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Hidrelétricas devem ser instaladas ou não no Pantanal Matogrossense?

ricardo campos

Debochado!
In Memoriam
publicado em 20 de novembro de 2012 às 21:18
por Conceição Lemes

Será realizada na próxima terça-feira 27, às 14, na Câmara dos Deputados, audiência pública para tratar da instalação de hidrelétricas no Pantanal Mato-Grossense. Maior planície inundável do planeta, ele se estende por Mato Grosso, Mato Grosso do Sul (a maior parte), Bolívia e Paraguai.

Para debater o tema, convocada pelo deputado Sarney Filho (PV-MA), estão convidados (lista completa abaixo) os governadores de MT e MS, representantes do ministérios públicos Federal e Estadual, dos produtores independentes de energia elétrica e a bióloga e cientista Débora Calheiros.

Prevê-se para a região a construção de 135 usinas hidrelétricas — a maioria de pequeno porte –, sendo que 44 já estão em operação. Porém, para pesquisadores e a Rede Pantanal de ONGs e Movimentos Sociais, essas usinas podem acarretar danos irreparáveis aos ecossistemas pantaneiros e às populações ribeirinhas.

Débora Calheiros é considerada uma experiente pesquisadora na área e questiona a implantação dessas usinas sem qualquer planejamento ou estudo integrado em nível de bacia hidrográfica, conforme determina a legislação vigente. Há 23 anos ela trabalha na Unidade Pantanal da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), estando atualmente cedida à Universidade Federal de Mato Grosso, em Cuiabá.

Em setembro, em entrevista ao Viomundo, Débora alertou:

As 135 hidrelétricas previstas na região têm alto risco de alterar o pulso de cheias e secas dos rios do Pantanal e afetar diretamente a produção pesqueira e a segurança alimentar de pescadores e ribeirinhos, bem como a atividade econômica da pesca profissional e turística da região.

Cerca de 70% da capacidade de geração de energia da bacia do Alto Paraguai [ onde se localiza o Pantanal] já está instalada e produzindo energia. Os 135 projetos, entre os atuais e os previstos, representam apenas cerca de 2% do fornecimento de energia para o país. O professor Dorival Jr, da Federal de Mato Grosso, lembra ainda que só o que Itaipu verte [deixa de movimentar as turbinas e produzir energia] é praticamente o mesmo que a Bacia do Alto Paraguai tem potencial para gerar. Portanto, a sociedade brasileira e pantaneira precisa decidir, agora, o que quer para o seu futuro próximo: gerar 2% de energia para o Brasil ou conservar o Pantanal.

Daí a extrema importância dessa audiência pública para a região pantaneira e a sociedade em geral. Afinal, como diz Débora Calheiros, a sociedade vai ter de escolher entre conservar o Pantanal ou gerar 2% de energia.Desde 2000, o Pantanal Mato-grossense é Patrimônio da Humanidade e Reserva da Biosfera.


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Fonte: http://www.viomundo.com.br
 
Se Belo Monte é polêmico, imagine só o Pantanal!

Sou tentado a dizer que implantar hidrelétricas no Pantanal é uma péssima idéia. Entretanto, eu não conheço o relevo de lá. Talvez pequenas hidrelétricas sejam viáveis lá. Até onde eu sei, lá é planície que não acaba mais, mas deve haver lugares como exceção a regra.

Hidrelétricas de pequeno porte me parecem uma boa idéia, mas só conheço maus exemplos. Vi uma hidrelétrica dessas no interior do Maranhão, desativada. Qual o problema? Nenhuma mão de obra especializada quer ir trabalhar num fim de mundo.

O problema energético no Brasil e acho que quase no mundo inteiro se esbarra na falta de conscientização da população. Não existe energia limpa. O que mais se vê é leigo por aí dizendo que a solução é energia eólica e solar. Na minha humilde opinião, a energia hidrelétrica é a fonte de energia renovável mais limpa que conhecemos, o problema é que os lugares implantação de menor impacto ambiental já foram utilizados.

Somos uma população humana de mais de 7 bilhões e vamos crescer ainda mais. Todo mundo quer um padrão de vida tecnológico, todo mundo quer comer carne. Nada disso é possível sem que se destrua a natureza. Ou mudamos radicalmente nosso estilo de vida, ou acabamos com o resto da vida no planeta.
 
Não existe energia limpa. O que mais se vê é leigo por aí dizendo que a solução é energia eólica e solar. Na minha humilde opinião, a energia hidrelétrica é a fonte de energia renovável mais limpa que conhecemos, o problema é que os lugares implantação de menor impacto ambiental já foram utilizados.

A palavra certa é sustentável, ela é limpa, mas não é sustentável, diferente da eólica e da solar.

Somos uma população humana de mais de 7 bilhões e vamos crescer ainda mais. Todo mundo quer um padrão de vida tecnológico, todo mundo quer comer carne. Nada disso é possível sem que se destrua a natureza. Ou mudamos radicalmente nosso estilo de vida, ou acabamos com o resto da vida no planeta.

Mas podemos viver bem sem destruir a natureza, o negócio não é destruir, pois para sobrevivermos, mesmo que vegetarianos outras formas de vida tem que morrer, mas fazer tudo de uma forma sustentável.
 
Muito provavelmente o Pantanal só seja viável pra produção de energia em nivel local já que MT e MS não estão entre os maiores estados consumidores e assim ficariam menos dependentes de outros lugares. No mais, no que diz respeito ao impacto ecológico o resto já todos sabemos.
 
Última edição:
Em Minas Gerais algumas PCH (Pequenas Centrais Elétricas) estão sendo reativadas e implantadas, mas isso não resolve o problema como um todo. Se por um lado há um baixo impacto ambiental, pois a área alagada do reservatório é pequena, a produção de energia gira em torno de 1 a 30 MW (resolve a nível de região, talvez seja o caso do pantanal concordo com o Fúria de la ciudad). Concordo com o Rodovalho na questão da energia hiidrelétrica ser a melhor ainda que podemos utilizar, pois o custo de implantação da eólica e solar é muito alto e pouco viável economicamente (por enquanto), o custo para o consumidor final pode ser alto também. A questão do pantanal é complicada no ponto de vista de preservação ambiental qualquer intervenção seja PCH ou hidrelétrica trará impacto na região isso é certo e, ainda, como disse o Rodovalho tem a questão do relevo (planície) será que vai compensar?
 
Entre inundar uma vasta área da planicie do pantanal e destruir boa parte do ecossistema, eu prefiro a instação de uma usina nuclear. Produção de energia limpa sem gerar impacto ambiental. Mas claro que para isso, é importante uma bom sistema de armazenamento de residuos nucleares.
 
A palavra certa é sustentável, ela é limpa, mas não é sustentável, diferente da eólica e da solar.

Desde quando é sustentável fazer baterias elétricas com energia química? A energia elétrica proveniente de células fotovoltaicas e turbinas eólicas precisa ser armazenada de alguma forma. Petróleo é fácil de armazenar. Água é fácil de armazenar. Ar e sol não. O único jeito é bateria mesmo. E não vem me dizer que baterias são sustentáveis, porque o problema delas não é só preço não. Não queira ver baterias de chumbo e ácido, ou lítio nas montanhas e praias. O Brasil tem um imenso potencial eólico e solar, todos localizados em fins de mundo onde ninguém quer trabalhar ou onde ambientalista nem sonha em deixar tocar.

Mas podemos viver bem sem destruir a natureza, o negócio não é destruir, pois para sobrevivermos, mesmo que vegetarianos outras formas de vida tem que morrer, mas fazer tudo de uma forma sustentável.

Se vc conseguir convencer a população humana a se tornar vegetariana, vc salvará muito animal em perigo de extinção, e retardará a extinção de muitas outras espécies. O problema é que a população humana está pouco se lixando pro mico leão dourado e pros pandas, se isso significa parar de comer bife. Até a pesca marítima já passou do limite de sustentabilidade. De todo jeito, a produção agrícola para alimentar 7 bilhões de vegetarianos ainda é um desastre ecológico. Não há nenhuma forma de produzir alimentos pra uma população desse tamanho sem utilizar agrotóxicos, sementes transgênicas e agricultura familiar. Enquanto isso vai nascendo mais criança, e quem vai pagar a conta, sem dúvida nenhuma são as florestas e oceanos. E lá se vai a Amazônia, porque o Cerrado e a Mata Atlântica já foram pro saco faz muito tempo.

Bom, acho que a solução mais viável, depois das hidrelétricas, é a energia nuclear. Enquanto isso, os cientistas estão tentando desenvolver a fissão nuclear. Muita gente advoga outros tipos de reatores. De toda forma, a mídia já detonou com a energia nuclear. Se não bastasse Chernobyl, ainda teve a tsunami no Japão. Energia nuclear está para as outras formas de energia como andar de avião está para andar de carro. Mete muito medo pra quem não vê os números.

Os ambientalistas têm bom coração, mas não sabem da ordem prática. De que adianta ter noção do problema sem saber a solução? Quem vai salvar o mundo são os cientistas, porque se depender das massas e das lideranças, nós estamos ferrados.
 
Desde quando é sustentável fazer baterias elétricas com energia química? A energia elétrica proveniente de células fotovoltaicas e turbinas eólicas precisa ser armazenada de alguma forma. Petróleo é fácil de armazenar. Água é fácil de armazenar. Ar e sol não.

No caso da energia solar, pra uso noturno só armazenando em banco de baterias, mas no caso do gerador eólico nem sempre.

Hoje já existem geradores eólicos bem mais elaborados e que através de um circuito eletrônico de controle permitem trabalhar com uma ampla faixa de rotações e assim se obtém uma tensão de saída com estabilidade aceitável que pode imediatamente ser convertida em equipamentos inversores e dispensando a necessidade de uma etapa intermediária de armazenamento em baterias. A WEG aqui do Brasil já fabrica geradores com estas características.
 
No caso da energia solar, pra uso noturno só armazenando em banco de baterias, mas no caso do gerador eólico nem sempre.

Hoje já existem geradores eólicos bem mais elaborados e que através de um circuito eletrônico de controle permitem trabalhar com uma ampla faixa de rotações e assim se obtém uma tensão de saída com estabilidade aceitável que pode imediatamente ser convertida em equipamentos inversores e dispensando a necessidade de uma etapa intermediária de armazenamento em baterias. A WEG aqui do Brasil já fabrica geradores com estas características.

Durante a noite também venta. Enquanto isso, o Brasil praticamente pára. Então passa menos água nas turbinas e o reservatório das hidrelétricas enchem. Tem excesso de água? Deixa passar a água nos vertedores. No caso do vento não. O vento vai passar de qualquer jeito. Então tem que frear as hélices, ao menos reduzir a velocidade. Mas isso não economiza vento. Simplesmente, o vento passa pelas hélices e é desperdiçado. Ainda assim, essa é uma ótima idéia, porque se desperdiça energia, da mesma forma que a usina hidrelétrica desperdiça quando chove demais, mas pelo menos não leva uma bateria cheia de elementos químicos potencialmente tóxicos pra um canto inóspito cheio de natureza preservada.

Enquanto isso, as células fotovoltáicas ainda precisam de baterias recarregáveis. E os ambientalistas não entendem.
 
Durante a noite também venta. Enquanto isso, o Brasil praticamente pára. Então passa menos água nas turbinas e o reservatório das hidrelétricas enchem. Tem excesso de água? Deixa passar a água nos vertedores. No caso do vento não. O vento vai passar de qualquer jeito. Então tem que frear as hélices, ao menos reduzir a velocidade. Mas isso não economiza vento. Simplesmente, o vento passa pelas hélices e é desperdiçado. Ainda assim, essa é uma ótima idéia, porque se desperdiça energia, da mesma forma que a usina hidrelétrica desperdiça quando chove demais, mas pelo menos não leva uma bateria cheia de elementos químicos potencialmente tóxicos pra um canto inóspito cheio de natureza preservada.

Enquanto isso, as células fotovoltáicas ainda precisam de baterias recarregáveis. E os ambientalistas não entendem.

Na realidade quando o painel solar entra somente como complemento de demanda pro período diurno essa é a situação ecologicamente correta pra ele trabalhar.

E justamente por isso, existe uma situação em essas duas formas de energia podem trabalhar sem necessidade nenhuma de armazenamento em baterias. isso só ocorre quando ambas trabalham simultaneamente em locais com bom potencial solar e éolico.

Durante a noite período de menor demanda trabalham os geradores eólicos e durante o dia os painéis solares entram como complemento adicional e que através de circuitos reguladores de tensão e posteriormente os inversores permitem que participem do sistema elétrico em conjunto com os geradores eólicos.

Como eu trabalho há mais de 20 anos na área elétrica e 12 no de iluminação de emergência, pelo menos a cada 2 anos eu visito a feira de energias renováveis que na maioria das vezes ocorre em Foraleza no Ceará e lá eu tive a oportunidade de ver de perto alguns sistemas eolico + solar que trabalham muito bem dessa forma.

É claro que ainda há muito o que evoluir pra se tornarem sistemas que apresentem um custo/beneficio competitivo ao que usamos atualmente, mas pelo menos a cada ano que passa sempre tem havido avanços e sempre existe a esperança que entre 2020 e 2025 já se tornem mais atraentes e comecem a ganhar espaço pra valer. O Brasil timidamente vem investindo em energia eólica, mas os investimentos pros próximos 3 anos serão maiores a tudo o que foi feito nos ultimos 10 anos e isso é muito bom.
 
Última edição:
Pô, Belo Monte já é bem controverso, mas a ideia de fazer hidrelétrica no Pantanal é hedionda! Cerrado e até Amazônia vá lá, pode-se dizer, bem entre aspas, que o impacto delas é local. Mas no caso do Pantanal não, é planície alagável, logo é um sistema bem mais sensível a mudanças no regime de vazão dos seus cursos d'água. Para 2% da energia do País, que vai se tornar 1% em algumas décadas, não vale a pena de jeito nenhum.

Desde quando é sustentável fazer baterias elétricas com energia química? A energia elétrica proveniente de células fotovoltaicas e turbinas eólicas precisa ser armazenada de alguma forma. Petróleo é fácil de armazenar. Água é fácil de armazenar. Ar e sol não. O único jeito é bateria mesmo. E não vem me dizer que baterias são sustentáveis, porque o problema delas não é só preço não. Não queira ver baterias de chumbo e ácido, ou lítio nas montanhas e praias. O Brasil tem um imenso potencial eólico e solar, todos localizados em fins de mundo onde ninguém quer trabalhar ou onde ambientalista nem sonha em deixar tocar.

Não, bateria tem uma capacidade irrisória de armazenamento perto o potencial de geração de qualquer instalação, mesmo que esta seja eólica ou solar. Não existe no mundo este estocamento grande de em forma de energia. Quando ela não é "guardável" e não há demanda, ela simplesmente é desperdiçada, o gerador é desconectado da matriz. A diferença é que nessas duas formas de energia é preciso de um interface eletrônica, para a conversão do que é gerado para o padrão elétrico (60Hz e tipicamente 13800V na saída imediata, salvo engano).
 
Fui levado ao erro ao pensar no armazenamento de energias por baterias. Quando estudei inversores, vi seu uso associado à baterias para o sistema de backup de energia para instalações elétricas industriais. Sem a necessidade de armazenamento, creio que o dano ambiental da energia eólica seja mesmo insignificante.

Ainda assim, creio que só seja possível o uso de energia eólica com o uso de inversores sem algum tipo de armazenamento porque seu uso está condicionado à rede já alimentada por outro tipo de fonte de energia mais estável. Em outras palavras, a energia proveniente das hidrelétricas, por ter um grande reservatório, consegue se ajustar bem às oscilações de demanda. Mesmo a noite, quando a demanda é relativamente muito menor, a quantidade de energia eólica gerada nunca seria em excesso, portanto não haveria desperdício.

Estou convencido que a energia eólica, apesar de instável, seja a solução para o Brasil. Os locais para implantação de hidrelétricas com impacto ambiental mínimo já devem ter sido esgotados. Pela rápida pesquisa que fiz, descobri que o custo da energia eólica não é maior do que o custo da energia das novas hidrelétricas propostas e o impacto ambiental é bem menor. A energia eólica pode não ser a fonte primária de energia, mas pode muito bem substituir a energia térmica como fonte secundária.

Li que o restante do potencial hidrelétrico brasileiro se encontra no Bacia do Amazonas e Tocantins/Araguaia. Meu pai mesmo trabalhou como engenheiro de segurança do trabalho na construção da hidrelétrica de Lageado-TO. Acho que não tem mais capacidade de instalação de hidrelétricas sem dano ambiental. Espero que haja espaço para as turbinas eólicas e os ecochatos também não caiam matando.

Li esse artigo do próprio governo federal e achei interessante. http://www.brasil-economia-governo.org.br/2012/07/10/por-que-hidreletricas-com-reservatorio-sao-a-melhor-opcao-para-o-brasil/ Ele explica a matriz energética brasileira numa linguagem bem leve e ainda tem números de fontes confiáveis como base.

Bom, eu sou um mero Engenheiro Eletrônico recém-formado e já esqueci boa parte do que aprendi em Eletrônica de Potência, portanto não sou o cara mais indicado pra dar pitaco sobre a geração de energia no Brasil a partir do meu vasto conhecimento de Achologia. Sei que o crescimento do Brasil depende muito de conseguir produzir mais energia, e também tenho consciência de que devastar a natureza é o barato que sai caro. Uma hora vamos ter que pagar a conta, e vai sair bem salgada.
 
Fui levado ao erro ao pensar no armazenamento de energias por baterias. Quando estudei inversores, vi seu uso associado à baterias para o sistema de backup de energia para instalações elétricas industriais. Sem a necessidade de armazenamento, creio que o dano ambiental da energia eólica seja mesmo insignificante.

Ainda assim, creio que só seja possível o uso de energia eólica com o uso de inversores sem algum tipo de armazenamento porque seu uso está condicionado à rede já alimentada por outro tipo de fonte de energia mais estável. Em outras palavras, a energia proveniente das hidrelétricas, por ter um grande reservatório, consegue se ajustar bem às oscilações de demanda. Mesmo a noite, quando a demanda é relativamente muito menor, a quantidade de energia eólica gerada nunca seria em excesso, portanto não haveria desperdício.

Por enquanto o maior potencial eólico e também por consequência onde há mais equipamentos instalados é na região Nordeste do Brasil onde o Ceará é o estado que largou na frente em apostar com seriedade nesse segmento e hoje tem o maior parque eólico do país e devido a isso as feiras e convenções sobre energias renováveis tem ocorrido com muito mais frequência lá.

E fico sempre na torcida que continue assim, pois serve de estímulo aos demais fazerem o mesmo.

É claro que durante muto tempo as hidroelétricas serão a nossa principal fonte de energia e o que já foi investido vai continuar trabalhando normalmente, mas no que diz respeito a expansão da capacidade do sistema, a partir do momento que se torna possível e mais viável discutir e aplicar outras alternativas, caberá apenas aos governantes ter o bom senso de pensar várias vezes antes de sairem impactando a torto e direito com o alagamento de uma vasta área pra uma nova hidroelétrica.
 
Sem contar que quebra o monopólio e o risco de problemas é menor, pois se há várias fontes de energia, se acontecer qualquer problema com uma delas, sempre terá um substituto.
 

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