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Autor da Semana Graciliano Ramos

Tópico em 'Generalidades Literárias' iniciado por Spartaco, 18 Out 2013.

  1. Spartaco

    Spartaco James West

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    Graciliano Ramos de Oliveira
    (Quebrangulo, Alagoas, 27 de outubro de 1892 - 20 de março de 1953, Rio de Janeiro), romancista, cronista, contista, jornalista, político e memorialista brasileiro.​

    BIOGRAFIA
    Graciliano Ramos foi o primeiro de dezesseis irmãos de uma família de classe média do sertão nordestino, ele viveu os primeiros anos em diversas cidades do Nordeste brasileiro. Terminando o segundo grau em Maceió, seguiu para o Rio de Janeiro, onde passou um tempo trabalhando como jornalista.

    Em setembro de 1915, tendo em vista a morte dos irmãos Otacília, Leonor e Clodoaldo e do sobrinho Heleno, vitimados pela epidemia de peste bubônica, volta para o Nordeste, fixando-se junto ao pai, que era comerciante em Palmeira dos Índios, Alagoas. Neste mesmo ano casou-se com Maria Augusta de Barros, que morreu em 1920, deixando-lhe quatro filhos.

    Foi eleito prefeito de Palmeira dos Índios em 1927, tomando posse no ano seguinte. Ficou no cargo por dois anos, renunciando a 10 de abril de 1930. Segundo uma das auto-descrições, "(...) Quando prefeito de uma cidade do interior, soltava os presos para construírem estradas." Os relatórios da prefeitura que escreveu nesse período chamaram a atenção de Augusto Frederico Schmidt, editor carioca que o animou a publicar Caetés (1933).

    Entre 1930 e 1936 viveu em Maceió, trabalhando como diretor da Imprensa Oficial, professor e diretor da Instrução Pública do estado. Em 1934 havia publicado São Bernardo e quando se preparava para publicar o próximo livro, foi preso em decorrência do pânico insuflado por Getúlio Vargas após a Intentona Comunista de 1935. Com ajuda de amigos, entre os quais José Lins do Rego, consegue publicar Angústia (1936), considerada por muitos críticos como sua melhor obra.

    Em 1938 publicou Vidas Secas. Em seguida estabeleceu-se no Rio de Janeiro, como inspetor federal de ensino.

    Em 1945 ingressou no antigo Partido Comunista do Brasil - PCB, de orientação soviética e sob o comando de Luís Carlos Prestes; nos anos seguintes, realizaria algumas viagens a países europeus com a segunda esposa, Heloísa Medeiros Ramos, retratadas no livro Viagem (1954). Ainda em 1945, publicou Infância, relato autobiográfico.

    Adoeceu gravemente em 1952. No começo de 1953 foi internado, mas acabou falecendo em 20 de março de 1953, aos 60 anos, vítima de câncer do pulmão.

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    OBRAS
    É possível dividir a obra de Graciliano Ramos de várias maneiras. Para melhor entendimento, optamos pela seguinte classificação:

    1. Os livros mais importantes, publicados em vida ou póstumos:
    Caetés (1933)
    S. Bernardo (1934)
    Angústia (1936)
    Vidas Secas (1938)
    Infância (1945)
    Insônia (1947)
    Memórias do Cárcere (1953)
    Viagem (1954)
    Linhas Tortas (1962)
    Viventes das Alagoas (1962)
    Garranchos (2012)

    2. Os infanto-juvenis, que tiveram organizações diferentes, conforme seus editores:
    A Terra dos Meninos Pelados (1939)
    Histórias de Alexandre (1944)
    Alexandre e Outros Heróis (1962)
    O Estribo de Prata (1984)

    3. Os livros de correspondência:
    Cartas (1980)
    Cartas de Amor a Heloísa (1992)

    4. Duas coletâneas de contos:
    Dois Dedos (1945)
    Histórias Incompletas (1946)

    5. Um romance produzido coletivamente:
    Brandão entre o Mar e o Amor (1942)

    6. Duas traduções:
    Memórias de um Negro (1940) de Booker T. Washington
    A Peste (1950) de Albert Camus

    Fonte: Wikipédia e
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    (site oficial do escritor Graciliano Ramos)
     
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