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Cees Nooteboom

Tópico em 'Autores Estrangeiros' iniciado por Luciano R. M., 4 Ago 2009.

  1. Luciano R. M.

    Luciano R. M. vira-latas

    Escritor premiado e badalado: até na FLIP já esteve presente. Em um de seus livros mais famosos, fala sobre o caminho de Santiago de Compostela. Não, não estou falando do Paulo Coelho, mas do holandês Cees Nooteboom.

    Nooteboom nasceu em Hague, em 1933. Na Segunda Guerra Mundial, ainda bastante jovem, perdeu o pai em um bombardeio. Sua mãe casou-se uma segunda vez em 1948, e ele foi enviado para um colégio católigo, administrado por monges Franciscanos e Augustinianos. Não chegou, porém, a terminar o ensino médio: abandonou o colégio para viajar pela Europa, que resultou em seu primeiro romance: 'Philip en de anderen' ('Felipe e os outros', inédito em português) em 1955, laureado com o Prêmio Anne Frank. Na ano seguinte publicou um volume de poesias,'De doden zoeken een huis' (algo como 'Os mortos procuram por uma casa').

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  2. Leiam Nooteboom p****
    Eu falo disso desde que esse fórum surgiu...
    É isso aí, Luciano...
    Famos fazer a panelinha do blog, só com autores bizarros que ninguém tá nem aí, mas que são o crème de la crème, o chouchou de la maitresse da literatura contemporânea...
    bah!

    hauhauauahuahuahahuahuauhaha

    Espere só até eu cursar Literatura Albanesa... ai sim...
    Aliás, vou escrever sobre literatura do Quebec...
    huahauhauhauhuahuahahu
     
  3. Aliás, o livro que o Coetzee detona do Nooteboom é In Nederland (Nos países baixos).

    Esse artigo eu não achei na net, mas o artigo que ele elogia pacas é esse:
    http://www.nybooks.com/articles/21051

    Aliás, saiu mais uma parte do Summertime:
    http://www.nybooks.com/articles/22958
     
  4. Luciano R. M.

    Luciano R. M. vira-latas

    Nunca imaginei o Coetzee elogiando assim. Detonar combina mais com ele. haha

    Ah e bora lá com os autores bizarros: eles que fazem a literatura valer a pena. haha
     
  5. Pips

    Pips Old School.

    Terminei de ler Paraíso Perdido e tenho Dia de finados no gatilho. Acho que entendo o por quê de Coetzee aprovar tanto a narrativa do Cees, é simplesmente delirante e avassaladora. O cruzamento de narrativas é um prato cheio e ele consegue escrever coisas tão belas sem ser piegas que merece ser lido de pé (afinal aplaudir livros é meio esquisito).
     

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