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Expedição tentará esclarecer morte da mais famosa aviadora dos EUA

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 26 Mar 2012.

  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

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    Amelia Earhart. (Foto: AP)​

    Uma expedição de investigadores se propôs acabar com o mistério que cerca o desaparecimento da aviadora mais famosa dos Estados Unidos, Amelia Earhart, da qual a secretária de Estado, Hillary Clinton, se declarou admiradora.

    Hillary lembra que em sua adolescência, quando começou a se interessar por histórias de mulheres notáveis, sua mãe falou de Amelia, que deixou o país boquiaberto e desapareceu de forma enigmática no meio do Pacífico.

    Numa época em que os EUA precisavam de personalidades para abstrair a dura recessão, a aviadora emergiu como um dos rostos mais famosos nos anos 30. Em 1932, Amelia cruzou o Atlântico em tempo recorde - 14 horas e 56 minutos - e, em 1935, conseguiu aterrissar na Califórnia após decolar do Havaí.

    De fato, ela foi a primeira pessoa a sobreviver à rota aérea Havaí-Califórnia. Contudo, o espírito de superação da aviadora convivia necessariamente com o risco e, em 1937, seu avião desapareceu sem deixar rastros no Pacífico, próximo do meridiano 180, conhecido como linha internacional de mudança de data.

    Após 75 anos, as circunstâncias de sua morte ainda são desconhecidas e as enciclopédias consideram como "desaparecimento". Agora, os investigadores acreditam ter encontrado indícios para reconstruir o último voo de Amelia.

    A principal prova é uma fotografia tirada no mesmo ano do desaparecimento por um soldado britânico em uma ilha remota da região, pertencente ao território nacional de Kiribati. Na imagem, é possível perceber partes de um avião para fora da água.

    O investigador Ric Gillespie assegurou nesta semana que a foto mostra
    modelo com o qual Amelia voava.

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    Em 1932, Amelia cruzou o Atlântico em tempo recorde: 14 horas e 56 minutos. (Foto: AP)​

    Daí nasce a hipótese: a aviadora e seu acompanhante teriam feito uma aterrissagem de emergência, chegado à uma ilha chamada Gardner e sobrevivido por um tempo como náufragos.

    sentenciou o diretor das investigações, que já viajou várias vezes à região.

    Ele visitará o local novamente em julho, acompanhado por historiadores, cientistas e mergulhadores para encontrar vestígios da aeronave.

    Durante dez dias, a equipe contará com robôs submarinos e financiamento privado, já que quem promove a expedição é o Grupo Internacional para Recuperação de Aviões Históricos (TIGHAR, na sigla em inglês).

    Hillary apoia a iniciativa porque
    De fato, o 75º aniversário do desaparecimento desta mulher ativa e trabalhadora relembrou o público americano das façanhas da aventureira que atravessou sozinha o Atlântico.

    A National Portrait Gallery de Washington prepara uma exposição que, a partir do final de junho, recuperará a história de Amelia Earhart e exibirá sua licença de voo, um capacete de couro e um filme com imagens do casamento da piloto.
    declarou o diretor do museu, Martin Sullivan.

    De fato, sua atividade a favor dos direitos das mulheres passou pela criação um programa para mulheres piloto, a afiliação ao Partido Nacional da Mulher, o apoio à emenda de igualdade de direitos da época e várias palestras e livros, sem abandonar sua paixão em se vestir bem.

    Hilary ressaltou que Amelia
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