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Homero

Tópico em 'Autores Estrangeiros' iniciado por Lucas_Deschain, 3 Mai 2010.

  1. Lucas_Deschain

    Lucas_Deschain Biblionauta

    [size=medium][align=center]Homero[/align][/size]

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    [align=justify]Homero (em grego, ?????? - Hóm?ros, na transliteração) foi um lendário poeta épico da Grécia Antiga, ao qual tradicionalmente se atribui a autoria dos poemas épicos Ilíada e Odisseia.

    Os gregos antigos geralmente acreditavam que Homero era um indivíduo histórico, mas estudiosos modernos são céticos: nenhuma informação biográfica de confiança foi transmitida a partir de antiguidade clássica,[1] e os próprios poemas manifestamente representam o culminar de muitos séculos de história contadas oralmente e um bem desenvolvido sistema já muitas vezes usado de composição poética. De acordo com Martin West, "Homero" não é "o nome de um poeta histórico, mas um nome fictício ou construído".[2]

    A data da existência de Homero foi controversa na antiguidade e não o é menos hoje. Heródoto disse que Homero viveu 400 anos antes de seu próprio tempo, o que o colocaria em torno de 850 a.C., mas outras fontes antigas deram datas muito mais próximas da suposta época da Guerra de Troia.[3] A data da Guerra de Troia foi dada como 1194-1184 a.C. por Eratóstenes, que se esforçou para estabelecer uma cronologia científica dos eventos e esta data tem obtido apoio por causa de pesquisas arqueológicas mais recentes.[carece de fontes?]

    Para a ciência moderna, "a data de Homero" refere-se à data de concepção dos poemas tanto quanto à vida de um indivíduo. O consenso dos estudiosos é que "a Ilíada e a Odisseia datam dos últimos anos do século IX a.C., ou a partir do século VIII a.C., a Ilíada sendo anterior à Odisseia, talvez por algumas décadas",[4] ou seja, um pouco mais cedo do que Hesíodo,[5] e que a Ilíada é o trabalho mais antigo da literatura ocidental. Ao longo das últimas décadas, alguns estudiosos têm defendido uma data do século VII a.C. Aqueles que acreditam que os poemas homéricos desenvolveram-se gradualmente durante um longo período de tempo, entretanto, geralmente dão uma data posterior para os poemas: de acordo com Gregory Nagy, tornaram-se textos fixos apenas no século VI a.C.[6]

    Alfred Heubeck afirma que a influência formativa dos trabalhos de Homero modelando e influenciando todo o desenvolvimento da cultura grega foi reconhecido por muitos dos próprios gregos, que o consideravam seu instrutor.[7]

    Além dessas duas grandes obras, mas sem respaldo histórico ou literário, são a ele atribuídas as obras Margites, poema cômico a respeito de um herói trapalhão; a Batracomiomaquia, paródia burlesca da Ilíada que relata uma guerra fantástica entre ratos e rãs, e os Hinos homéricos.

    Já antes do início do pensamento filosófico, as riquíssimas obras de Homero (Ilíada e Odisseia) tendem a aproximar os deuses dos homens, num movimento de racionalização do divino. Os deuses homéricos, que viviam no Monte Olimpo, possuíam uma série de características antropomórficas.[/align]

    Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Homero

    [align=justify]Pesquisei e vi que não havia um tópico especificamente sobre esse importante autor. Já li uma adaptação da Íliada e uma da Odisséia, mas agora estou querendo mesmo é pegar a obra integral, em verso mesmo. Alguém recomendo alguma tradução ou edição em especial?[/align]
     
  2. Feynman

    Feynman Usuário

    Olá Lucas

    Como você, também só lí adaptações. A obra integral de Homero me parece muito densa, porém como todo admirador de arte literária, um dia pretendo ler essa obra.
    Quanto a edições, há um belissimo box da Ediouro que vem com a Iliada e a Odisseia.
     
  3. Anica

    Anica Usuário

    sobre as traduções o Gabriel fez um comentário no tópico sobre a Odisséia que ao meu ver está bem completo:

     
  4. Lucas_Deschain

    Lucas_Deschain Biblionauta

    [align=justify]Valeu pela dica. Realmente é difícil avaliar uma tradução sem conhecer o idioma original e dar ao menos uma olhada em algumas passagens da obra original. Me considero extremamente ignorante no que tange a avaliação de traduções, normalmente procuro optar por traduções que ouço falar com não sendo plágio ou que acabam sendo as mais clássicas. A Denise Bottmann costuma acrescentar bastante nessa área.[/align]
     
  5. -Arnie-

    -Arnie- Usuário

    Como eu não entendo grego, não faço ideia de qual é melhor, e como cada um diz uma coisa, quando eu for ler vai ser pela tradução de Odorico Mende e Haroldo Campos, que foi elogiada por Boris Schnaiderman - que entende alguma coisa de tradução.

    Manter a sintaxe do grego, imagino, não significa uma boa tradução. É como o caso das traduções Russas, que estão aí tão populares por traduzirem o que de fato a obra quer dizer, como um todo, e não apenas a estrutura. Tanto que, o próprio Boris elogiou quando Augusto Campos incluiu um verso em um poema de Maiakovski que não existia no original, mas que era necessário para manter a intenção do poema.

    E poetas são os melhores tradutores, porque são só as palavras, como também todo o sentimento é transpassado; além de dedicarem-se à palavra perfeita, que melhor se encaixa no texto. Por isso Mario Quintana, Carlos Drummond e Manuel Mandeira então entre nossos melhores tradutores - bem como Rachel de Queirós e Érico Veríssimo, que eram romancistas.
     
  6. Lucas_Deschain

    Lucas_Deschain Biblionauta

    [align=justify]Lembro de ter lido duas versões, ambas adaptadas: uma em prosa, que confesso, era bem ruinzinha e não faço a mínima idéia de que editora era; e outra em verso, que, por ser adaptação em verso, deve ser uma seleção muitíssimo particular, que pode fazer sentido para alguns e nenhum para outros, já que toda escolha é subjetivíssima.
    Falando sobre esse assunto de poetas tradutores, me lembro que meu tio tem duas versões d'A Divina Comédia, em uma a tradução é digamos assim "literal", não contempla as rimas e a construção poética em geral; na outra a estrutura rítmica e poética foi mantida, sendo que, para isso, fico imaginando que tipo de adaptações tiveram de ser feitas. Não sei dizer de que tipo de experiência literária estaria o leitor sendo privado ao escolher qualquer uma dessas duas opções. [/align]
     

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