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Auto ajuda etc e tal.

Tópico em 'Generalidades Literárias' iniciado por Liv, 24 Mar 2008.

  1. Liv

    Liv Visitante

    Eu sempre tive curiosidade de ler, sabem? Mas no meu coração mora uma preguiça sem fim.:wall:

    Bom, alguém já leu alguma coisa do gênero? Quais são os melhores autores e livros? Ou melhor... devo ler alguma coisa de auto ajuda, ou é melhor fazer como o Paulo Coelho, apenas ouvir as crítcas e fugiiiir? :gira:
     
  2. imported_Amélie

    imported_Amélie Usuário

    Olha, já li alguns principalmente quando ganho de presente de alguém, eu acho chato falar: - poxa, não li o livro que vc me deu pq não curto muito auto-ajuda!

    Mas a impressão é sempre a mesma: conselhos quadrados que não funcionam... viva feliz, coma mais verduras, viaje mais, economize... lindo... na teoria! :P
     
  3. Lethaargic

    Lethaargic Usuário

    Acho tão superficial! É tudo muito óbvio, eles insistem em 'dicas'
    como as que a Amélie citou: coma mais verduras, economize,
    ame, preserve a natureza, etc etc.
    Aquelas coisas que as pessoas te dizem quando você não está
    bem, sabe? Tudo aquilo que você ouve sempre. E acredite, a
    'ajuda' estaciona apenas no tipo do livro, porque bem, não ajuda
    em nada...
     
  4. Hérmia

    Hérmia Usuário

    Realmente não é o melhor gênero pra se ler... mas uma vez lí um do Augusto Cury chamado "Nunca desista dos seus sonhos", e confesso que fiquei bastante impressionada, ele narra a história de quatro sonhadores: Jesus Cristo, Martim Luther King, Abraham Lincoln e ele próprio , o autor. Sem dúvida, me passou uma mensagem de coragem e perseverança que no meu caso , estava precisando..... O Augusto Cury é muito conceituado nesse gênero, acho q vale a pena conhecer ....
     
  5. Oropher

    Oropher Hmm... oi?

    É, conhecer não custa nada. É bom ler pelo menos um ou dois livros antes de dizer que não suporta auto-ajuda.

    Foi o que eu fiz e, de fato, achei um saco. São geralmente conceitos básicos, que o autor toma como fruto de uma ampla pesquisa na área da psicologia, algo sobre mudar de vida, você consegue, pensamento positivo, como ser líder, e coisas assim.

    Pode ser interessante para algumas pessoas, mas esse tipo de livro não me atrai.
     
  6. imported_Amélie

    imported_Amélie Usuário

    Que pretensão desse tal de Cury, hein?

    Tá certo que as mães adoram ele, mas tb não é um ser tão revolucionador do mundo assim...
     
  7. Liv

    Liv Visitante

    :lol:

    Boa, Amélie!
     
  8. nanabehle

    nanabehle Usuário

    Bah, uma amiga me emprestou um livro desses, não lembro o nome. Era sobre uma modelo que a se achava horrível e tinha problemas com a mãe. O narrador era um psiquiatra tão parecido com o superman... desisti depois de um capítulo. Minha paciência é bem curta. hehe
     
  9. Zuleica

    Zuleica Usuário

    Creio que é estado de espírito.
    Também depende do meio em que a pessoa vive.
    Muita gente no Brasil vive de forma instintiva.

    Hoje em dia a psicologia já destinou uma área para auto-ajuda, chamado “Psicoterapia Breve”, que depende da dedicação da pessoa. O termo “auto-ajuda” – segundo o Houaiss - "Prática que consiste em fazer uso dos próprios recursos mentais e morais para alcançar objetivos de ordem prática ou resolver dificuldades de âmbito psicológico". Aqui >
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    para algumas obras mais clássicas.

    Somos imaturos emocional e mentalmente, e não temos como dizer qual o gancho que fará a nossa consciência desligar o piloto automático e assumir a direção de nossa vida.

    Do que já estudei sobre educação e psicologia me faz crer que, caso uma pessoa não reconheça a condição em que está, negue, oculte essa condição, estará consumindo tempo e energia que poderia estar sendo usada para corrigir esse status.

    Então Ana, dependendo do meio em que foi criada, não ouviremos você gritando: "Eureca!".

    Mas, se fizer sentido para você, leia. E coloque sua opinião. Eu já li alguns e fizeram diferença em momentos diferentes. Um que trago comigo até hoje é sobre o domínio das emoções. O maior vendedor do mundo, de OG Mandino. Dizem que é para vendedores, mas no entanto... :)

    O que dizem por aí, a boca pequena, é que são chaves de poder jogadas para pessoas simples em linguagem simples, e o intuito é libertar as massas. Como estudo o assunto poder, certamente estarei (na medida do possível) navegando por esses mares.

    A terra é redonda a muito pouco tempo para o povo, mas não para certos reis, que enquanto navegavam tranquilamente pela terra, puniam qualquer divulgação que contrariasse as crenças locais, sob pena de morte após a negação pública.
     
  10. Breno C.

    Breno C. Usuário

    Já li uns dois livros do gênero, dos quais só lembro do segundo que foi O Segredo - The Secret, mas acho que esse fato só prova o quanto eles foram desinteressantes para mim. Tipo: quando termino de ler um livro de auto ajuda fico pensando que eu mesmo já sabia de tudo o que estava escrito ali, só não coloco em prática. Porém para mim, o pior livro de "auto ajuda" que foi escrito é O Segredo - The Secret, são muitas teorias egoístas.
     
  11. imported_Amélie

    imported_Amélie Usuário

    justamente Breno! justamente!
     
  12. fabittar

    fabittar Usuário

    Minha namorada leu esse "Nunca desista de seus sonhos", do Cury, antes de ingressar na primeira residência médica. Pessoalmente, acho palhaçada, assim como toda instituição religiosa é oportunista e fraudulenta. Entretanto, há quem sinta conforto com essas coisas, não é mesmo? Os homens são enganadiços. Um outro dia discorro sobre o assunto - fato é que minha mãe também gosta dessas coisas.

    Em sua moradia frente ao mar, num condomínio sossegado de Búzios, vive ela com seus anões de jardim, moradia provisória de gnomos "passantes" e uma infinidade de outros enfeites cobrindo as paredes, o gramado, a cabeceira da cama. Minha mãe acredita em espíritos. Nunca viu nem conversou com nenhum, mas vá lá que credo é coisa de quem crê; e crença se vale de dogmas, não de fatos.

    Dos embaraçosos presentes que essa crença me trouxe, alguns são livros de auto-ajuda e por vezes também religiosos. Admito que li todos. Assim como li a bíblia (e recomendo a leitura). Alguns são engraçadinhos.

    No geral, são todos uma grande perda de tempo.
     
  13. Artanis Léralondë

    Artanis Léralondë Ano de vestibular dA

    autoajuda realmente ajuda? Veja a opinião de especialista.

    Quando o Zero Hora publicou essa matéria, confesso que me assustei. Não por acreditar que autoajuda muda a vida de alguém. Mas, pela ousadia da especialista Vanessa Ritzel em afirmar que, pelo contrário, ele pode piorar. Eu nunca fui fã do gênero. Na verdade, passo longe. Não me sinto atraído por algo que diz ter a verdade absoluta sobre determinado aspecto. Mas, pra tratar do tema autoajuda, preciso considerar duas coisas.

    Os autoajudas fajutas e os verdadeiros. Explicarei e acredito que ficará mais claro. Um livro que fala sobre como se tornar um líder. Ele entra no gênero autoajuda, no entanto, se tiver bases científicas, ensinamentos palpáveis – não aquele lenga lenga de “pense positivo” e “respeite o próximo”. Na verdade, eu me surpreendo com as pessoas que leem e aceitam o óbvio escrachado: “Respeite o seu chefe”. POHA? SÉRIO?! Agora, as obras que tratam dos temas com apontamentos científicos e conhecimentos técnicos, bem, ai sim. Esse é o autoajuda que considero útil [óbvio que ele terá um lenga-lenga também, normal. Mas aceitável].

    Agora, inaceitável são os livros que se propõem a mudar a vida de uma pessoa com esse lenga-lenga. Livros mudam pessoas?! ÓBVIO! – e falaremos disso mais pra frente, aguardem -. Mas, posso te garantir que um Madame Bovary mudou mais do que um “O Segredo”. E a intenção de Gustave Flaubert não era mudar ninguém – ao menos não era sua prioridade. Ou, não se vendia como.

    Por isso eu já fiz várias piadas, anuncio meu repúdio explícito com esse tipo de literatura. E não, não estou falando em Augusto Cury e Paulo Coelho. Ao menos eles fazem o que fazem de uma maneira contida e não tão atirada – eu acho extremamente atirada, mas tenho que reconhecer que pra maioria das pessoas não é. Outro detalhe que já tratei. Os “autoajudas verdadeiros” também merecem servem para o leitor. Afinal, trará informações valiosas e não apenas aquele mimimimi na orelha.

    Falo isso, pois tenho grandes amigos escritores desse tipo de autoajuda. E os livros deles são ótimos e muito bem vendidos. Existe conhecimento técnico e de área nessas obras. E isso as torna valiosas para o consumidor desse mercado.

    Agora, isso já é diferente de prometer sucesso, amor, sexo, felicidade etc. E é esse o ponto que a Vanessa – especialista em comportamento humano – trata. Segundo ela e vários outros psicólogos, esse meandro da literatura não possui nenhum efeito.

    - A proposta dessas obras é fazer com que as pessoas se sintam melhor, independente da conquista, seja profissional, ou pessoal, mas na prática, não é bem assim – alerta a especialista.

    Vanessa diz que todas as pessoas que buscam um método terapêutico para enfrentar um problema são orientadas a pensar positivo, mas que o conselho, apesar de parecer inofensivo, pode ser desastroso.

    - Muitas pesquisas científicas comprovaram que pessoas com baixo autoestima se sentem piores quando expostas a afirmações positivas – diz Vanessa. A explicação para o fenômeno é que estas pessoas têm como reação imediata rejeitar a alegação positiva, e até mesmo se sentem fracassadas por não conseguir adotar a postura positiva. (Retirado Zero Hora).

    Portanto, o que sempre digo; se você precisa de ajuda, procure um profissional. Psicólogos e psiquiatras não tratam apenas pessoas loucas – acreditem, isso está enraizado na cultura popular. E galera, se for pra ler o óbvio, não consigo entender porque perder tempo.

    fonte:
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  14. abylos

    abylos Usuário Usuário Premium

    :sim:

    Exato, não adianta voce apontar a solução de um problema que a pessoa tem(assumindo que voce acertou no diagnostico do problema), se a pessoa não reconhece que o problema está ali, ou que é um problema...

    O problema da maioria dos livros de auto-ajuda, pelo que pude ler aqui, é o mesmo de "o principe" de maquiavel(desculpem a comparação, mas eu tive a mesma sensação ao acaba-lo que o breno teve ao acabar livros de auto-ajuda).

    Eles dizem o que deve ser feito, mas não como]/b] fazer...
    Ai a pessoa se sente obrigada a ser como o livro diz, mas continua sem orientação nenhuma de como faze-lo, chegando ao efeito colocado pela especialista.

    Meu maior problema com a ideia de procurar um psicologo e afins, é que jamais vou confiar em alguém que não seja meu amigo pra contar coisas da minha vida pessoal. E não vou incluir algém na minha lista de amigos só porque vou me tratar com a pessoa, tem que ser algo de afninidade entre as personalidades...

    Na minha caminhada por essa vida, creio que descobri(com a ajuda de Deus) algumas verdades sobre os mecanismos da mente e alma humanos...
    E isso me levou à mesma conclusão que o
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    . De que cada analise do paciente é unica e não podemos generalizar nada.(vejam mais especificamente primeiros estudos, segundo paragrafo).

    Assim, quando tento ajudar uma pessoa que está mal, o que direi e passarei mudará de pessoa pra pessoa.
     
  15. Raphael_Dias

    Raphael_Dias Usuário

    Pois é Eragon, mas será que o certo é dizer como fazer? Pelo menos eu nunca quis que ninguém me mastigasse as coisas, a única coisa que se tira da vida são as experiências, e se tem alguém te dizendo como fazer as coisas, logo você abdica dessa experiência, vivendo de certo modo a vida de outra pessoa. Por esse motive desprezo a auto-ajuda. Os autores, irresponsávelmente, dizem o que o leitor (este sendo sempre inteligente, especial, único, lindo, perfeito e mais uma série de adjetivos falsos com o objetivo de masturbar mentalmente a vítima) deve fazer para atingir a felicidade na concepção do autor, como se existisse absoluto para a felicidade.

    Quanto a psicanálise, isso é algo completamente diferente. Ela não explica como resolver, justamente porque isso seria errado. O objetivo da análise é somente ajudar o paciente a descobrir seus problemas, de modo que o paciente possa resolvê-los por si. Concordo, no entanto, que padronizar a análise é absurdo. Mas não concordo que amigos sejam bons substitutos para os analistas, já que raramente um amigo vai querer te contrariar.

    Já referente a Maquiavel, ele era um cientista política. Apenas teorizava maneiras de conduzir um Estado, pode ser usado para a vida pessoal, mas não é o objetivo. Não acho que entendi a relação.
     
  16. abylos

    abylos Usuário Usuário Premium

    Realmente, pode ser desastroso isso.
    Mas dizer o que fazer sem dizer como é pior ainda, creio eu...
    Na verdade, eu creio que as pessoas deveriam primeiro verificar se conseguem se indentficar com a solução passada pelo livro pra depois realmente tentarem fazer...

    Mas devemos lembrar que existem pessoas tão perdidas que não conseguem nem saber se a solução apresentada será compativel com a essencia dela. esas pessoas precisam de algum direcionamento antes de começarem a pensar sobre suas vidas novamente.

    Bom, ai depende de cada amigo. Eu tentei ajudar n pessoas ja na minha vida, sempre procurando mostrar probabilidades que a pessoa não estava vendo e provaveis motivos pra coisas que elas não entendiam sobre si mesmas e não dizendo o que fazer nem deixando de contrariar, se achasse necessario...

    E, de quqluqer forma, eu jamais conseguiria confiar em alguem que não é meu amigo pra contar coisas que considero particulares... Isso que eu quis dizer...
    Pra aceitar conselho de alguém, tenho que ter certeza de que os principios de vida dessa epssoa para a situação especifica são compativeis com os meus, ou a solução apresentada por ela não serve pra mim...

    A unica comparação ai foi que, ao meu ver, em "o principe", ele diz tudo que o cara deve fazer, mas não da dica nenhuma de como conseguir fazer...
     
  17. Raphael_Dias

    Raphael_Dias Usuário

    Ah, entendi. Realmente depende de como a pessoa vê a vida. Eu já acho impossível ver as coisas pelo ponto de vista de outra pessoa, então evito dar conselhos. Escuto as pessoas, mas evito me meter, são raras as exceções. Também não confio em analistas, embora tenha curiosidade e queira um dia, depois de uma longa pesquisa, fazer análise, acho que vou me conhecer melhor a partir dela.
     
  18. Zuleica

    Zuleica Usuário

    As vezes, vejo que os posts são escritos de forma tão incisiva que parecem ter sido escritos por jovens. E em alguns aspectos somos bem jovens mesmo.

    A ciência diz que nossas células, nossos átomos trazem em seus registros a experiência de nossos antepassados. E, cá pra nós, não dá para se orgulhar de todos eles.

    É por isso que gosto de livros. Eles contam, para mim, as experiências de outras pessoas, os sonhos e ideais de outras pessoas e eu faço uma reflexão com minhas experiências, meus sonhos e meus ideais, sem ter que percorrer todo esse caminho.

    Nunca digo não a um livro. Sempre vou conferir, até porque preciso me comunicar com quem vive em meu tempo. E a grande maioria das pessoas, no tempo atual, não lê coisas nenhuma, quando leem alguma coisa, penso que pode ser um link para um interesse maior, por isso os trato com cuidado e até um certo carinho.

    E sempre posso indicar minhas preferências que são mais para filosofia e antropologia. Quando ouço alguém que lê auto ajuda, me esforço, para perceber onde posso inserir uma filosofia, um filósofo que lembre de procurar quando achar que aquela "grande descoberta" era apenas a parte visível do iceberg. Mas, de preferência não trato o assunto de forma que a pessoa sinta que precisa devorar uma gigantesca biblioteca, apenas que sobre aquele assunto, talvez... quem sabe... se houver interesse.... você poderia gostar de conhecer tal autor....
     

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