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Crônicas do Último Imperador de Melniboné - Michael Moorcock

Pesquisando na net vi um livro - ou melhor - saga de fantasia medieval, que achei muuuuito bom. Infelizmente aqui no Brasil parece não ter todos. Segue um pouco da série com o que achei na Wiki:

Elric é um albino de saúde débil, introspectivo e atormentado, mas mesmo assim o imperador do reino ancestral de Melniboné, uma superpotência em declínio, e servo dos Senhores do Caos, à semelhança dos seus antepassados. O povo de Melniboné é elegante, porém cruel, na maior parte desprovido de sentimentos: de entre todos, apenas Elric é dado a sensibilidades modernas. Fisicamente falando, os melniboneses são como elfos --- embora mais semelhantes aos amorais ska da série Lyonesse de Jack Vance do que aos povos majestosos de J. R. R. Tolkien --- e "Elric" é uma forma do nórdico Ælfric, que significa senhor dos elfos.

Ao invés de um guerreiro bárbaro musculoso que sobe ao poder através da violência, Elric é um imperador culto mas doente que abandona o seu trono. Onde um herói da fantasia convencional salvaria princesas de vilões maléficos, ou o reino de hordas de inimigos, Elric mata o seu verdadeiro amor, é ele próprio um feiticeiro poderoso, escravo do demónio Arioch, e convida exércitos invasores a destruir Melniboné. Elric é um intelectual, dado a crises de depressão, e muitas vezes levado a acções catastróficas numa tentativa de resistir ao seu destino tenebroso.
Elric é ainda manipulado pela sua espada inteligente Tormentífera (Stormbringer, no original em Inglês, e Tempestade, quando da publicaçao do encontro entre Elric e Conan no Brasil, pela Editora Abril Cultural), já de si uma perversão das armas mágicas tradicionalmente encontradas na fantasia épica e uma referência à espada de Kullervo no Kalevala. A Tormentífera dá a Elric as forças de que ele necessita para sobreviver, mas a um preço terrível --- a espada suga as almas de todos os que mata, muitas vezes recusando-se a obedecer aos comandos de Elric, de modo a obter o que pretende.

Como uma das múltiplas encarnações do Campeão Eterno, quase sempre um defensor da Lei, Elric de Melniboné está dividido entre a sua ascendência e o seu destino. Em resultado disso, Elric vira as costas ao Caos para se aliar à Lei, tornando-se eventualmente numa força de equilíbrio entre as duas facções. Ao longo da saga, Elric desenvolve um profundo ódio por todos os deuses, quer da Lei, quer do Caos, e pela sua constante interferência na vida dos mortais. No final, Elric anseia por um mundo onde os deuses não explorem a miséria humana.

Livros:

1.Elric of Melniboné (1972)
oPortugal: Elric: Príncipe dos Dragões (2005)
2.The Fortress of the Pearl (1989)
oPortugal: Elric: A Fortaleza da Pérola (2006)
3.The Sailor on the Seas of Fate (1976)
oPortugal: Elric: Os mares do destino (2009)
4.The Weird of the White Wolf (1977)
5.The Vanishing Tower (vt The Sleeping Sorceress, 1970)
6.The Revenge of the Rose (1991)
7.The Bane of the Black Sword (1977)
8.Stormbringer (1965)
oBrasil: A Espada Diabólica (1975?)



A saga também foi transformada em HQ e RPG.
 

Mi Müller

Usuário
Mais uma dica interessante Rafa, confesso que vou ter que priorizar as séries, e as que não tem lançamento previsto vou deixar pra depois, mas essa é interessante!

estrelinhas coloridas...
 

Lucas_Deschain

Biblionauta
[align=justify]Gosto de posts como esse, pois mostram que, mesmo que eu procure me manter relativamente "por dentro" de sagas literárias, ainda assim sempre tem alguma coisa que eu nunca havia ouvido falar. Fiquei com vontade de ler mais essa agora.[/align]
 
Lucas_Deschain disse:
[align=justify]Gosto de posts como esse, pois mostram que, mesmo que eu procure me manter relativamente "por dentro" de sagas literárias, ainda assim sempre tem alguma coisa que eu nunca havia ouvido falar. Fiquei com vontade de ler mais essa agora.[/align]

Pois é Lucas. Quando acho que já conheço todos os livros de fantasia acho algo novo e que foge dos padrões. Tb fiquei louca pelo livro. Talvez daqui uns 2 anos eu já consiga arranhar um pouquinho no inglês e poderei ler os livros que infelizmente não chegam a nós.
 

Ramalokion

Mecha-de-Folha
Rafa

Elric é clássico de fantasia, jurava que vc conhecia! E de infanto juvenil eu te digo que as histórias não tem nada!

Chega a ser bem pesada as vezes.
 
Ramalokion disse:
Rafa

Elric é clássico de fantasia, jurava que vc conhecia! E de infanto juvenil eu te digo que as histórias não tem nada!

Chega a ser bem pesada as vezes.

Pois é Rama, não conhecia!!! Eu vi pela sinopse (que era quase um resumo dos livros) que não era infanto-juvenil, mas coloquei aqui pq a maioria das pessoas sempre classifica esse gênero como histórias que só gente nova gosta.

E vc já leu algum, o que achou?
 

Lucas_Deschain

Biblionauta
[align=justify]Desculpem minha falta de perspicácia, mas o único livro que foi traduzido para o português brasileiro foi o último? Que beleza de respeito à cronologia, hein?[/align]
 

Mi Müller

Usuário
É eu preciso melhorar o meu inglês, porque senão vou ter que ficar me limitando nas leituras... corre mi corre...
 

*Artanis*

Siga as borboletas!
Lucas_Deschain disse:
[align=justify]Desculpem minha falta de perspicácia, mas o único livro que foi traduzido para o português brasileiro foi o último? Que beleza de respeito à cronologia, hein?[/align]

Eu achei que a Espada Diabólica é a tradução de Stormbringer o primeiro lançado (1965). Mas sei lá.

Não conhecia, mas achei bem interessante. Só não gostei muito do nome Melniboné, esquisitinho...
 

leoff

They will bend the knee or I will destroy them.
Ressuscitando o tópico, agora que os livros estão sendo oficialmente lançados por aqui.

Só para instigar uma polêmica, uma matéria do Judão, que dentre outras coisas compara as diferenças de filosofia de Moorcock e Tolkien. :twisted:

MICHAEL MOORCOCK, O TOLKIEN ÀS AVESSAS

Obra de fantasia do polêmico escritor inglês finalmente começa a ganhar uma publicação no formato que merece aqui no Brasil

Por mais que você seja um fã dedicado de literatura fantástica, ainda assim existe uma boa chance de que você não saiba quem é Michael Moorcock. E tudo bem, você está perdoado. Afinal, este escritor britânico de recém-completados 75 anos não é exatamente um fenômeno pop mainstream como é, por exemplo.J.R.R.Tolkien (uma menção que não foi aleatória, aliás — falaremos dele um pouco mais pra frente). E se isso é uma verdade no mercado europeu, o que dirá aqui no Brasil, País no qual a obra de Moorcock foi publicada com pouca ou quase nenhuma regularidade até hoje?

Depois de alguns contos em obras esquecidas da editora Martins Fontes na década de 1970, de uma raríssima edição batizada de A Espada Diabólica pela Francisco Alves Editora e algumas adaptações de HQs como Navegante dos Mares do Destino e Cidade dos Sonhos — ambas escritas por Roy Thomas e publicadas respectivamente pelas editoras Abril e Globo –, agora a principal criação de Moorcock ganha uma boa chance pelas mãos da Editora Generale.


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As livrarias brasileiras já receberam o volume 1 da saga de Elric de Melniboné, batizado de A Traição do Imperador – seguindo a alteração que o próprio Moorcock fez recentemente na ordem de sua jornada, agora tratada de maneira cronológica e não pela ordem de publicação, facilitando o trabalho para novos leitores. A editora Generale – um selo da Évora – garante que assegurou os direitos da série completa e que o segundo volume deve sair em abril deste ano.

A história gira, essencialmente, em torno do príncipe albino Elric, herdeiro do trono de Melniboné, também conhecida como Ilha do Dragão: um verdadeiro anti-herói, representante de um povo decadente que outrora foi uma raça culta e nobre, mas que agora enxerga os humanos como seres inferiores. Elric é um um sujeito frágil, debilitado (que recorre a drogas e poções mágicas para manter sua saúde), um tanto inseguro, mas, ao mesmo tempo, é um guerreiro exemplar e um mago poderoso.

Ele vive suas aventuras por outros mundos, considerando que a obra de Moorcock se passa em um Multiverso repleto de dimensões paralelas e realidades alternativas, tentando cumprir seu destino como o chamado Campeão Eterno, escolhido pelo destino para trazer equilíbrio à luta entre a Ordem e o Caos. Elric mostra pouco interesse pelas tradições de seu mundo, o que acaba por incomodar os súditos e revoltar o seu primo, o príncipe Yyrkoon, sucessor direto que ambiciona o trono. Além de toda a guerra pelo poder, Elric nutre uma paixão por Cymoril, irmã de Yyrkoon, que busca apoiá-lo e compreendê-lo, apesar das dificuldades de entender as motivações do imperador.


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Ao lado de Elric está sempre a espada Stormbringer. A arma, que absorve a energia espiritual das pessoas que mata e ajuda a deixar seu soberano ainda mais forte, parece ter vontade própria e, em alguns momentos, ataca pessoas que Elric ama – levando-o à beira da loucura. Some a isso o fato de que ele tem diferentes versões de si mesmo (ou algo assim) andando por aí nos mais diferentes tempos/espaços e causando reações impensáveis ao encontrarem umas com as outras (quem lê HQs da Marvel e da DC vai entender o que isso quer dizer), e bingo, temos um sujeito mentalmente desequilibrado que está longe do estereótipo do herói perfeito.

Fãs de rock talvez se recordem da obra do autor, embora muitos não liguem exatamente o nome à pessoa. O clássico Stormbringer, do Deep Purple com David Coverdale nos vocais, faz referência direta à espada de Elric – assim como a música Black Blade, do Blue Öyster Cult, que por sinal foi co-escrita pelo próprio Moorcock. Já a cidade de Tanelorn, mencionada pelos alemães do Blind Guardian em canções como The Quest For Tanelorn e Tanelorn (Into The Void), é um ponto focal importante do Multiverso de Moorcock, ligado diretamente à jornada do Campeão Eterno. E a banda de hard rock psicodélico Hawkind, da qual fez parte ninguém menos do que Lemmy (vocalista do Motörhead), dedicou um disco conceitual inteiro à obra de Moorcock: The Chronicle of The Black Sword, lançado em 1985.


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“Eu amaria fazer um álbum conceitual sobre a obra dele”, disse certa vez o vocalista do Blind Guardian, Hansi Kürsch, a respeito de Moorcock numa entrevista para a revista Metal Hammer. “Você tem sido uma grande inspiração. Ou, colocando de outra forma, eu provavelmente sou, em maioria, culpa sua”, derreteu-se ninguém menos do que Neil Gaiman em um texto sobre o escritor. Para alguns fãs, ler apenas isso já significaria um interesse soberano sobre o que Moorcock tem a dizer.

“Moorcock é único porque não foi devorado pelos clichês do gênero”, opina Vinicius Dreger, historiador especializado em história medieval e um verdadeiro fanático por literatura de fantasia. “Ele os manipulou admiravelmente e os empregou para contar suas histórias, pouco se importando com o que se esperava que ele fizesse”. O tradutor André Gordirro, outro fã declarado do autor inglês, concorda. E afirma que, além de desconstruir os clichês, Moorcock é único principalmente por ser mestre em transferir o mundo real para o fantástico. “A Ilha de Melniboné e seu império decadente claramente são a Inglaterra e os farrapos do antigo império britânico”, explica. “Ele trabalha com um ‘grande mal’ que nem sempre é um grande mal assim; há muita dubiedade nas intenções de heróis e vilões”.

O próprio Gordirro, que vai estrear como escritor em breve com livro a ser lançado pelo selo Fábrica231da Rocco, admite ter seguido a cartilha do autor, mascarando vários aspectos da geopolítica atual em um cenário de fantasia épica. “O agradecimento ao Moorcock está lá, é claro”, ressalta.

Dreger defende que Moorcock nunca foi publicado como deveria no Brasil por muitas razões, mas, principalmente, por chutar um monte de tabus: “culturais, sexuais, políticos, o pacote todo”. Para ele, o escritor é um iconoclasta. “E isso trouxe muita rejeição de editores, que sempre se enxergam como guardiões do gosto público”. Para Gordirro, a fantasia de Moorcock sempre foi sofisticada demais. “Ela foge ao padrão elfo-anão-grande-mal, pode não agradar o leitor da modinha ou que só jogue RPG. O próprio gênero no Brasil só veio a ser bem tratado agora, com a profusão de filmes do gênero”, opina.


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Para ambos, a série de Elric não tem como dar errado aqui no Brasil. “O problema básico é saber quem é esse leitor brasileiro de fantasia. Tipo Globo Repórter: o que ele lê? Quais são suas referências e preferências? O que fazer para tirá-lo das garras do Tolkien?”, brinca Gordirro.

Ah, sim, tem um elefante branco aqui na sala…

A menção de Gordirro à obra de Tolkien não é mera provocação gratuita – porque há anos o trabalho dos dois vem sendo alvo de comparação e polarizando os fãs. Sim, pode ficar espantado: Tolkien está longe de ser uma unanimidade, apesar de Peter Jackson e seis filmes. Tanto o aspirante a escritor quanto o historiador, por exemplo, são do time que prefere Moorcock ao paizão de Bilbo e Frodo.
“O Tolkien é um linguista e cartógrafo que cismou de ser escritor; tem uma prosa ruim e desenvolve mal os personagens, em grande maioria rasos”, justifica Gordirro. “O Moorcock é maluco, esquece o que escreve, mas tem um domínio de atmosfera que é bem melhor do que a descrição enfadonha de cada folha de uma árvore que não interessa à trama”.

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Dreger faz eco ao dizer que Tolkien é ingênuo, fruto de uma época mais simplista. “Ele se prende a limites morais muito claros e nunca poderia criar um mago guerreiro albino, traidor de sua raça, matador de mulheres e servo do Deus do Caos, que sobrevive graças à energia que retira das almas que a espada devora. Elric é complexo, ambíguo e mortal”.

Mas não pára por aí. Além de uma divisão clara entre os fãs, existe também uma ruptura, vejam só, entre os próprios autores. Ou, pelo menos, da parte de Moorcock – que já afirmou enxergar na obra de Tolkien “nada mais do que uma visão conservadora do status quo”. Em entrevista ao jornal inglês The Guardian, o escritor guardou comentários pouco elogiosos ao companheiro de profissão, dizendo que sua coleção de elfos e anões é “uma confirmação perniciosa dos valores de uma classe média moralmente falida”.

Muitos anos antes, ainda com seus tenros 20 e poucos anos, em uma publicação experimental editada por ele chamada New Worlds, Moorcock escreveu um ensaio inteiro no qual comparava o estilo narrativo de Tolkien ao de A. A. Milne – que, caso você não tenha ligado o nome à pessoa, é o criador do Ursinho Pooh (ou para você, que é tiozinho como eu, Ursinho Puff). Para ele, Tolkien (assim como C.S.Lewis, autor de As Crônicas de Nárnia) glorifica a guerra e força um “final feliz” pela garganta do leitor.

“Escritores como Tolkien levam você à beira do abismo e apontam para um belo jardim que tem lá embaixo, mostrando degraus entalhados na pedra para a descida e lembrando que o corrimão ainda está meio bambo, porque eles não tiveram aprovação para colocar um novo ainda”, menciona ele num dos momentos mais divertidos – a íntegra do ensaio pode ser lida aqui.

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Anarquista autoproclamado e encrenqueiro afamado, Moorcock tem um histórico de desafetos – exatamente como um dos autores que mais se declaram influenciados por ele e que, em dado momento, tornou-se seu amigo pessoal. É, você deve estar imaginando que estamos falando de Alan Moore. Sem qualquer custo, Moorcock chegou a liberar os personagens Michael Kane (do livro Kane of Old Mars) e o agente secreto Jerry Cornelius (de outra série de obras do autor) para que Moore os usasse em sua Liga Extraordinária.

Mas ambos, vejam só, têm um “adversário” em comum: o escocês Grant Morrison. Durante um raríssimo videocast que Moore realizou respondendo perguntas dos colaboradores da campanha do Kickstarter para ajudar a fazer uma estátua para do finado quadrinista Harvey Pekar em Cleveland, ele soltou a pérola quando perguntado sobre Morrison. “O único ponto de divergência entre eu e Moorcock é sobre quem teve mais coisas roubadas por Morrison nos últimos anos. Eu digo que foi ele. E ele diz que fui eu”.

Em sua defesa, Morrison escreveu um artigo para o site The Beat, no qual afirma que as alegações de Moorcock se devem por conta de algumas passagens entre os números 17 e 19 de Os Invisíveis, nas quais faz uma espécie de pastiche/homenagem à obra de Moorcock dentro da cabeça do personagem King Mob – que, ao longo da trama, se declara um obsessivo por Jerry Cornelius. “Ele julga centenas de páginas do meu trabalho por causa de umas 10 páginas de homenagem”, diz.

Parece que Alan Moore aprendeu bem mais do que apenas estilo literário com Michael Moorcock, afinal de contas… :)

Fonte: Judão.
 
C

Calib

Visitante
Eu tenho um livrinho dele, bem antigo, que comprei esses tempos num sebo sem nem saber quem era o autor.
:joinha:

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Agora que vai virar modinha, posso dizer que sou cult por acaso? :P
 

Ranza

Macaco
A história do elric e foda demais, tão foda que deu origem há um cenário exemplar para um sistema que eu julgo o melhor para fantasia medieval em RPG, o rune quest.
 

DiegoMP

Usuário
Na Amazon tá por 42 reais, mas é curto o livro, só 180 páginas. Preço meio salgado, tiragem pequena talvez.

Não sou um grande fã de fantasia e desconhecia totalmente o nome do autor.
 

Clara

Perplecta
Usuário Premium
Na Amazon tá por 42 reais, mas é curto o livro, só 180 páginas. Preço meio salgado, tiragem pequena talvez.

Não sou um grande fã de fantasia e desconhecia totalmente o nome do autor.

Eu sou fã de fantasia, embora não me julgue grande conhecedora, e nunca ouvi falar desse cara.

O texto é bacana, mas acho uma encheção de saco sem fim esse negócio de elogiar um autor às custas de outro.
Me lembrou aquele artigo ridículo da Veja sobre o Martin, em que dizia, entre outras babaquices, que Guerra dos Tronos era melhor do que O Senhor dos Anéis porque os personagens vomitavam e cagavam. :-?

Enfim, Tolkien é Tolkien e Moorcock é Moorcock.
Fala o que o cara escreve de bom, diz o porquê de ele ser tão foda e pronto, sem ficar com essa frescurinha de menina de treze anos defendendo a "boyband" favorita dela.
 
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Deriel

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Clara

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Michael Moorcock. Please. Se não conhece o problema está em você :niver:
Como assim o problema está em mim?
Eu disse que havia algum problema com o escritor?
E qual o problema de chamá-lo de "cara"?
Estamos fazendo uma carta profissional para ele ou escrevendo uma tese sobre ele?
Não entendi o motivo dessa sua arrogância toda @Deriel .
Até porque deixo bem claro que não me julgo (não sou, de fato) grande conhecedora de escritores de fantasia (de escritores e literatura em geral, na verdade) apenas gosto de histórias de terror e fantasia.

(não que ele seja melhor que Tolkien ou Lewis ou etc ... mas diferente, e abre horizontes)
Bem, acho que foi esse o ponto que critiquei, não?
Pelo menos foi o que quis deixar claro, que gostei do artigo me apresentar a um escritor que não conhecia e que não havia necessidade de ficar comparando o excelentíssimo Sr. Moorcock (é assim que você se refere à ele?) com o Tolkien.

Depois, não sabia que na aérea de literatura do Valinor a gente tinha que conhecer um autor pra responder num tópico sobre ele ou ela.
Ao contrário, sempre tive a impressão de que os tópicos são abertos e recebem posts de pessoas mais sabidas sobre determinado assunto (como você, por exemplo) para os que não conhecem (ou conhecem pouco) saberem da existência ou terem mais informação sobre o assunto ou pessoa em questão.
 

Tilion

Administrador
Faltou mencionar no texto que também saiu a minha tradução de "A Cidade do Sonhar", a novela em que o Elric aparece pela primeira vez, no Crônicas de Espada e Magia, publicado pela Arte e Letra em 2013.

E o Stormbringer do Deep Purple não faz referência à espada, como o Coverdale já disse, e basta ver a letra da música homônima pra perceber isso.

No mais, gosto um pouco do Moorcock, não vou negar:

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