1. Caro Visitante, por que não gastar alguns segundos e criar uma Conta no Fórum Valinor? Desta forma, além de não ver este aviso novamente, poderá participar de nossa comunidade, inserir suas opiniões e sugestões, fazendo parte deste que é um maiores Fóruns de Discussão do Brasil! Aproveite e cadastre-se já!

Dismiss Notice
Visitante, junte-se ao Grupo de Discussão da Valinor no Telegram! Basta clicar AQUI. No WhatsApp é AQUI. Estes grupos tem como objetivo principal discutir, conversar e tirar dúvidas sobre as obras de J. R. R. Tolkien (sejam os livros ou obras derivadas como os filmes)

Estupro

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Primula, 29 Abr 2003.

  1. Primula

    Primula Moda, mediana, média...

    Página de inspiração: Escaping Hades...

    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)


    Mito: Hades é conhecido pelo rapto de Perséfone, forçando-a a casar-se com ele.

    O relato seguinte é deveras comum e banal, e servirá como ponto de partida. Nem venham em dizer que estupradores merecem ser castrados, que vão virar mocinha na cadeia, etc..

    *****
    Meu nome é Lis, e atualmente sou uma veterana da Ohio. Farei 23 anos em dezembro de 2002, e farão sete anos que aconteceu comigo, em junho de 2002. Eu digo isso pois minha vida terminou e começou há seis anos atrás, na véspera de meu primeiro ano colegial terminar. Eu fui estuprada por alguem em que pensava poder confiar.

    Aqueles entre vocês que já foram estuprados podem entender esse negócio de morte figurada. Você não mais é a pessoa que foi antes de ser estuprada - aquela pessoa se foi. Você foi transformada na pessoa que foi estuprada - a pessoa que tem medo do escuro, que tem pesadelos e flashbacks, e batalhas de depressão.

    Entender a pessoa que eu fui antes de ser estuprada é uma tarefa muito difícil para mim. Ela é uma sombra agora, transformada não apenas pelo tempo, mas pelo medo do estupro. Quando eu olho para trás, para ela, a primeira coisa que quero fazer é ficar brava com ela - por ser ingênua, por ser jovem, por confiar tão facilmente. Várias vezes, durante quatro anos, eu a odiei - a culpei por ser estuprada e a amaldiçoei pelos problemas que encontrei depois que fui violentada. Mas quando sou justa comigo mesma, posso vislumbrar um pouco da pessoa que eu fui.

    O eu "anterior"
    Eu vivi numa pequena cidade ao sul de Boston por toda a minha vida. Sou a filha mais velha de três, com um irmão e uma irmã mais novos. Durante meu processo de crescimento, eu estava sempre ao lado das meninas mais novas. Quando elas se interessaram pelos meninos, eu ainda estava interessada em cavalos e "jogos de faz-de-conta". No meu 9o. ano, eu só tinha um vago interesse no sexo oposto, e passava a maior parte de meu tempo com minha melhor amiga, fazendo projetos de arte e continuando a viver no mundo de uma criança.

    Ao final do 9o. ano, eu fiquei gamada por um calouro do colégio, que era um jogador de futebol americano muito popular. Depois de um tempo começamos a conversar pelo telefone - coisas bestas. Eu nem mesmo consigo lembrar agora o que foi dito, mas ele conversava comigo e eu estava lisonjeada.

    Uma noite, lá pela meia-noite, ele perguntou se eu gostaria de sair para uma caminhada com ele (ele vivia só umas três quadras pra baixo). Eu fiquei extasiada por ele me querer fazer algo comigo, então eu saltei de minha janela (já passava de minha hora de dormir, e meus pais não me deixariam sair, por isso eu saí de fininho) e andei até o fim da rua onde ele me encontrou. Ele sugeriu irmos até o playground do prezinho e "conversar". E lá fomos nós.

    O playground foi desenhado especialmente para parecer com um navio. Tinha duas seções largas para o barco, ambas dom dois andares, rampas, cordas, etc.. Nós subimos ao segundo andar de uma das seções e sentamos no tubo laranja para conversar. Não me lembro o que conversamos.

    Terrivelmente fora do controle
    Depois de um tempo, ele inclinou-se sobre mim e começou a me beijar. Eu aceitei a princípio, mas quando ele começou a colocar seu peso sobre mim, eu me afastei e tentei recomeçar o diálogo de novo. Ele voltou a me beijar e desta vez me empurrou contra o chão. Eu disse para ele parar - e foi quando as coisas começar a girar totalmente fora de controle.

    Ele não parou apesar de eu dizer "não" várias vezes, apesar de lutar contra ele, ele me estuprou. Eu não lembro como ele tirou meus shorts, e às vezes eu ainda fico furiosa comigo mesma por não ser forte o bastante para lutar contra ele, mas ele venceu.

    Depois que terminou, ele jogou minhas roupas pra mim e disse para me vestir. Ele tinha ejaculado em meu estômago e ainda posso me lembrar ele dizendo "essa coisa gruda em tudo. Use seus shorts para se limpar."

    Ele disse para eu parar de chorar várias vezes. Então ele disse que queria me "abraçar"e ele não me deixou ir até que ele "me abraçou" pelo que parecia ser uma eternidade. Então ele disse que precisava ir para casa e se foi.

    Ele disse para todo mundo que com minha permissão
    Assim como eu. Eu fiz essa realidade alternativa para mim mesma, na qual eu tive algum controle e fiz eu acreditar que eu dera permissão. Eu não acho que a palavra "estupro" estava em meu vocabulário na época. E certamente não me ocorreu que um crime havia sido cometido enquanto eu voltava para casa, ou quando eu tomei um banho, ou no dia seguinte quando eu fiquei em casa (não fui pra escola) chorando na cama. Eu estava tão envergonhada e sentia como se tivesse feito algo ruim - e eu estava com medo de dizer aos meus pais porque eu fiz algo proibido na hora - eu sai de fininho sem permissão deles. Por isso eu não disse para ninguém. Eu mantive segredo e não disse uma palavra por três anos.

    Ele, por outro lado, disse para as pessoas que fizemos sexo consensual. Quando eu penso sobre isso agora, isso foi uma coisa burra de se falar, porque pela lei ele também cometeu pedofilia - eu era menor de idade e ele tinha 19 anos. Mas ninguém pensou dessa forma - eles só me rotularam como "vaca" e atormentaram-me por vários anos.

    As pessoas me disseram que ele falou "F*der ela é como f*der uma saco de feijões". Ainda não tenho certeza o que isso quer dizer, mas na época me machucou muito. As crianças que não gostavam de mim usavam ele contra mim - tudo que precisavam era mencionar o nome dele, e eu não tinha outra escolha senão deixar a sala. A escola tornou-se o inferno.

    Minha vida meu inferno
    Parei de comer e comecei a usar comida como uma arma contra mim mesma. Eu me sentia bem se pudesse ficar o dia inteiro sem comer. Eu fiquei perigosamente magra e às vezes, eu me forçava a vomitar porque sentia-me culpada por ter comido no dia. De novo, eu não sabia o que estava acontecendo comigo na época - anorexia - nem sabia que muitos sobreviventes de violência sexual desenvolvem desordens de alimentaçào numa tentativa de controlar alguma coisa de suas vidas, ou punir a si mesmos porque eles acreditam que o que aconteceu foi culpa deles.

    Quando eu estava no 11o. ano, eu era miserável, magra e não via razões para viver. No final do 11o. ano, eu peguei mono, e porque eu estava tão fraca, meu corpo não conseguia lutar contra a doença. Eu terminei no hospital e perdi dois meses de escola.

    Durante o verão antes de meu ano colegial avançado, minha melhor amiga (que se mudara para Virginia um ano antes) me perguntou se eu queria passar esse ano em Virginia e ficar com a família dela. Eu decidi que era uma boa chance - elees tinham uma escola maior, e eu poderia conhecer muita gente e experimentar novas coisas, e não seria conhecida como vaca.

    Apesar de sentir falta de minha família, eu acredito que o ano que passei em Virginia me salvou. Eu comecei a comer de novo. Eu estava muito mais feliz, e fui na realidade capaz de falar a algumas pessoas sobre o que eu passei.

    Curando
    Quando eu fui para a faculdade, eu comecei meu processo de cura. Eu comecei escrevendo todos os meus sentimentos num diário e falando com outros sobreviventes pela internet.

    Eu também comprei um livro After Silence: Rape and My Journey Back de Nancy Venable Rainn, e comecei a ler a estória dela. Eu também comecei meu diário online. Meu próximo passo era encontrar ajuda em minha faculdade. Eu encontrei um membro do grupo de apoio às vítimas de violência sexual chamado "Espaço Seguro" e me encontrava sempre com ela. Ela me levou a uma clínica para fazer um teste de HIV (eu estava com medo depois do estupro, de ter contraído o vírus da AIDS), que deu negativo, e ela me encorajou a juntar-me ao grupo, o que fiz na última primavera.

    No outono de 1999, eu comecei o treinamento para o Espaço Seguro. Eu esperava que fosse um trabalho muito difícil, porque para eu mesma foi difícil falar o que aconteceu comigo. Não foi tão duro assim como eu pensei, porque eu nunca tive de realmente aconselhar outros sobreviventes. Meu envolvimento era somente com tarefas administrativas.

    Na primavera de 2000 eu fui transferida da Union College para uma faculdade diferente. Eu me uni o Centro de Crises Pós-Estupro aqui e comecei a treinar com eles em poucas semanas. Eu terei contato mais direto com sobreviventes do que eu tive no Espaço Seguro, então eu espero que seja mais difícil, mas não estou preocupada. Eu sinto-me forte o bastante agora para fazer isso.

    Me curar não mais me parece ser uma tarefa impossivelmente grande - somente uma difícil, mas eu sinto-me melhor toda vez que eu raspo fora uma parte da barreira da mulher que foi estuprada e da garota que ela foi antes

    Update: Junho, 2000
    Sobrevivi mais um aniversário. Aconteceu muita coisa desde que escrevi aqui pela última vez. Eu comecei a fazer terapia e a lidar com vários aspectos relacionados ao meu estupro. Eu acho que eu finalmente comecei a me curar do estupro propriamente dito, e este é somente uam consequencia do que eu deixei para fazer depois.

    Eu estava pensando hoje sobre o segundo ano, o ano anterior à construção do playground onde eu fui estuprada. Nós tinhamos um playground velho lá, com estas duas estruturas metálicas idênticas, do tipo selva. Uma era para garotas e outra para os meninos. Nenhum dos dois tinha permissão de entrar na "zona de segurança" do outro.

    Um dia de feriado escolar, eu estava brincando ali, quando um menino da minha classe veio e me ameaçou - não lembro o que ele disse, mas eu lembro que fiquei com medo. É minha primeira memória real de ter medo de um menino. E o que eu lembro claramente é ver a professora encarregada durante o recesso do parque, uma mulher, fitando-a com os olhos pedindo ajuda. Ela não fez nada, na verdade, era como se ela fosse cega ao que estava acontecendo. Então eu me virei e corri o mais rápido que pude para a selva das meninas. Eu subi no topo e então estava segura.

    Acho que o que eu preciso lidar agora é com o sentimento de ser traída pelas mulheres em geral. Por que as garotas de minha classe não me apoiararm quando eu atormentada pelos meus colegas de classe? Por que as mulheres desprezam as vítimas de estupro como "choronas" ou dizem a suas amigas sobreviventes para "dar a volta por cima"?

    Eu estou num novo estágio de me curar, e um passo mais próximo de minha recuperação.
     
  2. TT1

    TT1 Dilbert

    Eu nunca havia pensado neste tipo de estupro, por um amigo ou namorado... Isso complica bastante as coisas, pois além de perder confiança em você, perde também nos outros mais próximos.. situação terribilíssima, sem dúvida.

    Mas acho que a Lis fez a coisa certa mesmo. Eu imagino que a pessoa fica desnorteada, sem saber o que fazer e a onde ir. O correto era realmente procurar ajuda e tentar dar a volta na vida.

    O terror de ver os seus "amigos" te caluniando sem saber do que realmente houve é terrível, sem dúvida... imagina a mente dessa menina.. 16 anos, estuprada, sem amigos e caluniada como a Vaca da escola.

    Isso aqui tem que ficar quoteado:

     
  3. Saranel Ishtar

    Saranel Ishtar Usuário

    Cara que horror...
    Sinceramente eu acho que não sobreviveria a um ataque de estupro. Eu sou fraca emocionalmente falando. Tenho um medo quase mórbido de estupro; um cara estranho não pode nem chegar perto de mim que eu já saio andando. E se um conhecido tbm fica com essas de querer ficar sozinho, ou co9isas do tipo, comigo, eu saio de perto tbm. Fico imaginando o quão terrível seria, e nem gosto de pensar.
    As pessoas foram mto maldosas e ela, infelizmente, talvez pela idade, agiu errado de não ter denunciado. Seria melhor levar uma bronca dos pais por ter saído sem a permissão deles do que o cara ficar sem punição.
     
  4. Gildor

    Gildor Usuário

    Uma pessoa muito próxima a mim (muito tempo atrás, uns 12 anos) passou por isso. Numa situação muito parecida com a descrita pela Prímula, essa minha amiga foi estuprada por um babaca (namorado de uma amiga) que tinha um desejo enrustido por ela.

    Era minha ex-namorada. Minha primeira namorada. :osigh:

    Fiquei um tempo, um bom tempo, bolado com isso tudo. É um ato tão invasivo, tão brutal, que acho que não tem como imaginar nem por cima... se não foi com você. Eu ficava pensando: puxa, sexo é o contato mais profundo que você pode ter com outra pessoa (fisicamente falando), e justamente sua primeira vez ser com uma pessoa que você não quer, numa situação que você não controla, e abomina.

    Não consegui conversar com ela, queria muito saber uma maneira de ajudá-la. Ela ficou com vergonha de me ver, passou um bom tempo deprimida. Uns tempos depois, saiu do casulo, tomou um rumo legal na vida. Hoje tá casada, soube há pouco tempo que teve uma garotinha e vive bem com o marido - que a família dela adora.

    Quando penso nisso, meu coração fica mais tranquilo. É muito bom saber que ela passou por isso e foi forte o suficiente pra se levantar.
     
  5. Faram¡r

    Faram¡r Dr. Benway

    O estupro é talvez a maior violencia que uma pessoa pode sofrer. A verdade é que além do perigo da Aids e da gravidez, a grande sequela de quem sofre um estupro é o sentimento de culpa. É estranho, porque a pessoa não é culpada, ela sofreu uma violencia, mas parece que o estupro macula de forma aterrorizadora quem o sofre, talvez principalmente quando um homem sofre de outro homem.

    Essa menina do relato, ela passou a se punir por uma violencia que sofreu, já não bastava o estupro por si só. Existe todo o preconceito da sociedade, mas acredito que ela mesmo devia se sentir culpada por isso, de alguma forma. É uma questão delicada e muito triste ...
     
  6. V

    V Saloon Keeper

    Você tem que concordar que se a punição fosse a castração o cara ia pensar duas vezes.
     
  7. black_pilot

    black_pilot Usuário

    Desculpa, mas eu nao consegui terminar de ler isso... Nao foi por falta de vontade, mas, mas, se toda hora eu virava a cara e fechava os olhos, tentando nao visualizar a cena, eu preferi parar de ler...
     
  8. è difícil saber o quão horrivel pode ser um estupro, é a violaçao por um contato intimo que causa danos irreverssíveis. Dá vergonha de ser do sexo masculino quando penso em homens assim...

    é incrivel como uma pessoa se fecha e tem medo de se expor depois de um ato desses , se sente inútil, incapaz de se defender, como Lis disse.
     
  9. Lestat

    Lestat Usuário

    Eu tive uma exnamorada q eu adorava ela...um dia ela estava me contando sobre a infancia dela e sobre namorados...qndo entramos no assunto de sexo ela ficou chateada e triste como se tivesse se recordado de algo muito ruim...eu entaum deixei quieto...
    Certa vez em uma festa na casa dela eu vi q ela me apresentou a um monte de gente menos pra um garoto la...eu perguntei quem era e ela disse q era o primo dela. Mas tarde depois de muito insistir ela me contou q qndo criança(uns 10 anos) ele(uns 15) ficava forcando ela a ter relações sexuais tanto por pressão fisica ou psicologica...qndo a familia soube, o pai dela naum fez nada pra naum causar escandalo na familia ele apenas ficou com raiva na hora mas tinha passado...e o pai dela deixava ele frequentar a casa dele numa boa pra naum ter escandalo na familia.
    Um dos motivos do termino do namoro foi isso, apartir do momento q eu sou eu ia matar o desgraçado...sentia um odio imenso...so via a visão dele morrendo...e eu REALMENTE estava disposto a matar o desgraçado e eu naum ia com a cara do pai dela ja q eu pensava: "Q tipo de pai q sabe de algo nesse nivel e naum faz nada??? e deixa o infeliz continuar frequentando a casa???"Ai por essa incompatibilidade minha com a familia dela , acabou naum dando certo....

    mas na minha opinião, nau existe punição a altura de um estupro...na verdade matar o kra naum vale a pena...ele tem q sofrer de pouquinho em pouquinho...lentamente...anos sendo torturado...tendo cada osso quebrado e cada pedaco do corpo cortado...se eu algum dia encontrasse algum desgraçado desses...ele naum teria um fim bom :x ...
     
  10. houve um caso de estupro na frança dentro de um metrô.
    o metrô não tava lotado. mas tb naum estava vazio.
    os passageiros fingiram q nada estava acontecendo e deixaram tudo acontecer debaixo dos narizes deles. :x :x :x


    as meninas q tem medo de isso acontecer e quererm se prevenir deveriam treinar jiujisto. se for pensar bem, naum eh tão dificil se defender dum ataque (a não ser q o cara ta armado, ae complica)
     
  11. Lord Kalaeth

    Lord Kalaeth Cavaleiro de Mordor

    2coisas q as pessoas se esquecem muitas vezes :

    1)não são só so homens. Também há mulheres a violar homens. Claro q os homens não vão as noticias dizer isso, mas acontece. [já ag.. não me perguntem como.. também axo intressante a ideia.. talvez uns comprimidos de viagra no copo de vinho??]

    2)a maioria das violações são feitas por pessoas que conhecem a vitima : amigos, amigos da familia, e claro, os respectivos namorados.. Esses são os que estão em vantagem.. Se alguém disser alguma coisa podem sempre dizer : ah, foi com consentimento..

    e a grande maioria desses casos em q o/a namorado/a viola o/a parceiro/a, passa desprecebido, pk ninguem admite esas coisas..
     
  12. |[PHN]|

    |[PHN]| Usuário

    bem, estupro pra mim é o fim da picada :x :x
    tanto o ato covarde do homem em forçar a mulher a ter uma relação com ele quanto da violência que ele emprega pra isso
    estuprador pra mim é na cadeia, e fim de papo!
    no mínimo uns 30 anos

    e como que uma pessoa dessas(namorado) tem a coragem de ainda falar que gosta/ama a pessoa?? :o?: é uma cosia que não entra na minha cabeça
    o que leva o ser humano a fazer uma coisa dessas? :evil: se ele realmente amasse a pessoa ele não faria isso com ela, mas sim esperaria a hora certa, a hora em que ambos quisessem :D

    mas a vida e a mente do homem não deixam de ser "loucas", o homem sempre foi e sempre será apressado nos processos, e não pensa ao fazer as ações
    a ingenuidade dele não deixa de estar fora nesse caso, porque ele ainda pensa que pode se safar de tal coisa

    mesmo que ele consiga escapar das punições do mundo, ele não conseguirá escapar da psicológica

    é lamentavel :disgusti:
     
  13. Balbo

    Balbo Usuário

    Com certeza não, porque viagra não dá tesão em ninguém. E pra uma mulher violentar sexualmente um homem tem que ser mais forte que o cara, ou então sedar ele, e considerando o fato de que homens sempre estão dispostos a transar com uma mulher que se ofereça (na maioria das ocasiões), acho que deve ser raro um estupro desse tipo.
     
  14. Primula

    Primula Moda, mediana, média...

    Sim eu concordo, V... mas o meu medo é o assunto descambar apenas para isso. :wink: :kiss:

    Depois comentou outras coisas. 8-)
     
  15. Saranel Ishtar

    Saranel Ishtar Usuário

    Uma vez aconteceu aqui no Brasil também. Não sei se foi em SP ou em outro estado, mas vi um caso desses num jornal da TV.
    Kra se um cara me abordasse querendo alguma coisa assim eu preferiria morrer...falaria "me mata, mas eu não vou deixar vc me estuprar", só se ele fosse praticar necrofilia, pois teria que passar por cima do meu cadáver!!
    Ceis viram o caso do cara que em Boa Viagem abordava as meninas nos carros e as estuprava lá mesmo? PUTZ eu fiquei chocada...nunca mais fiquei sozinha em carro desde então.
     
  16. Hareth

    Hareth Usuário


    Aqui em São Paulo acontecem por volta de 4 ou 5 casos assim por ano... sobre o último do qual eu ouvi falar o cara tava até armado com um revólver, q ele encostou nas costas da moça e mandou ela abrir a saia e ele fez o q queria com ela, isso com o metrô lotado, sabe qdo não tem nem como colocar o pé mais pro lado??? Aí, depois, a moça violentada ficou chorando no chão e uma mulher a ajudou a recolocar a saia e descer do trem.
    Depois de eu quase ter sido atacada na rua (q foi num período perto desse acontecimento q eu contei), eu saio muito desconfiada pela rua. Tanto q, qdo encontro alguém q eu conheço na rua, eu nem paro p/ conversar...
     
  17. |[PHN]|

    |[PHN]| Usuário

    aaaaaaaahhhhhhhhh que revoltanteeeeeeeeeeeeeeeeeeeee :x :x :x
    PQP! se eu visse eu acho que sei lá viu
    AHUAuhAUH achu que ei ia dar um berrão bem grande no metro pra todo mundo ver
    ou então eu ia esperar o cara sair pra chamar a policia e pegar ele
    meu! nem sei direito o que faria
    só sei que ficaria MUITO puto :x :x :roll:
     
  18. Saranel Ishtar

    Saranel Ishtar Usuário

    Ditto.

    Se acontecesse comigo, como eu já disse, deixava o cara me matar. E olha, se eu visse ia reagir sim. Nem tinha essa de não reagir. Vc acha que o cara atiraria el alguém mesmo?? Ia nada...só se fosse bem bobo, pke ta cheio de gente lá pra denunciar, e tdo viu a cara dele.
    Meu pai uma vez foi abordado por caras armados (era pivete, de uns 15 anos). Aí ele foi conversando numa boa e levando os caras até fora. Eles tiveram medo pke a rua toda tava vendo e foram embora.
    Tem que ter sangue frio.
     
  19. Litzhel

    Litzhel Delirium

    E de que adiantaria? O mal já estaria feito, a moça já estaria estuprada, os sentimentos já estariam mortos. Mas não to criticando seu post nao, eu entendi o que você quis dizer, só vou usa-lo como exemplo.

    Fazia tempo que nao lia um topico e as opinioes inteirinhas. Muito bom o tema. Concordo com o Balbo, se acontece estupro de uma mulher para um homem, é raro. É como ele disse, se uma mulher vier querer transar com um cara, é meio provavel que ele fique feliz.

    O Gildor disse algo que é verdade, por mais que a gente tente imaginar e opnar sobre o assunto, a gente não é a pessoa.. a gente não sabe o que ela passa.

    Primeiro que ser forçada a algo verbalmente já é muito constrangedor e chato, quanto mais fisicamente. Nao vou cair muito no assunto, porque nao tem muito o que se falar depois desse texto que a Primula colocou.
    Mas algo que nao foi dito aqui, como fica a relaçao da mulher com homens depois de um estupro? Como ela nao deve se sentir? O medo... o medo daquilo acontecer denovo, os flash-backs como a propria moça disse. Deve ser terrivelmente triste.

    Pra você ver a ingenuidade da menina, e das mulheres em geral, em colocarem a culpa em si mesmas, arranjarem razoes pra justificar o ato, e etc. Por mais que tentamos imaginar um jeito de punir uma criatura que faz uma coisa dessas, não dá. Porque na verdade, eu acho que a propria pessoa vai sofrer com isso algum dia, seja hoje, seja amanhã...

    O que eu gostaria de saber é, o que passa pela cabeça de um estuprador? Será que ele proprio não é alguem doente? Precisando de ajuda psicologicas? Ou... será que ele, tambem nao sofreu os mesmo abusos na infancia? Algo que deixou ele tao traumatizado, a ponto de querer fazer todos sentirem a sua propria dor.

    E as pessoas que vem e nao ajudam? Isso não é dez vezes mais terrivel do que o proprio ato? Elas tao se mostrando a mesma arrogancia que o estuprador.
     
  20. **Anarya**

    **Anarya** Usuário

    Ah.. esse é um assunto mto delicado... eu n tenho ideia d como agiria, como ficaria depois... é algo que só dá p/ saber depois que acontece.

    E é uma atitude, no mínimo repulsiva :disgusti:

    E as pessoas q são vitimas desse ato ainda possuem essa sensação d culpa, como algo que as assombre... eu não consigo nem imaginar o quão ruim é isso. :x

    E lendo isso me lembrei dakele ditado... "Se o estupro é inevitável, relaxa e goza"

    Definitivament, quem inventou isso não tinha noção do quanto isso é falso. :|
     

Compartilhar