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James Bond real não tinha licença para matar, diz livro

Morfindel Werwulf Rúnarmo

Geofísico entende de terremoto
[FONT=arial,helvetica,sans-serif]Foi lançado ontem no Reino Unido um livro que conta a verdadeira história do MI6, departamento de espionagem do país. [/FONT]
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[/FONT][FONT=arial,helvetica,sans-serif]Foi o próprio MI6 que encomendou o livro a um historiador, que teve acesso a todos os arquivos do serviço desde sua fundação, em 1909, até 1949, no início da Guerra Fria.[/FONT]
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[/FONT][FONT=arial,helvetica,sans-serif]Keith Jeffery, autor do livro, diz que não encontrou nos documentos nada parecido como uma "licença para matar", como aparece nos filmes de James Bond, o mais famoso agente do MI6 (mesmo sendo ficcional).[/FONT]
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[/FONT][FONT=arial,helvetica,sans-serif]Mas encontrou o que deve ter sido o modelo para Ian Fleming criar seu personagem. Trata-se de Wilfrid Dunderdale, um agente do MI6 em Paris antes e depois da Segunda Guerra Mundial que era amigo de Fleming. Ele é descrito como alguém com muito charme e "inclinação para mulheres bonitas e carros velozes"[/FONT]
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[/FONT][FONT=arial,helvetica,sans-serif]O livro revela também que o serviço secreto chegou a usar sêmen como "tinta invisível" para reportes confidenciais.[/FONT]

[FONT=arial,helvetica,sans-serif]Fonte
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