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"Invasão" dos técnicos estrangeiros no futebol brasileiro

O aumento de técnico estrangeiros vai melhorar a qualidade do futebol brasileiro?

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De Coudet a Holan: quem são os técnicos gringos que podem invadir o Brasil




O argentino Eduardo Coudet está no Racing há duas temporadas e deve assumir o Inter em 2020 Imagem: Juan Jose Garcia

O sucesso do português Jorge Jesus e do argentino Jorge Sampaoli, campeão e vice do Campeonato Brasileiro à frente de Flamengo e Santos, respectivamente, abriu o Mercado da Bola nacional de vez para treinadores estrangeiros.

Depois de experiências que podem ser definidas como curtas, malsucedidas ou que não renderam títulos e grande legado com nomes como Diego Aguirre (Internacional, Atlético-MG e São Paulo), Reinaldo Rueda (Flamengo), Edgardo Bauza e Juan Carlos Osorio (São Paulo), Paulo Bento (Cruzeiro) ou Ricardo Gareca (Palmeiras), os clubes observaram de perto as boas campanhas dos estrangeiros em 2019.

Agora que o Brasileirão acabou, com 24 trocas de treinadores em 38 rodadas, nomes estrangeiros passaram a frequentar o noticiário esportivo como soluções para os clubes brasileiros. O Athletico Paranaense, por exemplo, teve conversas com o argentino Sebástian Beccacece, enquanto o Santos tem a alternativa de apostar em Ariel Holan agora que Sampaoli pediu demissão - dirigentes do Fluminense também veem o argentino como um caminho para 2020. Isso sem contar o acerto iminente do Inter com Eduardo Coudet e o surgimento de nomes como Matías Almeyda, Gabriel Heinze, Jorge Almirón, entre outros.

Aqui, o UOL Esporte tenta explicar quem são, o que já ganharam e como podem ser definidos, de maneira simples, os estilos dos treinadores estrangeiros que prometem invadir o país no ano que vem. Os próximos Jesus e Sampaoli estão chegando.

Veja quem são:


EDUARDO COUDET


Imagem: Divulgação/Racing

Argentino de 45 anos acertou com o Internacional para 2020, mas ainda não foi oficializado. Ele está no Racing desde dezembro de 2017 e antes disso treinou só dois times: Tijuana (MEX) e Rosario Central (ARG). São apenas cinco anos de carreira e um título (Campeonato Argentino 2018/2019). Ele também acumulou dois vices da Copa da Argentina pelo Rosario, time pelo qual eliminou o Grêmio e quase tirou o campeão Atlético Nacional (COL) na Libertadores de 2016. Pelo Racing, superou Vasco e Cruzeiro na fase de grupos da Libertadores de 2018.

Coudet é conhecido pelo trabalho com jovens, tendo dado espaço a nomes como Juan Musso e principalmente Lautaro Martínez, hoje na Inter de Milão e na seleção argentina. Seus times assumem protagonismo, com futebol propositivo, posse de bola e trabalho ofensivo que preza dinamismo, movimentação e velocidade dos pontas que jogam muito abertos. A defesa é o calcanhar de Aquiles, nem sempre segura e organizada.

SEBASTIÁN BECCACECE


Imagem: Divulgação/Independiente

Se Coudet sagrou-se campeão do Campeonato Argentino 2018/2019 pelo Racing, o vice ficou com Beccacece, pelo modesto Defensa y Justicia. Aos 38 anos, ele trabalhou por 13 temporadas como assistente de Jorge Sampaoli, do futebol peruano à seleção argentina - chegou a recusar um convite de Marcelo Bielsa para ser auxiliar da seleção chilena após a Copa de 2010 por lealdade ao atual técnico do Santos.

Em carreira solo, dirigiu Universidad de Chile entre janeiro e setembro de 2016 com péssimos resultados (cinco vitórias em 24 jogos), depois assumiu o Defensa, que, antes de ser vice-campeão argentino, eliminou o São Paulo na primeira fase da Copa Sul-Americana. Saiu para auxiliar Sampaoli na seleção e também dirigir a Argentina sub-20, mas durou pouco. Voltou. Em 2019, saiu ídolo para assumir o Independiente, onde novamente falhou: oito vitórias em 16 jogos. Pediu demissão e está desempregado.

Beccacece gosta de trabalhar com elencos curtos (cerca de 20 jogadores) e é afeito ao uso de jovens e jogadores renegados em outros clubes. Ele é preocupado com o entorno dos clubes onde trabalha, a parte estrutural, e em campo tem estilo naturalmente parecido com o de Sampaoli: é ofensivo, gosta da saída de bola limpa desde o goleiro, protagonismo com base na posse de bola e muita pressão pós-perda da bola. O ponto frágil é a defesa: seus times tomam muito contra-ataque.

ARIEL HOLAN


Imagem: Marcos Brindicci/Reuters

Beccacece foi substituto de Ariel Holan no Defensa y Justicia, em novembro de 2016. O clube argentino foi o primeiro da carreira do treinador, hoje aos 59 anos. Apesar de veterano, Holan tem apenas quatro anos na função - antes ele era técnico e dirigente no hóquei sobre grama, pelo qual foi bronze no Pan de 2003 pela seleção feminina do Uruguai.

O sucesso na profissão o tornou palestrante e gerou um convite para trabalhar na comissão técnica de Jorge Burruchaga em 2003, no Arsenal (ARG). Foi diretor na base e auxiliar em vários clubes até assumir o Defensa, em junho de 2015. Foi bem e acabou contratado pelo Independiente, onde brilhou: foi campeão da Copa Sul-Americana de 2017 batendo o Flamengo no Maracanã e da Copa Suruga, no Japão. Está sem clube desde maio.

Ariel Holan é fanático por tecnologia desde os tempos em que trabalhava em outro esporte. Análise de desempenho e áreas externas, como a psicologia, são fortemente usados em seus trabalhos. Em campo, um volante é recuado para fazer a saída de bola ao lado dos zagueiros em times com grande variação tática. Em seus times, laterais são construtores e os ataques em alta velocidade. Em contrapartida, é um time que dá muito espaço se os movimentos não forem bem organizados.

JORGE ALMIRÓN


Imagem: Diego Vera/Reuters

Assim como Holan, Jorge Almirón também é adepto da "saída de três", com um volante recuando à linha de zagueiros. Ex-jogador com fama no futebol mexicano, o argentino começou a carreira de treinador em 2008 e dirigiu 11 clubes até agora. Suas maiores conquistas foram pelo Lanús, principalmente o Campeonato Argentino de 2016. Também foi vice da Libertadores de 2017 contra o Grêmio. Nos últimos anos, dirigiu Atlético Nacional (COL), San Lorenzo e Al-Shabab (ARS), além de ter batido na trave para trabalhar no Campeonato Espanhol por falta de licença.

O jornal argentino 'La Nación' definiu Almirón como um "revolucionário discreto". Ele não é afeito a gritos e gestos exagerados na beira do campo, mas evolui jogadores e conceitos no dia a dia de treinamentos. Seus times trocam muito passe, são muito coletivos, os laterais jogam quase sempre por dentro por causa da saída de três, e o centroavante nunca é aquele paradão. José Sand no Lanús, por exemplo, saía da área para criar linhas de passe. Por outro lado, há espaço para o adversário e o sistema precisa estar bem ajustado contra times que marcam alto. Um erro de passe destrói a ideia de jogo.

MATÍAS ALMEYDA


Imagem: Divulgação

Ex-jogador da seleção argentina nas Copas do Mundo de 1998 e 2002 e que defendeu clubes como River Plate, Sevilla, Lazio e Inter de Milão trabalha como treinador desde 2011, quando assumiu o próprio River após o rebaixamento. Foi campeão da segunda divisão local, mas acabou demitido por causa de uma campanha instável na elite. Depois dirigiu Banfield (ARG), Chivas (MEX) e San Jose Earthquakes (EUA), desde outubro de 2018. O maior sucesso foi no México, como campeão nacional em 2017 e da Liga dos Campeões da Concacaf em 2017/2018. Terminou o Mundial em 6º e pouco tempo depois migrou para a MLS, onde ainda está.

O argentino é vibrante na beira do campo. Dono de temperamento forte, saiu do Chivas por desentendimentos com dirigentes, mesmo sendo ídolo e tento tatuado o título de 2017. É um treinador que gosta de ter jogadores experientes no elenco, mas integra a base e vai bem em observação de mercado de jogadores de baixo custo. Não é um legítimo ofensivista, tanto é que chegou a atuar com linha de cinco defensores em vários momentos, mas potencializa todo centroavante com quem trabalha.

GABRIEL HEINZE


Imagem: Divulgação

Outro ex-jogador de sucesso da seleção argentina, com passagens por PSG, Manchester United e Real Madrid. Começou como treinador em julho de 2015, ainda sem licença para trabalhar pelo Godoy Cruz. Durou pouco. Em 2016 assumiu o Argentinos Juniors na segunda divisão e enfrentou fortes críticas pela inexperiência. Depois embalou, subiu para a elite e aceitou proposta do Vélez Sarsfield, que treina desde 2018. Hoje é quarto colocado do Campeonato Argentino.

Heinze é um treinador muito preocupado com os processos internos, a seriedade dos projetos que assume. Tem muito foco em profissionalização e comportamento dos jogadores - chegou a proibir videogame na concentração do Vélez, por exemplo, para que os jogadores interagissem mais pessoalmente. Sua relação com torcedores costuma ser bélica. Em campo, são times que atacam com muitos jogadores, sempre entre os melhores ataques dos torneios que disputa.

MIGUEL ÁNGEL RAMÍREZ


Imagem: Cristina Vega Rhor/AFP

Técnico espanhol de apenas 35 anos conduziu o Independiente del Valle, do Equador, ao inédito título da Copa Sul-Americana em 2019. Ele assumiu como técnico em maio, após um ano nas categorias de base, e é seu primeiro trabalho profissional. Antes disso passou pelas categorias inferiores de Las Palmas e Alavés, na Espanha, até ser contratado pela Federação de Futebol do Qatar, onde trabalhou seis anos na formação de jogadores. Tem contrato até dezembro de 2020 no Del Valle.

Ramírez colocou o Corinthians de Fábio Carille na roda nas semifinais da Sul-Americana, com troca de passes no ataque, gosto pela posse, linhas próximas e ofensividade, além do uso frequente de garotos das categorias de base - a verdadeira especialidade do treinador. Dos bancos da universidade, o espanhol é estudioso de métodos de treinamento e formação, tem licença Uefa máxima e é graduado como coach.

JUAN ANTONIO PIZZI


Imagem: Kai Pfaffenbach/Reuters

Técnico da seleção da Arábia Saudita na Copa do Mundo do ano passado, Pizzi está sem clube depois de deixar o San Lorenzo (ARG), em outubro, após somente 13 partidas. O argentino naturalizado espanhol começou a carreira de técnico em 2005 e empilhou trabalhos interessantes com elencos fracos, como o Santiago Morning (CHI), semifinalista do Campeonato Chileno. O primeiro título foi em 2010, pela Universidad Católica. Foi técnico do Valencia (Espanha), do León (México), e da seleção chilena no lugar de Jorge Sampaoli, campeão da Copa América de 2016. Pediu demissão depois de tomar 3 a 0 do Brasil.

Os trabalhos de Pizzi privilegiam posse de bola, passes curtos e controle de jogo, mas não são necessariamente times ofensivos - na Copa do Mundo da Rússia ele chegou a escalar seu time com uma linha de seis defensores. Inclusive, uma das críticas é que ele tenta colocar seu estilo mesmo em elencos que não se adaptam. Também são times de muita bola aérea.

FRANCISCO ARCE


Imagem: Jorge Adorno/Reuters

Aos 48 anos, ex-lateral-direito, com passagens vencedoras por Grêmio e Palmeiras, é treinador desde 2008 e está sem clube atualmente. Inclusive, foi oferecido ao Palmeiras para 2020, mas o nome não agradou. Ele foi campeão da segunda divisão do Paraguai pelo Rubio Ñú e depois foi quarto colocado pelo mesmo time na elite, o que credenciou a assumir a seleção local, pela qual teve duas passagens. Foi bem no Cerro Porteño, mas ainda não tem um grande trabalho.

Arce é conhecido no futebol paraguaio por armar defesas fortes - seu Cerro quebrou um recorde de invencibilidade na liga local. O trabalho é mais pragmático, não são times com grande variação tática ou alternativas de jogo e apostam muito na bola aérea.

JOSE PESEIRO


Imagem: Valerio Pennicino/Getty Images

Técnico português de 59 anos está livre no mercado há um ano e é frequentemente oferecido por empresários a clubes brasileiros, como São Paulo, Atlético-MG e Internacional. Ele tem passagens por vários clubes portugueses, dos Emirados Árabes e Arábia Saudita. Esteve no Real Madrid como auxiliar técnico de Carlos Queiroz. No currículo, tem dois títulos da Taça da Liga de Portugal e um campeonato egípcio, conquistado com o Al-Ahly em 2015.

Peseiro é conhecido como um treinador muito dedicado aos processos internos e parte estrutural, além do gosto pelo futebol ofensivo - ele foi convidado a trabalhar no Real justamente por essas características. Porém, as maiores críticas são por perder facilmente o controle de grupos de jogadores por falta de liderança e pela falta de intensidade de suas equipes, especialmente em decisões.

 
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Fúria da cidade

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Na teoria foi arreganhada a porteira pra mais técnicos gringos chegarem, mas daí todos serem realmente muito bons dentro da realidade brasileira só o tempo dirá.
 

G. Asaph

A gente devia dançar mais
O Paulo André (a quem não sabe o Diretor de Futebol do Athletico, quem cuida das contratações) foi (claro que com concordância do tio Pet) a Argentina conversar com vários técnicos principalmente Heize e Beccacece e ao Uruguai falar com Pezopolano (que já foi jogador do Cap em um curto período), mas eles não combinavam com o perfil do clube (financeiramente e queriam trazer própria equipe técnica)...Beccacece é o único que ainda tá livre mas está perto de fechar com o Racing e virou plano B no Athletico, principal opção agr é o Rogério Ceni,treinador brasileiro que (mesmo com 2005) mais me agrada...Ver se desse jeito ele consegue ganhar na Arena pela 1ª vez haha...

O Athletico já teve se não me engano 3 treinadores estrangeiros,mas isso qnd não era moda, agora que está na moda todo clube está atrás oq valoriza muito técnicos digamos não tudo isso que falam...O próprio Beccacece como técnico só teve 1 trabalho bom e diversos clubes já foram consultar...Mas como toda modo logo passa...
 

Fúria da cidade

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O Athletico já teve se não me engano 3 treinadores estrangeiros,mas isso qnd não era moda, agora que está na moda todo clube está atrás oq valoriza muito técnicos digamos não tudo isso que falam....

Sim, de um lado tem um cheiro de moda, ainda mais agora que tivemos o Flamengo que ganhou o brasileiro com sobras e o Santos sendo vice com as limitações que tem.

Mas também por outro lado os técnicos de uma geração mais antiga como a do Felipão, Luxemburgo, Abel entre outros já não são mais nem de longe aqueles nomes que eram prioritários e obrigatórios como primeira opção na lista de qualquer clube.

Depois apareceu a geração onde se destacou o Cuca, o Tite, Mano Menezes, o Renato Gáucho, mas viu-se também vários nomes que quando apareceram todos achavam que poderiam ser grandes treinadores como o Adilson Batista, Vagner Mancini, Gilson Kleina, Ney Franco entre outros. Havia uma expectativa muito grande que o Brasil teria uma grande safra renovada de técnicos, mas não foi que aconteceu.

Daí da metade dessa década pra cá começou-se apostar mais em alguns gringos como Osório, Forsatti, Gareca e Diego Aguirre na esperança que esses de fora pudessem realmente ser melhores e trazer algo diferente.

O fato é que essa onda de técnicos gringos em parte é moda e outra não, já que não houve uma grande renovação de qualidade de técnicos brasileiros e as apostas estão agora nessa nova geração onde está o Tiago Nunes e o Rogério Ceni.
 
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G. Asaph

A gente devia dançar mais
O Athletico tava bem dividido nisso, uns eram era a favor de gringos pela falta de qualidade brasileira como vc falou e a outra metade a favor de brasileiros, mas o Athletico tá tentando fazer algo que é uma base de técnicos,tentando formar e revelar bons técnicos, um deles foi o Eduardo Barros que parece promissor mas ainda não está pronto para a equipe principal, outro é o Rogério Correia que também parece promissor , um que falhou foi o Rafael Guanaes que também parecia uma boa aposta mas ele falhou muito na equipe de aspirantes...
 

Fúria da cidade

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Existe uma tendência cada vez maior de que os novos técnicos brasileiros sejam cada vez mais qualificados com estágios e/ou cursos com certificação de reconhecimento internacional caso tenham ambições maiores na carreira maior que atuar apenas no Brasil. Já foi o tempo que bastava apenas ter treinado na base com uma formação bem básica em educação física e nada mais.
 

Fúria da cidade

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Com brincadeiras nas redes, Santos confirma Jesualdo Ferreira como técnico




O Santos confirmou nesta segunda-feira (23) a contratação de Jesualdo Ferreira para o cargo de treinador. Com brincadeiras no Twitter, a equipe da Vila Belmiro fez referência ao fato de o substituto de Sampaoli ser português com uma imagem de uma caravela chegando na Baixada.



Outras duas brincadeiras foram feitas com imagens de a fumaça branca saindo de uma chaminé, fazendo referência ao ritual que indica a escolha de um novo Papa, e com uma outra de uma substituição de "sai um argentino" e "entra um português".



Com contrato de um ano, o europeu de 73 anos chega com auxiliares para uma experiência no Brasil após cogitar se aposentar. Ele poderia ter sido treinador do Santos em 2015, como mostrou PVC em seu blog.

Com carreira iniciada em 1981, ele já passou por equipes tradicionais de seu país como Benfica, Porto e Sporting dirigiu equipes como Benfica, Porto e Sporting, além de outros times com menos expressão pelo Velho Continente. Seu último trabalho foi no Al-Sadd, do Qatar.
 

fcm

galináceo voador
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e o Galo fechou com o ex-técnico da seleção Venezuela, o Gargamel Dudamel
 

Fúria da cidade

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Depois que esse tópico foi aberto não para de chover técnico estrangeiro nos principais times brasileiros.

Agora o Botafogo trouxe um argentino.

Até deixei uma enquete no tópico.
 

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