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Imersão

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por Haleth, 1 Set 2011.

  1. Haleth

    Haleth There's no such a thing as a mere mortal

    Nado no nada,
    sempre sem pré.
    Numa nuca nunca nua
    penso, tão denso,
    sem senso,
    não tenso
    nem tenci
    o
    no
    rário
     
  2. nanamft

    nanamft Usuário

    A primeira vez li rápido e entendi
    "sempre sem pé,
    nunca, nunca, nunca
    " :rofl: :rofl:


    Parabéns pelo poema :sim:
     
  3. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Confesso que "o/no/rário" no final passou longe da minha captação maveriquense. Por enquanto fico com "Numa nuca nunca nua" denso e sem senso -- ou simplesmente oco como um eco "sempre sem pré", numa sala com "Nada no nada", como uma Imersão incompleta.
     
  4. Jacques Austerlitz

    Jacques Austerlitz (Rodrigo)

    Não sei se eu entendi o que o Mavericco disse, mas o final fica: tenci/o/no/rário.

    Bacana o poema. Eu não conheço absolutamente nada de poesia, mas gosto dessa necessidade de travar a formulação padrão do processo de apreensão na leitura e ler/reler com cuidado. Também li coisa errada na primeira leitura.
     
  5. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Eita!, mas tencionorário existe? Conhecia onorário, que é o pagamento dado a alguém por seu serviço (pelo menos é como eu o sei). Onorário fragmentado, quase que silábico, seria um onorário pago aos poucos.

    Ou então, nos últimos versos, o eu lírico não tenciona um "orário" (o que me faz lembrar do texto do JLM "Oi Rato (H?)Orário"), mas sim apenas uma "Numa nuca nunca nua". Ou ele consegue isso aos poucos, como um onorário pausado.
     
  6. JLM

    JLM mata o branquelo detta walker

    belo trava-línguas, manu. amo a sonoridade dos jogos d palavras.

    na verdade o título é oi rato otario, 1 palíndromo q criei pra dizer q o texto tinha 2 lados.
     
  7. Haleth

    Haleth There's no such a thing as a mere mortal

    Obrigada pelos comentários ;)

    Esse verso final eu fiquei muito em dúvida de como escrever, porque a priori a ideia era fazer o jogo com "tenciono" e "onorário", como se o eu lírico não tencionasse retribuição por nada, devido a sua tão grande imersão. Mas assim que terminei o jogo, percebi que oralmente também dava um trocadilho com "horário", mas se eu pusesse o H no meio, o onorário se perdia. Pensei até em fazer tenci/on/orário, mas ficava achei demais. Aí ficou por isso mesmo. Mas como experimento, é válido, né? XD
     
  8. imported_Wilson

    imported_Wilson Please understand...

    to só repetindo o verso porque eu gostei dele...
     
  9. Tayana

    Tayana Usuário

    arrasou, Manu.
     
  10. Vinnie

    Vinnie Usuário

    "Numa nuca nunca nua" dá o que pensar. Mt bom.
     

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