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Falácia

Tópico em 'Clube dos Bardos' iniciado por imported_helen, 13 Jul 2011.

  1. imported_helen

    imported_helen Usuário

    [align=center]Falácia

    Eu escrevo o teu nome em carmim,
    com o meu sangue em que ainda imperaras,
    o escrevo por dentro de minha entranhas,
    não o faço pela glória de meus versos,
    nem pela dor que neles se encerra,
    o faço como sagrificio à mãe terra,
    gota a gota à Gaia, à liberdade eterna,
    será então em carmim, onde tudo teve início,
    onde tudo em fim se encerra!

    Pela derradeira vez
    o teu nome pousará em minha pena,
    a última de nossas balhas,
    a grande guerra!

    Te expulsarei visceralmente,
    hemorragicamente, desintoxicamente,
    autofagicamente em nível molecular,
    te expulsarei alma a dentro deveras![/align]
     
  2. Rodovalho

    Rodovalho Usuário

    Fábio, esse "teu nome" tem nome próprio e não sigiloso? Duvido que seja um poema genérico destinado a alguém genérico.

    Esse nome exorcisado não deveria nem ser pensado ao ser homenageado, nem mesmo anonimamente. Mas como os poetas se enganam em suas derradeiras vezes!
     
  3. Tayana

    Tayana Usuário

    Rsrs, isso ai foi escrito dessa forma pra que a pessoa do poema jamais descobrisse. Conte-nos. hehehe
     
  4. G.

    G. Ai, que preguiça!

    Talvez não haja alguém de verdade...
    Aliás, muito bom poema!!
     
  5. imported_helen

    imported_helen Usuário

    Olá meus caros!!


    Obrigado pelos comentários! De fato sempre houve alguém, há e haverá, embora eu não diria que esse é um poema confessional!!


    Abraços!
     

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