1. Caro Visitante, por que não gastar alguns segundos e criar uma Conta no Fórum Valinor? Desta forma, além de não ver este aviso novamente, poderá participar de nossa comunidade, inserir suas opiniões e sugestões, fazendo parte deste que é um maiores Fóruns de Discussão do Brasil! Aproveite e cadastre-se já!

Dismiss Notice
Visitante, junte-se ao Grupo de Discussão da Valinor no Telegram! Basta clicar AQUI. No WhatsApp é AQUI. Estes grupos tem como objetivo principal discutir, conversar e tirar dúvidas sobre as obras de J. R. R. Tolkien (sejam os livros ou obras derivadas como os filmes)

Endhers

Tópico em 'Anime & Mangá' iniciado por Ecthelion, 8 Jul 2005.

  1. Ecthelion

    Ecthelion Mad

    Endhers: Mangá nacional chega às bancas em Julho

    27/06/05

    Escrito por: Danilo Saraiva
    Editado por: Danilo Saraiva

    Em julho chega às bancas nacionais uma grande história, narrada em estilo mangá e que promete ser um grande sucesso. Endhers, de César Góis e desenhada por Diogo Saito é um novo caminho para os quadrinhos nacionais e traz elementos envolventes para prender o leitor do começo ao fim.

    Para que essa história fluísse de forma bem-sucedida foi preciso que um grande enredo fosse criado e assim surgiu a idéia de mostrar o cotidiano das pessoas que moram em uma metrópole abandonada, destruída e decadente.

    As poucas pessoas que vivem nesse local são totalmente livres, podendo fazer o que bem entendem e não precisam se preocupar com a moralidade dos membros da sociedade. A facilidade de viver em um lugar onde não há regras vem à tona e os personagens da história podem ter automóveis de uma loja à sua disposição ou mesmo morar em um shopping: não há limites para nenhum deles.

    Os motivos dessa metrópole se encontrar nessa situação não são revelados na primeira edição, isso é uma coisa que vai ser mostrada ao longo da história e é dessa origem que surgem diversos mistérios. Adan, Brenda, Kendão, San e Lury compõem o enredo de Endhers e apimentam a história, um pouco mais adulta e agressiva das que estamos acostumados. As piadas irônicas, o sensualismo e a ação dão uma pitada essencial e deslancham a história de forma livre e desimpedida o que deixam as coisas ainda mais interessantes.

    Analisando o mangá de forma genérica, a impressão que se dá é que os personagens que dão impulso à trama estão apenas vivendo sua vida, adaptando-se ao lugar onde vivem e tentando sobreviver às dificuldades. Mais que tudo, suas personalidades únicas interferem em suas ações tornando-os eficazes nas mais diversas tarefas. Para apimentar a história, nessa intensa metrópole existem grupos rivais, que dominam determinado território, formando diversas gangues.

    Muitos mistérios e revelações surgirão ao redor dos personagens principais e o local onde vivem”, declarou César Góis à redação do ohaYO! essa semana. “Na primeira edição tentaremos passar aos leitores como é todo esse ambiente da série, partindo da idéia de que os personagens podem fazer o que querem”, finaliza.

    O processo de produção de um mangá é longo e intenso. São horas de aperfeiçoamento do traço e adaptação à história, o que exige um cuidado especial tanto do desenhista quanto do autor. “Diogo é um cara que faz os desenhos numa velocidade incomum. Ele tem umas idéias boas, que surgem do nada. O trabalho dele nasce de um monte de rabiscos, abstratos mesmo. Em compensação, o resultado final é espetacular. Vale a pena ver” disse Tainá Camilo, que trabalhou com o desenhista Diogo Saito em Sugoi e também espera ansiosamente pelo mangá da ZN Editora.

    Juntos, Diogo Saito e César Góis encaram o cruel mercado de quadrinhos brasileiros. São poucos os trabalhos de desenhistas e roteiristas que realmente emplacam nas bancas. A Turma da Mônica, criado por Mauricio de Sousa é uma rara exceção de histórias de sucesso. Os famosos personagens moradores do Bairro do Limoeiro (e ainda o rural Chico Bento e sua vila) vendem grandes quantidades de revistas não só pela sua praticidade, mas pelo alcance ao público. “Mauricio passa para os quadrinhos fatos vividos no dia-a-dia pelos leitores, as crianças com problemas físicos como a Dorinha, os fãs do mundo virtual como o Bloguinho e problemas sociais como a separação dos pais do Xaveco” declara David Denis Lobão, editor-chefe do OhaYO! e fã incondicional dos personagens de Mauricio de Sousa, especialmente do Almanaque da Tina.

    Outros quadrinhos brasileiros já emplacaram boas vendagens nas bancas e um bom exemplo disso foi Holy Avenger, desenhado em estilo mangá e com a criação de Marcelo Cassaro (que antes já havia emplacado Change Kids), Rogério Saladino e J.M. Trevisan. A repercussão desse título foi tão grande que até um desenho animado da série entrou em fase de produção. “Fazer uma história que emplaque exige uma certa versatilidade do desenhista. É preciso que os desenhos prendam o espectador, que os exemplares tenham um formato simples e que eles atinjam coisas de interesse próprio do leitor. É por isso que Mauricio de Sousa faz sucesso e é por isso que Marcelo Cassaro ou Yabu e seus Combo Rangers conseguiram chegar tão longe. É preciso de muita criatividade e capacidade de adaptação aos gêneros” disse Fernando Pedraro, fã incondicional de histórias em quadrinhos desde quando tinha oito anos. Com 22 anos, Pedraro chega a gastar 190 reais mensais com títulos dos mais diversos tipos, desde histórias mais simples até mangás e gibis de super-heróis americanos. “Só compro coisas de qualidade. Não compro tudo o que o mercado traz porque seria impossível. É por isso que na hora de lançar um trabalho, os empresários devem saber em quem apostar”.

    Para Luciana Rodrigues, desenhista de mangá e designer da T2 Studio, Diogo Saito tem todas as características de um bom profissional “Ele é muito prático e versátil. É impressionante vê-lo desenhar, não sei de onde vem tanta criatividade. Ele não se limita ao próprio estilo, como geralmente acontece com alguns desenhistas. Ele vai além, desenvolvendo cenários quase perfeitos com personagens que até parecem realmente ter vida. Endhers é uma prova absurda de seu potencial”.

    Resta aguardar o lançamento do título e ver se ele realmente vai agradar ao público que já aguarda ansioso. O mangá poderá ser visto e adquirido pela primeira vez em julho, nos eventos Anime Family (no Rio de Janeiro) e Anime Friends (em São Paulo). A publicação é da ZN Editora e custará 2,90 (2,50 nos eventos de lançamento), com 36 páginas e formato americano.

    Fotos: Danilo Saraiva e Diogo Saito

    Fonte: Anime Ohayo

    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)



    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)


    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)


    Este conteúdo é limitado a Usuários. Por favor, cadastre-se para poder ver o conteúdo e participar (não demora e não possui custos)
     

Compartilhar