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Clássico x Contemporâneo

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    427

Ivan

Vai passar do joelho
Fox disse:
Agora, sinceramente, acho que você é muito jovenzinha pra carregar tanta ironia no coração, sabe.
E eu acho que você tá muito velho pra fugir do assunto, não responder nada, acusar o que não entende e ser gratuitamente agressivo com as pessoas.

Se não sabe diferenciar entre opinião e agressão, entre o que é pessoal e o que é discussão, problema seu. Se não entende um post, basta pedir pra que se explique. Não precisa recortar pontos desconexos pra tentar desqualificá-lo só mostrando que não entendeu nada. Mas se fica bravo do nada e começa a a acusar e atacar as pessoas que tão tentando discutir, você não está à altura de discutir, nem sobre arte, nem com pessoas com maior controle emocional.
 
F

Fox

Visitante
Ringil Æ disse:
E eu acho que você tá muito velho pra fugir do assunto, não responder nada, acusar o que não entende e ser gratuitamente agressivo com as pessoas.
Até o momento eu tava sendo amigável, até que ela apareceu com uma ironia totalmente desnecessária.

Se não sabe diferenciar entre opinião e agressão, entre o que é pessoal e o que é discussão, problema seu.
Não sou eu quem sofre desse problema por aqui.

Se não entende um post, basta pedir pra que se explique. Não precisa recortar pontos desconexos pra tentar desqualificá-lo só mostrando que não entendeu nada.
Até o momento entendi claramente o que foi dito, e sempre fiz questão de perguntar quando não entendo algo.

Mas se fica bravo do nada e começa a a acusar e atacar as pessoas que tão tentando discutir, você não está à altura de discutir, nem sobre arte, nem com pessoas com maior controle emocional.
Bom, isso tudo faz sentido, mas você está dando bronca na pessoa errada. Veja bem quem começou com o sarcasmo por aqui. Porque parece parece que a Kementari tomou suas dores por conta de um ataque que não existiu.

Então, se alguém tem um problema em diferenciar um ataque de uma explicação, não sou eu.

Seria legal poder voltar a discussão sem ter que me preocupar com mais ataques de perereca e acessos de esnobice e teimosia por opinião contrária.

Mas isso já num acontece faz tempo, então deixa pra lá.
 

Uglúk o Uruk-Hai

... o maioral.
Vc tem sorte q ps mods daqui esta ó... :zzz:


Mas continuem... arte conceitual tosca é assim mesmo, nos choquem vamos. :think:


*Uglúk mata um rato arrancas viceras e escreve em um espelho "arte" *


Ganhei de vcs...
 

Kementari

É só marca do fogão!
Sinceramente Fox, eu não pretendia ser agressiva no meu post, eu apenas repliquei o que você disse, seja lá a quem você estivesse respondendo e seja lá o meu julgamente sobre a sua postura anterior.
A única pessoa que está tendo "ataque de perereca" aqui é você. Eu usei uma figura bastante prosaica no meu post, apenas pra defender meu ponto de vista. Até onde eu sei uma discussão é um conflito de idéias.
Sinceramente, eu não te ofendi em nenhum momento. Pode destacar aí onde eu me exaltei além de qualquer ironia.
E pode também comparar o conteúdo de qualquer post meu com qualquer resposta que você tenha me dado. Eu tentei explicar o meu lado várias vezes, coloquei exemplos, desenvolvi os pontos necessários; se não quer discutir, simplesmente ignore, mesmo que o conteúdo seja agressivo.
Veja bem: Eu vou contra as suas idéias, não contra você (...)
Ter que explicar isso, faça-me o favor...
 

Uglúk o Uruk-Hai

... o maioral.
Kementari disse:
Sinceramente Fox, eu não pretendia ser agressiva no meu post, eu apenas repliquei o que você disse, seja lá a quem você estivesse respondendo e seja lá o meu julgamente sobre a sua postura anterior.
A única pessoa que está tendo "ataque de perereca" aqui é você. Eu usei uma figura bastante prosaica no meu post, apenas pra defender meu ponto de vista. Até onde eu sei uma discussão é um conflito de idéias.
Sinceramente, eu não te ofendi em nenhum momento. Pode destacar aí onde eu me exaltei além de qualquer ironia.
E pode também comparar o conteúdo de qualquer post meu com qualquer resposta que você tenha me dado. Eu tentei explicar o meu lado várias vezes, coloquei exemplos, desenvolvi os pontos necessários; se não quer discutir, simplesmente ignore, mesmo que o conteúdo seja agressivo.
Veja bem: Eu vou contra as suas idéias, não contra você (...)
Ter que explicar isso, faça-me o favor...
Viu, oq eu falo é lei...

Eu mando vcs continuarem, e vcs continuam... 8-)
 

Skylink

Squirrle!
Uh... Eu tenho a impressão de que a guerra é totalmente vazia também, apesar de ser cheia de coisas. Vazia em uma certa essência, com formas feias e um sentimento desprovido de sentido.

Ela é idiota pra quem luta, ainda que a pessoa seja motivada por um ideal. A maioria sente isso uma hora, embora ainda lute por sonhos e desejos.

Mas mesmo assim, guerras em si são completamente inúteis; são um espaço vazio também entre o antes e o depois... Pular isso seria apenas renegar a dor e o fardo, e isto não é inútil pra quem já os conhece.

Porém, às vezes, as coisas apenas continuam, sobre outra capa ou disfarce, não mudam. (Só observar a nossa história :P)

Então, não tem muito problema no quadro, tem? :eek: (bem, IMO, etc...)

O tal do impacto pode ser um objetivo, ou não. Tem toda uma complexa teia entre a ligação da idéia do autor e a captação feita pelas pessoas, e usar algo vazio não precisa ser sempre um defeito... :tsc:

Da pra definir algo assim como arte fraca ou inútil para si mesmo. Mas uma definição mais consistente e concreta depende da opinião dos outros, do que que eles viram e julgaram. É como jogar a definição de arte como a visão de um espelho multifacetado revestido de almas...

Mas bem, é tão necessário assim um trabalho complexo e difícil para se conseguir um resultado? Isso me lembra o meu conceito de guerra... :roll: (só que nesse caso, tem quem ache divertido essa etapa...)
 
Esses dias, assistindo ao Pânico da rede tv, um dos "repórteres" fez uma matéria na Bienal de Artes em SP. Para tirar um sarro, eles misturaram um monte de tranqueira sem nexo. Chamaram algumas pessoas da exposição para analisar as tais obras de arte, dizer como elas interpretavam aquele monte de lixo. O mais engraçado é que os entrevistados, todos muito sérios, analizavam as obras e literalmente filosofavam a respeito delas, uma foi até comparada com o barroco. Foi muito engraçado, ver aquelas pessoas quebrando a cabeça pra tentar entender o que significava aquilo que na verdade era um monte de nada.

As vezes fica dificil saber o que é arte e o que é lixo...

Senti até dó daquelas pessoas :lol:
 
F

Fox

Visitante
Ahahaha, os cara do Pânico são fodas.

Curioso é que isso já foi feito lá pro início do século XX também, ataram um pincel no rabo de um elefante e ele foi balançando na tela.

Aí colocaram em exposição e conseguiram vender por uma quantia generosa pra época. Só depois revelaram o autor. :P

Claro que, como é certo que vai acontecer com esse caso atual, conseguiram botar esse incidente pra trás e continuaram louvando o que houvesse de novo, qualquer coisa mesmo.

Mas essas piadas são sempre bemvindas.

Débora Elbereth disse:
As vezes fica dificil saber o que é arte e o que é lixo...
Hum, levando em conta o que caras como os do Pânico e outros já fizeram, fica até bem fácil.
 

Fimbrethill

Usuário
Quando li o que o pessoal do Pânico fez lembrei dessa musica do Zeca Baleiro que é muito engraçada!!!

Bienal

Composição: Zeca Baleiro / Zé Ramalho
Desmaterializando a obra de arte do fim do milênio
Faço um quadro com moléculas de hidrogênio
Fios de pentelho de um velho armênio
Cuspe de mosca, pão dormido, asa de barata torta

Teu conceito parece, à primeira vista,
Um barrococó figurativo neo-expressionista
Com pitadas de arte nouveau pós-surrealista
Ao cabo da revalorização da natureza morta

Minha mãe certa vez disse-me um dia,
Vendo minha obra exposta na galeria,
"Meu filho, isso é mais estranho que o cu da gia
E muito mais feio que um hipopótamo insone"

Pra entender um trabalho tão moderno
É preciso ler o segundo caderno,
Calcular o produto bruto interno,
Multiplicar pelo valor das contas de água, luz e telefone,
Rodopiando na fúria do ciclone,
Reinvento o céu e o inferno

Minha mãe não entendeu o subtexto
Da arte desmaterializada no presente contexto
Reciclando o lixo lá do cesto
Chego a um resultado estético bacana

Com a graça de Deus e Basquiá
Nova York, me espere que eu vou já
Picharei com dendê de vatapá
Uma psicodélica baiana

Misturarei anáguas de viúva
Com tampinhas de pepsi e fanta uva
Um penico com água da última chuva,
Ampolas de injeção de penicilina

Desmaterializando a matéria
Com a arte pulsando na artéria
Boto fogo no gelo da Sibéria
Faço até cair neve em Teresina
Com o clarão do raio da siribrina
Desintegro o poder da bactéria
 

Denethor II

Pontífice Inquisidor de Gondor
Ainda sou a favor do "pensar" do que do "trabalhar".
Sem duvida nenhuma o classico é rebuscado e tem uma forçã enorme no trabalho em nome da perfeição, mas o contemporaneo mostra a força do pensar, fazendo com que a pintura parta do sentido rustico que tem, como um anjo de uma igreja barroca, um significado quase unico, para uma pintura que te desafie a descobri-la.
Amo ambas, mas entre trabalho e pensar, o pensar me parece uma maior excelencia!
 

ombudsman

O Eto'o brasileiro
Fox, me ajuda a entrar na discussao :cerva:
Quando se fala em arte classica, até que movimento o conceito cobre? E o que pode ser considerado contemporaneo?


Mas metendo o dedo onde nao sou chamado, eu acho que tem alguns aqui que devem ser muito ingenuos ou ainda amantes de algum filosofo moderno ou antigo aqui; porque dizer que existe a possibilidade de se fazer arte descontextualizada, ou seja, qualquer coisa atemporal e esteticamente Bela com B maiusculo mesmo, é ingenuidade.

Mozart, Bach, Picasso, Michelangelo, Van Gogh.. qualquer um, sao todos presos ao contexto no qual despontaram como genios - e o fato de se defender a genialidade destes hoje nao tem nada a ver com uma suposta Estética Pura, mas sim com o reconhecimento de elementos historicos semelhantes.
 

Tamuríl Ar-Feinie

Bozo Bozoca nariz de pipoca
o clássico claro....
sei lá é mais charmoso... naum tem tnt exagero qto o contemporaneo....
axo o contemporaneo vazio... hj até um copo de água é chamado de arte contemporanea....
o classico é belo é imponente....
 
F

Fox

Visitante
Denethor II disse:
Amo ambas, mas entre trabalho e pensar, o pensar me parece uma maior excelencia!
Até entendo a intenção da quebra, foi até bem importante pra dar continuidade a evolução da arte em geral. Senão ela teria realmente morrido, que por sinal é um erro grave e grotesco dos pós-modernos em sugerirem isso, por vários motivos.

Outro grande (senão o maior) erro dos contemporâneos ao tentar quebrar a ligação com os clássicos foi fingirem (nem todos) que o ato de pensar em cima de uma obra foi criação deles.
Desde as pinturas paleolíticas existe uma forte intenção racional por trás dos trabalhos.

A maior qualidade dos movimentos modernos é a sofisticação dos conceitos pensados. O pior defeito é o abandono do trabalho como realização desse conceito.

Defeito porque acontece uma enganação. Finge-se que ali está rolando um trabalho visual, quando é filosofia pura.
Sem ser pejorativo com relação a filosofia, apenas quero evidenciar essa ilusão montada, que acho muito ofensiva e danosa pras artes plásticas.

ombudsman disse:
Fox, me ajuda a entrar na discussao
Quando se fala em arte classica, até que movimento o conceito cobre? E o que pode ser considerado contemporaneo?
Ainda tô extremamente longe de ser o ideal pra responder esse tipo de pergunta, mas uma coisa eu posso dizer com certeza.

Nada na História é fixo ou ordenado. O dito mais certo sobre ela é que é cíclica, apesar d'eu achar que é mais apropriado dizer que funciona como uma espiral.

O clássico grego retornou com força na Renascença e depois na Era Vitoriana. Não duvido que volte mais e mais vezes no decorrer dos séculos, com mais outra gama de influências de ntes e muito depois do clássico.

Aliás, não consigo imaginar maneira mais legal da arte se transformar. Artistas ruins sempre vão existir, mas isso é bom. O contraste e a variedade mantêm a arte sempre interessante.

ombudsman disse:
Mozart, Bach, Picasso, Michelangelo, Van Gogh.. qualquer um, sao todos presos ao contexto no qual despontaram como genios - e o fato de se defender a genialidade destes hoje nao tem nada a ver com uma suposta Estética Pura, mas sim com o reconhecimento de elementos historicos semelhantes.
Isso é um bom raciocínio, mas Van Gogh só despontou como gênio (encarando isso como um conceito dos outros, não dele mesmo), bem depois da sua morte.

Mozart, Picasso, Michaelangelo... esses são os casos raros felizes onde foram valorizados em vida, logo, dentro de seus próprios contextos.

Mas... considerá-los presos ao seu contexto é exagero. Ainda mais levando em conta que vários deles revolucionaram os mesmos. Afirmar que eles foram influenciados por suas situações se encaixaria melhor no seu raciocínio... talvez.

Mas Van Gogh definitivamente não é clássico.

Vendo as opiniões aqui, talvez o título apropriado fosse "Contemporãneo X Tudo Que Veio Antes". :P
 

Vovin

Steve Vai, The Mars Volta
Acho que Arte Contemporanea não é mais tão conteporanea assim...

Na decada de 20 podia até ser, mas hoje em dia a Arte Conteporanea é tão classica como as outras, não tem mais aquela tansgressão, e tem nego que acha que vai chocar fazendo coisas que ja foram feitas a 80 anos atras.

Na minha opinião não há sentido na separação entre Classico e Conteporaneo, não sou estudioso de arte, só estou dando meu pitaco, talvez esteja errado :P
 

Lisavieta

Usuário
Vovin disse:
Acho que Arte Contemporanea não é mais tão conteporanea assim...

Na decada de 20 podia até ser, mas hoje em dia a Arte Conteporanea é tão classica como as outras, não tem mais aquela tansgressão, e tem nego que acha que vai chocar fazendo coisas que ja foram feitas a 80 anos atras.

Na minha opinião não há sentido na separação entre Classico e Conteporaneo, não sou estudioso de arte, só estou dando meu pitaco, talvez esteja errado :P
A arte contemporânea começa no pop ( ou no pós-guerra segundo alguns teóricos, enfim...). Anos 20 é arte moderna, sabe?
 
Bom, estou me sentindo um pouco perdida com relação ao q vcs estão dizendo ser "clássico"...
Eu gosto do grego clássico... Foram eles q começaram a formalizar os conceitos básicos em relação a arte. E quando eu falo em arte, nao falo apenas em pinturas e sim qualquer tipo: pintura, escultura, arquitetura, relevo, mosaico etc etc etc...
Gosto os templos e principalmente das esculturas clássicas gregas (apesar da maioria das esculturas q existem até hj serem copias romanas)... Realista e idealizada tb... Beleza, panejamento perfeito, expressão do corpo, do rosto, do movimento, emoção... Das soluções técnicas q eles criaram...
 

Asca

Usuário
Clássico, ele sempre nos mostra o que é verdadeiramente a arte antiga e a beleza contida nela.
 

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