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Notícias Governo limita ocupação de salas de cinemas a até 35% pelo mesmo filme

Tópico em 'Cinema' iniciado por Fúria da cidade, 19 Dez 2014.

  1. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    A voracidade dos blockbusters ganhou um limite. A Ancine (Agência Nacional do Cinema), após consultar representantes do setor cinematográfico, bateu o martelo nesta quarta (17) e definiu um teto à ocupação das salas por um mesmo filme.

    A partir de 2015, um único título não poderá ocupar mais do que duas em complexos de até seis salas de cinema. Nos casos dos espaços multiplex com mais de seis salas, o teto não poderá ultrapassar 35%.
    A polêmica ganhou força em novembro, após reportagem da Folha apontar a ocupação recorde de salas por um único filme no país: "Jogos Vorazes: A Esperança–Parte 1" estreou em 1.300 salas das 2.800 do país (46% do total).


    Murray Close/Associated Press
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    Julianne Moore em cena de 'Jogos Vorazes: A Esperança —parte 1'

    Em entrevista à Folha à época, o presidente da Ancine, Manoel Rangel, classificou o lançamento de "predatório" por restringir a diversidade de filmes que poderiam ser exibidos nesses lugares. A declaração teve grande repercussão no meio cinematográfico, que já discutia o assunto em câmara técnica do órgão.
    A adoção de uma medida como essa, existente em países como a França (30%), divide o mercado brasileiro.

    O segmento mais independente e autoral afirma que a distribuição dos filmes nos cinemas é o principal gargalo da produção nacional, já que filmes do país entram em poucas salas e ficam pouco tempo em cartaz. Grandes redes de cinemas e distribuidoras, por outro lado, rejeitam uma intervenção estatal por ferir a livre concorrência.

    Ontem, por exemplo, longas das franquias "O Hobbit" e "Jogos Vorazes" ocupavam oito das 14 salas do Cinemark Aricanduva, e a animação "As Aventuras do Avião Vermelho", único brasileiro em exibição no local, dividia uma sala com o longa "Drácula".

    "Os megalançamentos são bem-vindos porque aumentam a frequência ao cinema, mas queremos evitar que homogeneízem a programação como ocorre hoje", diz Rangel.

    Segundo ele, a chamada cota de tela dará "capilaridade" aos lançamentos. "Uma distorção atual é que, mesmo quando um filme ocupa muitas salas num mesmo complexo, não se espalha para muitos locais. Com essa medida, os filmes poderão chegar a cidades onde antes não chegavam."

    Convocados pela Ancine, representantes dessas entidades se reuniram na semana passada para discutir diversos aspectos ligados à digitalização dos cinemas, incluindo a ocupação pelos grandes lançamentos, mas só chegaram a uma definição sobre o teto que consideram adequado nesta quarta.

    O acordo foi assinado por 17 das 21 grandes exibidoras (isto é, que possuem mais de 20 salas de cinema no país). Ao todo, 82% das telas dos complexos com mais de três salas são cobertas pelo termo –75% do total de salas no Brasil.

    A decisão não tem força de lei, mas cinemas que não a seguirem terão de apresentar compensação, como exibir filmes nacionais por mais tempo.

    O ano que vem será a prova de fogo da medida. Estreiam em 2015 mais de dez franquias blockbusters, incluindo "Star Wars" e "007", cada vez mais dependentes de países estrangeiros diante do enfraquecimento do mercado nos EUA.

    RECEPÇÃO

    Para parte dos diretores, distribuidores e exibidores do país, a medida anunciada pela Ancine que limitará a ocupação das salas de cinema pelo mesmo título é bem-vinda. Mas não há consenso sobre como o mercado reagirá a ela em 2015, ano de grandes lançamentos hollywoodianos.

    "A medida ajuda, mas não é nenhuma varinha mágica", diz Adhemar Oliveira, diretor de programação do Espaço Itaú. "Mesmo com a limitação, um cinema pode lotar nove de suas salas com apenas três filmes. Cadê a diversidade aí?"

    Segundo ele, o maior gargalo é o pequeno número de salas de cinema no Brasil.


    Divulgação
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    Jennifer Lawrence como Katniss Everdeen em cena do filme 'Jogos Vorazes: A Esperança —Parte 1'

    O acordo já veio tarde, segundo os cineastas André Klotzel ("A Marvada Carne") e Cláudio Assis ("A Febre do Rato"). "Já falamos disso há dez anos. Na França o filme paga mais imposto quando ocupa muitas salas", diz Klotzel.

    Ele diz que o mercado hoje vive uma "liberdade abusiva". "É preciso tratar de forma diferente lançamentos que são diferentes", afirma o diretor.

    Assis defende uma cota de tela ainda maior (o máximo estabelecido é 35%). "O nosso filme é expulso das salas pelas produções estrangeiras."

    "Esse limite só vai reforçar a posição do filme nacional competitivo por um bom espaço no circuito", pondera Bruno Wainer, diretor da distribuidora Downtown Filmes.

    "A ocupação predatória é imposta pela força econômica das corporações internacionais, e não necessariamente pela demanda do publico por um determinado titulo."

    Diretor da Paris Filmes, que distribuiu "Jogos Vorazes" no país, Marcio Fraccaroli também se disse favorável à cota (ele integra a câmara técnica da Ancine). Apesar de já ter se manifestado contra uma intervenção do Estado em ocasiões anteriores, disse que a decisão foi "normal e democrática".

    "A intervenção nunca é bem-vinda, mas não foi uma atitude tomada de cima para baixo", diz Paulo Lui, presidente da Feneec (Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas). "Alguns exibidores se opõem, mas no geral há entendimento."

    Lui não crê que a regra vá ser infringida. "O mercado está mais profissional. Não há mais exibidores amadores."

    Os membros do setor convocados para debater o tema pela Ancine propuseram a criação de uma comissão que irá avaliar o desempenho da medida em 2015.
     
  2. dermeister

    dermeister Ent cara-de-pau

    Li a respeito dessas negociações há algum tempo, mas nunca imaginei que levariam essa absurdo em frente. Afinal, nada como a ajuda de um iluminado burocrata estatal para escolhermos o filme que queremos ver, né?

    Resultado previsível: menor oferta dos filmes mais procurados e ingressos mais caros. :puke:
     
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  3. Grimnir

    Grimnir Usuário

    Lixo. A mensagem para o cinema é clara: Seu filme pode ser uma bosta sem público, mas vai ter sala garantida.
     
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  4. Thor

    Thor ἀλήθεια

    Agora é oficial: Não assisto mais filme nacional.
     
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  5. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Eu não gosto de protecionismos.
    Ao mesmo tempo acredito em arte dever ser divulgado e ter espaço garantido pelo governo.

    É o paradoxo de uma expressão artística que ao mesmo tempo é produto comercial super lucrativo.



    Alhos com bugalhos.
    Mas enfim. Perda sua de não acompanhar a retomada do cinema brasileiro do polo nordestino.
     
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  6. Thor

    Thor ἀλήθεια

    Essa perda eu já tinha antes. Nunca gostei de cinema nacional.
    Mas agora é boicote mesmo.

    Olha só os filmes que assisti esse ano no cinema:
    -300: Rise of an Empire
    -Captain America: The Winter Soldier
    -X-Men: Days of Future Past
    -Guardians of the Galaxy
    -Annabelle
    -Interstellar
    -The Hunger Games: Mockingjay
    -The Hobbit: The battle of the five armies

    Acho que não está faltando nenhum. E pretendo assistir o Exodus por esses dias.

    Só blockbuster. Ano que vem imagino que eu vá ir metade das vezes ao cinema. Ingresso mais caro, filas mais longas e só filme bosta passando. E isso é medida para promover a cultura? Bah!
     
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  7. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    No país de tantas bolsas e cotas, não fiquei nem um pouco surpreso com mais essa. Isso é o Brasil gente!
     
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  8. Quickbeam

    Quickbeam Rock & Roll

    A princípio, eu fico em dúvida sobre a eficiência desse tipo de medida, me incomoda quando o Estado parece querer intervir em tudo. Mas, sinceramente, acho essa reação de vocês exagerada. O que vai realmente mudar na prática? Para início de conversa, segundo o texto, "a decisão não tem força de lei". Em segundo lugar, é um acordo entre a Ancine e os exibidores: "O acordo foi assinado por 17 das 21 grandes exibidoras (isto é, que possuem mais de 20 salas de cinema no país). Ao todo, 82% das telas dos complexos com mais de três salas são cobertas pelo termo –75% do total de salas no Brasil." Em terceiro, posso estar enganado, mas onde é que o acordo diz que o favorecido será exclusivamente o cinema brasileiro? E os filmes de outros países? E os filmes norte-americanos de orçamento médio e pequeno? Annabelle por acaso é um blockbuster (orçamento estimado em US$6,5 milhões, segundo o Box Office Mojo)?

    Segundo a nota da
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    :

    O acordo estabelece limites a serem observados para a exibição de um mesmo título em complexos com mais de três salas. Nos complexos com 3 a 6 salas, um mesmo filme poderá ser exibido em até duas salas; nos complexos de 7 e 8 salas, o limite é de 2,5 salas; para os complexos que possuam entre 9 e 11 salas, um mesmo filme pode ocupar até 3 delas; em complexos de 12 a 14 salas, até 4 poderão ser ocupadas por um mesmo título; e os complexos entre 15 e 18 salas podem exibir um mesmo longa-metragem em até 5 de suas salas.
    Ou seja, num cinema com 3 salas, hoje em dia, 2 poderiam estar passando O Hobbit e 1 estreando Exodus (ou o contrário). Só filme bosta sem público. :roll:

    Dos multiplexes que eu conheço em SP, esses limites são mais ou menos seguidos por boa parte deles. Um exemplo real: o
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    , com 14 salas, está exibindo O Hobbit em 5, mas apenas em um horário em uma delas (sala 7 - 21h50). Aliás, essa é outra questão: muitas vezes numa mesma sala há sessões com filmes diferentes.

    Por outro lado, o modus operandi de Hollywood é cada vez mais lançar muitos filmes toda semana. Duvido que algum cinema vá ficar com salas vazias por falta de filmes comerciais. Agora, falta de cópias suficientes para todo o circuito ainda é um problema. Segundo a Ancine:

    “Uma das grandes distorções deste mercado e dos megalançamentos é que por vezes, mesmo um filme ocupando cerca de 1.500 telas, como ocorreu este ano, ele não ocupava mais de 500 dos 750 pontos de exibição cinematográfica do país. Isto significa que 250 complexos ficavam ser ter acesso àquele titulo. Estamos falando de cidades do interior, de cinemas próximos de grandes áreas populacionais. Estamos falando de maiores dificuldades para um cidadão ter acesso ao filme que ele quer ver. Portanto a gente acredita que além da diversidade, essa medida pode induzir a uma maior capilaridade da projeção dos filmes", afirmou o diretor-presidente.
    O maior impacto dessa medida deve ser durante as 2 primeiras semanas de estreia de um mega blockbuster, que concentram a grande maioria do público. O teste de fogo provavelmente será com Vingadores: Era de Ultron, embora eu não lembre do filme anterior da franquia ter ocupado muito mais salas do que o proposto pelo acordo. E, de qualquer forma, se a medida for maléfica aos negócios, os exibidores deixariam aos poucos de cumprí-la e o que a Ancine poderia fazer?
     
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  9. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    E discordando que sem público não significa ser bosta. Significa ser sem marketing.


    Mas acho que o modo hollywoodiano dos anos 70 pra cá é que ocasionou esse tipo de situação.
    Hollywood da era de ouro era muito mais realmente uma fábrica de produzir mais filmes em uma semana com orçamentos similares (não tão altos pelo sistema de contrato dos profissionais). Com a nova geração de hollywood onde nasceram os blockbusters é que essa noção de um ou dois filmes por estúdio dominando um semestre ou um ano é que passou a vingar.


    Uma medida da Ancine para abrir mercado para filmes brasileiros na verdade seria investir mais na divulgação dos nosso melhores produtos. Pior do que filme brasileiro ocupar poucas salas é essas poucas salas serem ocupadas 90% pelos filmes da globochanchada. Essa globochanchada que faz o público médio nosso achar que filme brasileiro é ruim.

    Mas enfim.
    Acho que talvez concorde com o Quickbeam que está um pouco:
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    (pra aproveitar a imagem do outro post)
     
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  10. Grimnir

    Grimnir Usuário

    Não sei quem falou que se um filme não tem público ele é uma bosta.
     
  11. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Então não entendi seu post.

    A "mensagem" da Ancine não teria nada a ver com filmes bosta, não cita nada sobre qualidade do filme. Teria a ver apenas com filmes sem grande público, sobre divulgação e distribuição do filme.
    Não entendi a entrada do "bosta" no contexto do post.
     
  12. Grimnir

    Grimnir Usuário

    Foi um exagero proposital. Eu entendi que pela regra, não existe nenhuma obrigatoriedade de exibir filmes nacionais. A proposta é restringir o número de salas por filme - o cinema está livre para escolher as outras salas.

    A questão, no entanto, é que o cinema deveria ser livre para alocar as suas salas como quiser. Não? Se um filme tem pouco apelo, então o cinema vai dar menos espaço. Isso quer dizer que o filme seja ruim? Não necessariamente.
     
  13. Thor

    Thor ἀλήθεια

    Se você quer ir ver um filme que está em cartaz - e não consegue porque a demanda está muito maior do que a oferta -, e tem que optar por um outro qualquer, essa opção B é o filme Bosta. Você pode até se surpreender, e o filme não ser tão chato quanto você imaginou, e até ser legalzinho... Mas você queria ver o outro.

    O @Quickbeam disse que isso "só" vai impactar as duas primeiras semanas dos mega lançamentos. O problema é que o período em que esses lançamentos mais lucram é justamente na primeira e segunda semana. Se quiser ver Avengers 2, vai ter que comprar ingresso antecipado... Daqui a pouco tá igual torcedor de futebol tendo que dormir na fila pra comprar ingresso.

    E se pra a gente que consome vai ser ruim, imagina pras empresas. Quem emprega e tal. "Ei, você que pensava em lucrar X com Star Wars: Episode VII, vai lucrar só x/3, beleza?"; "Ah, beleza! Então deixa eu desempregar 2/3 da folha salarial pra ficar em conta aqui pra mim, tá?". É de uma burrice sem tamanho. E mesmo se não for de forma tão dramática quanto estou colocando aqui... O que que o governo tem a ver em querer se intrometer em como empresas privadas vão lucrar? É atividade lícita, e tudo dentro das necessidades de acordo com a demanda.

    Não acho tempestade em copo d'água não. Acho absurdo mesmo.
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  14. Grimnir

    Grimnir Usuário

    O governo não consegue promever essa diversidade sem se meter na gestão dos cinemas? E quem define o q é ou não é uma perda de receita "tão grande assim"?
     
  15. Elring

    Elring Depending on what you said, I might kick your ass!

    O problema todo do cinema brasileiro se chama Lei Rouanet que estimula mais as grandes produções nacionais - cofGlobaiscofcof - do que uma produção independente. Que, por sinal, tem originado belos filmes como O Som ao Redor. Uma grande empresa estatal (que está sendo lavada a jato), condicionava o patrocínio de uma obra se o retorno fosse garantido; aí, o resultado era que os filmes com atores globais e do tipo comédia tinham maior chance de obter recursos do que uma produção desconhecida do eixo Rio-São Paulo.

    Esse mimi em torno dos blockbuster mais revela a força do marketing hollywoodiano do que a qualidade dos filmes. E some-se o fato de que o brasileiro médio finge que aprecia filme cabeça para pagar de entendido, mas só consegue citar algum filme do Wood Allen e torce o nariz se for convidado para ver um filme sueco, iraniano ou mesmo uruguaio.
     
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  16. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Eu gostei da medida e da avaliação do Quickbeam e não entendi esse chororô aí, principalmente o do Thor. Só viu blockbuster? Parabéns!

    A medida pode favorecer novas produções. Filmes mais desconhecidos ou independentes podem ter alguma chance e isso pode influenciar novas produções por saberem que poderão ter algum público. Thor, se por acaso ocorrer perda de empregos (e duvido muito que quem critica esteja pensando nos empregos dos outros) nas produtoras de blockbusters a medida vai gerar novos empregos nas produtoras menores.
     
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  17. Thor

    Thor ἀλήθεια

    Ô, Morfs. Deixa de ser jacu.
    Eu tava exemplificando quais são os filmes que o consumidor médio de cinema (eu) assiste durante o ano. Todos foram blockbusters, com a única exceção do Annabelle. Eu sei que é difícil de entender, mas a maioria da população assiste aos filmes que dão mais bilheteria. Faz um esforcinho aí, pra eu não ter que ficar explicando a fórmula do óbvio toda vez.

    Velho, cê tava sóbrio quando postou? Quem é que tá falando em perda de emprego na produção de filmes blockbusters!? É perda de emprego nos CINEMAS. Esse Cinemark aí na sua cidade, no
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    , que você vai. Tem um cara que vende a pipoca, tem outro que vende o ingresso, etc. Essa gente está empregada porque a empresa dá dinheiro. E eu não sei se você sabe, mas o lucro desse tipo de empresa é proporcional ao número de ingressos vendidos, coca-colas bebidas e pipocas compradas.

    ?????
    Foda-se se você duvida! Acho que todo mundo aqui na discussão, com exceção de você (ao que parece), se preocupa com medidas do governo que criam ou que tiram empregos do mercado, independente de qual setor seja.
     
    Última edição: 20 Dez 2014
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  18. dermeister

    dermeister Ent cara-de-pau

    Eu resumo o problema de uma forma simples, talvez simples demais: cinemas sabem que determinado filme terá muito público e abrem várias salas, o público encontra o filme que quer ver no formato que prefere (legendado, dublado, 2D, 3D, etc.). Se o filme não dá retorno, o cinema coloca outro, tudo se ajusta e as partes envolvidas ficam felizes. Com o governo intervindo dessa forma estúpida, filmes ficam mais concorridos e os cinemas, sabendo que haverá quem pague, tem um incentivo para aumentar o preço dos ingressos. Algo que não incentivará os filmes independentes ou artísticos -- é racional que o cinema tente colocar outro blockbuster, talvez mais velhinho, para recuperar a receita perdida.

    Pior é que, dada a canetada burocrática limitando a oferta, não é de duvidar que os cinemas preferirão exibir filmes 3D dublados: dá para cobrar mais e incentiva pais a levarem os filhos remelentos comedores de pipoca :/ O efeito será crítico nas cidades menores, onde os 35% equivalem a uma sala (Jaraguá é uma tristeza por isso).

    Não vejo como paradoxo; artistas são profissionais e querem ser remunerados pela arte que produzem (e nem vou entrar no assunto dos mega-orçamentos e da história de entretenimento x arte).
     
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  19. Grimnir

    Grimnir Usuário

    Hahshhahs aí q piada esse argumento de tirar emprego de um setor q tem mt demands p aumentar num outro setor q n tem demanda. Pqp. Debate zero sobre certo ou errado. Sobre quais são os direitos dos cinemas. Se alguém acha q é para um bem maior, então é válido. Queria ter essa sapiência sobre o bem maior. Pfffff
     
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  20. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Eu não falei que você se encaixava nesse perfil, foi você quem vestiu a carapuça, eu até pensei em dizer que em nenhum momento tava dizendo que você tava se lixando pros empregos dos outros, mas achei que não seria necessário.

    E relaxe ou vai morrer cedo do coração!
     

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