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E se os anãos tivessem aceitado a oferta de Sauron?

Zirak-tarâg

Moleculista
Abaixo segue transcrita a explicação que Glóin, filho de Gróin, deu no conselho de Elrond sobre a situação em Erebor:

“Já faz muitos anos”, disse Glóin, “que uma sombra de inquietação recaiu sobre nosso povo. De onde vinha, não percebemos no início. Palavras começavam a ser sussurradas em segredo: diziam que estávamos restritos em um lugar estreito, e que riqueza e esplendor maiores seriam encontrados em um mundo mais amplo. Alguns falavam de Moria: a imensa obra de nossos pais que em nossa própria língua se chama Khazad-dûm; e declaravam que agora tínhamos enfim o poder e o número de pessoas para retornarmos.”
Glóin suspirou. “Moria! Moria! Maravilha do mundo setentrional! Demasiado fundo escavamos ali e despertamos o medo sem nome. Por longo tempo suas vastas mansões estiveram vazias desde que fugiram os filhos de Durin. Mas agora outra vez falávamos dela com anseio, porém com temor; pois nenhum anão ousou passar pelas portas de Khazad-dûm durante muitas vidas de reis, exceto por Thrór, e ele pereceu. Finalmente, no entanto, Balin deu ouvido aos sussurros e resolveu ir; e apesar de Dáin não lho permitir de bom grado, ele levou consigo Ori e Óin e muitos de nosso povo, e partiram rumo ao sul.
“Isso faz quase trinta anos. Durante algum tempo tivemos notícias, e pareciam boas: mensagens relatavam que Moria havia sido penetrada, e lá iniciaram grande obra. Depois fez-se silêncio, e desde então não vieram mais novas de Moria.
“Então, cerca de um ano atrás, veio um mensageiro a Dáin, porém não de Moria — de Mordor: um cavaleiro na noite, que chamou Dáin ao seu portão. O Senhor Sauron, o Grande, assim disse ele, desejava nossa amizade. Dar-nos-ia anéis por ela, assim como fizera outrora. E perguntou com urgência acerca de hobbits, de que espécie eram e onde habitavam. ‘Pois Sauron sabe’, disse ele, ‘que um deles foi conhecido por vós em certa época.’
“Diante disso ficamos extremamente preocupados e não demos resposta. E então sua voz cruel falou mais baixo, e ele a teria adoçado se pudesse. ‘Como pequeno sinal de vossa amizade, apenas, Sauron pede isto,’ disse ele, ‘que encontreis esse ladrão’, foi essa sua palavra, ‘e obtenhais dele, queira ele ou não, um pequeno anel, o menor dos anéis, que ele roubou certa vez. Nada mais é que uma miudeza do capricho de Sauron e penhor de vossa boa vontade. Encontrai-o, e três anéis que os antepassados dos Anãos outrora possuíam vos serão devolvidos, e o reino de Moria há de ser vosso para sempre. Encontrai apenas notícias do ladrão, se ele vive ainda e onde, e havereis de ter grande recompensa e amizade duradoura do Senhor. Recusai e as coisas parecerão estar menos bem. Vós recusais?’
“Com essas palavras seu hálito saía como o silvo de serpentes, e todos os que estavam em volta estremeceram, porém Dáin disse: ‘Não digo sim nem não. Preciso considerar esta mensagem e o que ela quer dizer sob seu belo manto.’
“‘Considerai bem, mas não leveis tempo demais’, disse ele.
“‘O tempo de meus pensamentos é meu para usar’, respondeu Dáin.
“‘Por ora’, afirmou ele, e cavalgou para a treva.
“Pesarosos estiveram os corações de nossos chefes desde aquela noite. Não necessitávamos da cruel voz do mensageiro para nos alertar de que suas palavras continham a um tempo ameaça e engano; pois já sabíamos que o poder que retornou a Mordor não mudou e sempre nos traiu outrora. Duas vezes o mensageiro voltou e se foi sem resposta. A terceira e última vez, diz ele, logo virá, antes do fim do ano.
“E assim, portanto, fui finalmente enviado por Dáin para avisar Bilbo de que o Inimigo está à sua busca e para saber, se possível, por que ele deseja esse anel, esse menor dos anéis. Também ansiamos pelo aconselhamento de Elrond. Pois a Sombra cresce e se aproxima. Ficamos sabendo que também ao Rei Brand, em Valle, chegaram mensageiros e que ele está temeroso. Tememos que ele possa ceder. A guerra já se avizinha de suas fronteiras orientais. Se não dermos resposta, o Inimigo poderá mover Homens do seu domínio em assalto ao Rei Brand e também a Dáin.”​

Qual é a opinião de vcs sobre o que aconteceria se o rei Dáin Pé-de-ferro tivesse aceitado os três anéis e a ajuda para reerguer Khazad-dûm? Sauron ajudaria a se livrar do Balrog? Thranduil e Brand aguentariam? O Anel teria sido destruído? Quanto tempo demoraria pra Sauron trair Dáin? :lol:
 

Elring

Depending on what you said, I might kick your ass!
Usuário Premium
Os Três Anéis que Sauron estava ofertando foram os que ele resgatou da coleção de Sete Anéis que ele deu aos Sete Pais Dos Anões na Segunda Era do Sol quando ele os forjou sob o disfarce de Annatar e vivendo em Eregion. O objetivo era o mesmo dos Nove Anéis, controlar e escravizar o espírito dos naugrim; mas estes se provaram indomáveis e o máximo que conseguiu foi despertar cobiça e fúria por ouro que levou os anões a guerrearem entre si e a cavarem mais fundo as minas de Moria.

O resto da história é como Glóin descreveu no Conselho de Elrond.
 

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