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Em São Paulo, Dalai-lama rejeita diálogo entre ciência e religião

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 16 Set 2011.

  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Em entrevista coletiva em São Paulo nesta sexta-feira, o dalai-lama Tenzin Gyatso rejeitou a existência de um diálogo entre a ciência e a religião e defendeu a importância do respeito mútuo entre as diferentes crenças.

    disse o líder tibetano.

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    O lider religioso Dalai-lama durante coletiva de imprensa em São Paulo

    acrescentou o líder tibetano.

    Como exemplo, ele falou sobre um amigo australiano que é pastor e costumava dizer que [o dalai lama] era um "bom cristão".
    O líder tibetano está lançando um livro sobre o budismo, que ainda não foi traduzido para o português.

    No segundo dia da programação da visita ao Brasil, ele participou pela manhã do simpósio "Estados de consciência, encontro entre o saber tradicional e o saber científico", e, na hora do almoço, deu uma entrevista coletiva para a imprensa.

    O Dalai-lama conversou com médicos e neurocientistas, comentando as pesquisas que mostram os efeitos das práticas contemplativas no cérebro.

    AMBIENTE


    Na sessão com jornalistas, o líder espirtual tibetano respondeu perguntas que, conforme combinado com a organização do evento, foram sorteadas na hora. As questões deveriam tratar de um dos três temas discutidos na programação da visita (negócios, ciência, religiosidade), e cada veículo só tinha direito a uma pergunta.

    A Folha perguntou ao dalai-lama se as questões sobre ambiente e sustentabilidade, que tinham sido discutidas na Eco 92 (da qual participou) evoluíram positiva ou negativamente.

    Ele respondeu que, de lá para cá, essas questões passaram a receber mais atenção dos governantes, o que, para ele, é um avanço.

    Porém, muitos países hoje continuam optando pelos interesses locais em prejuízo dos globais. Ele citou como exemplo a China e, "em certa medida", a Índia.

    Perguntado se o mais importante era a preservação do ambiente ou a harmonia entre povos, respondeu com uma pergunta:
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