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[Coluna] Assange: Cabra marcado para morrer

Tópico em 'Atualidades e Generalidades' iniciado por Morfindel Werwulf Rúnarmo, 1 Out 2012.

  1. Morfindel Werwulf Rúnarmo

    Morfindel Werwulf Rúnarmo Geofísico entende de terremoto

    Um jornal australiano obteve um documento do governo americano em que Julian Assange e o WikiLeaks são classificados como “inimigos do Estado”.

    A notícia está repercutindo em todo o mundo, e com razão.“Inimigos do Estado” é a mesma categoria em que estão catalogados o Talibã e a Al-Qaeda, por exemplo. Na prática, pela legislação de segurança americana, significa que eles podem ser presos sem processo formal por tempo indeterminado.

    Podem também ser executados. Mortos. Eliminados. Como se estivéssemos vivendo o seriado 24 horas. Onde, no Brasil, o repúdio à perseguição movida pelo governo americano a Assange? Ninguém se importa com ele? Algum colunista brasileiro o defendeu? Assange foi alvo de um único editorial? Ou, por criticar os Estados Unidos, ele não pode ser defendido?

    Não só a perseguição americana já passou dos limites. Também a intransigência inglesa em não dar a ele salvo conduto para que pegue um avião rumo ao Equador vai passar para a história como um dos maus momentos da história recente do Reino Unido, em seu alinhamento com a política externa americana.

    Assange está confinado na modesta embaixada equatoriana em Londres. Ontem, numa fala na ONU, o ministro das relações exteriores do Equador, Ricardo Patiño, alertou para os riscos físicos que Assange enfrenta em sua presente situação. Lembremos que o pretexto para isso é o sexo que duas suecas fizeram consensualmente com ele.

    Por teleconferência, Assange também falou ontem num fórum da ONU. Como sempre, num gesto de elegância, falou menos de si mesmo e mais do soldado Bradley Manning. (Também numa atitude admirável, Assange recusou um prêmio de “liberdade de expressão” concedido pela editora argentina Perfil — que no Brasil é sócia da Abril na Caras — quando soube que também estava sendo homenageado um jornalista do Equador que recebe subvenções americanas e trata a patadas o governo constitucional de Rafael Correa.)

    Manning é acusado de ter passado ao Wikileaks os documentos americanos que, entre outras coisas, mostravam a Guerra do Iraque como ela era e é, não como os Estados Unidos fingiam que era.

    Manning está preso à espera de julgamento, e pode ser condenado à morte por traição. Até que ativistas fizessem pressão, ele foi submetido a condições degradantes numa cadeia militar americana. Estava privado de qualquer contato com outros presos, e durante boa parte do tempo era impedido de vestir qualquer roupa. Tecnicamente, como lembraram os ativistas, estava sob tortura contínua.

    E agora: o mundo vai esperar o quê para gritar pela libertação de Assange? Que ele morra?

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  2. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Como eu costumo dizer, a internet foi construída em cima de uma plataforma de ferramentas de guerra e com o tempo vem absorvendo a função da tecnologia mãe que a originou.

    A questão é difícil, tanto que se antes qualquer informação que caísse na rede podia ser confundida e interpretada como refém de guerra agora passa ao status de prisioneiro de guerra por ser usada por governos oficialmente como resultado da invasão da soberania das casas por meio de sinais e ondas. Inclusive estão com planos de fazerem universidades de drones.

    A bem da verdade, o conceito de altos interesses da nação se enfraquece na medida da quantidade e tipo de tecnologia guardada. Tanto que se não me engano existe privilégio quando se compara a autoridade de um astronauta com a de um piloto de avião na escala hierárquica (a do astronauta é maior).

    Se uma universidade de Drones é construída (como existem notícias sobre o assunto), dependendo do tipo de drone, o piloto pode vir a ter mais poder que um astronauta. E não se deve duvidar que camuflados como lançamentos de satélites tenham sido lançados drones no espaço para ir até a lua ou a marte antes da Nasa, disparados da órbita terrestre.
     
  3. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    O novo comunismo.
    Bens informativos realmente para todos.
     

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