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Dilma quer acabar com aluguel de horário na TV

Tópico em 'TV' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 3 Jun 2012.

  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Projeto fecha brechas da lei que fizeram surgir 'mercado paralelo'

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    O governo federal prepara um pacote de medidas para fechar brechas da legislação de rádio e TV que permitiram o surgimento de um "mercado paralelo" ligado às concessões no país. Uma das mudanças de maior impacto é a proibição expressa do aluguel de canais e de horários da programação de rádio e TV. A lei atual não proíbe a prática de forma explícita, o que permitiu o aumento de programas religiosos e exclusivamente comerciais, principais clientes desses horários.

    No fim de 2011, a Igreja Internacional da Graça de Deus, do missionário R.R. Soares, por exemplo, alugava duas horas e cinco minutos semanais na Bandeirantes. Na Rede TV!, o apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, comprava cerca de dez horas e meia semanais. A rede de farmácias Ultrafarma ocupava quatro horas e meia com propagandas.

    Na TV Gazeta, o Polishop detinha dez horas semanais para anunciar seus produtos.

    Os dados são do mais recente levantamento do Intervozes, organização que monitora a programação no país. Segundo a entidade, poucas são as emissoras que não entraram nesse negócio. Globo e SBT estão entre elas.

    A Record é um caso isolado porque seu fundador, Edir Macedo, também é o responsável pela Igreja Universal do Reino de Deus.

    Segundo o Intervozes, a Record diz não ceder seu espaço a terceiros, mas não explica se paga pelos programas religiosos veiculados, uma forma de se enquadrar à legislação. Na TV Gazeta, são 26 horas semanais destinadas aos cultos da igreja.

    O Ministério das Comunicações não quis comentar as mudanças e informou que o "novo marco" ainda será colocado em consulta pública. Caso o decreto seja sancionado como está, obrigará as emissoras a comprar os programas produzidos por terceiros - ao invés de receber pelo aluguel, como hoje.

    Apesar dos avanços, o governo não define os mecanismos que serão criados para fiscalizar a prática de eventuais irregularidades.

    Ao acabar com o "mercado paralelo", o governo cortará uma importante fonte de receita, mas, em troca, permitirá que as emissoras prestem serviços de dados -atividade restrita às empresas de telecomunicações.

    Hoje, as emissoras só podem fazer caixa com a venda de espaço publicitário -que pode ocupar, no máximo, 25% da programação.

    Ao permitir a comercialização do serviço de dados, o governo sinaliza para a expansão da TV digital no país e do sistema de interatividade que conecta a TV à internet.

    Esse serviço permitirá ao telespectador comprar produtos anunciados durante a programação clicando diretamente na TV. É essa conexão que poderá ser cobrada.

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  2. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    A forma como algumas emissoras abertas alugam os horários em espaços cada vez maiores como o caso da TV Gazeta de Sampa realmente soa como uma enorme dependência financeira disso, como se fosse a principal e única forma de arrecadar dinheiro e com isso ficando com uma programação extremamente pobre. Quem conheceu o que ela era há 15 ou mais anos atrás e compara com que ela hoje sabe o que estou dizendo.

    Quero só ver como ela e as demais vão se virar se essa lei entar em vigor. Talvez só a Record será pouco afetada já que ela é bancada pelo Edir Macedo.
     
  3. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Evangélicos querem vetar proibição de aluguel de horários na TV

    Representantes dos evangélicos no Congresso disseram ontem que o governo enfrentará a oposição das denominações religiosas se proibir o aluguel de canais e horários na programação de rádio e televisão, informam Cátia Seabra e Gabriela Guerreiro na edição de hoje da Folha. A íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

    A Folha revelou neste domingo que a proibição é uma das novidades contidas na minuta mais recente de um decreto que está em estudo pelo governo. Esse decreto atualizaria o Código Brasileiro de Telecomunicações, que entrou em vigor em 1962. Leia aqui a minuta preparada pelo governo.

    As igrejas evangélicas figuram entre os principais beneficiários da atual legislação de telecomunicações, que não proíbe de forma explícita o aluguel de horários nas grades de programação das emissoras de TV.

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  4. Ivo Basay®

    Ivo Basay® Banned

    Medida muito boa.. Tomara que dê certo.
     
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  5. General Artigas

    General Artigas Não tá morto quem peleia

    Tá, o governo quer tirar isso pra deixar as emissoras prestarem serviços de dados. Não dá pra deixar a direção de cada emissora decidir se quer ganhar dinheiro alugando horário ou prestando serviço de dados?

    Apesar de achar o aluguel de horários uma coisa extremamente tosca (mesmo que os "alugadores" paguem bem, a programação é um lixo), tirar o poder de escolha das empresas privada é muita falta do que fazer.

    O governo devia dar prioridade pra medidas que aqueçam a economia, não ficar se metendo com as emissoras. Mesmo se dificultarem a vida dos políticos donos de meios de comunicação, de que adianta? Se não me engano a maioria dos políticos que têm meios de comunicação entre suas posses coloca no nome de um irmão ou primo e fica tudo na mesma. Vão proibir os parentes de políticos de serem presidentes e donos, pelo menos de jure?

    Adoro medidas inúteis.
     
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  6. adrieldantas

    adrieldantas Relax and have some winey

    Na minha vida a única diferença seria quando eu fosse comer na casa da minha avó, aí na televisão estaria passando outra coisa... E ela não estaria chorando com as mãos para cima... E eu comeria minha sopa em paz... E o volume da tv diminuiria... E eu não receberia olhares raivosos por rir na hora do culto... E a sopa ficaria mais gostosa por que ela teria mais tempo de temperar...
    Ok, Dilma tá esperando o que? Acaba logo com isso!
     
    • LOL LOL x 1
  7. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Mas não é se meter em empresas privadas, elas são concessões públicas, devem trabalhar para o público, não para si, isso é desvio de função, elas tem metas a cumprir, que por sinal nunca cumpriram e não perderam a concessão por causa dos nossos deputados que são muito frouxos para falar mal contra elas e verem toda uma empresa com poder de persuasão enorme se virar contra eles.

    Se fossemos um país sério poucas, se é que alguma, dessas redes de televisão nem existiria, elas ganham uma concessão e alugam para benefício próprio? Isso não acontece na Europa, nos EUA, no Japão (pelo que me consta).
     
    Última edição: 8 Jun 2012

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