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Brasileiro, Artur Avila, leva a Medalha Fields em 2014

Tópico em 'Ciência & Tecnologia' iniciado por [F*U*S*A*|KåMµ§], 13 Ago 2014.

  1. [F*U*S*A*|KåMµ§]

    [F*U*S*A*|KåMµ§] Who will define me?

    Uma boa noticia para os brasileiros em 2014.

    Essa porra tem que sair na primeira pagina de todos os jornais do Brasil, hein.


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  2. Paganus

    Paganus Visitante

    Essa foi a melhor notícia dos últimos meses. Entre tantas desgraças e essa praga de época eleitoreira, ler uma manchete dessas é uma delícia.
     
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  3. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    É coisa pra ter muito orgulho... Como disse o @Paganus , melhor notícia dos últimos meses. Lendo sobre a vida dele, eu só não entendi de onde ele tirou o password pra passar tanto de fase e concluir doutorado aos 21 anos no mesmo dia em que pega diploma de graduação:

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  4. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    A interação dos alunos com doutores é muito importante, e essa é justamente a parte mais especial de toda a reportagem da Folha que o Mavericco postou.

    Como exemplo eu lembro de uma amiga que nos anos 60 foi jovem morar com uma família americana. O chefe da família era justamente PhD em matemática e lecionava na UCLA (a esposa dele com mestrado). Resultado, além de aprender muito bem a língua inglesa havia uma troca fenomenal de cultura e ela tinha dicas boas para estudar matemática. Uma delas (que eu costumava usar na escola) era repetir cada exercício de cada capítulo do livro no mínimo 3 vezes. Toda vez que usei a técnica na escola (não foram muitas vezes porque prefiro humanas, biológicas e artes eu ficava me coçando para voltar para os livros de literatura da biblioteca e só tinha interesse na média pra passar) dava para gabaritar provas e trabalhos. Hoje o patrimônio dela cresceu (melhorou de vida que na época ela era muito pobre) e ela mesma já está trabalhando no doutorado dela.

    O Brasil poderia aproveitar pra investir na formação de alunos em exatas. Com papel, lápis, giz e o tratamento certo do aluno dá para repetir o sucesso. Pelo visto o rapaz de cima deve ter completado o ensino médio (com 18 anos) já dominando o conteúdo da graduação. XD
     
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  5. fcm

    fcm Visitante

    falando em exatas me vem a mente a Coréia do Sul, país pequeno em dimensão e que possui algumas das maiores empresas do mundo (Samsung,LG,Hyundai,Kia) e investiu pesadamente em exatas. Hoje o problema lá é que tem tantos engenheiros que está faltando emprego nessa área.
     
  6. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    Lá é bem bizarro. Tem tendência da economia de alguns países asiáticos de privilegiarem monopólios, cartéis e máfias que são boa receita pra exagerar na hora de criar mercado competitivo gerando excedentes de pessoas formadas. Arrisco dizer que se tivessem investido em humanas, biológicas ou artes era capaz de sair um outro monopólio, dessa vez voltado para a ideologia (humanas) ou farmacêutica (biológicas)...
     
  7. fcm

    fcm Visitante

  8. Mavericco

    Mavericco I am fire and air. Usuário Premium

    Eu mal conseguia resolver uma, lá vou conseguir três, home!

    Brincadeiras à parte, talvez não precise nem ser com doutores, não acha? Talvez simplesmente a interação que permita a criatividade de ambos os lados. No campo da matemática, é o que o Arthur disse sobre a matemática árida que é ensinada:

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    Aí você consegue passar toda uma vivência que, claro, mesmo nesse convívio árido é possível que seja passado. Embora, e aí a meu ver reside a diferença, não seja incentivado.
     
  9. Neoghoster Akira

    Neoghoster Akira Brandebuque

    fcm: Tá aí uma coisa que coreanos do norte e do sul são parecidos... a tendência de concentrar as atividades em algum mega grupo. Se brincar os caras são capazes de saturar as biológicas igual fizeram com as exatas, enquanto isso o equilíbrio do mercado corre risco de futuras crises como a falta de emprego.

    ---

    Mavericco: É certo que eu também veja a vivência do aluno sob o foco das experiências únicas e insubstituíveis (cada educador tem seu papel fundamental não apenas em cada fase da vida mas em cada objetivo). Pra mim os não-doutores e doutores devem trabalhar juntos pela sociedade mas eu gostaria de vê-los ambos com presença grande direta fora de seus círculos sociais em círculos sociais mais modestos. Não é intenção alimentar trolls ou a ira de quem vê elitismo como boa idéia (e também tem trolls que enxergam elitismo em tudo). A convivência com profissionais de ponta em nosso país é imensamente sub-aproveitada e falta na experiência dos alunos (não apenas os de talento) alguns contrastes de imprevisibilidade educacional que só poderia oferecer quem já passou muito tempo dentro da escola (um doutor).

    Seria capaz de dizer que esse é uma passo que países desenvolvidos também pisam na bola porque o ensino é uma pirâmide e a quantidade de recursos em relação a demanda vai afunilando. Porém também penso que, se eu não estiver enganado, o objetivo da pirâmide deveria ser ter outra forma, mais próxima da universalidade, talvez um círculo ao invés de um triângulo que seja mais apropriado para representar o sistema que queremos e não precisa nem ser sempre com mudança brusca, se a pirâmide fizer a transição passando por outros formatos (quadrados, hexágonos, octógonos...) um dia poderemos chegar ao ideal do círculo. Mas pra isso vão ter que sanar o problema da pirâmide e forçar um pouco para reduzir a tendência dela de isolar e divorciar os pesquisadores da realidade. Esse é um ideal que acho válido.
     
    Última edição: 13 Ago 2014
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