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GVT tocando o horror de novo - agora serão 35Mbps

Tenho medo de que quando a GVT se expandir para o Brasil como a OI, a qualidade do serviço caia proporcionalmente a todo vapor.
 
Aqui no meu bairro do Rio ttem GVT....boa sorte conseguir colocar no seu apt, já que segundo eles, 'não tem espaço na caixa de entrada do prédio'....

vão se catar
 
GVT tava muito instável lá em Niterói nos últimos meses, tava vindo desconto de interrupção todo mês na fatura...
Agora que vim pro Rio peguei NET de novo (já tinha usado em Sampa), que é o melhor preço pra quem quer só internet (pras regiões onde ainda não chegou a live tim).
 
Senhoras e senhores, ferrou (a situação é tal que eu quase usei aquela outra palavra com F).

Folha de São Paulo disse:
Telefónica fecha acordo de € 7 bi para comprar GVT

DE SÃO PAULO
DA REUTERS
19/09/2014 03h58 - Atualizado às 09h39

A Vivendi anunciou nesta sexta-feira (19) que chegou a um acordo para vender a GVT, sua operadora no Brasil, para os espanhóis da Telefónica, em um acordo avaliado em € 7,2 bilhões (cerca de US$ 9,3 bilhões).

Em comunicado, os franceses disseram que vão receber € 4,7 bilhões em dinheiro, dos quais € 450 milhões serão usados para abater dívidas e outros encargos.

Além disso, eles vão receber 7,4% das ações da Telefônica Brasil (uma fatia avaliada em € 2 bilhões) e mais 5,7% da Telecom Italia, que valem outro € 1 bilhão. A Telefónica é a maior acionista da operadora italiana.

O negócio foi aprovado pelo conselho da Vivendi e agora depende do aval das autoridades regulatórias brasileiras: Cade e Anatel. A expectativa da companhia é que esse acordo seja fechado até o fim do primeiro semestre do ano que vem.

O comunicado do acordo não informa se a Vivendi vai usar o dinheiro recebido para ampliar sua fatia na Telecom Italia. Essa hipótese era cogitada no mês passado, quando os espanhóis ganharam uma disputa exatamente com a Telecom Italia para poder negociar a compra da GVT.

A Telefônica Brasil afirmou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que poderá financiar o pagamento da parcela em dinheiro do negócio com um aumento de seu capital social. A empresa estimou sinergias de pelo menos € 4,7 bilhões no Brasil com o negócio.

REGULAÇÃO

A compra pela Vivendi de parte da Telecom Italia seria benéfica para a Telefónica, porque resolveria o problema dos espanhóis com o Cade –o órgão determinou no ano passado que eles devem sair da operadora italiana.

O objetivo seria evitar conflitos de interesse e garantir a concorrência, já que os espanhóis controlam a líder Vivo e possuem, indiretamente, uma participação de 10% na TIM. Com a saída do capital da italiana, a Telefónica encerra uma parceria de sete anos com a dona da sua rival no mercado brasileiro.

Isso resolveria o problema da Telefónica com o Cade, mas deixaria a Vivendi com fatia em Vivo e TIM –e acenderia a luz amarela no órgão de defesa da concorrência.

O presidente da Telefônica Brasil, Antonio Carlos Valente chegou a afirmar que está otimista quanto à aprovação da compra da GVT pelos órgãos reguladores. Para ele, somente em alguns municípios de São Paulo a fusão poderá incorrer em risco de concentração de mercado.

EM EXPANSÃO

A GVT, criada há 14 anos oferecendo telefonia fixa e internet ultrarrápida, foi disputada em 2009 entre a Telefónica e a Vivendi. Os franceses adquiriram o controle da empresa por R$ 7,7 bilhões.

Naquele momento, a GVT cobria 84 cidades e detinha 2% das receitas líquidas do setor. Hoje, ela atua em 153 cidades com pacotes de telefonia fixa, internet acima de 15 Mbps e TV e conta com 1,5 milhão de clientes.

CENÁRIO

A Telefónica planeja incorporar a GVT à Vivo, sua marca de telefonia móvel no Brasil, para criar o maior grupo de telecomunicações do país.

Para a companhia espanhola, o acordo de união ocorre em um momento em que as empresas de telecomunicações buscam cada vez mais oferecer pacotes de celular e serviços de telefonia fixa, incluindo internet de banda larga e TV.

Para a Vivendi, a venda da GVT coroa uma tumultuada revisão de dois anos, em que vendeu três negócios de telecomunicações e seu braço de videogames para pagar dívida e se concentrar mais em mídia e conteúdo, como parte de uma estratégia defendida pelo presidente do Conselho da companhia, Vincent Bolloré.

Parte da busca da Vivendi por conteúdo vai se dar na Itália devido à sua nova participação na Telecom Italia na sequência da venda da GVT, que a empresa espera que será concluída em meados de 2015, após aprovação regulatória.

Os analistas têm sugerido que uma parceria entre a Vivendi, que detém a operadora francesa de TV por assinatura Canal Plus, e a Mediaset Premium poderia fazer sentido.

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Telefônica Brasil - 2º tri/2014
Faturamento R$ 8,6 bilhões
Lucro líquido R$ 1,99 bilhão
Número de funcionários 20 mil
Dívida de longo prazo R$ 6,2 bilhões
Principais concorrentes Tim (Telecom Italia Mobile), Oi (em fusão com a Portugal Telecom), Claro (América Móvil)
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercad...cordo-de-7-bi-de-euros-para-comprar-gvt.shtml
 

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