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Carlos Heitor Cony

Tópico em 'Autores Nacionais' iniciado por Katrina, 12 Jul 2010.

  1. Katrina

    Katrina Usuário

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    Filho de Ernesto Cony Filho, jornalista, e de Julieta de Moraes, Carlos Heitor Cony nasceu no dia 14 de março de 1926 na cidade do Rio de Janeiro, no bairro de Lins de Vasconcelos, zona norte da cidade. Foi o terceiro dos quatro filhos do casal: Giovane Alceste (falecido em 1920), José Heitor, Cony e José Carlos.

    Jornalista, foi um dos que se opuseram abertamente ao golpe militar de 1964. Como editorialista do Correio da Manhã, escreveu textos de crítica aos atos da ditadura militar. Foi incitado a se demitir do matutino (cerca 1965). Atualmente, recebe pensão do governo federal, em decorrência de legislação que autoriza pagamento de indenização aos que sofreram danos materiais e morais, vitimados pela ditadura militar.

    Já publicou contos, crônicas e romances. Seu romance mais famoso é de 1995, Quase Memória, que vendeu mais de 400 mil exemplares. Esse livro marca seu retorno à atividade de escritor/romancista. Seu romance, A Casa do Poeta Trágico, foi escolhido o Livro do Ano, obtendo o Prêmio Jabuti, na categoria ficção. É editorialista da Folha de São Paulo.

    Em março de 2000 é eleito, com 25 dos 37 votos possíveis, para a cadeira número 3 da Academia Brasileira de Letras. Toma posse em maio daquele ano.

    Seu décimo quarto romance, "O indigitado", é escrito em 2001 por encomenda da Editora Objetiva, do Rio, que com ele inauguraria a coleção Cinco dedos de prosa, lançado em 2002.

    Sua Bibliografia é extensa:

    Fontes:
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    Só li um romance dele, O Ventre (1958):

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    "Romance de estréia de Cony, originalmente publicado em 1958, O ventre parece não ter perdido nada de sua força. Nele se encontram as bases do "romance familiar" - para usar a expressão de Freud - que o autor desdobraria, mais tarde, em inúmeras obras. Às voltas com os fantasmas familiares do pai, da mãe, mas sobretudo do irmão e de um sofrido amor infantil, o bastardo José Severo avança pela vida como que despossuído de elos, de afetos, de razões, fortalecido apenas por um estranho ascetismo, que tem como prêmios o cinismo, certa inclinação para o prazer sádico e um largo vazio interior. Daí o magro, espichado e narigudo protagonista de O ventre poder ser considerado o precursor de toda uma linguagem de anti-heróis desencantados que proliferariam na ficção de Cony até a virada genial de Quase memória (1995)."

    Peguei o livro por acaso, quando ainda estava no Ensino Médio e suas crônicas eram abordadas com frequência por minha professora de Português e Literatura. Ela adorava esmiuçar os escritos de Cony e me fez ter vontade de ler outros textos do autor. Infelizmente "os outros textos" acabou ficando só nO Ventre mesmo, não me lembro de já ter topado com outro livro dele, mas posso dizer que adorei o jeito de escrever do Cony no romance também. E tenho que confessar que adoro livros que versam sobre o ambiente familiar. Recomendo para aqueles que gostam de tal leitura também.
     
  2. Bagrong

    Bagrong RaG

    Cony é um autor realmente muito bom! Eu ainda não li esse livro dele, mas acompanho sempre os textos e crônicas, realmente vale a pena. O meu texto preferido dele foi publicado na Folha durante o ano novo de 2003 (acho), eu já nem sei onde tem link para a publicação, tenho salvo aqui no meu PC:

    Muito bom! :clap: Um autor que vale ser lido.
     
  3. Katrina

    Katrina Usuário

    Eu não conhecia esse texto Bagrong, muito bom mesmo!

    Gosto muito do texto O menino da meias vermelhas:

    E a crônica O Suor e a Lágrima:
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  4. kika_FIL

    kika_FIL Usuário

    Eu dele li o Quase Memórias (uma quase autobiografia), para o vestibular, e achei bastante tocante...
     
  5. imported_Rafa

    imported_Rafa Usuário

    Tem coisa errada aí!
    Na ficha bibliográfica do Quase memória que estou lendo, aparentemente, ele foi publicado em 2003, mas aí diz que foi em 2006. =p

    Já li O Balé Branco dele e adorei. Tenho uma ansiedade para ler A Casa do Poeta Trágico um dia. =p
     
  6. Katrina

    Katrina Usuário

    Tem algo errado mesmo: Quase Memória está repetido na lista, 2006 é o ano de uma de suas reedições. O romance foi publicado originalmente no ano de 1995, então o seu exemplar também é uma reedição. =)
     

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