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Grávida sente falta de movimentos do bebê e evita o pior

Tópico em 'Ciência & Tecnologia' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 18 Mar 2016.

  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

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    (Thinkstock)​

    A apresentadora de um telejornal britânico, Emma Crosby, de 38 anos, passou por uma situação delicada na reta final da sua gravidez. Com 41 semanas de gestação, o seu bebê simplesmente parou de se movimentar.

    Duas coisas salvaram a vida da filha dela: o seu instinto materno e a orientação que ela obteve em uma instituição chamada Kicks Count (“contagem de chutes”).

    Em entrevista ao “Daily Mail”, Emma contou que teve uma gestação sem complicações e descreveu o momento que percebeu que sua filha não estava sem se movimentar.

    “Resolvi tomar um banho para relaxar e senti o bebê mexer enquanto eu estava embaixo d'água, mas, por volta de 1 hora da manhã, eu ainda estava acordada. Reparei que fazia um tempo que ela não se mexia e comecei a me preocupar. Eu não conseguia afastar a sensação de que nem tudo estava bem”, afirmou.

    Na mesma hora Emma lembrou dos conselhos que recebeu na Kicks Count. “Apesar de ser no meio da noite, com esse conselho na minha cabeça, peguei o telefone e liguei para o hospital”, contou

    A apresentadora foi orientada pela equipe médica de se deitar de lado, virada para a esquerda, já que nesta posição os movimentos do bebê são mais fáceis de serem identificados. Duas horas passaram e nada aconteceu. Foi aí que Emma correu para o hospital.

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    (Reprodução)​

    “Fui levada à uma sala de avaliação e, quando encontraram os batimentos cardíacos do bebê, toda a sala deu um suspiro de alívio”, contou. Logo depois, o alívio foi transformado em pânico, quando os sinais caíram do nada.

    Quando estava no hospital, a bolsa de Emmy estourou e a água estava muito escura. Os médicos decidiram que ela ia para a sala de parto e faria uma cesariana. “Meu plano era ter um parto normal, mas, na hora, nem me preocupei. Eu só queria meu bebê bem”, contou.

    Quando a pequena Mary nasceu, eles descobriram que realmente havia algo estranho. Ela tinha inalado mecônio, que são as primeiras fezes do bebê, produzidas ainda no útero. A substância viscosa e escura pode passar para o líquido amniótico e bloquear as vias aéreas respiratórias. Por isso mãe e filha ficaram alguns dias na UTI.

    Apesar do susto, Emma agradece todos os dias por ter percebido que algo estranho estava acontecendo. “Tremo só de pensar no que poderia ter acontecido naquela noite se eu tivesse ignorado meus instintos e voltado a dormir. Mas meu bebê tem três meses e é saudável”, conclui.

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  2. Nossa, nem sabia desse mecônio.
     

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