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Espírito burguês e espírito nobre

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Paganus, 12 Jun 2013.

  1. Paganus

    Paganus Visitante

    Interessante reflexão de um amigo meu e grande entre os parcos tradiccionalistas no Brasil sobre as diferenças entre o espírito burguês e o espírito aristocrático:

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    :clap: :clap: :clap:

    Assomam-me lágrimas aos olhos!

    Só espero que o facto desse ser um texto integralista, escrito por um integralista e com amplas referências ao inclipto Plínio Salgado não cause celeuma e urticária e que se possa apreciar o valor do texto por si mesmo, pelo seu conteúdo de caracter essencialmente tradiccional.
     
    Última edição por um moderador: 12 Jun 2013
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  2. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Dos métodos de defesa das precariedades da sociedade é possível falar bastante.

    Por exemplo, que para diferenciar uma síndrome de Peter Pan (um espírito ou natureza que se recusa a crescer) a população tenda a enfiar no mesmo balaio os que possuam nobreza e plenitude de espírito (a força jovem dominada pela sabedoria) junto de quem não consegue receber conhecimento devido ao infantilismo. No Japão por vezes as pessoas até tratam um estrangeiro adulto como se ele fosse uma criança em razão da estranheza ou do fato deles ignorarem uma realidade.

    Realidade cuja percepção, em quase todos os países do mundo, tende a ser mutilada. Quero dizer, que a plenitude ou visão de existência de sucesso tenha focado apenas a instrução no que o aprendizado é importante mas não é a única coisa fundamental da vida. E aqui entram fatores transcendentes que alimentam e sustentam a direção escolhida por uma pessoa como felicidade, amor, espiritualidade... Um universo enorme de coisas que ultrapassa o "mundo cão" (coitados dos cães).

    Por isso biblicamente é cobrado que as pessoas não apenas se multipliquem, mas que também cresçam e em outro lugar também se diz que as pessoas na maioria das vezes não estão prontas para alimento sólido da alma (e por isso as parábolas que mexem com o imaginário).

    No mundo criado por Tolkien isso se reflete bastante no desenvolvimento élfico (eu admiro imensamente os elfos, principalmente os Vanyar!). Crescer por inteiro era uma tarefa que um pai ou mãe élfica abordava diante da eternidade e eles se preparavam à altura para dar aos filhos os melhor de todos os conhecimentos e ideais. Não era simplesmente nivelar por baixo igual fazemos no Brasil declarando as crianças como incapazes antes mesmo de se testarem ou de haver garantias.
     
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