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Elizabeth: A Era de Ouro (Elizabeth: The Golden Age, 2007)

Tópico em 'Cinema' iniciado por Gondorian Blade, 23 Jun 2005.

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Sua nota para o filme:

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  1. Gondorian Blade

    Gondorian Blade Usuário

    De acordo com o jornal The Telegraph, Clive Owen (Perto demais) assinou contrato para dividir a tela com Cate Blanchett (Vida marinha com Steve Zissou) na sequência de Elizabeth, filme de 1998 pelo qual a atriz recebeu a sua primeira indicação ao Oscar.

    Owen viverá Sir Walter Raleigh, figura central dos boatos a respeito da vida afetiva de Elizabeth I. A Rainha Virgem da Inglaterra teria mantido uma fulminante paixão com o cortesão e aventureiro, para quem garantia propriedades e privilégios mercantis. Até hoje, nada foi comprovado, mas historiadores defendem que a Elizabeth era, inclusive, extremamente ciumenta frente às relações abertas de Raleigh - tanto que o castigou quando se tornou pública a aproximação do ex-soldado com uma das damas de companhia da rainha.

    Elizabeth: The Golden Age será, como o primeiro filme, dirigido pelo indiano Shekhar Kapur. Uma das fontes do jornal disse que a equipe está ansiosa para ver a "magia" criada no encontro entre Blanchett e Owen. "Estes são dois astros capazes de gerar eletricidade de verdade. Estamos falando de duas das mais belas pessoas a agraciar a tela grande", disse.

    Se o primeiro filme mostrava a resistência de Elizabeth diante dos encargos do poder, na Era de Ouro a rainha não será especialmente lúcida. A destruição total da armada espanhola em 1588 e a execução da Rainha Mary da Escócia estão entre os seus atos no trono inglês de então.

    O roteiro foi produzido por Michael Hirst e o início das filmagens dependerá da agenda do cineasta e de Blanchett.

    Fonte: Omelete

    Espero q com isso, as didtribuidoras tomem vergonha na cara e lancem a filme original de 1998 em DVD, pois até hoje não tive a aportunidade assisti-lo (e dizem ser muito bom). Quanto a sequência, só podemos tecer elogios e esperar o melhor de Blanchett e Owen, dois dos maiores atores da atualidade. Quanto ao diretor, espero q ele não repita o fracasso q foi Honra e Coragem (As Quatro Plumas) e nos dê um épico realmente primoroso.
     
  2. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    Re: Elizabeth: The Golden Age (idem, 2006)

    Tá aí, é um filme bonito, algumas cenas montadas de forma que parecem quadros antigos, dá um visual batuta. Mas o engraçado é que apesar da Cate estar muito melhor nesse do que no Elizabeth anterior, a história não é conduzida de forma que seja um filme foda-uou-top10-uhu.

    Uma coisa que chamou minha atenção foi a idéia de colocar a Cate sem as roupas de rainha (e todos os acessórios tipo peruca, jóias, maquiagem, etc) quando ela estava nos momentos mais "mulher comum" dela, como se ela precisasse se livrar de tudo isso para amar, sentir ciúmes, etc. etc. etc.

    E bem, como eu sempre digo, jamais conseguirei olhar para o Clive Owen sem imaginá-lo matando alguém com uma cenoura. :|

    Edit: orra, estava previsto para 2006? o_O Alguém sabe por que demorou para sair?
     
  3. Décimo

    Décimo The Swanson Code

    Re: Elizabeth: The Golden Age (idem, 2006)

    A qualidade do figurino e a Cate Blanchett são por si só suficientes para colocar o filme um pouco acima da linha do "verdadeiramente mau". E bem aproveitado este seria um bom filme, mas tem tantas falhas, principalmente no argumento, que não consegue ficar muito longe da ruindade, para muita pena minha.

    A maior parte dos críticos deu imediatamente nota mínima ao filme sob o pretexto de que "não é historicamente correcto". Ora, eu não penso dessa forma. Acho que um filme pode ser bom mesmo fugindo àquilo que aconteceu, desde que aquilo que se espera de um bom filme (personagens bem desenvolvidas, bons actores, boa realização, etc) esteja presente; o cinema não foi feito para ensinar história, quanto mais pode dar a conhecer determinados acontecimentos, e mesmo assim não tem essa obrigação. Mas é verdade que em muitos casos aquilo que inventam acaba por não ter tanto interesse quanto as ocorrências verdadeiras - aliás, vê-se isso em A Era do Ouro -, e talvez seja um pouco daí que surge esse preconceito contra incorrecções históricas.

    No entanto, embora aceite desvios em relação ao que realmente aconteceu, não deixo de achar que há limites, e este Elizabeth quebra vários. Principalmente no que diz respeito a Espanha: as cenas com Filipe II são absolutamente ridículas; aparenta um vilão dos Power Rangers com fato à Shakespear. O que me parece é que estavam com preguiça para explorar essa personagem de forma mais complexa e decidiram reduzi-lo ao estereótipo mais elementar possível - no caso o do fanático religioso medieval - e assim uma parte que poderia ter sido muito interessante, visto que segundo os historiadores Filipe II era um tipo bastante complexo e podia facilmente ter um papel mais "adulto", é completamente ignorada. Volto a dizer, aquelas cenas foram ridículas - não ficaria minimamente impressionado se a qualquer momento o rei pulasse em frente da Elizabeth e gritasse "Nobody expects the spanish inquisition! Muahahaha!". Combinava bem.

    A batalha naval perto do fim também foi fraca.

    Provavelmente tiveram um orçamento muito modesto, mas mesmo assim acho que podiam ter caprichado mais.

    Também notei nesse filme uma espécie de "factor Mel Gibson". Tal como os filmes recentes de Gibson, parece ter um subcontexto religioso implícito; tal como em Apocalypto, em que o realizador americano introduz a sua visão da queda dos indígenas americanos, com os povos maias sendo castigados pela providência divina devido à sua depravação e imoralidade, aqui os líderes do exército espanhol são castigados pela sede de poder e as práticas da Inquisição. É um terreno perigoso e que não deviam ter pisado. (Quer dizer, se alguma entidade superior realmente controlasse essas coisas da forma sugerida, o Império Espanhol teria sequer atingido tamanhas proporções? Imagino tenha tirado cara ou coroa quando teve de optar entre eles e os maias.).

    E volto a dizer, é pena, porque gostei da forma como abordaram os dilemas da rainha. A Cate Blanchett esteve muito bem (melhor do que no primeiro, como a Ana disse), conseguiu transmitir muito bem a personalidade da monarca e o roteiro não pareceu boiar tanto nas cenas dela. Mesmo aquela cena forçada em que ela usa armadura não me pareceu má.

    Enfim, dei um 38, mais 5 pontos por não se terem esquecido de colocar a bandeira Portuguesa da época em diversas cenas, principalmente nos barcos da Armada Invencível (embora mais referências pudessem ter sido inseridas, como o facto da armada ter partido de Lisboa ou Filipe falar português como língua materna, mas eu não sou preciosista nem ingénuo ao ponto de exigir tanto).

    De facto. :lol:

    Bom, a estreia internacional foi em Agosto-Setembro de 2007, então o atraso não foi tão grande quanto isso. Provavelmente esse 2006 foi uma previsão precipitada da imprensa.
     
    Última edição: 20 Fev 2008
  4. moriel

    moriel Banned

    Olha, só pela emoção da mulher ir para a batalha de peruca e ter aquele momento todo épico dela com ela usando a peruca. Sei lá, soa estranho, mas gostei do filme só por causa disso.
     
  5. Elendil

    Elendil Equipe Valinor

    Putz, que susto, não percebi que era enquete! Vi a moriel como último post e pensei que ela tivesse retornado do Vazio. Quem anda ressuscitando enquetes dinossáuricas? ¬¬
    Coisa chata isso...


    Edit: Morfindel :roll:
     

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