista. Detalhe para as cores de Dean White que só percebi porque assisti aos extras do filme: não há cor preta durante a revista. Pode procurar à vontade, mesmo as sombras são coloridas.

    Um abraço!
     
  10. Kruppa

    Kruppa Usuário

    Falando em Kick-Ass, aprece que o Mark Millar viu o potencial financeiro da série e convocou o Romita Jr. Para um Kick Ass 2.
     

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