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Cobra Kai promete a continuação de Karatê Kid que o mundo precisava!

Tópico em 'TV' iniciado por Fúria da cidade, 20 Fev 2018.

  1. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    A essa altura, todo mundo sabe que Karatê Kid – A Hora da Verdade trouxe a batalha suprema de um forasteiro (no caso, o adolescente magrelo Daniel LaRusso) derrotando seu bully (Johnny Lawrence) em um duelo de artes marciais. O ano era 1984, e o diretor John G. Avildsen sabia uma ou outra coisa sobre contar a história de um perdedor triunfando em um combate desproporcional – ele dirigiu Rocky, Um Lutador, menos de uma década antes. Ralph Macchio, que interpretou Daniel, nunca teve a carreira estelar sugerida pelo filme…. mas tudo bem! Seu nêmesis, papel de William Zabka, teve sorte pior, tornando-se a imagem do estereótipo do vilão briguento que Hollywood adora odiar. A única vez que seu Johnny Lawrence foi visto como o herói da aventura foi em um episódio antológico de How I Met Your Mother, em que Barney Stinson (Neil Patrick Harris) deseja conhecer o “karatê kid” em seu bar mitzvah – para ele, LaRusso, provador e agressivo, seria o verdadeiro vilão da história.

    Mas por que, você se pergunta, eu estaria divagando sobre Karatê Kid? O filme teve três continuações (uma sem Daniel-San e com Hilary Swank como a nova encrenqueira), um remake até ok com Jackie Chan e Jaden Smith, uma marca bacana na cultura pop (DUVIDO encontrar alguém que não saiba quem é o Sr. Miyagi e seu treinamento com o “coloca cêra, tira a cêra”) e…. só. Até agora. Eis que passei os olhos pelo primeiro teaser de Cobra Kai, que promete retomar a rivalidade de Lawrence e LaRusso, com Zabka e Macchio reprisando seus papéis. Foi uma revelação. A princípio pensei ser uma piada, algum comercial esperto puxando pela nostalgia, como a recente propaganda do governo australiano usando Crocodilo Dundee e um punhado de astros contemporâneos. Estava errado. A série é pra valer, terá dez episódios, será exibida online no YouTube Red e parece ser um negócio super sério. Dá uma espiada e volta aqui.


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    Sentiu o arrepio? Cobra Kai, segundo a Entertainment Weekly, coloca Johnny na pior. Aparentemente a derrota para LaRusso quando eles eram adolescentes o deixou marcado como um derrotado, incapaz de derrubar o novato que veio do nada. A coisa fica tão feia que ele é confundido, a certa altura, com um morador de rua. Seu filho quer distância, temendo ser remotamente parecido com seu pai. Como último esforço para recolocar a vida nos trilhos, Johnny reabre o dojo Cobra Kai, mantendo sua “filosofia” de violência sem misericórdia, e começa a treinar um adolescente que sofre bullying como forma de compensar seus próprios erros. Até agora, na verdade, eu só consigo ver Johnny como alguém que quer melhorar, alguém que aprendeu com os erros do passado. Talvez Cobra Kai seja mesmo a saga da redenção de Johnny Lawrence.


    Pena que Daniel LaRusso, agora dono de uma revenda de carros, feliz com sua mulher e filha, veja na reabertura do dojo um ato de extrema provocação por parte de Johnny. “Não entendo por que você quer reabrir o Cobra Kai”, grita Daniel, punhos cerrados, encarando seu antigo valentão do colégio. Já se passaram trinta e quatro anos, cara! Bom, talvez ele querer tirar alguma satisfação mostre que sua vida não é lá tão perfeita quanto ele quer mostrar. Talvez a nova série seja como um filme de super-heróis, em que os protagonistas precisem se enfrentar primeiro antes de encarar a verdadeira ameaça – no caso, um lutador que compete em disputas estilo UFC que entra em cena e acha que karatê é uma piada. Talvez eu esteja pensando demais sobre o que Cobra Kai pode ser, em vez de ficar feliz pelo simples fato de a série existir!

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    Lágrimas cortam meu rosto ao ver a final do All Valley Karate Championship

    A Hora da Verdade fez parte de meus anos de formação como fã de cinema – os anos 80 foram celeiro de dezenas de filmes que, no Brasil, ganharam um “A Hora de…” no título, tradição que seria muito bem vinda no cinemão atual. De qualquer forma, o filme de Avildsen trouxe a eterna batalha entre o bem e o mal para uma ambientação familiar para um moleque como eu, e com certeza isso está refletido na equipe responsável por Cobra Kai, com Josh Heald (A Ressaca) dividindo o texto com a dupla Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (da série Harold & Kumar), que assinam a direção de boa parte da nova série. Will Smith é um dos produtores executivos, dando um link moderno com o clássico oitentista. Uma vez, conversando com Seann William Scott, o papo desviou justamente para Johnny Lawrence, e como William Zabka merecia uma segunda chance. Agora é a hora. De algum lugar, tenho certeza que Pat Morita está sorrindo.

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    Quem diria o Daniel "San" e o Johnny se reecontrando novamente depois de mais de 30 anos numa série de TV. Pena que não temos mais o mito Sr. Miyagi presente, mas confesso que estou bem curioso pra ver como isso ficará.
     
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  2. abylos

    abylos Usuário Usuário Premium

    Sempre achei que seria ótimo termos uma continuação de karatê kid com os atores originais retornando nos mesmos papéis mais velhos...

    Imaginava um larusso miyagado, não um dono de revenda de carros, mas ta valendo!
     
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  3. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Pessoalmente não tive coragem ainda de ver a versão do Jackie Chan (acho a fase antiga dele dos filmes de Hong Kong melhor que a atual). Mas fiz questão de adquirir o box com a trilogia original nacional dos filmes (que vem com uns cards com frases de efeito do filme). Essa pegada meio Rocky, de enfrentar ao mesmo tempo as batalhas da vida e do ringue sempre achei legal, uma das coisas que me atrai inclusive na série Street Fighter e foi uma pena que o filme da Chun Li não ficou tão bom, apesar de eu achar que tem umas cenas bem divertidas nele.

    Cheguei a ver a versão com a menina, mas só uma vez e tem algumas cenas legais mas em menor quantidade que os filmes dos anos 80s.

    As coreografias eram bem divertidas, a última vez que vi algo no estilo foi a Jeeja Yanin em Chocolate, uma lutadora autista enfrentando nas ruas até mesmo um lutador com tiques nervosos:

    O revival da trilogia de Karatê Kid por meio de série me lembra o que houve com Hinghlander (1,2 e 3) que virou série de TV exibida na rede Globo nos anos 90s. Infelizmente a série não tinha o Christopher Lambert (acho que ele só apareceu no último episódio, talvez pelo custo de contratação), então a falta de Sr. Myagi devido ao falecimento deverá obrigar a substituição (quem sabe role homenagem em créditos). O negócio é torcer para haver compensação para substituir o ambiente caótico que tinha nos filmes por algo que gere tensão realista no tempo atual. A Califórnia daquele tempo era um imã econômico de imigrantes querendo começar a vida por meio de choques. Vários desses choques mudaram de lugar.
     
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  4. Bruce Torres

    Bruce Torres Let's be alone together.

    Caramba, achei que nunca iria conhecer outra pessoa que conhecesse Chocolate. :D
     
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  5. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Como estão utilizando os mesmos atores, acho que a melhor homenagem que poderia ser feita ao Sr. Miyagi seria utilizar usar o velho, mas ainda sempre bom e útil recurso do flashback (fazer uma reprise de pequenas cenas marcantes de um dos filmes) caso o Daniel tivesse algum pensamento de recordação dos conselhos de seu mestre, antes de tomar uma determinada ação.

    De qualquer maneira, não deixa de ser uma importante observação que o Karatê Kid esteja tendo agora finalmente uma sequência mais consistente, com alguns traços semelhantes a da franquia Rocky, com o envelhecimento natural dos personagens principais, pois aquela versão com o Jackie Chan e Jaden Smith infelizmente não tem nada haver.
     
  6. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Ela acabou entrando no meu top de asiáticas junto da Iria no filme do Mazakasu Katsura na minha assinatura. O leve sorriso no canto da boca da Jeeja durante o combate lembra um pouco as reações do Bruce Lee, por sinal estava lendo que ela é mesmo mestra numa arte marcial igual o Bruce Lee e as atuações tem um bocado das firulas e impactos de combates reais. Deixa tudo bem mais sexy na luta aliás, é quase tão envolvente quanto assistir os vídeos da Brioni ensinando a dançar música industrial no youtube XD hehehe Só que com ela é as vezes uma mistura de video clipe com luta, dança e combate. O efeito é interessante, quase como se encarnasse espírito da luta.

    Ou tipo uma foto de grupo, do cara lembrando do passado sem falar nada. Creio também que eles já tenham umas séries recentes para poder pegar referências de motivos para brigas de ruas tipo Demolidor e Justiceiro.
     
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  7. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    De qualquer maneira achei interessante eles terem na Cobra Kai justamente o gancho certo pra dar sequência, pois no Karatê Kid III, a academia já vivenciava dias de decadência, pois o mestre do Johnny já tinha perdido seus alunos após a vitória do Daniel no torneio de karatê e essa série retoma justamente a partir desse ponto e nisso achei importante no Trailer ter focado no Daniel questionando seu velho rival porque de retomar uma academia falida com uma ideologia engessada no tempo cujo antigo lema é não ter piedade do adversário. Enfim, vai trazer de volta a tona não apenas dois velhos rivais, mas vários elementos do passado e confronta-los no presente.
     
    Última edição: 21 Fev 2018
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  8. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

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    Cena da série "Cobra Kai", derivada do clássico "Karate Kid"Imagem: Reprodução

    O roteiro e a qualidade da série “Cobra Kai” não são lá essas coisas, mas quem sem importa? A eterna rivalidade entre Daniel La Russo e Johnny Lawrence, no filme “Karate Kid”, continua a mesma após 33 anos. E isso é ótimo.

    O YouTube Red, serviço de streaming pago do site, estreou nesta quarta-feira (2) a série original que mostra a vida dos dois personagens três décadas depois. Ao todo são 10 episódios de 30 minutos. Os dois primeiros podem ser assistidos gratuitamente, enquanto os seguintes custam R$ 3,90 cada. Todos os episódios têm legendas em português.

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    Com jeitão de fanfic, “Cobra Kai” traz de volta os atores originais de “Karate Kid” Ralph Macchio e William Zabka (Daniel e Johnny, respectivamente), que continuam vivendo na mesma cidade, porém com destinos bem diferentes.

    Daniel San não é mais aquele jovem franzino. Agora, ele é um bem sucedido empresário, dono de várias concessionárias de carros, com um casamento feliz e dois filhos. Por outro lado, o valentão Johnny é alcoólatra, trabalha fazendo bicos como bombeiro hidráulico e não fala com o filho adolescente há anos.

    No enredo, os papéis se invertem. Johnny defende um garoto pobre que sofre bullying na escola. O menino pede que ele o ensine caratê e Johnny decide abrir uma escola de artes marciais com o mesmo nome daquela em que ele foi treinado, a Cobra Kai.

    La Russo, por sua vez, está preocupado em fazer a sua loja de carros crescer. O conflito surge quando o valentão que bateu no pupilo de Johnny, coincidentemente é também o namorado da filha de Daniel San.

    Um dos pontos positivos da série é seu bom humor. A vida nunca é fácil para Johnny como, por exemplo, sua academia. Após abri-la, ele tem que enfrentar a fúria do fiscal da prefeitura, que exige centenas de atestados para autorizar o seu funcionamento.

    Além disso, o garoto que ele está treinando é politicamente correto e o critica quando ele esbraveja: “Você tem que ter colhões”. O garoto responde: “Desculpe, sensei, mas o senhor não está sendo sexista?”. “Que porra é essa de sexista?”, Johnny rebate consternado.

    Para os saudosistas, a série mostra também vários flashbacks do passado, inclusive do professor Miyagi. Na cronologia, o professor já morreu e Daniel San sempre visita o seu túmulo. A cena do famoso chute de Daniel em Johnny é reprisada várias vezes, inclusive de ângulos que não foram mostrados no filme original. Johnny acha que aquele chute foi o responsável por desgraçar toda a sua vida.

    Ironicamente, a geração de YouTubers, formada por jovens nascidos nos anos 2000, dificilmente vai se interessar por “Cobra Kai” que, em última instância, parece uma série adolescente. Por outro lado, os trintões e quarentões que cresceram assistindo "Karate Kid" na "Sessão da Tarde", da Globo, vão achar barato pagar só R$ 3,90 por cada 30 minutos de diversão.

    Assista os dois episódios grátis

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    --- Mensagem Dupla Unificada, 4 Mai 2018, Data da Mensagem Original: 4 Mai 2018 ---
    @Neoghoster Akira como imaginei tem o lance do Flashback
     
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  9. Bruce Torres

    Bruce Torres Let's be alone together.

    Vi os dois primeiros episódios já. O que surpreendeu foi ver a carga dramática dos dois - convenhamos que eles não davam "um show de interpretação" então. Tô pensando a sério em assinar só pra ver o restante.
     
  10. Fúria da cidade

    Fúria da cidade ㅤㅤ ㅤㅤ ㅤㅤ

    Achei interessante contar e enfatizar mais a história pelo lado do Johnny que passa a ter um maior protagonismo e ficando com uma responsabilidade de treinar e formar seu "pupilo". Com certeza vou querer ver até o fim
     
  11. Ana Lovejoy

    Ana Lovejoy Administrador

    é impressão ou o mote da série é meio tirado da interpretação do barney do how I met you mother sobre os filmes do karatê kid?

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