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Notícias Fãs gastam mais de R$ 50 mil para jogar games antigos em TVs modernas

Tópico em 'Jogos Eletrônicos' iniciado por Fúria da cidade, 22 Nov 2016.

  1. Em pleno novembro de 2016 o lançamento do PlayStation 4 Pro, capaz de rodar jogos em resolução 4k, dividiu atenções com o (re)lançamento do NES, o saudoso Nintendinho, que inclui "Super Mario Bros. 3" e outros clássicos na memória.

    Já no Brasil uma das novidades mais comentadas pelos gamers é a "ressurreição" do Mega Drive, que a Tectoy voltará a vender a partir do ano que vem com entrada para cartucho e tudo mais.

    Nunca o retrogaming, que é a paixão por jogar games do passado – especialmente das décadas de 80 e 90 – esteve tão em voga.

    Divulgação
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    Além de consoles e jogos antigos, Fabio Santana aprimora sua coleção com upscalers, aparelhos capazes de aumentar a resolução de jogos e preservar a nitidez dos pixels.

    E se você acha que montar um PC de última geração custa muito dinheiro, saiba que o retrogaming, quando levado a sério, pode ser um hobby bem caro: Fabio Santana, 37 anos, apaixonado por games antigos e atuais – ele é assessor de imprensa da Capcom no Brasil – não gosta muito de fazer as contas, mas confessa que já gastou quase R$ 50 mil entre jogos e consoles que, para muitos, não passariam de "velharias".
    E passa mais tempo jogando antiguidades do que os games atuais.

    "Comecei a pesquisar meios de ligar videogames antigos em TVs atuais com imagem bonita e bom tempo de resposta, e fiquei tão fascinado por poder jogar os clássicos com qualidade que passei a gastar mais tempo e dinheiro com esse hobby", conta Santana.

    Como você pode perceber, não basta simplesmente tirar aquele videogame velho da caixa e conectá-lo ao seu televisor moderno. Nem todas as TVs atuais são compatíveis com o sinal em 240p (linhas progressivas), que é o padrão utilizado por consoles como Mega Drive ou Super Nintendo, e isso pode resultar em gráficos borrados e demora no tempo de resposta – dois pecados inadmissíveis para os puristas.

    É justamente no processo de tornar a experiência mais fiel possível à original que a brincadeira começa a ficar cara. Para citar um exemplo, um upscaler, aparelho capaz de aumentar a resolução dos jogos e preservar a nitidez dos pixels, dentre outros benefícios, chega a custar US$ 400 (cerca de R$ 1.335).

    Arquivo pessoal
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    Consoles novos e antigos (e outros aparelhos) dividem espaço para jogar clássicos do passado no setup de Fabio Santana


    Memória resgatada e preservada


    Você pode estar se perguntando porque, diante de tantos emuladores por aí, se dar ao trabalho – e ao investimento – de montar uma infraestrutura para jogar games antigos. "Nada vai substituir a sensação de segurar o controle original do console, pegar o cartucho na gaveta, dar aquela assoprada e colocar no console que você usava quando tinha oito anos de idade", teoriza Fabio Michelin, 38 anos, e que gasta entre 40% e 60% do seu salário em retrogaming.

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    Fabio Michelin tem um canal no YouTube sobre jogos antigos e é também parte do estúdio Pixel Mind, que está desenvolvendo "Seven Souls", um side scroller 2D nos moldes de clássicos dos anos 90, como "Shinobi".

    Dentre as hipóteses que explicam a nostalgia andar tão em alta no mundo dos games, está a de que aquelas crianças dos anos 80 e 90 cresceram, e hoje têm poder aquisitivo: "Master System, Nintendinho, Mega Drive e Super Nintendo eram consoles que desejávamos muito, mas dificilmente uma criança poderia comprar todos eles. Hoje aquelas crianças cresceram, passaram a trabalhar e, movidos às vezes pela nostalgia, compram um console que por um motivo ou outro marcaram sua infância", teoriza Michelin.

    "Não apenas esses adultos recorrem a esses produtos como uma forma de reviver a infância, como também de passar adiante um legado, pois muitos hoje são mães e pais ou tias e tios, e querem mostrar às crianças de hoje como se divertiam as crianças de antigamente", complementa Santana.

    É importante destacar que ser um retrogamer não significa necessariamente ser um colecionador. "Com o adendo e melhoria dos emuladores , você pode ser um retrogamer e não colecionar, usando apenas emuladores para jogar as ROMs", explica Michelin.

    Contudo, comprar jogos antigos às vezes pode sair caro. Santana, por exemplo, adquiriu recentemente uma cópia de "Final Fight Revenge", jogo da Capcom para o Sega Saturn lançado no Japão, por US$ 400. "Costumo comprar do Japão, e mesmo assim precisei monitorar leilões por mais de um ano para encontrar uma cópia de 'Final Fight Revenge' completa a um preço que eu considerasse acessível".


    Túnel do tempo


    Com cerca de 130 mil integrantes o
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    é um dos maiores grupos do Facebook dedicado ao retrogaming. O fundador, Cleber Marques, é também um apaixonado por revistas de videogame. Tão apaixonado que criou a sua própria publicação, que leva o nome do grupo – e fala sobre games antigos, claro - e já vendeu mais de 80 mil exemplares nas bancas.

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    Paixão por jogos antigos motivou a criação da revista Warpzone

    Cleber, que trabalha na Microsoft, leva o Warpzone como uma atividade extra, mas a iniciativa evoluiu a ponto de envolver outras pessoas: "Não penso em viver disso, amo trabalhar na Microsoft, mas hoje já tem gente que vive da Warpzone: são 18 pessoas ao todo na equipe".

    Até mesmo Michelin, personagem dessa reportagem, está indo além do hobby: além de manter um canal no Youtube, junto com outras três pessoas forma o estúdio brasileiro Pixel Mind, que está desenvolvendo "Seven Souls", um side scroller 2D nos moldes de clássicos dos anos 90, como "Shinobi" e "Shadow Dancer".
    "Meu fascínio pelo retro gaming é tão grande que quero contribuir com o movimento", diz Michelin sobre "Seven Souls", que será lançado para PC no ano que vem.

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  2. A verdade é que jogos antigos são bem legais, mas é burrice gastar milhares de reais em adptadores se a pessoa pode comprar uma televisão com tubo catódico e um console antigo. O duro é encontrar os cartuchos antigos.
     
  3. Na realidade, não precisa nem gastar dinheiro com isso e sim baixar emuladores de jogos antigos e com vantagem que neles eu posso pausar e salvar fases coisa que no Atari era impossível na época em que foi lançado.
     
  4. adrieldantas

    adrieldantas I'm guilty

    É interessante usar emuladores (eu já usei), mas hoje é mais difícil. No meu caso eu tenho que me aproximar o máximo da experiência original, ou seja, eu não jogo Super Nintendo na TV digital; Game Boy só quando tem luz natural suficiente, etc...

    Mas é engraçado esse boom do "retrogaming", semana passada eu estava no shopping e entrei nessa loja pra comprar um jogo pro GB. Na vitrine dessa loja tinha milhares de consoles, 95% antigos. Onde há cinco anos atrás você comprava um SUPER NINTENDO com dois controles e um jogo por R$100; hoje é uns R$500.
     
  5. Aqueles joguinhos de bolso da Nintendo, estes sim acho bem estranhos jogar emulados.
     
  6. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Posso imaginar o porquê de os recursos serem drenados.

    O simples fato de conectar o jogo antigo num sistema de som/áudio atual (tipo home theater) apesar de cobrar algum investimento devolve com um custo benefício bem legal pelas opções de configurações, filtros, efeitos e nitidez dos aparelhos de hoje. Se estiver conectado em uma TV bem escolhida o jogo ganha uma vida nova também na imagem, nas cores e na imersão.

    Eu mesmo penso ser mais fácil e estável/seguro alocar um PC exclusivo separado para retro jogos tendo sistema operacional antigo para jogar os jogos de windows 95 e 98 do que simplesmente correr riscos rodando tudo numa máquina que foi difícil deixar tudo funcionando a contento. Mas obviamente não pagaria tudo de uma vez. Começaria melhorando algumas coisas e se desse iria atrás de jogos lendários. O Japão, por exemplo, inclusive se tornou num lugar aonde jogos e produtos de entretenimento foram preservados. As modas por lá persistiram por mais tempo entre as tribos.
     
  7. Existe a possibilidade de você rodar qualquer sistema operacional obsoleto dentro de um atual através de uma máquina virtual, mas optei em ter um pc exclusivo só pra isso, onde rodo até jogos em DOS puro. Já faço isso a pouco mais de dez anos e pra mim, o resultado do desempenho de velocidade e gráficos foi superior, até porque não se trata de emulação e sim do jogo em contato direto com os recursos do sistema.
     

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