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Autor da Semana Julio Cortázar

Tópico em 'Generalidades Literárias' iniciado por Clara, 16 Nov 2014.

  1. Clara

    Clara Antifa Usuário Premium

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    "Nasci em Bruxelas, no dia 26 de agosto de 1914. Signo: Virgem. Meu planeta é Mercúrio e minha cor é o cinza (ainda que, a bem da verdade, eu prefira o verde). As circunstâncias do meu nascimento não foram extraordinárias, mas um tanto quanto pitorescas: nasci em Bruxelas como poderia ter nascido em Helsinque ou na Guatemala"

    Julio Florencio Cortázar nasceu em Bruxelas em 1914. Dizia que seu nascimento foi um produto de turismo e diplomacia, já que o pai, diplomata, assim que que se casou com a mãe de Cortázar, uniu-se a uma missão comercialda embaixada da Argentina na Bélgica e para lá levou a esposa.
    Julio Cortázar nasceu nos dias de ocupação de Bruxelas pelos alemães, no início da Primeira Guerra Mundial.
    Tinha quase quatro anos quando a família voltou para a Argentina e seus pais se separaram logo em seguida e o menino Julio foi criado pela mãe, uma tia e a avó.

    Essa fase da infância é melhor descrita pelo próprio Cortázar:
    "Eu cresci em Banfield, Buenos Aires cidade suburbana, em uma casa com um grande jardim cheio de gatos,cães, tartarugas e papagaios: o paraíso. Mas nesse paraíso eu era Adão, no sentido de que não guardo uma memória feliz da minha infância; sensibilidade excessiva, uma tristeza frequente, asma, braços quebrados, primeiros amores desesperados."

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    "Passei minha infância em uma névoa de duendes, elfos e fadas, com uma sensação de espaço e tempo diferente dos outros.
    Um dia meu pai desapareceu misteriosamente de casa e nunca mais foi visto. Anos mais tarde tivemos notícias dele: havia morrido no interior do país. Maior foi a surpresa quando soubemos que ele havia deixado fazendas e uma confortável pensão, tudo em nome da minha mãe. Meu pai também se chamava Julio."


    Julio Cortázar estudou na Escola Normal de Professores Mariano Acosta, cuja atmosfera foi recriada no conto
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    (1982).

    Em 1932 qualificou-se como professor e pode exercer o magistério. Nesse mesmo ano, tenta sem sucesso viajar para a Europa em um navio de carga com um grupo de amigos, pode-se encontrar detalhes desse "fracasso" no conto "Lugar llamado Kindberg" (publicado em 1974 no livro "Octaedro")
    Ainda em 1932, Cortázar descobriu o livro "Opium" de Jean Cocteau, cuja leitura muda completamente sua visão da literatura e ainda o introduz ao surrealismo. Em 1935 ingressou na Faculdade de Filosofia e Letras,completa o primeiro ano, mas em sua casa "havia muito pouco dinheiro e eu queria ajudar minha mãe", assim interrompe os estudos na faculdade e passa a lecionar, sendo nomeado professor na Faculdade Nacional de uma pequena cidade na província de Buenos Aires, Bolivar.
    Nesse período, lia incansavelmente e escrevia histórias que não eram publicadas.

    Em 1938 Julio Cortázar publica sua primeira coletânea de poemas, "Presencia" sob o pseudônimo de Julio Denis.
    Em julho de 1939, é transferido para a Escola Normal de Chivilcoy e ainda sob o pseudônimo de Julio Denis, em 1941, publica um artigo na revista "Huella" que, juntamente com outra revista, a "Canto", foram importantes veículos de expressão para jovens escritores.
    Se muda para Cuyo, Mendoza em cuja Universidade ensina Literatura Francesa; publica seu primeiro conto, "Bruja", na revista "Correo Literario"
    Participa de manifestações de oposição ao
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    . Quando Juan Domingo Perón ganha as eleições presidenciais, Cortázar renuncia ao cargo de professor na Universidade.

    Reúne contos em um primeiro volume
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    e volta para Buenos Aires onde começa a trabalhar na Câmara Argentina do Livro.

    Em 1946 publica o conto "Casa Tomada" na revista Los Anananes, de Buenos Aires, na época dirigida por Jorge Luis Borges.
    Naquele mesmo ano publica um trabalho sobre o poeta John Keats "La Urna Griega", no Jornal de Estudos Clássicos da Universidade de Cuyo. Colabora com várias revistas, como a Realidad entre outras, e publica um importante trabalho teórico "Teoría del Túnel".

    Cortázar transforma literatura em ação
    BERNARDO CARVALHO

    especial para a Folha

    São cada vez mais raros, ainda mais entre os jovens, os escritores capazes de refletir não sobre por que ou para que escrevem (em geral, para o mercado), mas sobre o que significa escrever.
    Julio Cortázar escreveu a "Teoria do Túnel" em 1947, aos 33 anos, ao mesmo tempo que redigia os contos de seu primeiro livro, "Bestiário".
    Hoje, o simples vislumbre do sucesso -e, se há faro comercial, de um retorno financeiro - substituiu boa parte dos outros valores -senão todos- que antes ainda podiam guiar a literatura. O jovem escritor não precisa mais refletir, ocupado que está em se promover.
    "Teoria do Túnel" é o primeiro volume com que a editora Civilização Brasileira dá início à publicação da obra crítica do escritor argentino, com organização de Saúl Yurkievich. Sai ao mesmo tempo que a reedição do hilariante "Histórias de Cronópios e de Famas" (leia texto abaixo).
    Sob o pretexto de fazer uma pequena história da literatura ocidental neste século, com ênfase na gênese do surrealismo e do existencialismo como as grandes correntes literárias que definem o momento em que escreve, Cortázar termina por expor a teoria da sua própria literatura -ali ainda em gestação, e cujo ápice será "O Jogo da Amarelinha" (1963), que poderá ser lido em diferentes ordens à sugestão do autor.
    Embora muito característico de um determinado momento histórico (pela importância dada ao surrealismo e ao existencialismo), "Teoria do Túnel" representa ainda hoje uma das tentativas reflexivas ao mesmo tempo mais radicais, perspicazes e apaixonadas que um escritor pode empreender sobre o seu próprio trabalho.
    Herdeiro em linha direta dos românticos, de Nietzsche e de Kierkegaard, o jovem Cortázar propõe uma literatura que não seja meramente formal ou estética ou expressão narcisista de um indivíduo, mas um processo maior e mais complexo de exercício do humano em todas as suas possibilidades.
    Propõe uma literatura contra a literatura (contra o fetiche do livro, o uso estético da língua etc.) para transformá-la na própria ação, na própria vida, não mais simples representação: "Como manifestar de maneira literária personagens que não falam mais, e sim vivem?".
    O mais fascinante desse projeto paradoxal é que ele só pode ser realizado dentro da própria literatura. Daí a imagem do túnel: "Essa agressão contra a linguagem literária, essa destruição de formas tradicionais tem a característica própria do túnel; destrói para construir". Às vezes, Cortázar lembra Artaud.
    No fundo, ele tem a literatura na mais alta conta e, por isso, precisa defendê-la como manifestação que não se reduz ao oficialmente literário e livresco, mas explode numa ação poderosa, surrealista e existencialista, por buscar para além da realidade domesticada pelas convenções (literárias inclusive) uma outra realidade que abra ao homem a possibilidade de levar sua experiência poética às últimas consequências.
    Sem citar, é como se o autor seguisse os passos de Nietzsche em "A Origem da Tragédia", ao propor a realização desse projeto na combinação entre o poético (o surrealismo, que faz lembrar o aspecto dionisíaco) e o enunciativo, ou narrativo (o existencialismo, que faz lembrar o aspecto apolíneo). É nesse encontro que ele vê uma literatura que, embora quebrando as convenções em nome de uma experiência mais profunda, possa expandi-la para além do indivíduo, para uma comunicação mais ampla. E é em "Ulisses", de James Joyce, que ele anuncia o surgimento dessa possibilidade.
    Durante anos foi preciso combater a intromissão de programas políticos usurpando a verdadeira literatura. Hoje talvez seja o caso de fazer o movimento oposto. Não o de clamar por uma "literatura política", engajada, comprometida com valores programáticos, mas por uma literatura que tenha bases no mínimo reflexivas e cujos valores não possam ser reduzidos nem ao mercado, nem à mera vaidade dos autores. É diante de um ensaio como "Teoria do Túnel" que dá para sentir a falta que faz um pouco dessa inteligência.

    Livro: Julio Cortázar - Obra Crítica 1 Organização: Saúl Yurkievich Lançamento: Civilização Brasileira Quanto: R$ 17 (112 págs.)
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    Em 1948, qualifica-se como tradutor juramentado de Inglês e Francês, depois de completar apenas nove meses em estudos que normalmente consomem três anos. O estresse faz com que os sintomas neuróticos, um dos quais (encontrar baratas nos alimentos) desaparece com a escrita de uma história,
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    que, juntamente com a "Casa Tomada" e
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    (publicado em Los Anales de Buenos Aires) será incluído mais tarde no
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    .

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    Seu primeiro livro de contos, "Bestiário", foi publicado em 1951, consegue então uma bolsa do governo francês e viaja para Parise com a intenção de se estabelecer nesta cidade, começa a trabalhar como escritor na UNESCO.

    Casa-se com a tradutora argentina Aurora Bernárdez em 1953.

    Em 1956 é publicado o livro de contos "Final del Juego", traduz a obra em prosa de Edgar Allan Poe, sendo também o autor do prólogo desta edição do autor estadunidense.

    Em 1959 publica o livro "Las Armas Secretas", que inclui uma longa história intitulada, "El Perseguidor", para muitos um divisor de águas na obra de Cortázar:

    O conto "O perseguidor", da coletânea As armas secretas, é de 1959. Ponto de virada na literatura de Cortázar, o texto realiza o que o próprio escritor declarou ser seu problema fundamental: a busca do "fato humano essencial". Inspirado na vida do genial jazzista Charlie Parker, descreve os últimos dias de Johnny Carter, virtuoso saxofonista que se debate desesperadamente na fronteira entre a lucidez e a destruição, entre a arte e o delírio do alcoolismo.
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    Em 1961 Cortázar faz sua primeira visita a Cuba; em são publicados os livros "Historias de Cronopios y de Famas" (1962) e Rayuela (1963) que vendeu 5.000 cópias no primeiro ano.
    Ainda em 1963 participa como jurado no Prêmio "Casa de las Américas", em Havana, Cuba.

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    Viaja para o Chile em 1970, convidado para a posse do presidente Salvador Allende. É publicado então o livro "Relatos", que inclui uma seleção de histórias de "Bestiario", "Final del juego", "Las armas secretas" e "Todos los fuegos el fuego".

    Em 1971, foi "excomungado" por Fidel Castro, assim como outros escritores, por pedir informações sobre o desaparecimento do poeta
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    . Apesar de sua desilusão com a atitude de Castro, continuou acompanhando a situação política da América Latina, e em abril de 74 participa da reunião do
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    , em Roma, para discutir a situação política na América Latina, em especial as violações dos direitos humanos.

    Em 1976 viaja para a Costa Rica, onde se encontrou com Sergio Ramírez e Ernesto Cardenal, e fez uma viagem clandestina até a
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    , viagem que o marcaria para sempre e foi a primeira de uma série de visitas a este país.

    "La viste desde el aire, ésta es Managua de pie entre ruinas, bella en sus baldíos, pobre como las armas combatientes, rica como la sangre de sus hijos. Ya ves, viajero, esta su puerta abierta, todo el país es una inmensa casa.
    No, no te equivocaste de aeropuerto: entra nomás, estás en Nicaragua."


    Entre 30 de novembro e 04 de dezembro de 1983, viaja para Buenos Aires para visitar sua mãe, após a queda da ditadura e a subida de Raúl Alfonsín ao cargo de presidente. As autoridades argentinas ignoram sua presença, mas Cortázar é muito bem recebido pelo povo, que o reconhece na rua.

    Carol Dunlop, sua última esposa, falece em 2 de novembro de 1982, e Cortázar entra em profunda depressão.
    Morre de leucemia em 12 de fevereiro de 1984, sendo enterrado no Cemitério do Montparnasse, na mesma tumba de Carol Dunlop.

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    Adolfo Bioy Casares, sobre a morte de Julio Cortázar:

    Muerte de Cortázar. Vlady me previno: "Escribile pronto. Está enfermo. Va a morir". Como siempre, me dejé estar.
    Yo quería agradecerle la extraordinaria generosidad de referirse a mí, tan elogiosa, tan amistosamente en su admirable "Diario de un cuento". La carta era difícil. ¿Cómo explicar, sin exageraciones; sin falsear las cosas, la afinidad que siento con él si en política muchas veces hemos estado en posiciones encontradas? Es comunista, soy liberal.
    Apoyó la guerrilla; la aborrezco, aunque las modalidades de la represión en nuestro país me horrorizaron.
    Nos hemos visto pocas veces. Me he sentido muy amigo de él. Si estuviéramos en un mundo en que la verdad se comunicara directamente, sin necesidad de las palabras, que exageran o disminuyen, le hubiera dicho que siempre lo sentí cerca y que en lo esencial estábamos de acuerdo. Pero, ¿la política no era esencial para él? Voy a contestar por mí. Aunque sea difícil distinguir el hombre de sus circunstancias, es posible y muchas veces lo hacemos.
    Yo sentía cierta hermandad con Cortázar, como hombre y como escritor. Sentí afecto por la persona. Además estaba seguro de que para él y para mí este oficio de escribir era el mismo y lo principal de nuestras vidas.
    No porque lo creyéramos sublime; simplemente porque fue siempre nuestro afán.

    12 febrero 1984


    ===========================================================
    • Presencia, 1938 (sonetos) (Sob o pseudônimo Julio Denis)
    • La otra orilla, 1945.
    • Los reyes, 1949 (teatro) (Os Reis)
    • Bestiario, 1951 (cuentos) (Bestiário, 1986, Rio de Janeiro: Nova Fronteira)
    • Final del juego, 1956 (cuentos) (Final de Jogo)
    • Las armas secretas, 1959 (cuentos) (As Armas Secretas, 1994, Rio de Janeiro: José Olympio). Faz parte desse livro o conto Las babas del diablo (As Babas do Diabo), que inspirou Antonioni para o filme "Blow-up".
    • Los premios, 1960 (novela) (Os Prêmios, 1983, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira)
    • Historias de cronopios y de famas, 1962 (misceláneas) (Histórias de Cronópios e de Famas, 1964, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira; Valise de Cronópio, 1974, São Paulo: Perspectiva)
    • Carta a una señorita en París, 1963
    • Rayuela, 1963 (novela) (O Jogo da Amarelinha, 1994, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira)
    • La autopista del Sur, 1964
    • Todos los fuegos el fuego, 1966 (cuentos) (Todos os Fogos o Fogo, 1994, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira)
    • La vuelta al día en ochenta mundos, 1967 (cuentos).
    • El perseguidor y otros cuentos, 1967 (cuentos).
    • Buenos Aires, Buenos Aires, 1967
    • 62/modelo para armar, 1968 (novela) (62/ Modelo para Armar)
    • Casa tomada, 1969.
    • Último round, 1969.
    • Relatos, 1970.
    • Viaje alrededor de una mesa, 1970.
    • La isla a mediodía y otros relatos, 1971.
    • Pameos y meopas, 1971 (poemas).
    • Prosa del observatorio, 1972 (Prosa do Observatório, 1974, São Paulo: Perspectiva)
    • Libro de Manuel, 1973 (novela) (O livro de Manuel, 1984, Rio de Janeiro: Nova Fronteira)
    • La casilla de los Morelli, 1973.
    • Octaedro, 1974 (cuentos) (Octaedro, 1986, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira)
    • Fantomas contra los vampiros multinacionales, cómic, 1975.
    • Estrictamente no profesional, 1976.
    • Alguien que anda por ahí, 1977 (cuentos) (Alguém que anda por aí, 1981, Rio de Janeiro: Nova Fronteira)
    • Territorios, 1979 (cuentos).
    • Un tal Lucas, 1979 (cuentos) (Um tal Lucas, 1982, Rio de Janeiro: Nova Fronteira)
    • Queremos tanto a Glenda, 1980 (cuentos) (Um dos contos foi publicado no Brasil, sob o título Orientação dos Gatos, 1981, Rio de Janeiro: Nova Fronteira)
    • Deshoras, 1982 (cuentos) (Fora de Hora, 1984, Rio de Janeiro: Nova Fronteira)
    • Los autonautas de la cosmopista, 1982 (Os Autonautas da Cosmopista) – Em colaboração com Carol Dunlop, sua companheira.
    • Nicaragua tan violentamente dulce, 1983 (Nicarágua tão Violentamente Doce, 1987, São Paulo: Brasiliense)
    • Silvalandia (baseado em ilustrações de Julio Silva), 1984.
    • Salvo el crepúsculo, 1984 (poesía).
    • Divertimento, 1986 (obra póstuma) (Divertimento)
    • El examen, 1986 (novela, obra póstuma) (O Exame Final, s.d., Rio de Janeiro: José Olympio)
    • Diário de Andrés Fava, 1995 (Diário de Andres Fava, s.d., Rio de Janeiro: José Olympio)
    • Adiós Robinson y otras piezas breves (teatro), 1995 (Adeus, Robinson e Outras Peças Curtas, 1997, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira)
    • Obra Crítica, editada em 1998, no Rio de Janeiro: Civilização Brasileira
    • Cartas a los Jonquieres 2010

    Fontes:
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    Última edição: 16 Nov 2014
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