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Dez maneiras de contribuir para uma infância sem racismo

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Elessar Hyarmen, 12 Dez 2010.

  1. Elessar Hyarmen

    Elessar Hyarmen Senhor de Bri

    1. Eduque as crianças para o respeito à diferença. Ela está nos tipos de brinquedos, nas línguas faladas, nos vários costumes entre os amigos e pessoas de diferentes culturas, raças e etnias. As diferenças enriquecem nosso conhecimento.


    2. Textos, histórias, olhares, piadas e expressões podem ser estigmatizantes com outras crianças, culturas e tradições. Indigne-se e esteja alerta se isso acontecer – contextualize e sensibilize!



    3. Não classifique o outro pela cor da pele; o essencial você ainda não viu. Lembre-se: racismo é crime.



    4. Se seu filho ou filha foi discriminado, abrace-o, apoie-o. Mostre-lhe que a diferença entre as pessoas é legal e que cada um pode usufruir de seus direitos igualmente. Toda criança tem o direito de crescer sem ser discriminada.



    5. Não deixe de denunciar. Em todos os casos de discriminação, você deve buscar defesa no conselho tutelar, nas ouvidorias dos serviços públicos, na OAB e nas delegacias de proteção à infância e adolescência. A discriminação é uma violação de direitos.



    6. Proporcione e estimule a convivência de crianças de diferentes raças e etnias nas brincadeiras, nas salas de aula, em casa ou em qualquer outro lugar.



    7. Valorize e incentive o comportamento respeitoso e sem preconceito em relação à diversidade étnico-racial.



    8. Muitas empresas estão revendo sua política de seleção e de pessoal com base na multiculturalidade e na igualdade racial. Procure saber se o local onde você trabalha participa também dessa agenda. Se não, fale disso com seus colegas e supervisores.



    9. Órgãos públicos de saúde e de assistência social estão trabalhando com rotinas de atendimento sem discriminação para famílias indígenas e negras. Você pode cobrar essa postura dos serviços de saúde e sociais da sua cidade. Valorize as iniciativas nesse sentido.



    10. As escolas são grandes espaços de aprendizagem. Em muitas, as crianças e os adolescentes estão aprendendo sobre a história e a cultura dos povos indígenas e da população negra; e como enfrentar o racismo. Ajude a escola de seus filhos a também adotar essa postura.



    Fotos: João Ripper e Manuela Cavadas – © UNICEF

    Fonte:
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  2. BeorZenni

    BeorZenni Usuário

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  3. FURIA Da Rossa

    FURIA Da Rossa Rank Configurável??

    hehehahhehahah gostei da tirinha! Há também esta:

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    Edit: agora, às observações. Vou expor aqui uma abordagem um pouco crítica, mas espero que vocês vejam mais na perspectiva construtiva, e não como alguém que quer alfinetar qualquer ideia.

    Diferenças sim. Elas enriquecem, quando existem. Agora, declarar a diferença de cor como uma diferença fundamental é danoso às duas partes; mais ainda, essa insistência em pontuar as diferenças culturais faz com que internalizemos a noção de que HÁ PELO MENOS DOIS LADOS. Não deveria ser assim. Negros e eu, que tenho a pele branca, somos tão humanos quanto um índio. Alguns negros referem-se aos outros negros como 'irmãos'. Por que eu também não sou chamado de irmão?

    Na verdade é a criança que tem que ser sensibilizada a não tratar isso como um ato separador entre crianças que hoje são tidas como 'representantes de diferentes culturas, raças ou religiões.' Elas não deveriam ver os brancos como diferentes. O que eu, católico, tenho de diferente de um muçulmano é apenas a religião. Por que isso deveria ser tão levado a sério a ponto de se tornar até fonte de Direito?


    Bom.
    Ah, mas, de acordo com o raciocínio do quote anterior, o ideal é que racismo não fosse crime, mas motivo de ridicularização do racista. Quem é racista é ridículo. Mas a prática do racismo fez nascer uma nova fonte de Direito: a cor da pele. Isso não é bom.

    A diferença é legal, mas se comportar diferentemente não. A igualdade é um preceito constitucional consagrado, e alguns não entendem isso.

    Exatamente.

    A melhor ideia!

    ...desde que não se fique repetindo que "há diferença." A diversidade é um fato. Enaltecê-la é bravata.

    Pera um pouquinho. Não vamos tão longe assim. Por que alguém teria a obrigação de contratar pessoas de determinadas características? E, digamos que por acaso eu só empregue 14 pessoas em minha microempresa, e ocorre que nenhuma delas é negra. Por que esse fato deveria se tornar um motivo de pressão social, ou mesmo de fofoca corporativa?

    Ademais, cuidado para não confundir cultura com raça.

    Concordo. Até que, um dia, não haja mais tratamento diferenciado, que não devia ter começado a existir. Agora preste atenção na frase "rotinas de atendimento sem discriminação para famílias negras e indígenas". Se é sem discriminação, por que a cartilha é voltada a duas etnias apenas? Quem está praticando o tratamento diferenciado? Posso ter entendido errado ou não saber mesmo qual o contexto do item 9 acima. Mas eu, se fosse negro, não me sentiria feliz não. Igualdade de fato e de direito deveria ser a grande finalidade.

    Recentemente entrou para os PCNs - Parâmetros Curriculares Nacionais o tópico de História Geral da África. Gostei da iniciativa em si. Mas por que também não estudar, a fundo, a história geral da China, grande centro de produção de sabedoria por mais de 8000 anos? Nosso estudo do Oriente ficou muito deficiente. Então, ao que parece, os PCNs estão seguindo a 'ordem do dia'. Isso, meus caros, é convencionalismo político. É agradável e benéfico, mas não esqueçamos o que isso realmente representa.
     
    Última edição: 29 Dez 2010

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