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Gigante de energia solar planeja 5.000 lojas no Brasil em 5 anos

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 20 Jun 2012.

  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Líder mundial na produção de aquecedor solar para água, a chinesa Himin planeja abrir 50 mil lojas no mundo em cinco anos, sendo 10% --5.000 lojas-- no Brasil.

    Batizadas de "climate marts", as lojas venderão equipamentos, como aquecedor e ar-condicionado, e produtos de uso pessoal, como rádios, luminárias e brinquedos, movidos a luz solar.

    Para o presidente da empresa, Huang Ming, esse é o caminho para aproximar a energia solar do usuário final e, assim, ampliar o uso dessa fonte alternativa.

    disse Huang, que participou da conferência no último final de semana.

    O executivo, que também se reúne com empresários em sua primeira visita ao Brasil, é o idealizador do Solar Valley, na China, a maior base de produção de energia solar do mundo e que funciona como uma cidade, com a presença de hotéis, fábricas, centros de pesquisa e de convenções.

    O projeto, que recebeu US$ 1 bilhão em investimentos, foi desenvolvido por Huang com base no conceito de eficiência energética e fontes alternativas. Segundo ele, apenas 10% do consumo na "cidade solar" é proveniente de fontes tradicionais de energia.

    POTENCIAL

    Apesar de classificar o Brasil como um "bom mercado", a Himin, que é representada no país pela recém-criada Nadezhda, não tem planos para fábricas no país. A empresa tem 11 complexos industriais na China.

    afirma Fernando Buffa, presidente da Nadezhda.

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  2. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Enquanto o Brasil não tiver o seu vale do silicio, substituir as fábricas de produção de energia que temos por painéis solares vai nos deixar perigosamente dependentes do exterior.

    Há um tempo eu venho perguntando pra alguns empresários desse ramo de semicondutores, e infelizmente industria de base desse tipo no Brasil nem sequer no papel está. Eu trabalharia amarradão numa industria dessas.
     
  3. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    No Brasil a região que mais se esboça ser isso é no sul de Minas em Santa Rita do Sapucaí, onde existe um bom pólo de industrias eletrônicas, mas cai nesse problema de ainda depender de importação dos componentes eletrônicos que é a matéria prima principal

    A minha esperança é que justamente a região de Jundiaí onde vivo querer abrir as portas pra essas empresas e por enquanto a unica coisa de concreto foi trazer pra cá um fabricante de tablets pra fabrica-los aqui.

    Sem duvida está mais do que na hora do Brasil ser um grande polo de fabricação de semicondutores.

    Enquanto isso a China já tá forte nesse mercado de energia limpa.
     
  4. Pearl

    Pearl Usuário

    Eu nao sei o potencial de mercado no caso. Hoje em dia está cada vez mais comum o uso de paineis solares para aquecimento de água de chuveiro, todos esses paineis são importados?
     

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