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E se voce fosse escolhido para ser um dos 9 Caminhantes?

Tópico em 'De Fã Para Fã' iniciado por Tar-Myntar, 9 Jan 2011.

  1. Tar-Myntar

    Tar-Myntar Hobbit Bonzinho

    Imagine voce no Vale de Valfenda no salão de fogo na hora em que o portador do anel mostrasse o dito cujo no conselho de Elrond.
    Voce se ofereceria para ajudar na demanda do anel? ou se acovardaria e ficaria nas sombras?

    Iria desde de Valfenda até Oronduim a Montanha da Fogo na terra negra de Mordor onde as sombras se deitam?
     
    • Gostei! Gostei! x 1
  2. Húrin

    Húrin Amante da Calíope

    ( Esse tópico será transferido daqui, mas vou responder, afinal, a pergunta é interessante :joinha: )

    É muito fácil para quem não está vivendo a situação dizer que aceitaria, mas há pontos em que se pensar antes de aceitar tal convocação.
    Você precisaria deixar de lado tudo e todos os que ama. Você deveria aceitar sabendo que estaria se sacrificando em prol daqueles que nem conhece e até daqueles que não gosta. Fora esse sacrificio, deveria estar preparado para o sacrificio da sua vida ser acompanhado do sofrimento da jornada, da morte de amigos de viagem e com isso, o aumento de todas as dificuldades durante o caminho.

    É uma escolha difícil e aceitá-la não quer dizer que você é corajoso. Há a honra e o dever para com outras pessoas. E um exemplo de "amarelismo" que sempre vemos, mesmo em nossas familias, em grupos de escola ou trabalho, é quando é pedida ajuda para alguma tarefa pequena ou pesada, há sempre um silêncio, um olhando para o outro esperando que alguém se ofereça.

    Veja, atualmente eu tenho muito medo de morrer, por conta das pessoas que amo, por conta de deixar minha familia só, ou mesmo pelo sofrimento que eles passariam. O engraçado é que quando eu era moleque eu pensei até em me matar. ( depressão é fogo! )
    Enfim, hoje, se eu estivesse naquele Conselho, aceitaria de pronto, não por Frodo ou outra pessoa que tivesse aceito, mas por minha familia, por meus filhos principalmente.
     
  3. BeorZenni

    BeorZenni Usuário

    concordo com você, é facil dizer que iria sem ter a pressão das consequencias da decisão
    concordo até mesmo na parte de morrer, eu nao tenho medo de morrer, tenho é dó das pessoas que gostam de mim e que sofreram minha perda
    mas eu iria com frodo, em nome de minha familia, meus amigos e todos que poderia salvar
     
    Última edição: 10 Jan 2011
  4. soares.

    soares. Usuário

    Eu iria, sabendo q iria puder salvar as pessoas q mais amo, eu iria. E a morte ? A morte está em todo o lado.
    E concordo csg, se estivesse naquele Conselho, so aceitaria pela minha familia .
     
  5. Meneldur

    Meneldur We are infinite.

    Não dá pra analisar essas coisas "de fora". Você tem que estar lá, sentir a pressão, pensar nas consequências. Nós não sofremos a pressão do Anel. Nós não passamos o que Frodo passou na viagem até Valfenda. Nós não sentimos na pele o frio da espada do Rei-bruxo. Nós não sentimos o poder do Anel nos oprimindo. E aí? Se nós tivéssemos sentido tudo isso, será que aceitaríamos? E isso é só o começo das dificuldades.

    É a mesma coisa de pensarmos: "Se fosse eu, eu teria jogado o Anel no fogo". Não dá pra dizer isso, pois nós não estávamos com o Anel no meio das Fendas da Perdição, o coração do reino sombrio de Sauron.

    Aqui de fora nós poderíamos dizer "Eu vou" ou então "eu não vou". Mas lá dentro, se estivéssemos no Conselho de Elrond, a escolha poderia ter sido totalmente diferente.
     
  6. Gerbur Forja-Quente

    Gerbur Forja-Quente Defensor do Povo de Durin

    O que Húrin e Meneldur disseram são reais. É difícil tomr uma decisão dessas não estando na história, não sabendo como ela termina e o quais serão as reais consequências de uma escolha assim.

    Mas esse é um exercício mental, nós não somos um dos personagens da Sociedade do Anel, somos os leitores e portanto, só podemos responder essa questão estando do lado de fora do livro mesmo. Não há outro jeito.

    Sendo assim, lá vai:

    Eu acho que iria. Levo uma vida pacata no escritório de uma cidade pequena do interior de São Paulo, que é o meu mundo, como o Condado é o mundo pacato dos hobbits. Entretanto, acho que tenho um pouco do sangue Tûk correndo em minhas veias.

    Anseio por aventuras, gosto de viajar sempre quando posso, de conhecer novas pessoas, etc. E penso que gostaria de vivenciar uma grande avetura de vida e de morte, cujo seu resultado definiria os destinos do mundo.

    Lembro do filme: "Operação Valquíria". Quando assisti o filme fiquei triste, como somente os bons filmes costumam me deixar. E pensei "como a minha vida é mesquinha e sem sal. Como seria legal se eu pudesse estar numa missão suicida 'como a de tentar matar o Hitler (ou destruir o Anel)', perigosa, realmente importante, uma aventura que fizesse a diferença, que pudesse mudar a história de muitas pessoas. Que importa que eu pudesse morrer nessa aventura? Só o fato de fazer parte de algo tão grandioso me recompensaria, seria a gasolina para o meu motor de adrenalina histórica.

    Esse espírito é muito presente nos rohirrim. O rei Théoden, por exemplo, pra mim é rodeado pela morte o tempo todo. Ele celebra a vitória no Abismo de Helm fazendo um brinde aos mortos vitoriosos. Muito interessante, é quase como se fosse um vergonha ter sobrevivido àquela batalha, pois os mortos que são os vitoriosos, que deram a vida pelo que acreditavam.

    No filme, os cavaleiros julgam que seu número é pequeno demais para quebrar o ataque de Mordor e Théoden confirma dizendo algo como: "É verdade, não podemos vencê-los. Mas vamos encontrá-los na batalha mesmo assim". É lindo, é um brio, uma força quase sobrenatural que move os rohirrim em direção ao seu grande destino.

    Quando Théoden está em seu leito de morte ele parece mais feliz que em vida dizendo: "Agora vou para os palácios de meus antepassados, cujo em grande companhia não me sentirei envergonhado". É maravilhoso, ele sabe que cumpriu seu papel n história, que fez escolhas muitos difíceis, mas que foram as escolhas certas e só agora ele pode morrer em paz.

    Porque o medo da morte ou do tormento deve nos impedir de nos lançarmos para uma grande destino? A morte e o tormento está em todo lugar, na vida mansa do Condado ou numa sangrenta batalha (externa ou até mesmo interna). Se tivermos então que aceitar a dádiva de Eru aos homens, e aceitar então que estamos "fadados ao eterno sono" da morte, como bem definiu Sauron, que seja então uma morte digna de ser lembrada, que possa ser tema de boas canções e memórias.

    Que a vida então não seja mesquinha e corriqueira, pois mesmo que longa ela acaba por matar e atormentar nossa alma antes que nosso corpo, e acabamos vivendo como zumbis desprovidos de vontade, como os espectros do Anel.

    Que a vida seja curta então, se ela ter valido a pena, se nos fornecer grandes aventuras, grandes desafios, se ela puder nos tornar heróis de nós mesmos, então vale a pena.

    Lembro de uma frase do filósofo Proudhon: "Os grandes só são grandes porque estamos ajoelhados, levantemos"

    Sim, eu faria parte da Sociedade na Demanda do Anel!
     
    Última edição: 10 Jan 2011
  7. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Eu iria aproveitar para pedir aos elfos (quando os visitasse) textos sobre ervas de cura e conhecimentos sobre alimentos. Ao ler o que um elfo fala para um hobbit que poderia ensiná-lo sobre cordas também me deu a idéia de que eles podiam ensinar muita coisa.
     
  8. Pim

    Pim God, I love how sexy I am!

    Estando eu no Conselho de Elrond não me prontificaria a ir com o Portador do Anel simplesmente por acreditar que em Imladris há muito mais pessoas qualificadas para a missão que eu. Isso independe de coragem ou covardia, é mais bom senso que qualquer outra coisa... O quão imprudente e egoísta eu seria se insistisse em participar da Comitiva sabendo que minha ida poderia significar que Glorfindel, por exemplo, ficaria de fora?

    Agora a coisa mudaria bastante caso Elrond me convidasse a participar da Comitiva. Se isso acontecesse é bem provável que eu aceitaria, quiçá por motivos primários egoistas e secundários altruistas. Diante do convite de Elrond é bem possível que eu pensaria primeiro em ser eternizada através de canções sobre meus feitos, caso morresse na guerra, ou em ter a honra de participar ativamente de uma batalha histórica e carregar comigo sempre o título de ex-Comitiva do Anel, em caso de vitória.

    Só depois, teoricamente, eu pensaria no fardo da escolha, nas pedras no caminho e que, na melhor das hipóteses, eu iria encarar de frente um dos maiores poderes da Terra-Média, entretanto sem a coragem e poder necessários para acabar com o Senhor do Escuro eu mesma. Isso sim poderia me preocupar e deixar ansiosíssima, porém só depois de assinar o contrato moral com um "eu aceito". :lol:

    Iria, no mínimo, até onde me propusera a ir em Valfenda, talvez mais, como meu coração desejar, na hora da escolha, como aconteceu com Legolas e Gimli segundo este excerto:

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  9. Luna Eldarion

    Luna Eldarion Usuário

    Eu sinceramente nao consigo dizer palavra alguma me imaginando sendo um dos nove caminhantes, e quem sairia pra eu entrar,8-O pois é algo que eu gostaria muito que acontecesse mas sei que é impossivelmente impossivel @[email protected] :roll:
    entao melhor nao mexer com isso pra nao despertar minha imaginaçao...
    so sei dizer que pouco me amedrontaria com Sauron e a morte, tudo arriscaria e aproveitaria, e jamais desistiria!
     
  10. etienne

    etienne Usuário

    Eu iria, perder uma aventura dessas, imagina! rsrs.
    O bom é que aparentemente os heróis nunca são no fundo muito apegados a família, apesar de todas as suas ações serem justificadas para protegê-las. Fica parecendo um enorme sacrifício para eles deixar tudo para trás e enfrentar um mundo novo e perigoso, sem chances de volta, pode até ser para uns, mas é um desperdício ficar encolhido em casa se escondendo com tantas batalhas para participar!
     
  11. Auditore

    Auditore Usuário

    Eu me ofereceria e ainda tiraria onde dizendo:
    - Minha espada é sua.
     

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