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Diário da Guerra do Porco (Adolfo Bioy Casares)

Tópico em 'Literatura Estrangeira' iniciado por Pips, 5 Jan 2011.

  1. Pips

    Pips Old School.

    Um choque entre gerações toma fortes e surpreendentes proporções em Diário da Guerra do Porco, publicado originalmente em 1969, que agora recebeu em 2010 um nova edição pela editora Cosac Naify.

    O universo através do estilo narrativo de Adolfo Bioy Casares (1914 – 1999) segue uma linha que tange , nesta obra, acontecimentos extraordinários – num mal sentido – dentro da vida cotidiana. Uma pequena história simbólica que retrata um período na decadente Buenos Aires da primeira metade do século XX aonde o ódio implacável da nova geração vem para engolir os novos anciões, prevendo de forma alegórica a revolução que viria para abalar os anos de 1960.

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  2. Tataran

    Tataran Usuário

    [align=justify]Estou na metade do livro e bem impressionado. Está me parecendo, em comparação com as outras três que li (O Sonho dos Heróis, A Invenção de Morel e Histórias Fantásticas), a melhor narrativa do Bioy Casares.

    Sem chegar ao final, já percebi um certo paralelo entre a perseguição e preconceito contra os velhos e aquela sofrida pelos judeus; especialmente, na Argentina, que foi palco de grave anti-semitismo durante o período da Segunda Guerra.

    Parece-me que Bioy Casares vai-se equilibrando entre a abordagem dos sofrimentos e incompreensões da velhice e uma denúncia mais genérica dos preconceitos e perseguições que a humanidade é capaz de realizar contra diversos grupos, etnias ou religiões.[/align]
     
  3. Tataran

    Tataran Usuário

    [align=justify]Aproveitando a tarde chuvosa e ociosa, terminei o livro. Realmente, creio que é o melhor do que li do Bioy Casares. Contudo, achei que o final não condiz totalmente com o espírito do livro.

    Achei, em verdade, que esse final quase-feliz para a obra acabou por desmerecê-la um pouco. Faria mais sentido um final trágico para o protagonista, na minha opinião.
    [/align]
     
  4. Pips

    Pips Old School.

    Achei válido justamente por quebrar o clima opressor. Na verdade foi até surpreendente. Todos querem que uma história feliz acabe mal e, quando acaba, é incrível, agora o contrário é descrédito, não entendo o porquê.
     

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