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"Dom Casmurro e os Discos Voadores", "Senhora, A Bruxa"

Tópico em 'Literatura Brasileira' iniciado por Clara, 30 Set 2010.

  1. Clara

    Clara O^O Usuário Premium

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    Vi hoje (em destaque) na livraria Saraiva mas não tive tempo (coragem) de dar uma olhada.
    :uhum:

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  2. Lucas_Deschain

    Lucas_Deschain Biblionauta

    O que pensar disso?
     
  3. Clara

    Clara O^O Usuário Premium

    Foi a frase que passou pela minha mente quando os vi enfileirados na primeira estante, na entrada da Saraiva. :susto:
     
  4. Leandrão

    Leandrão Usuário

    eu, sinceramente, não penso em ler nem o prospecto...
    :puke:
     
  5. Izze.

    Izze. What? o.O

  6. Anica

    Anica Usuário

    aproveitaram a moda dos orgulho e preconceito e zumbis da vida, acho até válido - no sentido de tentar estimular o jovem a ler e tentar apresentar uma visão divertida de algo que normalmente eles acham que é um saco. não que eu vá ler, porque não curti nem a ideia original (orgulho e preconceito e zumbis é muito fraquinho), mas hum, sempre tem aquele lado otimista meu que pensa que o sujeito pega um dom casmurro e os discos voadores e depois vai atrás do machadão, sei lá.
     
  7. Tataran

    Tataran Usuário

    Eu comprei esse Orgulho e Preconceito e Zumbis, e, bravamente, consegui ler umas 10 páginas antes de largar.
     
  8. imported_Capitu

    imported_Capitu Usuário

    Sei lá, estranho...eu não leria.
     
  9. L. Mob

    L. Mob Usuário

    Tudo bem que o Bentinho é estranho a ponto de parecer "vítima de abdução".

    Mas...medo. o.o
     
  10. -Arnie-

    -Arnie- Usuário

    Bateu uma vergonha alheia...
     
  11. Rachel

    Rachel Usuário

    Sou curioooosa!! Acho q daria uma olhada.:vergonha:
     
  12. imported_Franco

    imported_Franco Usuário

    O que me inquieta mais não são essas adaptações exóticas - isso tem lá sua graça, né? -, e sim serem os roteiristas de programas humorísticos da Globo os responsáveis por elas...

    Já rola uma não muito positiva associação com Zorra Total e derivados ¬¬
     
  13. Haleth

    Haleth There's no such a thing as a mere mortal

    A pergunta que não quer calar...

    Nâo! Agora está resolvido o mistério... O Ezequiel não é filho nem de Bentinho nem do Escobar. A Capitu é uma alien que fez geração espontânea. :puke:
     
  14. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Globo, humor, deturpações grosseiras e forçadas... Li uma vez que em Cuba as pessoas usam um livro de pensamentos do Fidel como papel higiênico. Se o papel for macio e nós entrarmos numa crise de víveres sanitários... Quem sabe, não? A matemática diz que negativo com negativo vira positivo. Quem sabe, não?

    (mas que fique bem claro que a menção sobre a situação de Cuba foi apenas ilustrativa, bem como fazendo parte de um lapso mental deste que vos escreve -- jamais teria a coragem de derruir um ufanismo cristalino que estes livros poderiam porventura adicionar à nossa cultura literária fragmentária e fragmentada)
     
  15. Liv

    Liv Visitante

    Hahahahaha, jura, Manu? :rofl: Bom, depois desse seu post até deu curiosidade. Só pra rir mesmo!
     
  16. Zzeugma

    Zzeugma Usuário

    O que pensar disso...? A dúvida é se a mesma piada continua sendo engraçada depois de contada uma vez.

    Mas eu preferia aquelas paródias do "MAD", que detonavam e revelavam os clichês e erros de roteiro.

    * * *

    Hm... Está demorando pra alguém fazer um cinema com pedaços de filmes. Aliás, já houve um, com Steve Martin, atuando com um monte de personagens de filmes noir: Cliente Morto não paga.

    Pelo YouTube, já encontrei (e me assustei pela qualidade da dublagem... o cara CANTA mesmo) versões deturpadas de desenhos Disney... A Pequena Piranha no lugar d´A Pequena Sereia. Terrível.
     
  17. Zzeugma

    Zzeugma Usuário

    Esbarrei no site de um dos autores (O de Dom Casmurro e os Discos voadores):
    http://epistemonikephantasia.wordpress.com/2010/09/16/reescrevendo-machado/#more-371

    Um trecho:
    "
    Antes de mais nada, eu optei por me manter o mais fiel possível ao enredo do Dom Casmurro original. O que me interessava era determinar de que maneira a nova premissa modificaria o significado dos eventos do livro. Assim, Dom Casmurro e os Discos Voadores continua sendo a história de Bentinho, um garoto destinado pela mãe a ser padre, mas que se apaixona pela vizinha Capitu. A diferença é que isso agora envolve discos voadores e alienígenas.

    A segunda decisão foi a de tentar reproduzir a voz narrativa de Bentinho. Tudo o que acontece no romance de Machado é filtrado pela perspectiva do narrador, a tal ponto que é impossível saber o que é fato e o que é fruto de sua imaginação paranóica. Tanto que a grande questão que Dom Casmurro levanta até hoje é se Capitu traiu ou não Bentinho. E eu não queria perder essa ambiguidade, especialmente quando o meu Bentinho, ao contrário do de Machado, passa por situações que vão muito além da banalidade do adultério.

    Seth Grahame-Smith diz que Orgulho, Preconceito & Zumbis mantém 70% de Jane Austen, com 30% de acréscimos. Dom Casmurro e os Discos Voadores praticamente inverte essa proporção. Há vários trechos de Machado que são reproduzidos literalmente (a descrição dos olhos de ressaca de Capitu, por exemplo, era obrigatória), mas a maior parte do texto é minha. Isso, claro, não facilitou em nada a tarefa de manter a mesma voz narrativa – afinal, estamos falando de um dos maiores estilistas da literatura brasileira – mas espero que as costuras não tenham ficado (muito) visíveis.

    Finalmente, eu quis evitar a maior tentação para um autor de ficção científica escrevendo uma história que se passa no século XIX. Apesar da ambientação, Dom Casmurro e os Discos Voadores não é um romance steampunk. A única tecnologia que aparece no livro é alienígena e já deixou o vapor para trás há milhares de anos.

    Diferente do romance de Seth Grahame-Smith, o que eu me propus a fazer com Dom Casmurro e os Discos Voadores não foi uma paródia, e sim um pastiche – no sentido que esse termo recebeu na teoria literária pós-moderna, ou seja, uma reapropriação de estilos, personagens e histórias de outro autor como forma de releitura intertextual.
    "
     
  18. -Jorge-

    -Jorge- mississippi queen

    Olha, até que não tenho horror a isso não. Desde que bem feito (aqui que fica a dúvida)... e não inclua ninjas shaolin...¬¬
     

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